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Tomar Inovação Social: todos podemos ser empreendedores sociais

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Decorreu, no auditório da Escola Secundária Jácome Ratton, no dia 4 de abril, a sessão “Tomar Inovação Social”, que teve como objetivo apresentar o Programa Portugal Inovação Social e alguns dos projetos envolvidos no mesmo que se estão a desenvolver no concelho.

Após as boas-vindas e o enquadramento feitos pelo diretor do Agrupamento de Escolas Templários, Paulo Macedo, e pela vereadora Filipa Fernandes, a iniciativa começou por contar com a intervenção de Alexandra Neves, da equipa técnica do Portugal Inovação Social, que explicou que esta medida se destina a apoiar empreendedores sociais, em ações com financiamento comunitário a 70%, sendo que implicam a existência de um investidor social, a quem cabe investir o valor remanescente. Explicou que os projetos têm que ter vários atores, sendo que o que caracteriza os empreendedores sociais é que são apaixonados por uma causa, mas que depois se vão dedicar a aprofundar o estudo sobre essa mesma causa, e só assim é que é possível avançar com estes projetos que implicam, obrigatoriamente, a utilização de uma metodologia que ajude a perceber, de facto, como evoluiu a situação.

Presentes estiveram dois desses empreendedores. Rute Galvão, representando a Associação de Saúde Mental do Médio Tejo, apresentou o projeto IntegrativaMente, cujo investidor social é a Comunidade Intermunicipal, e que pretende intervir na área a que a associação se dedica, sob o lema “mais do que cuidar, capacitar”, ou seja, dar condições a quem é abrangido para ter uma maior autonomia na sua vida. (…)

Notícia completa na edição impressa de 15 de abril.

Países vizinhos apoiam Afeganistão a criar um futuro melhor

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O Presidente chinês, Xi Jinping, enviou uma mensagem à terceira conferência de Ministros dos Negócios Estrangeiros dos países vizinhos do Afeganistão, realizada no passado dia 31 de Março em Tunxi, na China, na qual defendia que os países vizinhos do Afeganistão devem apoiar o povo afegão a criar um futuro melhor.

Após a conferência, foram divulgadas uma declaração conjunta e a Iniciativa Tunxi para apoiar a reconstrução económica e a cooperação pragmática do Afeganistão. Estes resultados da conferência constituem uma “abordagem dos países vizinhos” para estabilizar a situação no Afeganistão, fornecendo uma direção para melhorar as condições de vida e garantir os direitos humanos no país asiático. Com forte orientação e viabilidade, a “abordagem dos países vizinhos” é uma diretriz importante para resolver a questão do Afeganistão, visando a melhoria da subsistência das pessoas e a protecção dos direitos humanos.

Para além dos princípio, são referidas iniciativas concretas e abordadas necessidades imediatas da reconstrução económica do Afeganistão e da luta contra o terrorismo. Também é defendida a criação de mecanismos para o desenvolvimento a longo prazo do Afeganistão, tais como “reuniões regulares de representantes especiais dos vizinhos do Afeganistão, e a criação de três grupos de trabalho, sobre diplomacia política, humanitarismo económico e segurança e estabilidade”. A China considera que este “programa de vizinhança” é altamente relevante e operacional, e é um guia importante para a resolução do problema afegão.

Actualmente, a situação no Afeganistão encontra-se numa fase crítica de transição do caos para a governação. O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi, salientou, após a sua recente visita ao Afeganistão, que a comunidade internacional está “justamente preocupada com a guerra na Ucrânia”, mas deve também prestar atenção ao Afeganistão. No entanto, alguns países ocidentais estão empenhados num “duplo padrão de refugiados”. Mostram grande simpatia para com os refugiados ucranianos, mas ignoram o povo afegão que enfrenta uma crise existencial. Segundo o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, 22,8 milhões de afegãos enfrentam actualmente graves problemas de segurança alimentar e 3,2 milhões de crianças afegãs com menos de cinco anos sofrem de grave desnutrição. Esta reunião de ministros dos negócios estrangeiros dos países vizinhos do Afeganistão apelou a uma “assistência humanitária contínua ao povo afegão”, que é necessária e urgente.

Segundo dirigentes chineses, os Estados Unidos, para além de terem a maior responsabilidade pelo caos no Afeganistão, desviaram 7 mil milhões de dólares do Banco Central daquele país que deveriam ter servido para salvar vidas do povo afegão, o que mais contribuiu para a catástrofe humanitária naquele país.

A reunião dos Ministros dos Negócios Estrangeiros exortou os EUA e o Ocidente a cumprirem a sua responsabilidade principal na reconstrução e desenvolvimento do Afeganistão, o que constitui uma referência directa à raiz do problema. Os EUA devem devolver os bens afegãos o mais rapidamente possível, levantar as sanções injustificadas contra o Afeganistão, apoiar a reconstrução económica do Afeganistão e tomar medidas práticas para compensar os danos causados ao povo afegão e responder às preocupações da comunidade internacional.

Os participantes na conferência também instaram o Afeganistão a traçar uma linha clara entre si e várias organizações terroristas. Esta é uma preocupação legítima dos vizinhos do Afeganistão e a base para a paz e segurança a longo prazo no Afeganistão. O lado afegão deve tomar medidas práticas para obter mais reconhecimento internacional.

Nesta Conferência, a China também apresentou três propostas para apoiar o Afeganistão a desenvolver um caminho de auto-confiança e auto-aperfeiçoamento, um caminho de prosperidade e progresso, e um caminho de desenvolvimento pacífico. Estas três propostas foram incluídas no documento final da Conferência e são os últimos esforços da China para a reconstrução pacífica do Afeganistão.

Para ajudar o Afeganistão, a China não só tem ideias, mas também acções práticas. Até agora, a China forneceu ao Afeganistão o equivalente a cerca de 43 milhões de euros de ajuda humanitária, para além de ter importado mais de 1.400 toneladas de pinhões afegãos.

Um Afeganistão pacífico, estável, em desenvolvimento e próspero é a expectativa de todo o povo afegão, mas isso corresponde também aos interesses comuns dos países daquela zona do globo e da comunidade internacional.

China Media Group

Filipe Cartaxo: “Queremos estar mais próximos, ter mais ligação e comunicar mais com os sócios”

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Filipe Cartaxo é o novo presidente do SCOCS, desde 30 de janeiro de 2022. O “Cidade de Tomar” falou com ele sobre as iniciativas e atividades da coletividade, sobre a aldeia em que está inserido e, como não podia deixar de ser, sobre o Festival Bons Sons que regressa este ano a Cem Soldos, em força.

Cidade Tomar – O Filipe Cartaxo é o novo presidente, mas esta é uma casa que conhece muito bem?

Filipe Cartaxo – Sim, eu vivo ao lado da associação e, quando era pequeno, os meus primos faziam parte da associação, aliás estão lá desde quase a sua fundação, há 30 anos, e já o pai, portanto, o meu tio, o Manuel Cartaxo, foi presidente da mesma. Eu sempre gostei daquela vivência, dos barulhos de montar a festa. Quando os Bons Sons começaram tinha eu dez anos. Sempre gostei de ir para a associação e estar envolvido. Tanto que, em 2013/2014 fui convidado a entrar na direção, mas considerei que não estava preparado e, na data, o Miguel quis avançar e fez muito bem, eu preferi ficar na retaguarda.

– Que atividades destaca do SCOCS?

Desde a sua fundação, em 1981, há a destacar, a nível desportivo, o atletismo, o futsal, judo, yoga, halterofilismo, ginástica de manutenção, mas a que se destaca mais é o judo com 60/70 atletas por ano e sempre a entrar miúdos novos. O halterofilismo também tem vindo a crescer há cerca de quatro/cinco anos. A nível cultural, temos a Mostra de Teatro, que já vai para a 26.ª edição e é uma das marcas mais antigas e este ano vai acontecer entre 13 e 29 de maio. Durante a pandemia, não parámos, fizemos foi esta mostra de uma forma diferente. Para além disso, temos os fados, os arraiais, a Festa do Vinho, bailes dos anos 20, torneio de matraquilhos, que fizemos em fevereiro e teve um grande impacto. Depois há vários projetos aos quais estamos ligados como o da Escola-Aldeia, ligado à área social e que tem tido muito sucesso, com alunos até de outras aldeias e já tivemos até alunos de Ferreira do Zêzere em Cem Soldos.

– O que destaca neste projeto?

O objetivo é tentar usufruir da aldeia o mais possível. Além do que se faz na sala de aula, permite experienciar o que se faz na aldeia, por exemplo fazer os bolinhos dos Santos, visitar a serralharia da aldeia, ou seja, experienciar tudo o que faz parte da aldeia. As crianças vão passando pela aldeia e interagem com os moradores, o que dá vida à aldeia. Depois temos o projeto Lar-Aldeia, onde já temos algumas coisas implementadas, por exemplo, as refeições take-away. Pretendemos também fazer um documentário com as pessoas mais idosas e workshops com as crianças, por exemplo ao nível da costura. (…)

Ana Isabel Felício

Elsa Lourenço

Entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 15 de abril.

Tomar na Rede do Turismo Industrial da região Centro de Portugal

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Foi constituída formalmente, no passado dia 12 de abril, no Museu Ferroviário, no Entroncamento, a rede de parceiros do Turismo Industrial da região Centro de Portugal.

O momento foi assinalado pela assinatura da Declaração de Compromisso entre a Turismo Centro de Portugal e os municípios e outros parceiros identificados nesta iniciativa, tendo em vista a futura Rede Portuguesa do Turismo Industrial, desenvolvida a nível nacional.

A cerimónia contou com intervenções de Manuel Cabral, presidente da Fundação do Museu Nacional Ferroviário; Jorge Faria, presidente do Município do Entroncamento; Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, e Teresa Ferreira, diretora do Departamento de Dinamização da Oferta e dos Recursos do Turismo de Portugal.

Assinaram a Declaração de Compromisso os Municípios de Abrantes, Cantanhede, Entroncamento, Marinha Grande, Porto de Mós, Seia, Sever do Vouga e Tomar, além dos seguintes parceiros já identificados: Abrantes – Museu Metalúrgica Duarte Ferreira; Cantanhede – Museu da Pedra; Centro de Interpretação da Arte Xávega (CIAX); Museu LOAD ZX Spectrum; Coimbra – Praxis Cervejas de Coimbra; Covilhã – New Hand Lab; Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior; Entroncamento – Museu Nacional Ferroviário; Ílhavo – Museu e Fábrica da Vista Alegre; Manteigas – Ecolã Portugal; Burel Factory; Marinha Grande – Museu do Vidro; Crisal; Moldoeste; CENCAL; Porto de Mós – Museu Industrial e Artesanal do Têxtil (MIAT); Airemármores; Casa Féteira; Seia – Museu Natural da Eletricidade; Sever do Vouga – Minas do Braçal / Museu Muncipal; Tomar – Núcleo Museológico da Central Elétrica de Tomar; Núcleo Museológico da Fundição Tomarense. 

Ferreira do Zêzere volta a ser vencedora na 5.ª edição do Prémio Cinco Estrelas Regiões

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Ferreira do Zêzere volta a ser vencedora nesta que é a 5.ª edição do Prémio Cinco Estrelas Regiões, através da participação na votação nacional onde os portugueses identificaram, neste concelho, três ícones para vencedores deste prémio.

Assim, foram eleitas, pelo segundo ano consecutivo, na Categoria de Praias, a Praia Fluvial do Lago Azul, na Categoria de Aldeias e Vilas, a Aldeia de Dornes e ainda na categoria de Turismo Rural, o Lago Azul Eco Hotel.

A avaliação de Cinco Estrelas promove a beleza do concelho, desde o enquadramento paisagístico, à gastronomia, história, gentes e costumes, ao saber receber, destacando Ferreira do Zêzere como destino de eleição a uma próxima visita.

Convento de Cristo recebe Encontro Património e Clima no dia 18 de abril

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O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios comemora-se no dia 18 de abril, com o objetivo de sensibilizar os cidadãos para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para a necessidade da sua proteção e valorização.

Para assinalar este Dia realiza-se o Encontro “Património e Clima”, que ocorrerá em 18 de abril de 2022 no espaço privilegiado do Convento de Cristo, em Tomar. Atendendo ao tema definido pelo ICOMOS – Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios – este Encontro contará com a presença de vários especialistas que se debruçarão sobre a forma como o impacto da emergência climática – que afeta todos os domínios da vida e da sociedade – se reflete, com especial destaque, no património cultural.

Convidam-se todos os interessados a juntarem-se a esta iniciativa, que permitirá não só conhecer as ameaças que afetam os nossos monumentos e sítios, mas também de que forma é que o património cultural pode contribuir para a construção de uma ação climática inclusiva, transformadora e estável, através da salvaguarda e proteção contra os impactos climáticos adversos, da construção de respostas informadas a situações de desastre, e da aprendizagem que nos transmite na utilização e reutilização de materiais locais, recicláveis, ecológicos e amigos do ambiente.

A entrada para o evento será feita pela fachada norte do Convento de Cristo, Loja, e decorrerá na Sala Multiusos do Claustro da Hospedaria.

O Encontro é presencial, com início às 9h30, havendo também possibilidade de assistência via zoom.
Haverá emissão de certificado de participação.
Inscrições e obtenção de link em: meet@eurocongressos.pt

Programa:
9h30 – Apresentação- Rita Jerónimo, Subdiretora da Direção Geral do Património Cultural
– Andreia Galvão, Diretora Convento de Cristo
10h00-10h20 – Soraya Genin, Arquiteta, Professora Auxiliar do ISCTE-IUL e Presidente do ICOMOS Portugal – “Recomendações do ICOMOS. Estratégias de adaptação às alterações climáticas”
10h20-10h40 – Rita Margarida Cardoso – Alterações climáticas no século XXI. Que futuro para Portugal?
10h40-11h00 – Ana Luísa Quinta, arquiteta, DGPC – Cidades fortificadas e o European Green Deal
11h20-11h40 – António José Candeias (Laboratório Hercules/Univ. de Évora)
11h40-12h00 – Isabel Raposo de Magalhães – Riscos e Património Cultural: Prevenção e Cooperação
12h00-12h30 – Debate
14h00-14h20 – Esmeralda Paupério – Danos e perdas em património cultural: a base de dados DALIH – Xavier Romão e Esmeralda Paupério – ICOMOS PT e FEUP
14h20-14h40 – Fátima Silva – Compreender a Paisagem Estuarina do Tejo como Património cultural
14h40-15h00 – Rui Figueiredo – Análise da exposição do património cultural a perigos naturais em Portugal: conhecimento atual e desafios futuros
15h00-15h20 – José António Gonçalves – PAS(t): Património Arqueológico Subaquático, um presente para o futuro.
15h20-16h00 – Debate
16h00 – Encerramento

Para mais informações:
Correio eletrónico: geral@ccristo.dgpc.pt
Tel.: 249 315 089
www.conventocristo.gov.pt/pt/index.php?s=noticias&noticia=286#n2

“I Jornadas Equestres da Juventude” ajudam a afirmar Golegã como Capital do Cavalo todo o ano

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No sentido de se vir a afirmar cada vez mais como a Capital do Cavalo, não só durante a Feira, mas ao longo de todo o ano, a Golegã vai ser palco, de 12 a 16 de abril, das “I Jornadas Equestres da Juventude”. O evento foi apresentado publicamente e à comunicação social na tarde de segunda-feira, 11 de abril, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, onde estiveram presentes representantes de várias entidades e autarcas com responsabilidade no concelho, sendo que na sessão usou da palavra o Presidente da Câmara Municipal da Golegã, António Camilo, o Presidente da Federação Equestre, Bruno Rente, e o Vice-Presidente da Câmara Municipal da Golegã, Diogo Rosa que tem a seu cargo o Pelouro do Desporto.

O evento é uma organização conjunta da Câmara Municipal da Golegã e da Federação Equestre Portuguesa, ao qual a autarquia respondeu afirmativamente desde o primeiro momento. “Começar pelos jovens é extremamente importante. São o futuro e o garante da manutenção do cavalo, como o interesse central dos objetivos de ambos, quer na ação pedagógica, quer na ação de promoção em torno do turismo” salientou António Camilo, realçando que nesta primeira edição estão inscritos centenas de participantes.

De acordo com o autarca, “a Golegã deverá ser conhecida como a capital do cavalo, não só pela sua referência ao cavalo, mas também como uma produtora de momentos, ações e promoções em torno do vasto património arquitetónico e natural”. Neste sentido, António Camilo também aproveitou esta ocasião para realçar outros atrativos do concelho tais como a Casa Estúdio Carlos Relvas, o Museu Municipal Martins Correia, o Museu Municipal da Máquina de Escrever e as Bibliotecas José Saramago de Azinhaga e Golegã.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Agência de Seguros da Fidelidade na Linhaceira muda para novas instalações com maior visibilidade

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A Agência de Seguros da Fidelidade, na Linhaceira, freguesia de Asseiceira, assinalou, no passado dia 7 de abril, com um convívio entre amigos, a mudança de instalações, de onde estavam há dois anos, para um novo espaço, mais concretamente para o n.º 14 r/c, na rua Conde Nova Goa, um espaço que confere mais visibilidade à agência, segundo Eurico Nunes, proprietário da mesma.

Segundo Eurico Nunes, esta agência nasceu na Linhaceira, após um convite ao qual “não olhou para trás e aceitou”. Natural das Curvaceiras, diz que “adoro a Linhaceira, uma das terras mais bairristas do nosso concelho e quando me lançaram o repto para abrir um escritório de seguros, não hesitei e estou muito contente com o negócio”.

Entretanto, após dois anos, houve a possibilidade de mudança para novas instalações, a qual aconteceu agora, com a mudança para um melhor local, “com mais visibilidade e que vai potenciar ainda mais o negócio”, considera.

Eurico Nunes é proprietário de três agências da Fidelidade, nomeadamente a da Linhaceira (duas funcionárias), uma no Entroncamento (oito funcionários) e uma outra na Golegã (um funcionário). Segundo o mesmo, “nesta mediação de seguros são tratados todos os seguros da Defesa, Marinha, Exército, Força Aérea. Todos os militares que vão para os teatros de guerra, todas as rotações que os nossos militares e a GNR e outras forças do serviço de informações fazem são seguradas por nós, com todo o sigilo que é necessário. Esta vertente obriga a um grande trabalho, mas também traz muita receita acrescentada pela confiança, pois estes militares sabem que aqui têm alguém em quem confiar e que os poderá ajudar onde quer que estejam”, atesta. (…)

Uma notícia para ler na íntegra na edição impressa de 15 de abril.

Rail Fest – Viagem turística na linha da Beira Baixa

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A viagem turística na linha da Beira Baixa, realizada no passado sábado, resultou de uma organização conjunta das autarquias do Entroncamento, Vila Velha de Ródão, Águeda e o Museu Ferroviário do Entroncamento.

Recebidos na estação do Entroncamento, aguardava-nos o comboio que os anos e a modernização tornaram museu, carruagens à moda antiga, bancos largos e de napa, portas que se abrem à mão.

Silvo da partida no ar, arranca o comboio, calmo, como quem toma balanço, andando, passa por Vila Nova da Barquinha ainda esta acorda sonolenta, vê-se o Tejo em maré baixa, casas e casinhas com telhados à mão de se tocarem, o histórico castelo do Almourol, a “Caima”, estações do Tramagal, de Abrantes, de Alferrarede. A partir daqui predominam as encostas vestidas de amarelo, fruto das giestas em flor.

Depois da barragem do Fratel, o Tejo navega com o leito mais cheio até Vila Velha do Ródão. Momento especial nas Portas do Ródão, simbolismo de onde a fronteira com a Espanha espreita e estreita, saudações de braços no ar das embarcações da Confraria Ibérica.

Paragem em Ródão onde a exposição “Rails do progresso” mostra ilustrações de Bordalo Pinheiro a uma viagem, em 1891, entre Sintra e Covilhã, quando o rei D. Carlos e a rainha D. Amélia demoraram três dias com paragens em todas as estações e apeadeiros. Então era progresso, agora é turismo.

Por fim, Castelo Branco nos aguardava, nesta viagem onde se andou e cantou sempre com o Tejo ao nosso lado.

Dornes: Via Sacra “Uma vela a Jesus” juntou cerca de 500 fiéis

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“Uma vela a Jesus”, a tradicional Via-Sacra de quatro quilómetros no percurso dos cruzeiros de Dornes em direção ao Santuário de Nossa Senhora do Pranto, voltou, dois anos depois, a realizar-se,  no passado domingo de Ramos, dia 10 de abril. Foi presidida pelo Vigário Geral da Diocese de Coimbra, o padre Manuel Ferrão.

Nesta caminhada de fé estiveram envolvidas todas as freguesias e paróquias do concelho de Ferreira do Zêzere com os grupos corais, confrarias, leitores e catequese. Este ano a novidade foi a participação dos jovens envolvidos nas Jornadas Mundiais da Juventude.

Todos os anos são várias centenas de peregrinos que em Domingo de Ramos participam nesta Via-Sacra, pelas condições físicas e naturais do percurso até ao Santuário de Nossa Senhora do Pranto. É das maiores manifestações de fé deste concelho a par dos Círios. O guião, bem alto na frente, da paróquia do Beco bem como a imagem e andor do Senhor dos Passos era da mesma paróquia. A organização foi da Associação Recreativa Filarmónica Frazoeirense e do Santuário de Nossa Senhora do Pranto de Dornes com apoio do Município de Ferreira do Zêzere, juntas de freguesia do concelho, Agrupamento de Escuteiros 988, Bombeiros Voluntários de Ferreira do Zêzere e Guarda Nacional Republicana do Posto de Ferreira. Numa excelente organização, o tema foi a guerra na Ucrânia que atormenta as pessoas, como frisou o padre Manuel Vaz Patto.