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Agência Funerária Mendes revela como são realizados os funerais em tempo de pandemia

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Foto: rfi.fr

Devido à pandemia da Covid-19, uma das alterações na vida das pessoas, além do isolamento, foi na forma como se despedem dos seus ente queridos, na hora da morte. Neste sentido, foram tomadas várias medidas que restringem o número de pessoas nos funerais.

O “Cidade de Tomar” solicitou a algumas funerárias que se pronunciassem acerca da forma como tudo está a ser feito. Quais as principais recomendações que receberam para os funerais; Quantas pessoas podem participam; Que cuidados os funcionários têm; Se as famílias têm aceitado bem as restrições e qual é o espírito vivido nesses momentos.

Segundo Humberto Mendes, da Funerária Mendes, de Tomar, a principal recomendação que foi dada às agências funerárias, foi no sentido de evitarem ao máximo os aglomerados de pessoas, seja por que motivo for e evitar também ao máximo o contacto com os corpos, uma vez que o risco de contágio, pelo que se sabe, é existente, redobrando as agências, por isso, os cuidados no manuseio do corpo.

Também os velórios foram desaconselhados, como se sabe e nos funerais apenas pode participar a família direta, no máximo dez pessoas, conforme decidido pela Câmara de Tomar, isto no caso de não estar confirmada a infeção de Covid-19 por parte do defunto. Neste caso, as restrições por parte do município são totais, ou seja, “não é permitida a entrada de pessoas” (conforme edital).

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Casa “Os Faguntas”: idosos entendem situação que se vive

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A Casa “Os Faguntas” – Apoio a idosos – no Corujo, União de Freguesias de Madalena Beselga, conta com cerca de 20 utentes e oito funcionárias em ação direta.

Segundo Helga Carvalho, responsável pelo lar, foram tomadas todas as medidas aconselhadas quer pela Direção Geral de Saúde (DGS), quer pela Segurança Social. “Temos seguido todas as orientações, tudo o que tem sido recomendado, temos feito”, afirma.

Quanto ao material de proteção, diz que não têm tido falta: “Não tivemos ajuda na oferta de material, mas temos adquirido, além disso, já tínhamos algum material porque já usávamos, não usávamos era com tanta frequência”, diz.

Além da desinfeção dos espaços levada a cabo pela junta de freguesia, o próprio lar também procedeu à desinfeção de alguns espaço, exemplo do pátio.

Foi também tomada como medida o cancelamento de visitas, logo a 7 de março. Os utentes falam com a família através de telefone, vídeo chamadas e o lar tem colocado fotos na sua página de Facebook para a família ver que eles estão bem.

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Lar “Raízes do Nabão”, na Pedreira: instituição defende realização de testes a todos os trabalhadores

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Com o intuito de dar a conhecer como está a ser ultrapassada esta situação causada pela pandemia Covid-19 nos lares de Tomar, o “Cidade de Tomar” falou com os responsáveis destas instituições a fim de saber quais as principais medidas adotadas para combater este vírus, quais as principais dificuldades sentidas no dia a dia face a esta situação e o estado de espírito dos utentes neste momento.

O Lar “Raízes do Nabão”, na Pedreira, conta com 53 idosos na resposta Estrutura Residencial para Pessoas Idosas e 14 no serviço de apoio domiciliário. Os funcionários são 37.

Quanto a medidas adotadas, desde a primeira foram adotadas todas as recomendações da Direção Geral de Saúde- DGS e da Segurança Social e os alertas da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade – CNIS e Câmara Municipal de Tomar.

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Centro de Assistência Social de Olalhas: o lar tem trabalhado muito para que os utentes se mantenham bem física e psicologicamente

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No Centro de Assistência Social de Olalhas (CASO), um lar com 15 utentes residentes e com 19 funcionários que apoiam a valência de ERPI e SAD, o vírus vai sendo combatido com a adoção de medidas tomadas a nível nacional começando pela suspensão de visitas; pelos alargamento dos turnos para que diariamente possam contactar com o mínimo de pessoas possível; a não entrada de fornecedores na instituição e todas entregas são feitas num outro edifício para que os utentes possam usufruir do imenso espaço exterior que têm; a lavagem constante de mãos e o uso obrigatório de máscaras por parte de todos os funcionários; a desinfeção constante de espaços comuns e de carrinhas que fazem os domicílios, entre outros.

Neste lar, também todos os resultados dos testes realizados, a pedido da câmara, foram negativos.

A principal dificuldade sentida, à data, é a falta de equipamentos de proteção individual.

Quanto aos utentes, estes estão bem, o lar tem trabalhado muito para que se mantenham bem fisica e psicologicamente. Mas já se começa a sentir o peso da ausência dos familiares e das suas rotinas. Para tentar colmatar essa falta o lar disponibilizou chamadas pelo WatsApp, Mensager ou Facebook.

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Nuno Marques vive na Noruega: “As medidas decretadas pelo governo Norueguês não têm sido tão drásticas como em Portugal”

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Com mais ou menos impacto, o vírus chegou a todos os cantos do mundo. Como tal, procuramos obter um testemunho de um tomarense que esteja a viver fora e que nos descrevesse o ambiente nesse país, em tempo de pandemia. Publicamos um pouco da entrevista com Nuno Marques, que vive na Noruega. Leia a entrevista na íntegra na edição impressa ou na digital.

Perante a pandemia e o seu impacto nesse país, como é o ambiente em geral?

De acordo com os dados oficiais (8 abril 2020), a Noruega tem 6009 infetados, 250 internados e 101 mortes devido ao virus Covid-19. De uma maneira geral, posso afirmar que o ambiente é mais positivo e de algum otimismo quando comparado com outros países que muito têm sofrido com as consequências desta pandemia. Na Noruega, temos agora a maior taxa de desemprego desde a Segunda Guerra Mundial, com 301.000 desempregados no momento da redação deste texto. O Governo Norueguês tem implementado enormes medidas financeiras para que a economia não pare. Comparando com outros países, a Noruega possui consideráveis recursos financeiros. Já para não mencionar que o sistema de saúde na Noruega não corre o risco de pressão sobre o internamento hospitalar.

As medidas decretadas estão a ser cumpridas pela população?

Sim, as medidas decretadas pelo Governo da Noruega estão a ser cumpridas pela grande maioria. Aqui na Noruega, as medidas decretadas pelo Governo Norueguês não têm sido tão drásticas com em Portugal. Embora os jardins escolas e escolas ainda estejam fechadas (irão abrir gradualmente após a Páscoa), as pessoas têm ainda a possibilidade de ter uma vida normal, isto é, podem ir ás compras, sair para passear ou treinar. É preciso lembrar que a Noruega é um país bastante extenso e com uma população de apenas 5 milhões, o que ajuda bastante para continuar a ter uma vida normal dentro desta nova realidade. O mais importante é que as pessoas mantenham mais distância do que o habitual, e quando estão juntas, não é recomendado ter mais de cinco pessoas no total e devesse manter uma distância física de pelo menos dois metros entre as pessoas. É igualmente importante continuar a lavar as mãos com frequência.

Tomar hoje com mais um caso de Covid-19

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Tomar tem, hoje, dia 15 de abril, mais um caso de Covid-19, passando a 16 casos. No Médio Tejo são agora 112 casos. Estão em vigilância ativa 530 pessoas e em vigilância passiva 314. O número de pessoas contadas na investigação dos casos é de 985. Além de Tomar, Alcanena tem também, hoje, mais um caso. Os restantes concelhos mantêm os números de ontem.

Por concelhos, os números são os seguintes: Abrantes (17); Alcanena (10); Constância (1); Entroncamento (3); Ferreira do Zêzere (2); Mação (1); Ourém (32); Sardoal (1); Tomar (16); Torres Novas (20); Vila Nova da Barquinha (6); Sertã (2) e Vila de Rei (1).

Vereador Luís Ramos oferece máscaras e luvas para os trabalhadores da câmara

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Desde o início desta semana, e tendo também em conta o aumento de trabalhadores fisicamente nos vários serviços municipais (ainda que em regimes de rotatividade, jornada contínua, ou outros), que a medida de uso de equipamentos de proteção individual passou a ser extensível a todos os funcionários municipais que se encontram em trabalho presencial, nomeadamente máscaras e luvas, bem como o reforço de álcool gel nos vários setores.

O tipo de máscara é diferente conforme o tipo de função, descartável para os setores mais operacionais, reutilizável/lavável para as funções técnicas e administrativas, essencialmente de interior.
Foram também oferecidas máscaras, para já, às três Cáritas do concelho, nomeadamente Asseiceira, Casais-Alviobeira e Madalena-Beselga.

Parte das máscaras reutilizáveis (570) assim como alguns pares de luvas descartáveis foram oferecidos pelo vereador Luís Ramos.

Câmara mantém suspensão da Feira Semanal de Tomar

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Foto de arquivo

Ao contrário de outros municípios, a Câmara de Tomar persiste em manter os mercados diário e grossista a funcionar. A feira semanal de Tomar, contudo, que se realiza às sextas feiras, encontra-se suspensa por força das medidas de contenção da Covid-19, assim como a venda de artigos e produtos que se fazia na área envolvente do edifício do mercado municipal. Aqui poderíamos encontrar roupas e artigos do lar, sapatos, peças de ourivesaria, ferramentas e alfaias agrícolas, plásticos, animais vivos, plantas hortícolas, sementes e flores, utensílios de cozinha e cutelaria, mobiliário, alimentos confecionados.

Sabe-se que este é o período de excelência para as culturas de primavera e verão em que os pequenos agricultores e particulares efetuam as suas sementeiras e plantações como ajuda à economia doméstica ou como ocupação lúdica. Reconhece a câmara que a ausência da oferta de plantas e sementes para a agricultura causa grande transtorno, nesta altura, a quem vende e a quem compra.

Tendo presentes as medidas do estado de emergência nacional, a suspensão da feira semanal é total e para manter, não podendo haver dualidade de tratamento, permitindo-se que um agente económico que venda plantas e sementes esteja a operar no mercado e que outros não o façam. Até porque, como efeito colateral, às sementeiras e plantações estão associadas as alfaias agrícolas, os utensílios de rega, e outros acessórios que também se vendem na nossa feira semanal. Por outro lado, não está a ser prejudicado nenhum viveirista ou vendedor de sementes de Tomar, uma vez que todos os que operam aqui semanalmente provém de outros territórios. A câmara entende que se deve promover e dar ênfase aos vendedores do concelho de modo a ajudar quem tem cá o seu negócio e assim também limitar as deslocações desnecessárias entre concelhos.

Oposição propõe venda de produtos para plantação e sementeiras no mercado mas PS alega que existem outros locais onde comprar esses produtos

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Os vereadores do PSD apresentaram, na reunião de câmara, na segunda feira, uma proposta para que, em plena época de sementeiras, onde as populações das freguesias têm como tarefas e tradições, as plantações e sementeiras das hortas, uma forma de garantir produtos essenciais para a sua alimentação e em simultâneo, para muitos uma forma acrescida de garantir alguns rendimentos. Assim, apresentou-se a proposta de permitir a venda destes produtos hortícolas no Mercado Municipal de Tomar, criando mais oferta, mais facilidade de aquisição, sempre com garantia das condições de segurança.

Esta proposta não foi considerada pelo executivo da câmara, tendo o vereador Hélder Henriques alegado que existem outros locais onde se podem comprar estes produtos. No entanto, o PSD referiu que, segundo alguns produtores esses locais não têm alguns produtos específicos que se podem encontrar no mercado.

Segundo a oposição, o vereador do PS disse ainda que “não iam abrir exceções, dizendo também que neste caso os vendedores de chapéus de chuva também teriam de ser autorizados pois está a chover”. Para o PSD, “estamos a falar de agricultura de subsistência e foi o Ministério da Agricultura que enviou uma carta a todas as Comunidades Intermunicipais e à Associação Nacional de Municípios Portugueses a sensibilizar as câmara municipais para a necessidade de reabrirem os mercados municipais e locais dentro das regras de segurança alimentar exigidas”.

PSD lamenta não ser consultado para contribuir com ações a desenvolver no concelho face à Covid-19

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Os vereadores do PSD, na reunião de câmara, na segunda feira, intervieram focando diversos temas e considerando que, “a exemplo do mercado, onde foram distribuídas viseiras a todos os comerciantes, esta medida deveria ser estendida a outros comerciantes e pequenas empresas, que com a sua vontade e coragem, e que apesar dos riscos, estão a dizer presente e da mesma forma que os comerciantes do mercado”.

Segundo os mesmos, são estes comerciantes os de pequenas empresas que se vêm condicionadas na sua atividade, onde o mote é a forte redução da faturação, onde se destacam os restaurantes em sistema de take away, as padarias, as pastelarias, as mercearias, os minimercados, as peixarias, os talhos, os fumeiros e os produtores, de vinho, de azeite, de mel e de muitos outros comerciantes e de outras empresas, que servem o concelho de Tomar e a sua população.

O PSD apresentou uma proposta no sentido de que, em plena época de sementeiras, seja permitida a venda destes produtos hortícolas no mercado, criando mais oferta, mais facilidade de aquisição, sempre com garantia das condições de segurança. Esta proposta não foi considerada pelo executivo da câmara.

A oposição questionou igualmente a redução do horário nas urgências do Hospital de Tomar, tendo o executivo informado que é uma situação provisória, face à necessidade de apoio ao Covid-19 e que será retomada quando existirem condições.

Foi igualmente apresentada pelo PSD uma proposta para a necessidade urgente de apoio às empresas do concelho de Tomar, que resultado do Covid-19 e ao estado de emergência, viram as suas atividades fortemente afetadas.

Refere a oposição que, “apesar dos vereadores do PSD não serem consultados ou convidados pelo executivo, para contribuir para as ações a desenvolver no concelho, face ao estado de emergência e à Covid-19, continuam a apresentar propostas e a estar presentes na comunidade, na sociedade civil, tendo em vista a defesa das populações do concelho de Tomar, sempre disponíveis e no espírito construtivo, de contribuir para que tomar seja um concelho seguro e onde seja bom viver”.