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Encerramento de Serviços de Finanças na quarta feira

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Muitos serviços de finanças do distrito de Santarém estão esta manhã encerrados, fruto de reuniões sindicais que decorrem em todo o país. Abrantes, Almeirim, Benavente, Golegã, Salvaterra de Magos e Ourém estão encerrados, enquanto que muitos outros, como Santarém ou Tomar estão com constrangimentos no seu serviço normal.

Este pretende ser um ponto de partida para uma luta que se prevê longa, mas que reside na justeza de reivindicações antigas, prometidas e nunca cumpridas, como a dignificação das condições de trabalho e o número cada vez mais reduzido de trabalhadores, que têm levado a dificuldades no atendimento aos problemas sentidos pelos contribuintes, traduzindo o caminho para o caos em que a gestão da Autoridade Tributária se tem tornado.

Também a revisão das tabelas salariais, com salários dignos e compatíveis com a função nuclear do Estado que desempenhamos. Do nosso trabalho depende o apoio do Estado aos mais necessitados, à justiça, à segurança, à defesa nacional, à saúde pública e ao ensino público.

 A Direção Distrital de Santarém 

Município autoriza queima de sobrantes

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De acordo com o artigo 66 do decreto de lei 82/2021, de 13 de outubro, com a nova redação dada, o Município de Tomar, quando o índice de risco de incendio rural seja inferior ao muito elevado, autoriza a queima de sobrantes.

Recorde-se que é obrigatório solicitar previamente a realização de qualquer queima de sobrantes ou queimada, através do número 808 200 520 ou da aplicação disponível em https://fogos.icnf.pt/InfoQueimasQueimadas/ e que as mesmas só podem ser realizadas após a respetiva autorização.

Em alternativa poderá solicitar via telefone, através do número 249 324 030, nos dias uteis das 9h00 às 17h00, devendo o munícipe identificar-se com o número de identificação fiscal e localizar a queima de sobrantes.

Ganhar autárquicas de 2025 é o próximo grande desafio para a Federação do PS

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Ganhar as eleições autárquicas de 2025 é o próximo grande desafio para a Federação Distrital de Santarém do PS, que elegeu os novos órgãos, no último sábado, em Ferreira do Zêzere, durante o XXI Congresso da Federação. A votação foi expressiva e contou com a participação de 96% dos delegados.

O recém-eleito presidente da Federação Distrital do PS de Santarém, Hugo Costa, sublinhou que o mandato de 2024-2026 será de enorme exigência. “Vencer nas 12 câmaras e nas mais de 80 freguesias que lideramos é uma prioridade, assim como disputar os municípios onde o PS não lidera. O PS, como já disse, não se candidata a nenhum concelho para perder. Vamos ter uma equipa de coordenação autárquica, de que serei o primeiro responsável”, reiterou. Hugo Costa voltou a apelar à necessidade de união interna e abertura ao exterior para que o partido seja capaz de atrair jovens evitando fechar-se em casulos. “Juntos somos mais fortes e esse é o desígnio de sermos e criamos uma verdadeira região com a sua identidade”, frisou. A melhoria da ferrovia, os investimentos nos acessos rodoviários, o reforço da educação e das respostas sociais, a par de apostas no ambiente e agricultura, serão temas prioritários neste mandato. Para trilhar esse caminho será necessário combater o populismo, o que só se conseguirá aproximando as pessoas da política. “A comunicação é mesmo a grande chave. A única resposta eficaz aos populismos e ao extremismo é a resolução concreta dos problemas das pessoas. Temos muito trabalho pela frente para garantir que ninguém fique para trás. Juntos, com determinação e responsabilidade, podemos fazer a diferença. Conto com cada um de vós nesta caminhada”, apelou Hugo Costa.

A presidente do Grupo Parlamentar do PS, Alexandra Leitão, que esteve no congresso em representação do PS nacional, assegurou o encerramento dos trabalhos.

“Tomar um Tejo a Copo 2024”: Vinhos do Tejo brilharam no Vila Galé

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O Hotel Vila Galé Collection Tomar, situado na Rua Santa Iria, em Tomar, acolheu o evento “Tomar um Tejo a Copo 2024” na tarde de sábado, 12 de outubro. Esta edição especial do já consagrado Tejo a Copo foi organizada pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), em parceria com a Câmara Municipal de Tomar e com o apoio do grupo Vila Galé. O evento contou com a participação de 24 produtores, incluindo oito do concelho de Tomar, alguns dos quais participaram pela primeira vez, uma vez que o evento habitual decorre na capital de distrito.

Os produtores presentes apresentaram cerca de 200 vinhos, todos certificados com os selos de qualidade DOC Tejo ou IG Tejo. A entrada no evento foi livre, mas era necessário adquirir um copo oficial por 5 euros para degustar os vinhos.

Luís Castro, presidente da CVR Tejo, afirmou que “a região sempre foi uma grande região” de vinhos, destacando que “hoje em dia, as adegas estão muito bem equipadas e há uma nova geração de enólogos à frente das adegas, garantindo que os vinhos aqui produzidos são de qualidade reconhecida em qualquer parte do mundo”. O responsável sublinhou que “o difícil não é promover um bom vinho, mas sim vendê-lo no estrangeiro, onde ainda não é bem conhecido”, enfatizando que há muito trabalho a fazer a nível nacional e regional. Em relação à realização do evento em Tomar, Luís Castro mencionou que isso pode beneficiar aqueles que têm dificuldades em se deslocar a Santarém, permitindo que tanto consumidores finais quanto profissionais do setor HORECA (Hotelaria, Restauração, Cafetaria e Catering) possam participar.

O programa incluiu provas de vinhos comentadas, enquanto a animação musical esteve a cargo do DJ Fernandinho, já habitual no Tejo a Copo. O restaurante do Vila Galé Collection Tomar preparou uma seleção de petiscos para acompanhar a degustação.

– Notícia completa na próxima edição semanal

Universidade Sénior de Tomar: mais um ano da escola que dá saúde

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Decorreu, no dia 4 de outubro, a sessão de abertura oficial do ano letivo na Universidade Sénior de Tomar. Como já vem sendo hábito, o auditório da Biblioteca Municipal foi pequeno para acolher todos os participantes, mais ainda neste ano em que voltou a aumentar o número de professores e de alunos, este último já a rondar as quatro centenas.

Na cerimónia estiveram presentes o presidente da câmara, Hugo Cristóvão, e a vereadora responsável pela UST, Rita Freitas, que frisaram o sucesso deste modelo de troca de aprendizagens entre quem já tem uma longa experiência acumulada, mas, acima de tudo, proporcionador de convívio e de aumento da qualidade de vida entre quem tem ainda muito mundo para viver.

Com disciplinas que vão dos temas mais teóricos aos mais práticos, incluindo atividades físicas e artes diversas, a Universidade Sénior de Tomar destaca-se pela sua dinâmica, tendo um vasto grupo de professores, todos eles voluntários, e que foram apresentados pela coordenadora e sub-coordenadora, respetivamente Rosário Sousa e Helena Faustino.

Está centrada nas antigas instalações do Colégio Nun’Álvares (embora com um conjunto de disciplinas ministradas noutros lugares), este ano com algumas melhorias ao nível do conforto do espaço.

Requalificação da EN110 de Carvalhos de Figueiredo com investimento previsto de 9 milhões de euros

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Foi apresentado, na tarde de sexta-feira, 11 de outubro, na sede da Associação Cultural e Recreativa de Carvalhos de Figueiredo, o projeto de requalificação da Estrada Nacional 110. O trecho em questão abrange o percurso entre S. Lourenço, na entrada de Tomar, e a rotunda da Zona Industrial. Entre as principais intervenções previstas estão a construção de duas novas rotundas – uma próxima ao condomínio S. Lourenço e outra em Vale Cabrito – a criação de passeios de um lado da via e de uma ciclovia para bicicletas e pedestres do outro. O projeto inclui também a instalação de novas redes de água e esgoto, além de um sistema de iluminação modernizado.

Embora a Estrada Nacional 110 esteja sob a responsabilidade das Infraestruturas de Portugal, a requalificação será realizada pela Câmara Municipal de Tomar, uma vez que a via será desclassificada. Segundo o presidente da autarquia, Hugo Cristóvão, esta será a obra mais cara já executada pelo município, com um custo estimado em cerca de 9 milhões de euros, financiados em parte por fundos comunitários.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Festa litúrgica em honra de Santa Iria no próximo domingo dia 20 de outubro

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Festa litúrgica em honra de Santa Iria no próximo domingo dia 20 de outubro de 2024 às 10h30m na Igreja de São João Baptista, presidida por D. Manuel Clemente, patriarca emérito de Lisboa, seguida de solene procissão

FESTA LITÚRGICA EM HONRA DE SANTA IRIA

Domingo, dia 20 de Outubro (Dia de Santa Iria):

» 10h30 – Missa de Ação de Graças, na Igreja de São João Baptista, presidida pelo Patriarca Emérito de Lisboa, o Senhor Cardeal D. Manuel Clemente;

» 11h30 – Solene Procissão pela ruas da cidade:

» IGREJA DE SÃO JOÃO BAPTISTA » Rua Infantaria 15 » Avenida Cândido Madureira » Rotunda Alves Redol » Rua Everard » Ponte Velha (gesto do lançamento das pétalas ao rio) » CAPELA DE SANTA IRIA;

(Nesse dia não haverá missa às 18h30)

Segunda, dia 21 de Outubro:

10h00 – Missa na Capela de Santa Iria.

(Nesse dia não haverá missa na Capela de Santo António)

A “guerra dos direitos humanos”

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Segundo dirigentes chineses, “as sanções unilaterais contra a China impostas pelos Estados Unidos e por outros países, violam o direito internacional, afectam negativamente os direitos humanos do povo chinês e têm um efeito de arrastamento, pelo que a China deve responder através de meios administrativos, jurídicos e outros que se mostrem necessários.”

Lembrando que na década de 1970, os Estados Unidos lançaram o slogan da “diplomacia dos direitos humanos”, com o objetivo de conter a União Soviética, afirmam:

“Atualmente, Washington continua a ignorar as suas próprias fragilidades nesse âmbito e utiliza a ‘Carta dos Direitos Humanos’ para reprimir outras nações e manter a sua hegemonia. Isso não só afeta as normas básicas das relações internacionais, mas também tem um sério impacto sobre a estabilidade política global e o desenvolvimento económico mundial – o que vem sendo amplamente criticado pela comunidade internacional”.

Os responsáveis chineses referem de seguida:

“Para interferir nos assuntos internos de outros países, os Estados Unidos primeiramente fabricam ‘ofensas aos direitos humanos’. Tomemos a Venezuela como exemplo: nos últimos anos, os americanos invocaram a existência de ‘problemas de direitos humanos’ naquele país, como justificação para expandir as sanções económicas, o que resultou numa crise venezuelana de ordem económica, humanitária e de desenvolvimento”.

E continuam:

“Ao mesmo tempo, os Estados Unidos também inventaram documentos relevantes para difamar e reprimir outros países. Tomando a questão de Xinjiang como exemplo, reproduziram repetidamente mentiras nos seus relatórios e usaram-nas para impor várias sanções à China, inclusive a proibição da importação de produtos daquela região e o congelamento dos bens de oficiais chineses. Tudo isso com o objetivo de desacreditar a imagem internacional da China e suprimir o desenvolvimento do país”.

Os responsáveis chineses comentam depois que os americanos usam uma sua lei nacional para exercer uma ‘jurisdição de longo alcance’ e aludem à eclosão do conflito russo-ucraniano, “com os Estados Unidos a impor sanções a várias autoridades e empresas russas com base nessa lei, visando enfraquecer a Rússia e salvaguardar a sua própria hegemonia”.

E prosseguem:

“Além do governo e dos media, há outro actor importante na ‘guerra de direitos humanos’ norte-americana, que são algumas organizações não governamentais (ONGs). Sob as bandeiras da chamada ‘democracia’ e dos ‘direitos humanos’, algumas delas incitaram secretamente motins separatistas, planearam crises políticas, inventaram factos e rumores e infiltraram-se massivamente em vários pontos do mundo. Entre elas, a mais activa é a National Endowment for Democracy (NED), que continua a receber financiamento da Casa Branca e do Congresso do país”.

Afirmam depois:

“Os Estados Unidos também tentam usar os direitos humanos para manipular os mecanismos multilaterais. As Nações Unidas, enquanto cerne da prática do multilateralismo, abrangem questões relacionadas com a paz, a segurança, os direitos humanos e outras áreas importantes, pelo que são usadas pelo governo de Washington como a principal plataforma para travar uma ‘guerra dos direitos humanos’ contra o mundo exterior”.

E os dirigentes chineses concluem:

“Os direitos humanos não são propriedade exclusiva de alguns países, nem podem ser usados como ferramenta para exercer pressão sobre os demais e interferir nos seus assuntos internos. O facto de os Estados Unidos pretenderem agir como ‘juiz dos direitos humanos’ quando a sua situação interna, neste domínio, está em crise, não só revela duplicidade de critérios, como também mina seriamente as bases de uma boa governação mundial dos direitos humanos. Esta atitude contra a corrente da História provocará a oposição de outras nações e acelerará o declínio da hegemonia americana”.

Publicidade: Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China

Foto: https://portuguese.cri.cn/

O tomarense João Godinho: “Os meus amigos, colegas e clientes dizem que sou o Ronaldo português do circo”

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O sonho de ser artista já nasceu, provavelmente, com o tomarense João Godinho, conhecido pelos colegas de profissão e pelos amigos como o “Ronaldo português do circo”. Em conversa com o Jornal/Rádio Cidade de Tomar, João Godinho, que esteve uns dias em Tomar para descansar e estar com a família, contou-nos o seu percurso e como tudo começou no Ginásio Clube de Tomar. A nível nacional passou por anúncios publicitários, novelas, musicais, mas, entretanto, passou muito rapidamente para os palcos internacionais da acrobacia aérea, trabalhando nas melhores companhias mundiais tais como Cirque Dreams do Cirque du Soleil, nos Estados Unidos, circo Salto Natale, na Suíça, Circo Roncalli, nos melhores dinner shows da Alemanha, etc. Recentemente ganhou duas medalhas de bronze, uma em Itália e outra no Cazaquistão, mas foi há dias que se consagrou um artista de elite mundial ao ganhar o Grand Prix no Festival Internacional de Circo na Bielorrússia, com a máxima pontuação dos jurados.

–  Quem é o João Godinho?

O João Godinho é um sonhador, é uma pessoa que não desiste, é uma pessoa que luta muito no backstage, que é assim que nós dizemos, portanto, por detrás da cortina, não desisto e preciso de golos no futuro, para atingir aquilo que quero, gosto sempre de ter objetivos para atingir exatamente aquilo que quero. Não chega sonhar, temos de fazer acontecer e eu faço acontecer.

– Nasceu em Tomar, como é que foi a sua vida aqui?

Nasci em Tomar e tenho 42 anos, frequentei as escolas em Tomar, terminando no Liceu e nessa altura já fazia parte do Ginásio Clube de Tomar, como ginasta, ginasta também, posteriormente, da Seleção Nacional, em Lisboa. Títulos na ginástica, que eu me lembre, fui campeão nacional por individual e por equipa. Em Campeonatos do Mundo, fui 4.º classificado na Alemanha em 2002, e 4.º classificado em França em 2004. Em 2003, a quadra masculina Portuguesa ficou classificada em 2.º lugar no ranking mundial. A nível de Campeonatos da Europa, obtive 2.º lugar (prata) na Alemanha em 1998, o 3.º lugar (bronze) na Suíça em 2000 e o 3.º lugar também em Portugal em 2001. Na data, nós, no Ginásio Clube de Tomar, fomos muito privilegiados porque tínhamos dois treinadores chineses. Ele era campeão mundial de ginástica e ela integrava a equipa nacional olímpica da China. Eram os melhores dos melhores. Passados seis meses de eles estarem cá, integrámos logo a Seleção Nacional de Ginástica.

– Mas, entretanto, sai de Tomar, qual foi o seu percurso?

Fui para Lisboa, para a universidade para estudar Publicidade e Marketing, na Escola Superior de Comunicação Social, só que fui pregando umas partidas aos meus pais e, às escondidas deles, fui fazendo vários castings para novelas, publicidade e musicais e antes dos meus pais perceberem eu já fazia teatro.

– E porquê as artes?

Já partia de mim, era dotado para as artes, para o palco, para representar, cantar e dançar. Nasci mesmo para isso. Fiz várias audições sem os meus pais saberem e, entretanto, começo a aparecer como cabeça de cartaz em que o meu pai não fazia a mínima ideia que eu cantava. Fiz o “Fame, o musical” (2006), fui ator/cantor no musical, “Fado história de um povo”, do Filipe La Féria e, entretanto, como disse, passei a ser cabeça de cartaz, porque passei a ser o protagonista em musicais também do Filipe La Feria, como o “Footloose, o musical” (2007) ou o Peter Pan (2012). Foi nessa altura que família e amigos foram assistir aos espetáculos, mas eles não sabiam que eu cantava. Eu não me identificava como cantor, eu cantava. Fui aceite nesses papéis específicos porque eu cantava, dançava e fazia acrobacias e por isso é que era chamado para esses papéis mais difíceis.(…)

Entrevista completa na edição impressa de 11 de outubro.

Patrícia Reyes expõe na Galeria Maria de Lourdes de Mello e Castro em Tomar

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No âmbito do Plano Cultural de Escola – Plano Nacional das Artes, no próximo dia 24 de outubro, às 18h00, a Galeria Maria de Lourdes de Mello e Castro na Escola Secundária Jácome Ratton sede do Agrupamento de Escolas Templários, em Tomar, abrirá as portas para a exposição “Natureza e Delícias“, de Patrícia Reyes, uma artista autodidata de origem salvadorenha que encontrou nas cores e sabores de Portugal uma nova fonte de inspiração.

Patrícia Reyes, nascida em El Salvador, passou grande parte da sua vida em Los Angeles, onde trabalhou como professora de espanhol. Aos 41 anos, após enfrentar um problema de saúde, Patrícia descobriu na pintura uma forma de canalizar a sua criatividade e transformar o seu percurso pessoal. As suas obras são conhecidas pelas cores vibrantes e pela influência das suas raízes centro-americanas, entrelaçadas com a serenidade e os encantos da sua nova vida em Portugal.

Patrícia mudou-se para Tomar com o seu marido, onde se deixou inspirar pela natureza exuberante e pelas delícias da gastronomia local, em especial as sobremesas da região. Esses elementos passaram a ser os temas centrais das suas obras, que misturam a celebração da vida com a gratidão pelos pequenos prazeres do quotidiano. A exposição “Natureza e Delícias” traz essa fusão de memórias, emoções e experiências, traduzida em telas repletas de cores intensas, flores deslumbrantes e doces tradicionais. Cada obra é uma ode à resiliência e à capacidade humana de encontrar beleza e alegria mesmo nas situações mais desafiadoras.