Foi apresentado, na tarde de sexta-feira, 11 de outubro, na sede da Associação Cultural e Recreativa de Carvalhos de Figueiredo, o projeto de requalificação da Estrada Nacional 110. O trecho em questão abrange o percurso entre S. Lourenço, na entrada de Tomar, e a rotunda da Zona Industrial. Entre as principais intervenções previstas estão a construção de duas novas rotundas – uma próxima ao condomínio S. Lourenço e outra em Vale Cabrito – a criação de passeios de um lado da via e de uma ciclovia para bicicletas e pedestres do outro. O projeto inclui também a instalação de novas redes de água e esgoto, além de um sistema de iluminação modernizado.
Embora a Estrada Nacional 110 esteja sob a responsabilidade das Infraestruturas de Portugal, a requalificação será realizada pela Câmara Municipal de Tomar, uma vez que a via será desclassificada. Segundo o presidente da autarquia, Hugo Cristóvão, esta será a obra mais cara já executada pelo município, com um custo estimado em cerca de 9 milhões de euros, financiados em parte por fundos comunitários.
Festa litúrgica em honra de Santa Iria no próximo domingo dia 20 de outubro de 2024 às 10h30m na Igreja de São João Baptista, presidida por D. Manuel Clemente, patriarca emérito de Lisboa, seguida de solene procissão
FESTA LITÚRGICA EM HONRA DE SANTA IRIA
Domingo, dia 20 de Outubro (Dia de Santa Iria):
» 10h30 – Missa de Ação de Graças, na Igreja de São João Baptista, presidida pelo Patriarca Emérito de Lisboa, o Senhor Cardeal D. Manuel Clemente;
» 11h30 – Solene Procissão pela ruas da cidade:
» IGREJA DE SÃO JOÃO BAPTISTA » Rua Infantaria 15 » Avenida Cândido Madureira » Rotunda Alves Redol » Rua Everard » Ponte Velha (gesto do lançamento das pétalas ao rio) » CAPELA DE SANTA IRIA;
(Nesse dia não haverá missa às 18h30)
Segunda, dia 21 de Outubro:
10h00 – Missa na Capela de Santa Iria.
(Nesse dia não haverá missa na Capela de Santo António)
Segundo dirigentes chineses, “as sanções unilaterais contra a China impostas pelos Estados Unidos e por outros países, violam o direito internacional, afectam negativamente os direitos humanos do povo chinês e têm um efeito de arrastamento, pelo que a China deve responder através de meios administrativos, jurídicos e outros que se mostrem necessários.”
Lembrando que na década de 1970, os Estados Unidos lançaram o slogan da “diplomacia dos direitos humanos”, com o objetivo de conter a União Soviética, afirmam:
“Atualmente, Washington continua a ignorar as suas próprias fragilidades nesse âmbito e utiliza a ‘Carta dos Direitos Humanos’ para reprimir outras nações e manter a sua hegemonia. Isso não só afeta as normas básicas das relações internacionais, mas também tem um sério impacto sobre a estabilidade política global e o desenvolvimento económico mundial – o que vem sendo amplamente criticado pela comunidade internacional”.
Os responsáveis chineses referem de seguida:
“Para interferir nos assuntos internos de outros países, os Estados Unidos primeiramente fabricam ‘ofensas aos direitos humanos’. Tomemos a Venezuela como exemplo: nos últimos anos, os americanos invocaram a existência de ‘problemas de direitos humanos’ naquele país, como justificação para expandir as sanções económicas, o que resultou numa crise venezuelana de ordem económica, humanitária e de desenvolvimento”.
E continuam:
“Ao mesmo tempo, os Estados Unidos também inventaram documentos relevantes para difamar e reprimir outros países. Tomando a questão de Xinjiang como exemplo, reproduziram repetidamente mentiras nos seus relatórios e usaram-nas para impor várias sanções à China, inclusive a proibição da importação de produtos daquela região e o congelamento dos bens de oficiais chineses. Tudo isso com o objetivo de desacreditar a imagem internacional da China e suprimir o desenvolvimento do país”.
Os responsáveis chineses comentam depois que os americanos usam uma sua lei nacional para exercer uma ‘jurisdição de longo alcance’ e aludem à eclosão do conflito russo-ucraniano, “com os Estados Unidos a impor sanções a várias autoridades e empresas russas com base nessa lei, visando enfraquecer a Rússia e salvaguardar a sua própria hegemonia”.
E prosseguem:
“Além do governo e dos media, há outro actor importante na ‘guerra de direitos humanos’ norte-americana, que são algumas organizações não governamentais (ONGs). Sob as bandeiras da chamada ‘democracia’ e dos ‘direitos humanos’, algumas delas incitaram secretamente motins separatistas, planearam crises políticas, inventaram factos e rumores e infiltraram-se massivamente em vários pontos do mundo. Entre elas, a mais activa é a National Endowment for Democracy (NED), que continua a receber financiamento da Casa Branca e do Congresso do país”.
Afirmam depois:
“Os Estados Unidos também tentam usar os direitos humanos para manipular os mecanismos multilaterais. As Nações Unidas, enquanto cerne da prática do multilateralismo, abrangem questões relacionadas com a paz, a segurança, os direitos humanos e outras áreas importantes, pelo que são usadas pelo governo de Washington como a principal plataforma para travar uma ‘guerra dos direitos humanos’ contra o mundo exterior”.
E os dirigentes chineses concluem:
“Os direitos humanos não são propriedade exclusiva de alguns países, nem podem ser usados como ferramenta para exercer pressão sobre os demais e interferir nos seus assuntos internos. O facto de os Estados Unidos pretenderem agir como ‘juiz dos direitos humanos’ quando a sua situação interna, neste domínio, está em crise, não só revela duplicidade de critérios, como também mina seriamente as bases de uma boa governação mundial dos direitos humanos. Esta atitude contra a corrente da História provocará a oposição de outras nações e acelerará o declínio da hegemonia americana”.
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O sonho de ser artista já nasceu, provavelmente, com o tomarense João Godinho, conhecido pelos colegas de profissão e pelos amigos como o “Ronaldoportuguês do circo”. Em conversa com o Jornal/Rádio Cidade de Tomar, João Godinho, que esteve uns dias em Tomar para descansar e estar com a família, contou-nos o seu percurso e como tudo começou no Ginásio Clube de Tomar. A nível nacional passou por anúncios publicitários, novelas, musicais, mas, entretanto, passou muito rapidamente para os palcos internacionais da acrobacia aérea, trabalhando nas melhores companhias mundiais tais como Cirque Dreams do Cirque du Soleil, nos Estados Unidos, circo Salto Natale, na Suíça, Circo Roncalli, nos melhores dinner shows da Alemanha, etc. Recentemente ganhou duas medalhas de bronze, uma em Itália e outra no Cazaquistão, mas foi há dias que se consagrou um artista de elite mundial ao ganhar o Grand Prix no Festival Internacional de Circo na Bielorrússia, com a máxima pontuação dos jurados.
– Quem é o João Godinho?
– O João Godinho é um sonhador, é uma pessoa que não desiste, é uma pessoa que luta muito no backstage, que é assim que nós dizemos, portanto, por detrás da cortina, não desisto e preciso de golos no futuro, para atingir aquilo que quero, gosto sempre de ter objetivos para atingir exatamente aquilo que quero. Não chega sonhar, temos de fazer acontecer e eu faço acontecer.
– Nasceu em Tomar, como é que foi a sua vida aqui?
– Nasci em Tomar e tenho 42 anos, frequentei as escolas em Tomar, terminando no Liceu e nessa altura já fazia parte do Ginásio Clube de Tomar, como ginasta, ginasta também, posteriormente, da Seleção Nacional, em Lisboa. Títulos na ginástica, que eu me lembre, fui campeão nacional por individual e por equipa. Em Campeonatos do Mundo, fui 4.º classificado na Alemanha em 2002, e 4.º classificado em França em 2004. Em 2003, a quadra masculina Portuguesa ficou classificada em 2.º lugar no ranking mundial. A nível de Campeonatos da Europa, obtive 2.º lugar (prata) na Alemanha em 1998, o 3.º lugar (bronze) na Suíça em 2000 e o 3.º lugar também em Portugal em 2001. Na data, nós, no Ginásio Clube de Tomar, fomos muito privilegiados porque tínhamos dois treinadores chineses. Ele era campeão mundial de ginástica e ela integrava a equipa nacional olímpica da China. Eram os melhores dos melhores. Passados seis meses de eles estarem cá, integrámos logo a Seleção Nacional de Ginástica.
– Mas, entretanto, sai de Tomar, qual foi o seu percurso?
– Fui para Lisboa, para a universidade para estudar Publicidade e Marketing, na Escola Superior de Comunicação Social, só que fui pregando umas partidas aos meus pais e, às escondidas deles, fui fazendo vários castings para novelas, publicidade e musicais e antes dos meus pais perceberem eu já fazia teatro.
– E porquê as artes?
– Já partia de mim, era dotado para as artes, para o palco, para representar, cantar e dançar. Nasci mesmo para isso. Fiz várias audições sem os meus pais saberem e, entretanto, começo a aparecer como cabeça de cartaz em que o meu pai não fazia a mínima ideia que eu cantava. Fiz o “Fame, o musical” (2006), fui ator/cantor no musical, “Fado história de um povo”, do Filipe La Féria e, entretanto, como disse, passei a ser cabeça de cartaz, porque passei a ser o protagonista em musicais também do Filipe La Feria, como o “Footloose, o musical” (2007) ou o Peter Pan (2012). Foi nessa altura que família e amigos foram assistir aos espetáculos, mas eles não sabiam que eu cantava. Eu não me identificava como cantor, eu cantava. Fui aceite nesses papéis específicos porque eu cantava, dançava e fazia acrobacias e por isso é que era chamado para esses papéis mais difíceis.(…)
Entrevista completa na edição impressa de 11 de outubro.
No âmbito do Plano Cultural de Escola – Plano Nacional das Artes, no próximo dia 24 de outubro, às 18h00, a Galeria Maria de Lourdes de Mello e Castro na Escola Secundária Jácome Ratton sede do Agrupamento de Escolas Templários, em Tomar, abrirá as portas para a exposição “Natureza e Delícias“, de Patrícia Reyes, uma artista autodidata de origem salvadorenha que encontrou nas cores e sabores de Portugal uma nova fonte de inspiração.
Patrícia Reyes, nascida em El Salvador, passou grande parte da sua vida em Los Angeles, onde trabalhou como professora de espanhol. Aos 41 anos, após enfrentar um problema de saúde, Patrícia descobriu na pintura uma forma de canalizar a sua criatividade e transformar o seu percurso pessoal. As suas obras são conhecidas pelas cores vibrantes e pela influência das suas raízes centro-americanas, entrelaçadas com a serenidade e os encantos da sua nova vida em Portugal.
Patrícia mudou-se para Tomar com o seu marido, onde se deixou inspirar pela natureza exuberante e pelas delícias da gastronomia local, em especial as sobremesas da região. Esses elementos passaram a ser os temas centrais das suas obras, que misturam a celebração da vida com a gratidão pelos pequenos prazeres do quotidiano. A exposição “Natureza e Delícias” traz essa fusão de memórias, emoções e experiências, traduzida em telas repletas de cores intensas, flores deslumbrantes e doces tradicionais. Cada obra é uma ode à resiliência e à capacidade humana de encontrar beleza e alegria mesmo nas situações mais desafiadoras.
Foi apresentado na tarde de sábado, 5 de outubro, na Biblioteca Municipal de Tomar, o livro “Jácome Ratton – 140 anos de vivências da Escola e da Cidade”, da autoria de Leonel Vicente e com prefácio de Guilherme d’ Oliveira Martins. Uma obra que, de acordo com Paulo Macedo, director do Agrupamento de Escola Templários, “é um marco” na história da Escola Jácome Ratton. “É com orgulho que apresentamos este livro num feriado nacional e, além disso, desde 1994 o dia 5 de outubro é também celebrado como o Dia Mundial dos Professores e, este ano, comemoram-se os 30 anos desta efeméride”, disse.
“Ao celebrarmos os 140 anos da história da nossa escola, é com imensa honra que apresentamos o livro “Jácome Ratton – 140 anos da vivências da Escola e da Cidade”. Esta obra é mais do que um livro, é uma homenagem viva ao passado e à memória de uma instituição que moldou a cidade de Tomar, a região e o país. Este livro celebra gerações de professores, alunos e funcionários que fizeram – e continuam a fazer – desta escola um farol de excelência ”, realçou.
O presidente da Câmara Municipal de Tomar, Hugo Cristóvão, este livro é lançado num dia simbólico, sendo que este é mais um marco na história da nossa comunidade. “Uma escola não é como qualquer outra instituição, uma escola contribui de forma significativa para formar cidadãos, profissionais e com isso também formar a sociedade que somos. E, por isso, 140 anos de uma instituição, nas suas múltiplas vivências, existências e designações que foi tendo ao longo destes anos, efectivamente, tem contribuido para ajudar a formar centenas de cidadãos, ao longo de muitas gerações. E, por isso, temos que estar reconhecidos”, disse, enaltecendo ainda o trabalho do autor nesta obra, com muita pesquisa e análise de documentos.
Vai ser apresentado, publicamente, na sexta feira, dia 11 de outubro, às 18h00, na ACR Carvalhos de Figueiredo, o projeto de beneficiação da EN110 (S. Lourenço – Rotunda da Zona Industrial de Tomar).
Refira-se que o projeto inclui infraestruturas de água e saneamento, gás, iluminação pública, passeios, segurança, conforto, urbanidade.
O Centro Recreativo da Torre foi dos pioneiros a promover o evento “Encontro de Motas antigas” e que, recuando vinte anos, quando as motorizadas foram encostadas e preteridas pelo automóvel, levou a que muitos se “virassem” para as suas “Casais” e Faméis” enferrujadas e as recuperassem. Hoje recuperar uma velha motorizadas está na moda, gasta-se algum dinheiro, mas é um prazer ver rolar, o que foi o meio de transporte do povo em tempos idos e não muito longínquos.
Hoje qualquer associação e são muitas, organiza encontros, que são uma forma salutar de encontrar amigos conviver e tirar a “ferrugem” aos motores a dois tempos. O “Encontro da Torre” está bem vivo e recomenda-se. O grupo “Os Fugas” são uns apaixonados e colocam juntamente com a direção do Centro todo o empenho na organização que cresce a olhos vistos e com belas máquinas e algumas raridades. Dos cento e trinta e sete amantes, inscritos e com algumas “donzelas” que adoram duas rodas, o grupo teve nas instalações do Centro um pequeno almoço de excelência e um almoço idem. Da Torre partiram pelas 10h00, do dia 29 de setembro, rumo à Avanteira, no concelho de Ourém, depois visitaram a oficina especialista de recuperação de motos do Jorgino Barro, no Almogadel, a seguir visitaram o lagar de azeite do Freixial, a Explazeites, e o Moto Clube de Ferreira que os recebeu com pompa e circunstância onde o melão com presunto estava divinal, regressaram pelas Aboboreiras à Torre onde foi servido o almoço (porco no espeto). No prémio para a moto mais antiga coube ao Irlandês de Belfast, Chris, engenheiro aeronáutico, residente em Ceras, onde recuperou duas habitações que com uma Douglas importada e legalizada em Portugal de 1950 de 350 cm3, motor dois cilindros em V, arrefecida a ar, com mudanças à direita e dava nas vistas e era a “mais velhinha” do grupo, mas em tantas duas rodas havia exemplares de coleção que valem uns bons euros e muito estimadinhas.
A Fotografia Victor, rua Everard (Levada), encerrou no fim do mês de setembro. Foram 44 anos deste espaço comercial dedicado à fotografia que tinha como rostos Vítor Conceição, 71 anos, e Amélia Conceição, 69 anos. O Jornal/Rádio Cidade de Tomar falou com o casal sobre esta sua vida profissional dedicada à fotografia.
A fotografia entrou na vida de Víctor Conceição aos onze anos em Fátima. Natural de Tomar, quando a mãe necessitou de uma intervenção cirúrgica, Vítor foi para casa de um tio em Fátima, tio que trabalhava na área da fotografia e nos primeiros tempos fazia as fotos à luz de um candeeiro de petróleo.
Entretanto, foi também em Fátima que conheceu Amélia, natural de Trancoso, que tinha estado em Angola e depois do irmão casar com uma senhora de Fátima, veio também para esta localidade.
Depois de casarem vieram para Tomar, onde se estabeleceram, há 44 anos, abrindo o espaço Fotografia Victor. Estão, portanto, casados há tantos anos como possuem a loja, ou seja, têm uma vida em comum há 44 anos, tanto em termos pessoais como profissionais. Quando abriu esta loja, Víctor Conceição já levava 16 anos dedicado à fotografia.
Embora a loja tivesse começado noutro espaço, situou-se sempre nesta rua, a rua Everard. Chegaram, também, a ter outra loja no Centro Comercial Templários, que fechou com o declínio deste espaço.
Víctor Conceição recorda que começou com a revelação das fotos na câmara escura e acabou no computador. Uma das coisas que mais lhe dava prazer era retocar as fotos estragadas pelo tempo. “Comecei a fazer retoques nas fotos há muitos anos, antes com uma espécie de lápis no negativo e depois na foto, atualmente, fazia no computador. Ainda gostava de montar um ampliador e fazer como antigamente”, salienta.
Dos principais trabalhos que fizeram, destacam os casamentos, em que, muitas vezes, os noivos casavam num sábado e queriam as fotos logo para o sábado seguinte, o que, por vezes, era complicado, pois, na data, o equipamento existente não era igual ao de hoje.
Recordam também os muitos amigos que fizeram entre os clientes, sobretudo emigrantes, que todos os anos passavam na loja para os cumprimentar.
Amélia diz que uma das coisas que mais lhe deu prazer fazer foi fotografar gerações de famílias, os pais, os filhos, os netos e bisnetos.
Mas como nem tudo são rosas, como se costuma dizer, a sua vida profissional também foi marcada por alguns incidentes.
Segundo Víctor Conceição, “um desses episódios foi num casamento. No momento das fotos, surgiu um convidado que só andava atrás de mim a dizer, ‘vamos comer’, disse tantas vezes que eu fui ter com os noivos e disse-lhes, ‘ou o mandam calar ou vou-me embora’. Então os noivos lá lhe disseram para ele ir andando para o restaurante”.
Amélia também recorda um problema com uma cliente: “Uma vez uma senhora fez fotos num rolo e depois, voltou a colocar o mesmo rolo e fez novas fotos, ou seja, ficou com as fotos sobrepostas, e a senhora ia partindo a loja a teimar comigo que o erro tinha sido meu, que eu é que tinha sobreposto as fotos. Essa senhora esteve muito tempo sem ir lá à loja e depois voltou, mas eu questionava-a sempre se tinha usado o rolo só uma vez”.(…)
Entrevista na íntegra na edição impressa de 4 de outubro.
A Feira de Santa Iria está de regresso a Tomar, de 18 a 27 de outubro, com coincidência do dia de Santa Iria ser este ano num domingo, com a tradicional Procissão e o lançamento de pétalas ao Rio Nabão. Como habitualmente, nesta altura do ano, a Feira de Santa Iria vai emprestar um colorido especial à cidade, com castanhas, farturas e carrosséis, sendo que a distribuição de espaços mantém-se semelhante à aposta que tem sido feita, entre o terreiro do mercado municipal, onde estão as atrações e tasquinhas das associações locais, passando pela Ponte Nova, Rua dos Arcos até chegar à Várzea Grande, onde decorrem os espetáculos musicais.
“Tentamos que a Feira seja um espaço eclético, que atinja os vários públicos, com gostos e preferências diferenciadas pois é um dos principais eventos do concelho. Teremos uma grande feira e esperamos que seja mais um momento feliz para toda a comunidade e para quem nos visita”, referiu Hugo Cristóvão, presidente da autarquia, na conferência de imprensa que apresentou o cartaz do certame.
Pedro Silva, da Andamento Produções, apresentou o cartaz que segue uma linha de coerência com os anos anteriores, com artistas de renome nacionais e projetos mais locais. Deste modo, no primeiro fim-de semana, destaca-se o espetáculo de “Cláudia Martins e os Minhotos Marotos” e o projeto “Para sempre Marco” (representado nesta conferência de imprensa por Jéssica Cipriano e Tiago Pais Dias) no segundo fim-de-semana o conhecido artista Diogo Piçarra.
– Leia esta notícia desenvolvida na edição impressa de 11 de outubro