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Trabalhadores da ULS Médio Tejo em greve dia 30 de abril

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O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas tem vindo a alertar a necessidade da aplicação da carreira aos trabalhadores auxiliares, tendo sido publicada pelo Decreto-Lei n.0 120/2023 de 22 de dezembro que aprova a carreira especial de Técnico Auxiliar de Saúde (TAS), esta transição efetua-se por lista nominativa, tendo sido já ultrapassados os prazos legais da sua publicação.

O Sindicato alerta para a crescente falta de pessoal nos serviços de saúde, nomeadamente pessoal técnico e auxiliar nos hospitais, entre outras categorias profissionais. Estão os trabalhadores confrontados com escalas de serviço com horas de trabalho suplementar, estando muitos a chegar à exaustão.

Também a correta aplicação do SIADAP é exigida, pois os trabalhadores que deveriam ter mudado de nível em 2023, pela avaliação do biénio 2021/2022 tendo obtido os 10 pontos, ainda não sabem quando lhes será aplicada essa mudança. A correta aplicação do SIADAP é um direito dos trabalhadores.

Segundo nota enviada à comunicação social, “Os trabalhadores estão cansados da inércia do conselho de administração da ULS Médio Tejo para a resolução dos problemas existentes. Basta de frases feitas, queremos e exigimos soluções! Estamos em Luta pela: Transição justa para a carreira especial de Técnico Auxiliar de Saúde! Correta aplicação do SIADAP! Contratação de trabalhadores necessários ao bom funcionamento dos serviços! Valorização profissional e salarial dos trabalhadores! Convocámos os trabalhadores para uma concentração frente ao conselho de administração da ULS, no Hospital de Torres Novas pelas 10h30, do dia 30 de abril”.

Alunos das escolas do concelho na Assembleia Municipal Jovem

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Alunos dos dois agrupamentos de escolas do concelho de Tomar, o Agrupamento Nuno de Santa Maria e o Templários, participaram, na passada semana, em mais uma sessão da Assembleia Municipal Jovem, que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Subordinado ao tema “Viver Abril na Educação: Caminhos para uma Escola Plural e Participativa”, o debate contou com os estudantes do 2.º ciclo do ensino básico, assim como com os do ensino secundário e profissional. A iniciativa teve como objetivo dar a conhecer a forma como funciona a assembleia municipal, este ano com o debate centrado nos 50 anos do 25 de Abril.

Oleiros: Secretário de Estado do Turismo na inauguração do Miradouro do Zebro

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O Município de Oleiros inaugurou, a 25 de abril, Dia da Liberdade, uma obra “há muito aguardada” e cuja requalificação torna este espaço um atrativo turístico não apenas local, mas também regional, impulsionando assim a economia do concelho através da visita de turistas. O Miradouro do Zebro, situado na Freguesia de Estreito-Vilar Barroco, passa a estar aberto ao público depois de requalificado com projeto desenhado pelo arquiteto Siza Vieira, o único miradouro em Portugal com a sua assinatura.

Na inauguração estiveram presentes o Secretário de Estado do Turismo (ex-presidente da Turismo do Centro), Pedro Machado, naquela que foi a sua primeira deslocação enquanto membro do Governo ao Distrito de Castelo Branco e a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Isabel Damasceno.

O Secretário de Estado do Turismo destacou a notável influência da “marca global” de Siza Vieira, apontando-a como uma referência, que tem os seus seguidores”, por ser um dos mais premiados arquitetos do mundo, galardoado pelo prestigiado Prémio Pritzker.  Pedro Machado salientou, ainda, que esta estrutura “surge num território improvável, no meio da natureza”, atraindo não apenas estudantes de arquitetura, mas também entusiastas de todo o mundo.

A presidente da CCDRC, Isabel Damasceno, indicou a possibilidade de um reforço na comparticipação comunitária, afirmando que “o financiamento para esta obra foi o possível, mas nunca se sabe se poderá vir mais algum apoio, porque até ao lavar dos cestos é vindima e o programa ainda não fechou”. Isabel Damasceno acrescentou que a infraestrutura “é uma mais valia para esta região, que tem características naturais ímpares e é agora um local de visita obrigatório”.  

O presidente da Câmara Municipal de Oleiros, Miguel Marques, reforçou que “temos um concelho com locais com vistas  maravilhosas” e está a ser estudada “a criação de outros miradouros e um deles está para breve”. O autarca demonstrou o orgulho que é Oleiros passar a figurar no circuito de obras mundiais de Siza Vieira, lado a lado com outras cidades.

7.ª Peregrinação Solidaria no próximo dia 17 de maio

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Um grupo de amigos tomarenses em parceria com os Agrupamentos de Escolas do Concelho, Nuno Santa Maria e Templários, organiza a 7.ª Peregrinação Solidaria, no próximo dia 17 de maio, entre Tomar e Fátima, com o objetivo de angariar verbas para a Cáritas de Tomar.

A organização apela à participação ativa de todos os cidadãos e grupos sócio-desportivos do concelho que mobilizem os seus associados de forma a ter uma maior adesão favor de uma causa tão nobre.

Um especial agradecimento a todos que, de uma forma ou de outra, nos apoiaram na realização deste evento.

A concentração tem início às 23h00, com partida às 23h59. A escolha do percurso teve com principal objetivo, garantir a segurança dos participantes, conjugada com a menor distância possível.

O percurso, com cerca de 30 km, decorrerá entre o largo do Castelo, Cerrada dos Cães, largo do Convento e Fátima (Cova da Iria) em piso de terra batida. O percurso terá como principais pontos de passagem, os Pegões, Longra, Fungalvaz, Lagoa do Furadouro, Zona Industrial de Vilar dos Prazeres, com guias identificados para acompanhar os participantes ao longo do percurso. O percurso estará identificado nos principais cruzamentos, no entanto, estarão à disposição mapas de auxílio aos participantes. Este ano o cartaz do evento teve a ideia artística de Bárbara Matias.

Equipamento obrigatório: lanterna ou frontal, colete refletor, e telemóvel carregado. Adquira a sua pulseira/t-shirt (alusiva ao evento), ficha de inscrição nos locais habituais de venda.

Esta semana suplemento especial na edição impressa do “Cidade de Tomar” alusivo aos 50 anos do 25 de Abril

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O 25 de abril de 1974 marcou um momento crucial na história de Portugal, com a Revolução dos Cravos que pôs fim a um regime autoritário que perdurava há décadas. Este evento trouxe liberdade, democracia e progresso ao país, com a instauração de um regime democrático e a conquista de direitos fundamentais para todos os cidadãos.

Ao longo dos últimos 50 anos, Portugal tem feito grandes avanços em diversas áreas, como a economia, educação, saúde e direitos humanos. O país tornou-se membro da União Europeia, fortalecendo as suas relações internacionais e garantindo maior desenvolvimento e qualidade de vida para os seus habitantes.

No entanto, há ainda desafios a enfrentar, como a corrupção, a desigualdade social, o desemprego e a degradação ambiental. É importante que as gerações mais jovens reconheçam a importância do 25 de Abril e lutem pela manutenção dos valores democráticos conquistados nessa data histórica.

Neste 50.º aniversário da Revolução dos Cravos, é fundamental celebrar a liberdade e a democracia em Portugal, mas também refletir sobre os desafios que o país enfrenta e o que pode ser feito para construir um futuro melhor para todos os portugueses. Que este marco histórico nos inspire a continuar a lutar por um país mais justo, igualitário e democrático.

Deixamos neste suplemento, alguns testemunhos de pessoas que viveram a Revolução, outras que não viveram, mas têm laços familiares com quem a viveu e outros (ainda não nascidos) mas que realçam a importância desse momento para o país. A destacar, também, uma entrevista com Carlos Beato, Capitão de Abril, que seguiu com Salgueiro Maia rumo à liberdade e democracia, e uma entrevista com Natália Cardoso que era professora de Desenho, na Guiné-Bissau, quando se deu a revolução.

Natália Cardoso era professora na Guiné-Bissau no 25 de Abril de 1974

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Falar no 25 de Abril é falar do que se sentia nas Províncias Ultramarinas por parte de militares, muitos milicianos, que nelas prestavam serviço, bem como das suas famílias. A situação na Guiné-Bissau teve especial relevância, dado ter como Governador o General António de Spínola, autor de “Portugal e o Futuro”, obra que muitos, talvez, quase todos, consideram o despertar de consciências e de incremento ao processo que culminou com a Revolução de Abril. Muitas têm sido as publicações que pretendem retratar o Portugal de 1974, mesmo, nas Províncias de Guiné-Bissau, Angola e Moçambique. É esse o caso da situação vivida na Guiné-Bissau, por Natália Cardoso, nos anos de 1972/1973, professora na Escola de Bissau e, posteriormente, professora na Escola de Santa Maria do Olival.

Cidade de Tomar – Qual o ambiente, social, político e militar na Guiné-Bissau nos anos de 1972/1974 (ou outros) em que lecionou naquela província, hoje País independente?

Natália Cardoso – O ambiente a nível social era bom. Durante o tempo que vivi em Bissau, quase dois anos letivos, constatei sempre que havia um bom relacionamento, solidariedade, convivência e descontração entre todas as pessoas. Os Guineenses gostavam de nós. A nível político, como eu não percebia nada de política, nem sequer tinha ideias. A nível militar, sendo eu na altura casada com um militar, eram poucas as conversas ou nenhumas sobre esse tema. Embora, eu muitas vezes questionasse para com os meus botões, o porquê daquela guerra estúpida e sobre as notícias horríveis que todos os dias nos chegavam. 

Natália Cardoso nos tempos na Guiné-Bissau

E, como sentia a Comunidade Portuguesa com o evoluir da situação de guerra e o mandato do General António Spínola?

– A comunidade portuguesa em Bissau era restrita, eram familiares dos militares e alguns comerciantes que se encontravam lá há alguns anos. Em relação ao Sr. General Spínola tive o privilégio de ter dois encontros presenciais com ele e a sua esposa, Sr.ª D. Maria Helena, no palácio de Bissau pelo facto de eu ser professora.

– Da sua reflexão sobre o evoluir da situação, qual o sentimento local, caso o tenha havido, com a publicação do livro de António de Spínola?

– Sim, tive conhecimento desse livro. Mas, atendendo ao facto de eu estar envolvida como professora, era difícil   aperceber-me de comentários. Possivelmente só nos meios militares e nos quartéis é que se comentaria esse livro. Aliás, na escola entre os elementos do corpo docente, que também existiam professores Guineenses, nunca havia qualquer tipo de comentários sobre a situação do País.

Sabemos, pela leitura do seu livro Geometria Descritiva de Saltos Altos, que foi professora, em Bissau, nos anos de 1972/10974. Qual o sentimento dos seus alunos para com a comunidade portuguesa?

– Os alunos gostavam muito das professoras da “Metrópole”.  Eles percebiam que através de nós, tinham acesso a novos materiais, novos equipamentos, livros e ferramentas de trabalho diferentes.  E na minha área, nos meus livros de Desenho com cores, era bem visível o entusiasmo e a curiosidade com todo esse material. (…)

Entrevista na íntegra na edição impressa de 26 de abril de 2024.

Carlos Beato: “O 25 de Abril valeu a pena”

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Carlos Beato esteve ao lado de Salgueiro Maia na madrugada libertadora de 25 de Abril de 1974. O capitão Carlos Beato era o comandante do 6.º Pelotão da Operação “Fim do Regime”, que na madrugada do dia 25 de abril de 1974 saiu com Salgueiro Maia de Santarém em direção a Lisboa. Aos 26 anos, tinha 25 homens sob as suas ordens. O Jornal “Cidade de Tomar” falou com o Capitão de Abril sobre as suas memórias desse dia e a importância que o mesmo teve para o país.

– Quais as principais memórias que guarda da operação iniciada no dia 24 de abril de 1974?

Carlos Beato – Eu estava na Escola Prática de Cavalaria em Santarém como oficial miliciano e tinha acabado de regressar de uma missão militar de Moçambique, da Guerra Colonial. Na data, a PIDE andava sempre no controle, não podíamos falar à vontade e o Capitão Salgueiro Maia andava a questionar, um a um, os militares para saber se estavam disponíveis para integrar uma ação militar, a operação “Fim do Regime”, ao que todos responderam que sim. A principal memória que tenho dessa madrugada libertadora é que cerca de 200 jovens, voluntariamente, disseram sim ao grande Capitão Salgueiro Maia para participar na operação “Fim do Regime”.

Carlos Beato (ao centro) com Salgueiro Maia a falar pela 1.ª vez com a comunicação social

– Dada as condicionantes da época, o Capitão Salgueiro Mais propôs-se questionar cada um dos militares para essa operação?

O Capitão Salgueiro Maia foi uma figura incontornável na vida militar, um grande Comandante, um grande líder, foi alguém que nós tínhamos como exemplo e, por isso, todos responderam que sim para avançar com a operação militar que devolveria a Liberdade e a Democracia ao nosso povo. O Capitão Salgueiro Maia foi uma figura determinante em todos os acontecimentos naquele dia, naquela operação. Merecia comemorar os 50 anos de Abril, que ele ajudou a concretizar.

Regresso a Santarém no dia 27 de abril

– Depois de todos terem aceite participar na operação, quais foram os próximos passos?

No dia 24 de abril, de manhã, fomos informados, também um a um, em parada militar, pois não se podia reunir os militares, que a operação seria naquela noite. Segundo nos informara, havia uma senha que iria para o ar, pelas 23h00, na comunicação social, através dos Emissores Associados de Lisboa, com a música “E Depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho. Se estivesse a correr tudo bem no país inteiro, às 00h00, a Renascença lançaria a contra-senha com a música “Grândola, Vila Morena”, que seria a ordem para avançar para Lisboa, dando início à operação militar. Durante a espera, fomos reunir para o quarto militar do Capitão Salgueiro Maia, onde estivemos a ver mapas de Lisboa e rever pormenores da operação e onde estivemos à espera da ordem de partida que seria dada a partir da Renascença. Foi um momento de grande frissom, pois às 00h00, não aconteceu nada, às 00h05, nada, às 00h10, nada, às 00h15 nada, o que nos levou a pensar que não havia condições para partir para a operação “Fim do Regime”. Nós estávamos entusiasmados com a oportunidade de conseguir a liberdade e a democracia em Portugal, mas naquele momento, ficámos tristes, desolados, mas às 00h20, o locutor disse “Grândola, Vila Morena, Terra da fraternidade, O povo é quem mais ordena, Dentro de ti, ó cidade” e pôs a música, e nós ficámos entusiasmados e começámos a tratar dos últimos pormenores, acabando por sair às 3h30 e chegámos à Praça do Comércio às 6h30. Quero destacar que nós eramos todos jovens, de vinte e poucos anos, o Capitão Salgueiro Maia tinha 29 anos, e foram estes jovens que arriscaram tudo naquela madrugada libertadora. (…)

Ana Isabel Felício

Entrevista na íntegra na edição impressa de 26 de abril de 2024.

Celebrar Abril com arte

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No passado domingo, na Praça da República, uma outra forma de contar a história e de a recordar, com as estátuas vivas. As “estátuas” regressam ao mesmo local, no dia 25 de abril, das 15h30 às 18h00.

“Os caminhos para a liberdade” com trabalhos dos alunos de artes visuais

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Porque os cravos têm que ser semeados e cuidados, e a Democracia também, a Assembleia Municipal de Tomar promoveu, em conjunto com as escolas do concelho, a exposição “Os caminhos para a liberdade”, com trabalhos dos alunos de artes visuais.

A abertura, no passado dia 20 de abril, contou com a participação do presidente da Assembleia Municipal, Hugo Costa, e de vários deputados municipais, do vereador Hélder Henriques, em representação da câmara, e dos diretores dos Agrupamentos de Escolas, Paulo Macedo, do Templários, e Celeste Costa, do Nuno de Santa Maria, além de professores e alunos participantes. Todos salientaram a importância desta iniciativa na salvaguarda dos valores democráticos entre os mais jovens, bem como o empenho que todos colocaram na realização dos trabalhos, de grande qualidade.

Alguns dos artistas participantes, que frequentam o ensino secundário nas escolas Jácome Ratton e Santa Maria do Olival, explicaram a construção das suas obras, que incluem desenho, várias técnicas de pintura e um filme de animação em stop motion. De referir ainda que também o cartaz foi criado pelos alunos da Escola Profissional de Tomar.

Primeiro TESP de Turismo Equestre aprovado vai ser ministrado na Golegã

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A Golegã irá receber o primeiro Curso Técnico Superior Profissional (TesP) de Turismo Equestre do país, o qual será ministrado pelo ISLA Santarém em colaboração com o Município da Golegã.

Já aprovado pela Direção-Geral do Ensino Superior, este curso é reconhecido pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo Ribatejo e pela Federação Equestre Portuguesa, contando ainda com parcerias com diversas outras entidades do setor, sendo a primeira formação de Ensino Superior a ser ministrada na Golegã.

O turismo equestre constitui uma atividade relevante para a qualificação da oferta turística, nomeadamente pela diversificação da atividade de animação turística, pela atenuação da sazonalidade e pelo contributo para o reforço da coesão territorial. Portugal possui fatores distintivos que configuram uma oportunidade para o desenvolvimento do turismo equestre, nomeadamente o Cavalo Lusitano e as restantes raças autóctones portuguesas, mas também o clima mediterrânico temperado de Portugal que garante condições únicas para a criação de equinos e para o desenvolvimento das atividades equestres, salientando-se a prática e o ensino do hipismo, a participação de atletas em competições desportivas, os passeios a cavalo, os eventos (galas, espetáculos, concursos, feiras, mercados), as profissões e produtos ligados ao cavalo e, ainda, as visitas a diversas instalações (centros hípicos, coudelarias, museus, palácios, etc.).

O TeSP em Turismo Equestre tem como objetivo preparar os estudantes para, no final do curso, serem capazes de coordenar e executar as operações associadas às atividades de turismo equestre nomeadamente no que diz respeito à seleção dos mercados do turismo equestre, desenvolvimento e gestão de projetos de turismo equestre, criação de planos de marketing orientados para o turismo equestre, planeamento e organização de eventos e atividades de animação turística, planeamento e gestão de itinerários para o turismo equestre e desenvolver atividades de equitação orientadas para o turismo equestre tendo em conta a legislação aplicável e a saúde e o bem-estar equino.

O curso, a funcionar na Golegã, permitirá aos estudantes uma aprendizagem prática inigualável, tendo em conta os inúmeros eventos equestres desenvolvidos ao longo do ano, mas também face ao número de coudelarias e ofertas relacionadas com o turismo equestre na região.