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Médio Tejo com 124 casos

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Tomar mantém, hoje, dia 17 de abril, os mesmos casos, 16. Mas há novos casos em Constância (mais um), Ourém (mais dois), Torres Novas (mais um) e Vila Nova da Barquinha (mais um).

No Médio Tejo são agora 124 casos. Estão em vigilância ativa 547 pessoas. O número de pessoas contadas na investigação dos casos é de 1003. Há 17 casos recuperados.

Por concelhos, os números são os seguintes: Abrantes (17); Alcanena (10); Constância (2); Entroncamento (6); Ferreira do Zêzere (2); Mação (1); Ourém (34); Sardoal (1); Tomar (16); Torres Novas (24); Vila Nova da Barquinha (7); Sertã (3) e Vila de Rei (1).

ADIRN associa-se à Campanha “Alimente quem o alimenta” na divulgação e promoção do consumo de produtos locais e o recurso aos mercados de proximidade

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No atual momento, face à prevenção e às medidas de contingência adotadas para fazer face à pandemia da Covid-19, verifica-se a alteração de hábitos e comportamentos dos consumidores, os quais estão a afetar significativamente a capacidade de escoamento dos produtores, em particular dos pequenos produtores, por via das severas limitações ao funcionamento dos mercados físicos de proximidade, assim como dos estabelecimentos do canal da hotelaria, restauração e cafés. Desta forma, o Ministério da Agricultura lançou a Campanha “Alimente quem o alimenta”, à qual a ADIRN – Associação do Desenvolvimento do Ribatejo Norte se associa.


No âmbito desta Campanha está a ser construída uma plataforma que pretende encurtar a distância entre a oferta e a procura, apostar nos circuitos curtos de comercialização, pondo em contato direto quem produz e quem consome.Caso seja do seu interesse, e ainda não esteja inscrito, pode aderir a esta plataforma do “Alimente quem o alimenta”, sendo o procedimento de adesão simples, podendo para o efeito aceder ao link: https://forms.gle/aDPVmJRKuuDRnLXi7 (para preenchimento do formulário de inscrição).

Sobre a Campanha “Alimente quem o alimenta”

O Governo começou a apoiar os agricultores a escoarem os seus produtos nos mercados locais e lançou uma campanha destinada a promover o seu consumo, após verificar dificuldades de escoamento devido à pandemia, anunciou a Ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque.


As maiores dificuldades de escoamento são, por um lado, nas carnes de raças autóctones, cuja produção foi programada para dar resposta durante a Páscoa ao consumo das famílias que, «por estarem confinadas e não se juntarem, não estão a consumir”, e, por outro lado, nos queijos, enchidos e outras carnes processadas, devido ao encerramento do Canal Horeca, que tinha como principal destinatário a restauração.

Também nas frutas sem casca e nos legumes consumidos em cru há problemas de escoamento não só “por serem perecíeis, mas também pelo receio infundado no seu consumo”, explicou.O objectivo passa por “promover e agilizar os canais de comercialização dos produtos locais, alargando as possibilidades de escoamento”, a área de Governo vem estabelecer um apoio de 48 euros diários – 80% da despesa diária calculada – para apoiar as deslocações dos agricultores até aos mercados locais ou pontos de entrega.

No âmbito das medidas excecionais previstas na portaria, o Governo alargou a abrangência das entidades que dinamizem esses mercados, como câmaras municipais, juntas de freguesia ou organizações de produtores e concede apoios para a “adaptação e apetrechamento” dessas infraestruturas dentro dos concelhos ou em concelhos da mesma comunidade intermunicipal. 

A despesa elegível para efeitos do apoio oscila entre os 500 e os 50 mil euros, no caso das chamadas cadeias curtas e entre 5 000 e 100 000 euros para os mercados locais.
Neste sentido, o Ministério da Agricultura enviou uma carta a todas as comunidades intermunicipais e Associação Nacional de Municípios Portugueses a sensibilizar as câmaras municipais para a necessidade de reabrirem os mercados municipais e locais, dentro das regras de segurança alimentar exigidas.


A campanha “Alimente quem o alimenta” foi lançada com o objetivo de “apelar ao consumo de produtos locais chamando a atenção do valor dos produtos”, disse a Ministra.


No âmbito da campanha, o Governo pediu também “às grandes superfícies e cadeias de distribuição para reforçarem as suas encomendas junto dos produtores locais, ajudando a fazer o escoamento dos seus produtos”. Maria do Céu Albuquerque anunciou ainda que está a trabalhar com os Grupos de Ação Local na criação de “uma plataforma nacional que ligue quem consome e quem vende”.


“É mais uma ferramenta para dinamizar o escoamento dos produtos locais”, que vai «ficar para o futuro», uma vez que “nada será como antes” depois da Covid-19 e os novos hábitos de consumo a partir da internet criados pela pandemia «devem ser aproveitados”.


Locais da região onde poderão adquirir produção local:

Núcleo PROVE – Ourém (todas as sextas-feiras tarde) Encomendas: http://www.prove.com.pt 

Mercados EcoRurais – Ourém (Junto á Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, próximo mercado, domingo dia 19/04/2020) 

Mercado Municipal de Alcanena (( 2.ª a 6.ª (condicionamento à entrada de 20 pessoas em simultâneo, sendo que o mercado continua a funcionar na Rua José Afonso, visto servir para fins alimentares considerados produtos de primeira necessidade)
Mercado Municipal de Tomar  (terça -feira e quinta-feira das 8h00 às 13h00 e à sexta-feira e sábado das 8h00 às 15h00)
Mercado Municipal de Torres Novas (terça-feira e sábado, das 07 às 13h)

Operação Fique em Casa II

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A Guarda Nacional Republicana irá realizar a partir de hoje, dia 17, e até ao próximo dia 20 de abril, uma operação de intensificação do patrulhamento, fiscalização e sensibilização, em todo o território nacional, com o objetivo de apoiar a população e garantir o cumprimento das normas do Estado de Emergência.

Durante a operação, serão empenhadas as várias valências da Guarda, sendo o esforço orientado para a verificação do cumprimento do confinamento obrigatório, por parte dos cidadãos sobre os quais impede esse dever, bem como para o apoio aos mais vulneráveis e desfavorecidos.

Neste particular, a Guarda continuará a promover o Programa “65 Longe+Perto”, contactando a população mais idosa, sobretudo a que vive sozinha, isolada ou sozinha e isolada, elucidando sobre as regras específicas decretadas para o Estado de Emergência e procurando sinalizar situações de idosos que, por força do maior isolamento social, necessitem de uma abordagem ao nível psicológico, para as quais serão disponibilizados psicólogos do Centro Clínico da GNR, numa segunda linha de apoio.

Adicionalmente, para além da sensibilização para a limitação da circulação na via pública, a Guarda irá garantir o cumprimento das demais normas previstas na lei, zelando para que a população se abstenha de deslocações desnecessárias, as quais poderão potenciar a propagação da epidemia COVID-19.

A GNR relembra que todos devem:

Manter o distanciamento social;

Zelar pelo cumprimento das regras de etiqueta respiratória;

Lavar bem, frequentemente e demoradamente as mãos com água e sabão (ou solução de base alcoólica);

Evitar sair de casa, excepto por situações excecionais.

Mercado Municipal de Tomar a conta gotas por conta da pandemia

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Terça-feira, 14 de abril, meio da manhã e contam-se pelos dedos os clientes que estão no interior do Mercado Municipal de Tomar. Antes de aqui chegarmos, pela Rua Amorim Rosa e Av. Norton de Matos notámos mais estabelecimento de portas abertas e pessoas nas ruas da cidade. Já passou um mês desde que foi recomendado o confinamento social. No exterior do edifício do mercado, encontrámos duas, três pessoas, de máscaras e luvas. Entramos e a primeira diferença que encontramos foi nas viseiras que alguns vendedores tinham colocadas. No talho, quem atendia preferia fazê-lo de máscara. O negócio, por estes dias de pandemia covid-19, é feito a conta gotas, confessam à nossa reportagem, lamentando a ausência de clientes.

  • Leia a reportagem na edição que já está nas bancas

Manuela Lopes vive e trabalha na Suíça: “O contacto com a família é feito via telefone ou via net”

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Com mais ou menos impacto, o vírus chegou a todos os cantos do mundo. Como tal, procuramos obter um testemunho de um tomarense que esteja a viver fora e que nos descrevesse o ambiente nesse país, em tempo de pandemia.

Deixamos o testemunho de Manuela Lopes que também vive e trabalha na Suíça. Diz que neste país as regras são como em Portugal: “Há quem as cumpre e outros não. Na questão hospitalar não há visitas para doentes. O contacto com a família é feito via telefone ou via net e redes sociais. É mantida a distância de uns para os outros, quer seja nos hospitais, quer seja nos supermercados, mantendo-se um a dois metros de distância. Eu trabalho no meio hospitalar e estou a trabalhar. Quanto ao regresso não é para já. Mas as férias, quem sabe, no verão, pois por hora está tudo fechado, as fronteiras e aviões. A mensagem que deixo aos tomarenses e não só é que fiquem em casa, lavem bem as mãos, deixem sair quem tem de ir trabalhar por vocês. Muita coragem, isto vai passar”.

Maria do Céu Pazeiro vive e trabalha na Suíça: “Não convivo com absolutamente ninguém a não ser no trabalho”

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Com mais ou menos impacto, o vírus chegou a todos os cantos do mundo. Como tal, procuramos obter um testemunho de um tomarense que esteja a viver fora e que nos descrevesse o ambiente nesse país, em tempo de pandemia.

Deixamos aqui o testemunho de Maria do Céu Pazeiro, tomarense, que vive e trabalha na Suíça. “A situação por cá, na Suíça, como por todo lado vive se com muita apreensão. Vai haver muito desemprego e muitas pessoas vão ficar endividadas, sem poder de compra. O que a Suíça quer evitar a todo custo, sendo que não deixar de trabalhar é também imperativo. Temos, neste momento, 22000 infetados num país de apenas 8 milhões. No entanto há também quem esteja a levar tudo isto muito a sério e ainda há também quem não percebeu muito bem a gravidade. Por cá há imensas pessoas que não indo trabalhar e porque está bom tempo, aproveitam para ir passear e estar com amigos etc. A polícia começou agora a tomar medidas muito severas.

Eu, em particular, continuo a trabalhar, pois sou auxiliar num lar de idosos e o cenário não é dos melhores. O meu dia a dia resume-se em sair de casa às 5h30 para ir (direta ao purgatório) e regressar a casa ao fim do dia.

Leia a notícia completa na edição impressa ou na digital.

Mais uma descarga poluente no rio Nabão

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Mais um dia de chuvas, mais um dia em que o rio Nabão voltou a ser alvo de nova descarga poluente.

Hoje, pela manhã, a espuma e cor voltam a manchar o rio.

Foto: Paulo Marques

Ferreira do Zêzere: dois detidos por furto em residência

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O Comando Territorial de Santarém, através do Posto Territorial de Ferreira do Zêzere, deteve, no dia 15 de abril, um homem e uma mulher, de 45 e 39 anos respetivamente, por furto no interior de uma residência, em Areias, Ferreira do Zêzere.

Após denúncia de que estaria a decorrer um furto no interior de uma propriedade, onde dois suspeitos terão entrado através de escalamento, os militares moveram diligências tendo-os intercetado já na sua residência, na posse de duas peças furtadas, uma talha em barro e uma coluna tipo romana em pedra.

Os suspeitos, ao serem abordados pela patrulha junto dos objetos furtados, confessaram o furto, tendo sido constituídos arguidos e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Tomar.

Retirada da grua nas obras do Hotel República

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A obra do Hotel República, na praça da República, continua à velocidade possível, pela segurança de todos.

O dia de hoje ficou marcado pela retirada da grua, que decorreu sem problemas.

Tomar mantém números mas Entroncamento, Torres Novas e Sertã com mais casos de Covid-19

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Tomar tem, hoje, dia 16 de abril, os mesmos casos, 16, mas o Entroncamento (mais 3), Torres Novas (mais 3) e Sertã (mais 1) surgem com mais casos.

No Médio Tejo são agora 119 casos. Estão em vigilância ativa 535 pessoas. O número de pessoas contadas na investigação dos casos é de 991. Há 17 casos recuperados.

Por concelhos, os números são os seguintes: Abrantes (17); Alcanena (10); Constância (1); Entroncamento (6); Ferreira do Zêzere (2); Mação (1); Ourém (32); Sardoal (1); Tomar (16); Torres Novas (23); Vila Nova da Barquinha (6); Sertã (3) e Vila de Rei (1).