21.7 C
Tomar
Início Site Página 85

Ferreira do Zêzere: Confraria do Ovo já tem órgãos sociais

0

Realizou-se, no passado dia 1 de outubro, no salão nobre dos Paços do Concelho, a primeira Assembleia Geral da Confraria do Ovo, com um ponto único na ordem de trabalhos, a eleição dos órgãos sociais da Confraria.

Aberta à população em geral, a assembleia foi convocada pelos Confrades Fundadores, composta pela Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere (representada pelo seu presidente, Bruno Gomes); Junta de Freguesia de Águas Belas (representada pelo seu presidente, José Pedro Joaquim); União de Freguesias de Areias e Pias (representada pelo seu presidente, António Oliveira); Junta de Freguesia de Beco (representada pelo seu presidente, António Craveiro); Junta de Freguesia de Chãos (representada pelo seu presidente, Edmundo Freitas); Junta de Freguesia de Ferreira do Zêzere (representada pelo seu presidente, Armando Cotrim); Junta de Freguesia de Igreja Nova do Sobral (representada pelo seu presidente, Mário Roberto); Freguesia de Nossa Senhora do Pranto (representada pelo seu presidente, Manuel Nunes); Uniovo – Ovos e Derivados, SA (representada pelo seu administrador, Pedro Godinho Ferreira) e Zêzerovo – Produção Agrícola e Avícola do Zêzere S.A. (representada por Maria Madalena Azevedo).

Apresentada à Mesa uma lista única, foi colocada a sufrágio, tendo sido aprovada por unanimidade. Os primeiros órgãos sociais da Confraria do Ovo são compostos pelos seguintes Confrades e Confreiras: Direção: Presidente – Inês Ferreira; Vice-presidente – Jorge Fernandes; Secretária – Ana Cristina Lopes; Tesoureiro – Márcio Antunes; Vogal – Ana Rita Silva; Suplente – Fábio Simões; Suplente – Gonçalo José Pegas; Assembleia Geral: Presidente – Carlos Sousa; Vice-presidente – Alfredo Martins; Secretária – Liliana Santos Godinho; Conselho Fiscal: Presidente – Jorge Cotrim; Vogal – Gil Domingues; Vogal – Pedro Miguel Ferreira.

A Confraria, inserida no concelho que é Capital do Ovo, tem por objetivos gerais, a promoção, desenvolvimento e divulgação de atividades culturais, recreativas, gastronómicas e turísticas, relacionadas com este alimento. A cerimónia de entronização está marcada para o próximo dia 13 de outubro.

Candidaturas a bolsas de estudo no ensino superior de 1 a 31 de outubro

0

Vai decorrer entre os dias 1 e 31 de outubro o prazo de candidaturas para atribuição de bolsas de estudo referentes ao letivo 2024/2025 a estudantes do ensino superior do concelho de Tomar.

Este programa visa apoiar alunos integrados no ensino superior cujas famílias manifestem dificuldades económicas que, por consequência, coloquem em risco a prossecução dos seus estudos.

A candidatura deve ser efetuada através do seguinte link: https://node3.siga.edubox.pt/…/ExternalAccess.aspx…

Os candidatos encontram aí todas as informações necessárias para a submissão da candidatura sendo que, caso surja qualquer dúvida, esta poderá ser esclarecida através do e-mail: bolsasensinosuperior@cm-tomar.pt.

Convento de Cristo entra em horário de inverno a partir do dia 1 de outubro

0

O Convento de Cristo vai alterar, a partir do dia 1 de outubro, o seu horário de funcionamento entrando no horário de inverno até 30 de maio.

Assim, o horário passa a ser o seguinte: outubro a maio | 09h00 às 17h30 (última entrada às 17h00); junho a setembro | 09h00 às 18h30 (última entrada às 18h00).

IPT tem 64 vagas disponíveis em 13 cursos para bolsas da Fundação José Neves

0

O Instituto Politécnico de Tomar tem 64 vagas disponíveis para bolsas reembolsáveis da Fundação José Neves (FJN) para 13 mestrados e Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) em curso. O programa ISA FJN, que conta com a parceria da Fundação Galp, garante o pagamento integral da propina e esse investimento só é reembolsado quando o estudante atingir as condições previamente estabelecidas para o fazer de forma sustentada. Os alunos interessados em concorrer às bolsas ISA FJN podem obter mais informações e formalizar a sua candidatura até 31 de dezembro em https://joseneves.org/pt/isa.

Esta é a lista de mestrados e CTeSP abrangidos pelo ISA FJN no Instituto Politécnico de Tomar: Animação e Modelação 3D e Jogos; Design Editorial; Design Multimédia; Engenharia Eletrotécnica; Engenharia Informática – Internet das Coisas; Informática; Manutenção de Sistemas Mecatrónicos; Realização e Produção Televisiva; Som e Imagem; Tecnologia Química; Tecnologias e Programação de Sistemas de Informação; Tecnologias Integradas de Produção Industrial; Web e Dispositivos Móveis.

O ISA FJN é um programa de bolsas reembolsáveis baseado no modelo de acordo de partilha de rendimentos (Income Share Agreement). Tem como objetivo apoiar os portugueses no acesso aos cursos e formações que lhes permitam adquirir as competências para os empregos do futuro, através do pagamento integral da propina.

Dirigido aos estudantes e também a todos aqueles que já estão no mercado de trabalho, o ISA FJN facilita o acesso dos portugueses a cursos e formações onde existe uma grande necessidade de talento. O estudante só reembolsará este apoio à Fundação quando e se atingir as condições previamente definidas.

Dados da Fundação José Neves demonstram que a taxa de empregabilidade entre os 403 bolseiros que já terminaram os respetivos cursos ou formações está nos 86% e que a sua remuneração média beneficiou de um aumento superior a 20%. Isto permitiu que 73% dos bolseiros se encontrem já a reembolsar o seu ISA FJN, o que só é possível por terem superado o valor salarial previamente contratualizado.

Lançado publicamente há quatro anos, o programa de bolsas ISA FJN já permitiu a mais de 470 pessoas aumentarem ou requalificarem as suas competências, através de um investimento superior a 3 milhões de euros no pagamento de propinas. No total, entre universidades, institutos politécnicos e diversas escolas de formação prática e intensiva, são já 496 os cursos elegíveis e 39 as instituições de ensino parceiras do ISA FJN.

As candidaturas estão disponíveis em https://joseneves.org/isa  e são acessíveis a qualquer pessoa, bastando ser maior de idade e ter residência fiscal e cartão de cidadão português.

Cimeira do Futuro da ONU aprova “acordo histórico”

0

“Um acordo histórico!” – foi como o Secretário-Geral da ONU classificou o Pacto para o Futuro adotado no passado domingo pela Cimeira do Futuro promovida pelas Nações Unidas e com a participação de 130 chefes de Estado e de Governo. António Guterres sublinhou que se trata de “uma mudança radical em direção a um multilateralismo mais eficaz e inclusivo”. E acrescentou:

“As pessoas em todo o mundo querem um futuro de paz, dignidade e prosperidade. Apelam a uma ação global para enfrentar a crise climática, combater a desigualdade e enfrentar os novos riscos que ameaçam todos.”

O documento agora aprovado inclui o Pacto Digital Global e a Declaração de Compromisso com as Futuras Gerações, focado nos cinco temas de desenvolvimento sustentável, paz e segurança, inovação científica e tecnológica, juventude e futuras gerações, assim como governança global.

Enquanto membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, a China manifestou o seu apoio a esta Cimeira. O enviado especial do Presidente chinês, foi o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, que ali apresentou quatro iniciativas do seu País “visando a construção de um futuro pacífico, com desenvolvimento, prosperidade, equidade e justiça”. Reiterou a defesa de um sistema internacional baseado nas Nações Unidas, “que salvaguarde os direitos e interesses legítimos dos países em desenvolvimento e promova uma globalização económica inclusiva e universalmente benéfica”.

Segundo alguns observadores, estas propostas da China “parecem ser uma importante garantia no sentido da concretização do Pacto para o Futuro, estando em consonância com os conceitos e os objetivos plasmados no documento”. E justificam:

“O conceito de comunidade de futuro compartilhado para a Humanidade tornou-se, na última década, conhecido no mundo inteiro e foi incluído no documento das Nações Unidas. A China também sugeriu a construção de comunidades globais voltadas para o ciberespaço, para a segurança nuclear, para a proteção dos oceanos e para a saúde”.

 Como referiu António Guterres, a China tornou-se em importante pilar do multilateralismo, cujo objetivo é construir uma comunidade com futuro partilhado.

E os dirigentes chineses sublinham:

“Quando pudermos converter separação, confronto e exclusão em unidade, cooperação e inclusão, um mundo mais promissor deixará de ser um sonho e tornar-se-á realidade”.

Publicidade: Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China

Manuel Jorge Valamatos: “Tenho mais do que razões para que tenha vontade de me recandidatar”

0

Manuel Jorge Valamatos, presidente da Câmara de Abrantes e presidente da CIM Médio Tejo, esteve, no passado dia 4 de setembro, no programa da RCT, TomarLugar, numa conversa para se conhecer melhor quem é, a pessoa, o cidadão. Licenciado em Educação Física, foi professor, treinador de futebol, dirigente associativo em várias instituições. É também presidente da direção da TAGUSVALEY, da Assembleia Geral da VALNOR e do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Abrantes.

– Quem é a pessoa, o cidadão Manuel Jorge Valamatos?

Eu sou muito conhecido por “Neo” em Abrantes e em muitos lados, pelos amigos, família, até existem histórias de as pessoas questionarem quem é o Manuel Jorge Valamatos, porque me conhecem por “Neo”, nome que nasce comigo desde a infância, porque o meu irmão mais velho chamava-me isso e foi ficando e eu gosto que me tratem por “Neo”. Eu posso dizer que tive uma vida simples, normal, o que importa para mim é merecer o respeito e a consideração das pessoas.

– Como foi a sua juventude?

Eu sou de uma família de Abrantes, mais propriamente do Rossio ao Sul do Tejo, agora União de Freguesias de S. Miguel do Rio Torto. Os meus pais eram os dois professores, na data, no Tramagal, o meu pai no ensino secundário e a minha mãe no 1.º ciclo. Quando nasci, e porque eram os dois professores no Tramagal, eu vivi durante um ano no Tramagal, depois fui para Vale das Mós, onde estive até aos seis anos e depois voltámos para o Tramagal, numa altura em que o meu pai foi trabalhar para Lisboa, para a Verbo. Os meus pais, com o meu avô paterno, construíram casa no Rossio ao Sul do Tejo, onde sempre vivemos. Atualmente, a minha mãe está num lar no Vale das Mós. Depois da Covid-19 ficou muito sozinha, porque os filhos todos têm a sua vida, mas está muito bem cuidada.

– Foi na juventude que começou a sua ligação ao desporto?

Eu sempre tive uma ligação fortíssima ao desporto, andei no judo, natação, futebol e, na altura, não havia tantas oportunidades ao nível do desporto como hoje. No nosso tempo estávamos condicionados a meia dúzia de atividades desportivas. A minha paixão começou por volta dos dez/onze anos com o futebol, joguei no Sporting de Abrantes, nos escalões de formação, mais tarde nos séniores nos clubes de Abrantes, em Alvega, Bemposta, Pêgo, tive uma relação de proximidade com o Futebol5 e de salão, no final da carreira estive no futsal. A minha vida sempre foi ligada à atividade física, ao desporto. Na data, os meus pais não achavam muita piada de eu ir para desporto na universidade, tinham receio.

– Na data, havia mais a visão do desporto de competição ou do pedagógico?

A minha licenciatura tem a ver com o ensino, enquanto professor tenho sempre mais ligação com a formação, os valores e princípios, não é que a competição não tenha, mas eu tenho mais a ver com o processo educativo. Nunca tive vontade de treinar equipas séniores, sempre treinei os escalões de formação no Benfica de Abrantes, depois no União Desportivo Rossiense.

– Entretanto, também passou pelo associativismo…

Antes de entrar no ensino superior, aos 16 anos, fiz parte de um grupo de jovens que criou o Clube Desportivo Os Patos, no Rossio, uma associação, hoje com dinâmica relevante no judo, futsal, canoagem…, um clube de referência na região. Isto foi o começo do associativismo e da relação com a comunidade. Depois, quando acabei o curso, continuei ligado ao associativismo, enquanto também treinador, ligado a vários clubes, a várias direções, aprendendo a viver em comunidade.

– E a política, quando é que surge? Eu nunca pertenci, nem nunca fui filiado em nenhum partido político, tinha, até, alguma aversão a falar de política. No entanto, há cerca de 23 anos, o Nelson Carvalho, presidente da câmara na data (3.º mandato), de forma inesperada, convidou-me para a equipa e, naquele momento pensei, ‘esquece, não tenho vida para isso’. Mas depois, influenciado pelos meus amigos e familiares, acabei por aceitar o convite. Nesse meu primeiro mandato estive dois anos como adjunto do Nelson Carvalho, pois, nas eleições, o PS ganhou, mas só elegeu quatro candidatos e eu ia em 5.º, pelo que fiquei dois anos como adjunto e depois, com a saída de um dos vereadores, eu entrei e fiquei como vereador do desporto. Foi uma altura crítica, no bom sentido, em Abrantes, era necessário consolidar a presença do estádio municipal, era preciso dinamizar a pista de atletismo, o campo n.º 1, o campo n.º 2, foi, também, quando se começaram a fazer as piscinas cobertas, era preciso criar uma dinâmica. Quando entrei na câmara na área do desporto, tínhamos quatro ou cinco pessoas a trabalhar em dois pavilhões e, passados dois anos, tínhamos uma divisão criada com cerca de 30 pessoas a trabalhar, entre auxiliares, técnicos e alguns técnicos superiores que começaram a surgir na data. Houve aqui uma mudança, ganhando-se uma dinâmica incrível. O Nelson Carvalho foi buscar-me numa altura em que ele entendeu que era importante trazer alguém da área do desporto porque até então, os outros vereadores não estavam ligados a esta área.(…)

Entrevista na íntegra na edição impressa de 27 de setembro

Ana Acto apresentou livro de poesia “Maldita” na sua terra natal

0

A Sala do Moinho da Ordem, no Complexo Cultural da Levada, em Tomar, viveu um momento especial na tarde de sábado, dia 21 de setembro, com poesia, música e afetos, naquela que foi a apresentação do livro de poesia “Maldita” da escritora Ana Acto, natural desta cidade, mas a residir em Setúbal há vários anos.

Durante a sessão, apresentada pela jornalista e escritora Elsa Ribeiro Gonçalves, foram declamados vários poemas por amigos e familiares da autora, tendo o momento recebido mais encanto devido aos momentos musicais de Margarida Vicente e Fernando Filipe May.

A escritora agradeceu o carinho e presença de todos neste momento especial, destacando a espada templária que está presente na capa do seu novo livro, uma homenagem à terra onde nasceu.

Com poemas que levam o leitor ao encontro de si mesmo, numa verdadeira viagem de emoções, “Maldita” é o segundo livro de Ana Acto, que publicou em 2020 “Nua”, tendo uma página no Facebook onde é seguida por mais de 70 mil pessoas.

  • Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Livro sobre a Escola Jácome Ratton lançado dia 5 de outubro na biblioteca municipal

0

O livro “Jácome Ratton – 140 anos de vivências da Escola e da Cidade”, de Leonel Vicente, com prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins, vai ser lançado dia 5 de outubro, pelas 15 horas, na Biblioteca Municipal de Tomar, numa edição do município em parceria com o Agrupamento de Escolas Templários.

A publicação chegou a estar prevista para o final do ano letivo mas, por questões de produção, uma vez que é bastante volumosa, e de forma a garantir a sua qualidade, acabou por ser adiada para esta data, que tem o valor simbólico de ser o Dia Mundial do Professor.

Mais do que uma obra sobre a história daquela que tem hoje o nome de Escola Secundária Jácome Ratton, este livro faz uma abordagem sobre quase século e meio de ensino em Tomar, com alusões constantes à conjuntura social e política, não só no concelho, mas em todo o país, tornando-o claramente um livro de referência.

Ao mesmo tempo, porém, está recheado de alusões à vida académica daquele estabelecimento de ensino, com inúmeras alusões quer a professores, quer a alunos, o que garante que seja do mesmo modo um livro de inegável interesse para milhares de alunos que por ali foram passando ao longo deste tempo, ou para os seus familiares.

Candidaturas a apoio social escolar no pré e 1.º ciclo terminam dia 30 de setembro

0

O prazo das candidaturas a apoio social escolar para o 1.º ciclo (2.ª fase) e para o pré-escolar termina na próxima segunda feira, dia 30 de setembro. À semelhança de anos letivos anteriores, os encarregados de educação dos alunos que frequentem no presente ano letivo a educação pré-escolar ou o 1.º ciclo do ensino básico, no concelho de Tomar, devem efetuar as candidaturas aos auxílios económicos pela internet, através da plataforma informática SIGA – Sistema Integrado de Gestão e Aprendizagem. A candidatura à ação social escolar, para o ano letivo 2024/2025, só poderá ser efetuada online. O sistema é simples e intuitivo, mas quem não tenha acesso à internet ou necessite de ajuda para o preenchimento, pode dirigir-se às secretarias das sedes dos respetivos agrupamentos escolares ou em alternativa à Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca. Caso não tenham credenciais de acesso, deverão remeter um email para educacao@cm-tomar.pt, solicitando o envio das mesmas, com nome completo e NIF do aluno e do encarregado de educação, bem como endereço eletrónico deste último.

No que concerne à educação pré-escolar, estes apoios, por serem de carácter excecional, são sempre submetidos a avaliação socioeconómica e, caso sejam deferidos, têm efeitos retroativos ao mês seguinte da entrada do respetivo pedido de apoio, após o início das atividades educativas estabelecidas pelo calendário escolar. Importa salientar que os apoios à educação pré-escolar são apoios excecionais, que só devem ser solicitados em caso de grave carência socioeconómica, dado que o Município já comparticipa nas despesas de todas as crianças (independentemente do escalão de abono), com a transferência de verbas para as respetivas associações de pais.

Os apoios podem traduzir-se em apoio para a refeição escolar (no valor de 1,46 €/refeição) e em apoio para o ATL (apoio de 32,50 € a abater na mensalidade do ATL, cobrada por cada uma das Associações de Pais).

Os auxílios para os alunos do 1.º ciclo traduzem-se na atribuição de apoio financeiro para a aquisição dos livros de fichas e material escolar. Têm direito a beneficiar deste apoio os alunos do 1.º ciclo pertencentes aos agregados familiares integrados no 1.º e no 2.º escalão de rendimentos determinados para efeitos de atribuição de abono de família, sendo que o 1.º escalão corresponde ao Escalão A e o 2.º ao B, assim distribuídos:

Escalão A

– 1.º e 2.º anos – 41 € (25 € – livros de fichas e 16 € – material escolar)

– 3.º e 4.º anos – 51 € (35 € – livros de fichas e 16 € – material escolar)

Escalão B

– 1.º e 2.º anos – 20,50 € (12,50 € – livros de fichas e 8 € – material escolar)

– 3.º e 4.º anos – 25,50 € (17,50 € – livros de fichas e 8 € – material escolar)

A comparticipação nos encargos com a aquisição de livros de fichas é efetuada mediante comprovativo da aquisição dos livros respetivos, em nome do aluno e não ocorre nos casos em que outras entidades assumam esse encargo. Para receber a respetiva verba, o documento comprovativo da compra dos livros deverá ser entregue na direção do agrupamento, até ao final de outubro. A comparticipação relativa ao material escolar (16,00 € no escalão A e 8,00 € no escalão B) será revertida em material necessário em sala de aula, o qual foi selecionado, preparado e será distribuído pelo respetivo agrupamento de escolas. Este apoio incide também nas refeições escolares, sendo que os alunos de Escalão A não pagam a refeição escolar e os alunos de Escalão B pagam apenas 0,73 €/refeição, metade do valor cobrado pela refeição escolar.

Palestra sobre Cooperativas Integrais no Complexo Cultural da Levada de Tomar

0

A Cooperativa Integral T’Inspirar, em parceria com a Fábrica das Artes | Tomar, irá promover no dia 26 de setembro, quinta-feira, às 18h00, a palestra “Cooperativas Integrais – o que são e como beneficiam a criação de negócios locais e projetos sociais”.

Esta sessão abordará o enquadramento das cooperativas integrais como forma de empoderamento da sociedade civil, incluindo como estas entidades podem beneficiar financeiramente os empreendedores, facilitando a criação dos seus negócios ou projetos sociais, e criando redes colaborativas que promovem o bem-estar e a sustentabilidade económica e social das comunidades.

O evento será realizado no Moinho da Ordem, no Complexo Cultural da Levada de Tomar, e terá como palestrante o investigador Jorge Gonçalves.