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Covid-19: instaladas 40 camas de campanha no CIRE

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De acordo com o Plano de Emergência Municipal revisto para a atual crise, foram hoje instaladas no CIRE, pelo Regimento de Infantaria 15, 40 camas de campanha.
Esta é mais uma solução para a eventual necessidade de alojamento temporário, nomeadamente para a necessidade de desinfeção de algum local de onde seja necessário transferir cidadãos.
A escolha do CIRE prende-se com várias condições das instalações, nomeadamente o ter cozinha própria.

Além de outros locais definidos no Plano de Emergência, na atual situação, também o quartel do RI15 está definido como local de isolamento destinado a entidades militares.

Esfera retirada do Pelourinho para limpeza e restauro

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Face a alguns cidadãos terem reparado que a esfera do Pelourinho de Tomar foi retirada do local, a câmara informa que: “A retirada e tratamento da esfera, resulta da recomendação técnica e na sequência do trabalho de limpeza e restauro dos elementos pétreos do Pelourinho, levados a efeito em 2016/2017, e na estratégia de valorização não só do monumento mas também da praça em que se insere, que ficou livre de carros e requalificada. A esfera apresentava vestígios de corrosão, cujas escorrências do óxido de ferro começavam a manchar a pedra do monumento”.

Refira-se que “se trata de um elemento em ferro, relativamente recente (menos de 100 anos), cuja aplicação no Pelourinho, efetuada sem quaisquer cuidados de proteção da pedra, levaram à fissuração da parte superior da pedra. Durante a intervenção foi retirado o espigão de ferro que se encontrava corroído e substituído o sistema de fixação da esfera por um veio em aço inox, a fim de evitar a continuação do fenómeno de corrosão”.

A futura selagem das fissuras da pedra após a reposição da esfera, bem como o trabalho efetuado até aqui, é da responsabilidade técnica de Fernando Costa, docente do Instituto Politécnico de Tomar.

Noventa voluntários na confeção de máscaras comunitárias

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A câmara iniciou, esta semana, a primeira fase da confeção de máscaras comunitárias. Na Canto Firme, a formadora Dália Dâmaso, organizou o atelier de costura, composto por voluntários, que trabalham na confeção de kits (tecido, elástico e arame) para depois serem distribuídos pelo município por todos aqueles que se voluntariaram para fazer as máscaras de proteção individual em sua casa ou na sua instituição.

Para já, ao todo são 90 voluntários: 30 voluntários do CIRE; 15 voluntários do SCOCS; 15 voluntários da Canto Firme e 30 voluntários em casa.

Numa altura em que o usos de máscaras será cada vez mais necessário, estas ações contribuem para que toda a população possa ter acesso a este tipo de proteção.

Mais de 2700 testes efetuados no primeiro mês de pandemia no CHMT

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O Serviço de Patologia Clínica, do Centro Hospitalar do Médio Tejo realizou, desde o início da declaração de pandemia pelo SARS-Cov2, mais de 2700 colheitas para testes ao Covid19.

A 23 de abril de 2020, os registos do Serviço de Patologia indicavam 2783 testes, dos quais resultaram 69 positivos, 2635 negativos e 67 inconclusivos.

O tempo médio de resposta para o resultado dos testes efetuados foi, com o primeiro laboratório contratado pelo CHMT, inferior a 15 horas. Muito recentemente o CHMT contratou um segundo laboratório que tem um tempo de resposta, também, abaixo das 24h00.

Até ao próximo domingo, dia 26 de abril, para além das colheitas já programadas, o Serviço de Patologia do CHMT, foi reforçado para responder ao pedido da Autoridade de Saúde do Médio Tejo, e realizar mais de 500 testes a bombeiros, profissionais das forças de segurança e profissionais de instituições que acolhem idosos.

Ao abrigo do Plano de Contingência do CHMT, ao novo coronavíus, o Serviço de Patologia do CHMT, reorganizou-se e, desde a primeira hora, manifestou a disponibilidade e capacidade acrescidas para fazer face a este novo desafio.

Notícia completa na edição impressa de 1 de maio.

141 casos no Médio Tejo e 34 recuperados

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Tomar mantém, hoje, dia 23 de abril, os 17 casos. No Entroncamento há registo para três novos casos e em Alcanena, um novo caso. Nos 13 concelhos do Médio Tejo regista-se um total de 141 casos. Estão em vigilância ativa 552 pessoas. O número de pessoas contadas na investigação dos casos é de 1040 e existem 34 casos recuperados.

Por concelhos, os números são os seguintes: Abrantes (17); Alcanena (11); Constância (2); Entroncamento (10); Ferreira do Zêzere (2); Mação (2); Ourém (34); Sardoal (1); Tomar (17); Torres Novas (33); Vila Nova da Barquinha (7); Sertã (4) e Vila de Rei (1).

Medidas de apoio à economia em tempo de Covid-19 – Moratória de Crédito

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A exemplo do que se passou com a criação de moratórias de crédito para os particulares, foram também criadas moratórias de crédito com o objetivo de proteger as empresas que registam quebras nos negócios devido à pandemia Covid-19, permitindo que adiem o pagamento das suas responsabilidades às instituições financeiras durante este período e prevenindo eventuais incumprimentos resultantes da quebra inesperada de rendimentos.

A moratória vigorará por 6 meses, até 30 de setembro de 2020. Durante este período, os contratos de crédito são suspensos; em contrapartida, o prazo contratado do crédito será estendido, no futuro, por mais 6 meses.

Durante este período, os beneficiários dos empréstimos não terão de pagar qualquer componente de capital ou juros, no sentido de possibilitar às empresas preservar as condições para manutenção da sua atividade.

Está proibida a revogação parcial ou total de todas as linhas de crédito já contratadas e dos empréstimos concedidos, garantindo a disponibilidade dos montantes já comprometidos a estes clientes, quer tenham ou não sido utilizados.

Esta moratória será aplicável a Empresários em Nome Individual (ENI), Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), associações em fins lucrativos e as demais entidades da economia social, Pequenas e Médias Empresas (PME) e outras empresas do setor não financeiro.

São abrangidos por esta moratória os empréstimos contraídos, bem como outras operações de crédito essenciais à atividade das empresas, incluindo leasing e factoring.

São excluídos os créditos para compra de valores mobiliários ou aquisição de posições em outros instrumentos financeiros, os créditos concedidos a beneficiários de regimes, subvenções ou benefícios, designadamente fiscais, para fixação de sede ou residência em Portugal incluindo para atividade de investimento (exceto Programa Regressar) e os créditos concedidos a estas entidades para utilização individual através de cartões de crédito.

Ficam excluídas as entidades com créditos em que exista mora ou incumprimento de prestações pecuniárias há mais de 90 dias junto das instituições financeiras.

Para solicitar o acesso à moratória, bastará o envio de declaração de adesão, por meio físico ou eletrónico, à entidade financeira que concedeu o financiamento, acompanhado dos comprovativos de situação regularizada junto da Autoridade Tributária e Aduaneira (Finanças) e da Segurança Social, não relevando até ao dia 30 de abril de 2020, para este efeito, as dívidas constituídas no mês de março de 2020.

Após receção dessa comunicação, a instituição financeira dispõe de 5 dias úteis para aplicar a moratória. Caso o cliente não preencha os pressupostos para beneficiar da moratória, a instituição tem 3 dias úteis para comunicar ao cliente.

Embora esteja prevista a moratória de capital e juros, ou seja, o cliente não terá de liquidar qualquer valor durante o período em que vigorar esta carência, o cliente poderá solicitar que a moratória seja aplicável apenas aos reembolsos/prestações da componente de capital (total ou parcialmente), liquidando normalmente os juros.

Poderemos então considerar dois cenários:

  1. Moratória com carência de amortização de capital e com pagamento regular dos juros, o que significa que as prestações passarão a ter apenas a componente de juros o que se traduz numa redução significativa do seu valor. Nesta situação, o capital que deveria ter sido amortizado no período de carência passará para o restante período de amortização do empréstimo, que será estendido por mais 6 meses.
  1. Moratória com carência de amortização de capital e sem pagamento regular dos juros, o que significa que durante o período dessa moratória, o cliente não vai pagar qualquer valor ao banco. Desta forma, o capital não amortizado passará para o prazo remanescente do empréstimo e juros não liquidados neste período serão capitalizados e, desta forma, adicionados ao capital em dívida.

Como todos perceberão, os bancos não irão “perdoar” o pagamento das prestações/reembolsos. Com ou sem moratória, os empréstimos terão de ser liquidados integralmente (capital e juros). Poder-se-á até pensar que, com as moratórias concedidas num contexto de baixas taxas de juro, devido aos valores negativos do indexante habitualmente utilizado (Euribor), quando os bancos retomarem a cobrança das prestações a taxa de juro poderá estar mais elevada, por via da subida do valor da Euribor, o que resultará, em primeira análise, num ganho para o banco.

Tal como referi no artigo sobre a moratória de crédito à habitação, a decisão de recorrer ou não recorrer à moratória é dos clientes bancários.

Em minha opinião:

  • Só deverão recorrer à moratória as empresas que, efetivamente, tenham essa necessidade;
  • Tendo essa necessidade, se puderem, recorram apenas a carência de pagamento de capital, liquidando regularmente os juros.

Paralelamente a esta medida foram também criadas outras Medidas de Apoio à Economia que poderão ser consultadas em:

  • Lay Off
  • Apoios à Tesouraria
  • Teletrabalho
  • Empresários em Nome Individual
  • Diferimento de Impostos e Contribuições
  • Portugal 2020
  • Sócios-gerentes.

Miguel Oliveira

Diretor coordenador regional da Decisões e Soluções

Município de Torres Novas comemora 25 de Abril nas plataformas digitais

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No seguimento do atual cenário de pandemia, e de forma a dar cumprimento a todas as recomendações de segurança emanadas pela Direção Geral de Saúde, o Município de Torres Novas irá promover as comemorações do 46.º aniversário do 25 de Abril de 1974 através sobretudo das suas plataformas digitais.

Nesse sentido, às 10h haverá o hastear da bandeira ao som do hino nacional na Praça 5 de Outubro, numa cerimónia que contará com a presença de apenas um elemento de cada partido representado na Assembleia Municipal, bem como do presidente desse mesmo órgão e do presidente da Câmara Municipal. Este momento será transmitido através das ferramentas de comunicação do Município.

Ao longo da manhã, serão publicadas no YouTube e no facebook do Município, as habituais intervenções partidárias, bem como dois apontamentos musicais: «Grândola Vila Morena», num desafio lançado ao Choral Phydellius, com gravação remota de cerca de 20 elementos, posteriormente compilada num vídeo único pelos serviços municipais, bem como o hino de Torres Novas, com imagens da cidade.

Desta forma, todos os munícipes poderão acompanhar às comemorações, sem sair de casa.

Simão Francisco, presidente da Canto Firme: “O nosso corpo docente teve que reinventar os seus métodos e adaptar o nosso tipo de ensino a esta realidade”

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Face aos tempos que estamos a viver, às dificuldades que todos atravessamos e às incertezas que temos, o Jornal “Cidade de Tomar” solicitou ao presidente da Canto Firme, Simão Francisco, que nos falasse um pouco sobre como esta instituição está a viver nesta situação de pandemia.

Cidade Tomar (CT) – Desde quando a instituição encerrou?

Simão Francisco (SF) – A Canto Firme de Tomar, detendo uma Escola Oficial do Ensino Especializado da Música, encerrou ao público logo após a decisão tomada e apresentada pelo Ministério da Educação.

CT – Existem aulas e/ou atividades a decorrer com os alunos online? Em que áreas?

SF – Todas as aulas do Conservatório de Artes da Canto Firme estão a decorrer de forma síncrona e assíncrona. Obviamente com as devidas adaptações, isto tendo em conta que a nossa tipologia de ensino é muito específica e de cariz muito prático. O nosso corpo docente teve que reinventar os seus métodos e adaptar o nosso tipo de ensino a esta nova realidade.

Leia a entrevista na íntegra na nossa edição impressa ou na digital.

“Rir talvez seja a melhor forma de aliviar o stress e a tensão”

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Se há algo que esta quarentena nos mostrou, especialmente nas redes sociais, foi que existem muitos talentos escondidos por aí. Manuela Santos, 48 anos e José Carlos Maçarico, 44 anos, estão ligados ao ligado Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira desde a sua fundação, 1988. Nesta fase de recolhimento determinada pelo Estado de Emergência que a pandemia obrigou, têm divertido os portugueses com os diálogos entre as personagens Manel e Albertina. “Quisemos manter o Rancho em actividade, passar algumas mensagens que achamos importantes neste tempo que estamos a viver e divertir as pessoas”, referem. Os vídeos, publicados na página do Facebook do Rancho, têm milhares de gostos e partilhas. Fomos perceber como tudo começou.

Como surgiu a ideia de darem vida ao “Manel” e “Albertina”?
Devido à pandemia Covid 19, houve a necessidade de cancelar todas as actividades do Rancho de Alviobeira, ao qual pertencemos. Para além do cancelamento das actividades, ficámos desde meados de março sem os nossos habituais ensaios à sexta feira. A ameaça da Covid 19 assim o exigiu e se as medidas nos causaram uma tristeza gigante e uma dor silenciosa, sabíamos que era a única possível nos tempos que correm.  Abril, é o mês do aniversário do Rancho, e como tal sempre foi vivido por este grupo, pelos seus familiares e pela comunidade, com uma alegria renovada.  As atividades multiplicavam-se ao longo do mês, o que nos levou a adotar o slogan: “Abril atividades mil”.

Se ao longo dos tempos fomos repartindo as nossas atividades ao longo de todo o ano, a verdade é que o mês do nosso aniversário nunca deixou de ser o nosso mês de eleição e o dia do nosso Festival de Folclore, “Aquele Dia”. Costumávamos dizer em tom de brincadeira que mesmo que chovesse picaretas, mesmo que tivéssemos que atravessar o atlântico, mudar turnos, vir a pé, queríamos estar presentes no Festival, era o dia da família e obrigatoriamente tínhamos que estar presentes. Se nos anos passados, o Abril foi vivido a cem à hora, com “borboletas” no estômago e recheado de emoções boas, daquelas que aceleram o coração e nos tornam verdadeiramente felizes, este ano a atitude a adotar foi de reflexão e ponderação. A situação causou em nós uma tristeza enorme.

Em vez de cruzar os braços e ficar sem nada fazer, quisemos manter em actividade o grupo, ainda que fosse apenas através das redes sociais.

Assim surge a ideia de utilizar o Manel e a Albertina, duas figuras (criadas para outras actividades realizadas pelo Rancho) engraçadas e divertidas e que podiam para além de animar as pessoas passar algumas mensagens importantes.

Os episódios são preparados/ensaiados ou são feitos na base do improviso? São feitos na base do improviso. A maioria é gravada à primeira tentativa e são feitos a partir da nossa casa.

Qual é o vosso objectivo com esta iniciativa?

Manter o Rancho em actividade, passar algumas mensagens que achamos importantes neste tempo que estamos a viver e divertir as pessoas.

Os tempos que estamos a viver são difíceis. Sabemos que a situação de stress que estamos a viver provoca consequências a nível psicológico:  ansiedade, medos, receio de contágio, solidão. Rir, talvez seja a melhor forma de aliviar o stress e a tensão.

Já tiveram alguma situação mais caricata com esta experiência?

Algumas pessoas começaram a tratar-nos por Albertina e Manel.

. Leia a entrevista completa na edição que vai para as bancas esta quinta-feira

Tomar com mais um caso de Covid-19

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Tomar tem, hoje, dia 22 de abril, mais um caso, passando agora a 17. Também em Mação, há registo para mais um caso. Nos 13 concelhos do Médio Tejo regista-se um total de 137 casos. Estão em vigilância ativa 543 pessoas. O número de pessoas contadas na investigação dos casos é de 1028 e existem 34 casos recuperados.

Por concelhos, os números são os seguintes: Abrantes (17); Alcanena (10); Constância (2); Entroncamento (7); Ferreira do Zêzere (2); Mação (2); Ourém (34); Sardoal (1); Tomar (17); Torres Novas (33); Vila Nova da Barquinha (7); Sertã (4) e Vila de Rei (1).