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Catarina Freitas reside e trabalha no Canadá: “O ambiente em geral é de aceitação das medidas tomadas, de união, mas também de extrema preocupação”

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Com mais ou menos impacto, o vírus chegou a todos os cantos do mundo. Como tal, procurámos obter um testemunho de um tomarense que esteja a viver fora e que nos descrevesse o ambiente nesse país, em tempo de pandemia. Esta semana falámos com Catarina Freitas, gestora de vários ensaios clínicos, a residir e trabalhar no Canadá.

– Perante a Pandemia e o seu impacto no Canadá, como é o ambiente em geral?

O Canadá adoptou medidas de contenção da Covid-19 muito semelhantes a Portugal: fronteiras fechadas, comércio encerrado, com excepção de farmácias e supermercados, distância física de pelo menos dois metros, quando indivíduos que não cohabitam saem à rua, circulação automóvel condicionada dentro de cada província. O governo federal emana indicações no âmbito de Saúde Pública, mas cabe a cada Província delinear os seus próprios planos de acção. As províncias têm tomado medidas diferentes com diferente impacto a nível regional. O ambiente em geral é de aceitação das medidas tomadas, de união, mas também de extrema preocupação, não só pela saúde no momento actual mas também pelo impacto económico da pandemia. O governo canadiano (federal e província) tem distribuído inúmeros pacotes de ajuda económica, que contam com o apoio de empresários e população em geral, no entanto, não há qualquer dúvida que o custo a pagar será elevado para a sociedade. Vários estudos demonstram que esta ajuda será paga maioritariamente com o aumento de diferentes impostos, por um período não inferior a 20 anos. Por outro lado, esta pandemia veio colocar a nú várias fragilidades existentes no Canadá, como por exemplo, a qualidade do cuidado prestado aos mais idosos, quer seja em contexto institucional ou na própria residência; a necessidade de uma rede mais reforçada de apoio comunitário aos mais idosos; a dependência de produtos vindos além fronteiras, principalmente na área de bens essenciais, como medicamentos, equipamento médico, etc… Não há dúvida que esta pandemia terá um impacto significativo na forma como a sociedade se organizará no futuro. Bem vinda mudança!

Leia a entrevista na íntegra na edição impressa, amanhã nas bancas, ou na edição digital.

João Cabral da FrentMaster fala das dificuldades do setor audiovisual

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Devido à pandemia que assola o mundo inteiro, o setor do audiovisual conta com um prejuízo de 300 milhões de euros. O Jornal “Cidade de Tomar” falou com João Cabral, responsável pela FrentMaster-Audiovisuais,Lda, uma empresa que se dedica ao aluguer, venda e manutenção de equipamentos audiovisuais, a fim de saber como a pandemia está a afetar esta empresa, que dispõe de todo o tipo de equipamento necessário para realizar a produção de espetáculos, festivais, concertos, congressos, feiras, festas académicas, tournees e apresentações ou qualquer outro evento.

CT – Quando foi criada esta empresa, a FrentMaster-Audiovisuais?

João Cabral (JC) – A FrentMaster-Audiovisuais foi criada em março de 2015. Eu tinha tido outra empresa que encerrou e trouxe todo o know-how dessa outra empresa para a FrentMaster, atualizando-a com equipamento e tecnologia modernos.

CT – Quantos colaboradores tem a empresa?

JC – Diretos tem apenas um, depois indiretos, pessoas que trabalham a recibo verde e que são chamadas quando há trabalho, são oito.

Nuno Grácio

Leia a entrevista na íntegra na edição impressa, amanhã nas bancas, ou na edição digital.

Em tempos de pandemia, proteja-se – Adquira uma máscara reutilizável com o seu jornal “Cidade de Tomar”

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Porque vamos todos continuar a ter de nos proteger e a proteger os outros, adquira, na quinta feira, a sua máscara reutilizável com o jornal “Cidade de Tomar”.

Quinta feira nas bancas.

Jornal – 1 euro

Jornal e Máscara – 5 euros


Caraterísticas da máscara

Máscara de proteção facial, 3 camadas, lavável e reutilizável:

Exterior felpa 92% algodão 8% elastano 250gr.

Forro interior jersey 92% algodão 8% elastano 180gr.

Filtro TNT 80gr. (2 unidades por máscara)

Para reutilizar, retirar o Filtro TNT do interior e lavar a 60º, com detergente.

O filtro TNT também é lavável e reutilizável.

Ação disponível para os nossos assinantes na nossa sede:

Travessa da Cascalheira n.º 27, em Tomar.

Municípios da CIM do Médio Tejo distribuem computadores portáteis às escolas

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Desde o dia 21 de abril que está a ter lugar a distribuição de 750 computadores portáteis aos municípios e Agrupamentos de Escolas da região. A medida surge na sequência de deliberações do Conselho Intermunicipal da CIM do Médio Tejo.  

De acordo com uma nota de imprensa da da CIM do Médio Tejo, “pretendem os Municípios e a CIM do Médio Tejo garantir um contributo importante aos Agrupamentos de Escolas, especialmente, num contexto de emergência nacional devido à pandemia COVID-19, que levou ao encerramento das escolas.”

Deste modo, e porque se verificou a necessidade de disponibilizar recursos tecnológicos, de modo a salvaguardar que os alunos mais desfavorecidos e que não disponham de recursos tecnológicos adequados ao ensino à distância, tenham acesso a todas as ferramentas necessárias.

A iniciativa surge integrada no PEDIME- Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação no Médio Tejo, que contempla o programa intermunicipal “Miúdos Digitais”, com o objetivo de proporcionar aos alunos do pré-escolar e primeiro ciclo do ensino básico um primeiro contacto com os suportes digitais. 

No início deste ano letivo, já tinham sido disponibilizados cerca de 700 tablets no âmbito deste projeto e desta ambição, totalizando assim cerca de 1450 equipamentos ao serviço da educação. 

“A aquisição dos 750 computadores portáteis representa um encargo de cerca de 260 mil euros e conta com o apoio da União Europeia e do Portugal 2020, através do Fundo Social Europeu, no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro 2020”.

IPT cria e oferece viseiras de proteção a profissionais de saúde e instituições

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O Instituto Politécnico de Tomar (IPT), através do seu laboratório VITA.ipt, está a produzir viseiras de proteção, através de impressão 3D, para serem oferecidas aos hospitais da nossa região e outros que delas precisem. O Jornal “Cidade de Tomar” falou com o Eng. Pedro Neves (LEE-Lab.ipt), para ficar a conhecer mais sobre este projeto solidário em tempos de pandemia.

Elsa Ribeiro Gonçalves

1 – Em que consiste o projeto APT3D e como surge o IPT ligado ao mesmo?
Pedro Neves – Quando começaram a surgir os primeiros casos de Covid-19 e foi noticiada a falta de equipamento de proteção individual (EPI) para os profissionais de saúde, incluindo viseiras de proteção, iniciei a pesquisa de uma forma de as produzir usando as impressoras 3D que o Instituto Politécnico
de Tomar (IPT) possui nos seus laboratórios, nomeadamente no laboratório VITA.IPT. Nessas pesquisas surgiu com algum destaque o projeto APT3D, que consistia numa rede nacional de voluntários das mais diversas áreas do conhecimento, que se juntaram com o objetivo de partilhar com os seus conhecimentos relacionados com a impressão 3D de viseiras.
Decidi então juntar-me a esta rede de voluntários, tendo a ideia sido imediatamente bem acolhida e apoiada pela Presidência do Instituto Politécnico de Tomar. Deste modo, o IPT conseguiu uma forma de integrar a sua produção de viseiras numa estrutura de nível nacional ajudando a dar resposta aos muitos dos pedidos que iam surgindo de todo o país à APT3D. De momento a APT3D, que surgiu de um movimento de voluntários, já se encontra instituída como associação sem fins lucrativos para futuramente continuar a abraçar novas causas em que a impressão 3D possa ser um aliado.

2 – Quais os objetivos gerais do projeto e o que os motivou a aderir ao mesmo como voluntários?
A iniciativa APT3D surgiu no âmbito da iniciativa global “ProjectOpenAir”, de desenvolvimento de equipamentos de auxílio às equipas médicas da linha da frente no combate ao Covid-19, após se constatar a enorme falta de EPI’s. Para além das viseiras a rede da APT3D está de momento também a produzir pentes de suporte de máscaras, estando já à procura de outros equipamentos que sejam necessários e em que exista falta no mercado e possam ser impressos em 3D.

  • Leia a entrevista completa na edição que vai amanhã para as bancas

Ourém celebra o 25 de Abril

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O Município de Ourém vai celebrar o “Dia da Liberdade” num formato diferente do habitual, tendo em conta as medidas de combate à propagação da Covid-19 em vigor. Neste sentido, o 46º aniversário do 25 de Abril de 1974 será assinalado em formato online nas plataformas digitais do Município, com um vasto programa intitulado “Ourém e o 25 de Abril”.
Toda a programação dedicada à “Revolução dos Cravos” tem como objetivo celebrar a data e o que esta representa, mas também tratar as incidências no nosso concelho deste acontecimento que alterou decisivamente o futuro do nosso país. Neste contexto, ao longo do programa comemorativo que terá início na noite de 24 de Abril, serão disponibilizadas fotografias históricas do nosso concelho, captadas nas celebrações do 1º de Maio de 1974.
Ainda no 24 de Abril, a partir das 22h30, o Município de Ourém vai transmitir no seu Facebook o concerto “Abril em casa…mas Sempre!”, espetáculo com um repertório associado à “Revolução dos Cravos” e interpretado pelos artistas José Santos e Rui Sérgio. Após o concerto, os primeiros minutos do dia 25 de Abril contarão com a transmissão online de algumas músicas evocativas da data, com a presença imprescindível da “Grândola Vila Morena” e do Hino Nacional – “A Portuguesa”.
No “Dia da Liberdade” a programação inicia às 10h00 com a transmissão online e em direto, no Facebook do Município de Ourém, do momento solene do “Hastear da Bandeira” em frente à Câmara Municipal. O momento contará apenas com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, dos Vereadores da Câmara Municipal, do Presidente da Assembleia Municipal, João Moura e de um representante dos vários Presidentes de Junta de Freguesia concelhios. O “Hastear da Bandeira” será acompanhado do Hino Nacional, interpretado ao vivo pela artista oureense Sara Pedro. Seguir-se-á a transmissão online do discurso do presidente da Câmara Municipal de Ourém e já na tarde de 25 de Abril será disponibilizado o segmento “Memórias de Abril”, com quatro depoimentos de personalidades oureenses alusivos à data.

Médio Tejo com 135 casos: Torres Novas teve hoje mais seis casos de Covid-19

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Tomar mantém, hoje, dia 21 de abril, os mesmos casos, 16. No Médio Tejo há mais seis casos em Torres Novas, sendo agora o total 135 casos. Estão em vigilância ativa 540 pessoas. O número de pessoas contadas na investigação dos casos é de 1028. Há 29 casos recuperados.

Por concelhos, os números são os seguintes: Abrantes (17); Alcanena (10); Constância (2); Entroncamento (7); Ferreira do Zêzere (2); Mação (1); Ourém (34); Sardoal (1); Tomar (16); Torres Novas (33); Vila Nova da Barquinha (7); Sertã (4) e Vila de Rei (1).

Tomar: Empresa na Alameda Um de Março disponibiliza dispensador de álcool

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Quem passa na Alameda Um de Março, em Tomar, não deixa de reparar no que se encontra em frente às instalações da empresa RedFénix Engenharia: um dispensador de álcool. Neste caso, qualquer pessoa pode usar o equipamento sem ser preciso tocar em qualquer botão, uma vez que a máquina tem um sensor que deteta o movimento das mãos e automaticamente borrifa o líquido desinfetante.

Divulgamos a informação da empresa: “One Day Project_RedFénix Engenharia Projeto piloto desenvolvimento por colaboradores da RedFénix num único dia, disponível para a comunidade Tomarense na Alameda 1 de Março, em frente à nossa sede.

O álcool isopropílico ou isopropanol (99,8% de álcool) é utilizado diariamente no nosso laboratório em diversas intervenções técnicas. É o álcool mais recomendado neste período de pandemia decretado pela organização mundial de saúde, para desinfetar as mãos e evitar assim a propagação do COVID-19.

Gratuitamente e de forma consciente pode utilizar este ponto de desinfeção/higienização. A RedFénix reabastecerá, sendo que esta ação estará limitada ao stock existente. Temos conhecimento que há muita gente a querer comprar qualquer tipo de álcool mas já não existe para venda.

Disponibilizaremos para a comunidade Tomarense todo o stock que temos atualmente, em sistema de dispensador/sensor, que em condições normais daria para dois anos de uso em laboratório.

Seja consciente, este ponto de higienização dará para todos havendo uma utilização moderada e com bom senso. Proteja-se e estará também a proteger os seus”.

Serviços camarários estão a proceder ao controlo de pragas no meio urbano

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Os serviços do Município de Tomar estão a proceder ao controlo de pragas em meio urbano, iniciativa que se prolongará ao longo dos próximos dias, particularmente na zona do centro histórico.

PCP de Tomar quer que a câmara assuma o papel de defensora intransigente do rio Nabão

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A Comissão Concelhia do PCP de Tomar divulgou um comunicado sobre as descargas poluentes no rio Nabão, referindo-se à descarga do dia 16 de abril e considerando que “esta descarga, como muitas outras que se vão sucedendo, cada vez que chove com mais intensidade, só provam que alguém, aproveitando-se destas condições, de pluviosidade intensa, faz descargas, porque já está habituado, e passa impune sem que nada lhe suceda. Como já afirmámos várias vezes, tendo sido a última a 19 de dezembro de 2019, a autarquia tomarense tem que efetivamente se assumir como legítima e primeira entidade que pretende defender o património do concelho e o rio Nabão é o património maior de Tomar”.

Refere o PCP que a empresa intermunicipal Tejo Ambiente que gere neste momento os sistemas de abastecimento de água e saneamento básico e da qual é presidente do seu conselho de administração, a presidente da Câmara Municipal de Tomar, “ainda não apresentou à população do concelho de Tomar quais são os planos, para solucionar este grave problema ambiental, que vão ser desenvolvidos em Ourém e também em Tomar. Em Ourém onde as ETAR’S do Alto do Nabão e de Seiça que já não funcionam em condições, há muito tempo, e em que as redes de drenagem vindas desse concelho apresentam muitos problemas, para além de não haver separação entre as águas residuais e as águas pluviais. E em Tomar onde já foram identificados mais de uma dezena de focos de poluição ao longo do rio e sobre os quais nada se tem feito. A empresa intermunicipal Tejo Ambiente, porque é recente, ainda não deve ter tido tempo para definir a sua responsabilidade social e ambiental, mas isso não a impede de se pronunciar sobre as suas preocupações ambientais, caso as tenha, e sobre o impacto no ambiente destas descargas poluentes”.

Leia na edição impressa, quinta feira nas bancas, ou na edição on-line.

Foto: Paulo Marques