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Entroncamento, Torres Novas e Barquinha recebem VOLver – Programação Cultural em Rede

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Os concelhos do Entroncamento, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha recebem a programação Cultural em Rede – VOLver que tem como objetivo geral promover a qualificação e valorização do tecido cultural e artístico do Médio Tejo e fomentar a animação do património e a itinerância dos espetáculos e manifestações artísticas pelos concelhos envolvidos, através de uma programação cultural em rede/intermunicipal.

Durante o ano 2021 este projeto decorre de 18 de maio a 11 de dezembro e envolve três entidades parceiras, os Municípios do Entroncamento, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.

São vários os locais destes três concelhos que vão receber esta programação que incluí música, exposições, dança, teatro, Arte Urbana, cinema e conferências.

Este programa é cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Centro 2020.

Fernando Caldas Vieira: “A troca de ideias, independentemente dos resultados, vai ser muito importante para o concelho”

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Dando continuidade às entrevistas aos candidatos à Câmara de Tomar, nas Autárquicas de 2021, leia, esta semana, na edição impressa, amanhã nas bancas, a entrevista ao candidato do CDS-PP, Fernando Caldas Vieira.

Cidade Tomar – Para quem não o conhece, quer falar acerca da sua ligação a Tomar?

Fernando Caldas Vieira – A minha família é de Santarém, mas quando eu nasci vieram para Tomar, na década de 50. O meu pai era diretor delegado dos Serviços Municipalizados e a minha mãe professora no Colégio Nun’ Álvares. Andei no Colégio João de Deus e, mais tarde, na escola primária na Várzea Grande. Mais tarde o meu pai foi trabalhar para o Castelo do Bode e mudámo-nos para lá. Foram os anos mais felizes da minha vida, pois na altura, as férias de verão duravam três meses e, no meu caso, foram passadas entre banhos no rio Zêzere e na piscina. Em 1973 fui para Lisboa para seguir os estudos, formei-me em Engenharia Eletrotécnica e depois arranjei emprego na Central do Carregado. Durante esses tempos, a vida que estabeleci por Lisboa não me trouxe muitas vezes a Tomar, mas há uns anos a vida mudou. Aposentei-me e passei a ter outra disponibilidade. A minha esposa também é tomarense, tem cá família e temos cá casa.

 – O engenheiro já há muito que assiste, com algumas intervenções, nas reuniões de câmara. A política foi algo que sempre lhe interessou?

Há alguns temas que me sensibilizaram e decidi intervir. Durante a minha vida profissional não houve espaço para a política, pois achei que devia dedicar-me ao meu trabalho, não é fácil conciliar tudo e nunca gostei de misturar as coisas, mas sempre me interessei. Até considero que todos somos políticos e participar, discutir e aparecer são direitos dos cidadãos. Mas nunca me filiei em nenhum partido. Lembro-me das vivências da juventude em que, entre 75 e 80, estudava no Técnico e foi uma época complicada, mesmo em relação ao exercício de liberdade até para estudar. Nas eleições democráticas para o Conselho Diretivo, as opções que tínhamos era ou o PCP ou a UDP. Mais tarde tive algum envolvimento na Juventude Centrista e nas listas da AD.  No último ano da universidade, fui o representante dos alunos na lista do PSD/CDS para o Conselho Diretivo.

– Sempre foi, então, um homem de direita?

Sim, as minhas posições sociais e de intervenção sempre estiveram mais próximas da direita. Nunca tive uma deriva de esquerda. Até como referência tenho os primeiros anos do professor Freitas do Amaral e não percebo a sua aproximação ao PS e ao governo de Sócrates. O que admiro num político é a sua coerência e tenho a certeza de que, dificilmente, concorro por outro partido em futuras eleições.

Ana Isabel Felício/Elsa Lourenço

Rio Nabão: autarcas de Tomar e Ourém ouvidos na Assembleia da República

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Na terça feira, dia 20 de abril, os autarcas de Tomar e de Ourém foram ouvidos numa audição perante a Comissão Parlamentar de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território, na Assembleia da República, tendo ambos saudado o anúncio feito pelo Ministro do Ambiente sobre o investimento de cerca de 22 milhões de euros para resolver a poluição do rio Nabão. Na audição participaram os deputados eleitos pelo distrito de Santarém Hugo Costa (PS), João Moura (PSD), António Filipe (PCP) e Fabíola Cardoso (BE).

Na audição, Anabela Freitas criticou a atuação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), em todo o processo, afirmando que esta entidade tem sido “um entrave” e apelando a que o parlamento intervenha, no sentido de que a instituição “trabalhe ao lado dos autarcas e não contra”. Frisou que não basta realizar o investimento para resolver o problema, sendo necessário assegurar a devida fiscalização.

O autarca de Ourém, Luís Albuquerque, referiu-se às ETAR’s, que têm vindo a ser responsabilizadas pela poluição no Nabão, em particular a de Seiça, referindo que as mesmas estão a funcionar abaixo da capacidade para a qual foram dimensionadas e que os municípios têm vindo a trabalhar numa solução conjunta para o problema que leva a que essa capacidade se esgote em dias de chuva.

O presidente da APA, Nuno Lacasta, que deveria ser ouvido pela comissão a seguir aos autarcas pediu a alteração da data, tendo a sua audição ficado marcada para a próxima terça feira, dia em que serão igualmente discutidos os projetos de resolução apresentados pelos vários partidos.

“Templários” na receção aos alunos do secundário no AET

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O Agrupamento de Escolas Templários (AET) assinalou o regresso do secundário às aulas presenciais, na segunda feira, dia 19 de abril, com a presença de figurantes da associação ThomarHonoris no papel de templários.

Foi uma forma diferente de receber os alunos que estiveram cerca de três meses em casa com ensino à distância.

Escalões de formação das modalidades de médio risco já podem retomar treinos

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Os treinos dos escalões de formação das modalidades desportivas de médio risco voltam a ser permitidos a partir de hoje, segunda feira, após 13 meses de paragem global, no início da terceira fase do plano de desconfinamento em Portugal.

Depois do regresso da prática de desportos de baixo risco e da atividade física ao ar livre ou em ginásios e academias até quatro pessoas, em 5 de abril, o Governo decidiu prosseguir a estratégia de reabertura deste setor face à pandemia de Covid-19.

No lote de novidades estão as principais modalidades coletivas, casos do andebol, basquetebol, futebol, futsal, hóquei em patins e voleibol, cujas divisões profissionais prosseguiram durante o segundo confinamento geral, em vigor desde 15 de janeiro.

Nessa altura tinha estagnado a retoma dos escalões jovens, ensaiada desde o segundo semestre de 2020, que passou agora a impor a realização obrigatória de um teste negativo ao novo coronavírus até 72 horas antes do início das atividades desportivas.

A expetativa é minimizar os danos da pandemia na formação, que, apesar de se ter reinventado à distância, reteve apenas 89.792 atletas dos quase 252.704 inscritos nas federações de andebol, basquetebol, futebol, hóquei em patins e voleibol em 2019/20.

Foi ainda decidido pelo Governo estender a atividade física ao ar livre até grupos de seis pessoas, mantendo os ginásios sem aulas de grupo em quase todos concelhos do território continental.

A exceção são quatro concelhos que recuam à primeira fase de desconfinamento e outros seis que vão continuar inseridos na segunda etapa durante a próxima quinzena.

Com Lusa

Manuel Dias, Beatriz Guilherme e Maria Pinto vencedores em Abrantes, no Torneio de Abertura de Pista 2021

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Resultados muito interessantes para os atletas do U. Tomar na primeira prova da época de Ar Livre, o Torneio de Abertura de Pista 2021, que decorreu, no sábado, 17 de abril, na pista do Estádio Municipal de Abrantes, organizado pela Associação de Atletismo de Santarém.

E o destaque entre os atletas unionistas começa logo pelas vitórias de Manuel Dias, no salto em altura (1,80m) e nos 300 metros (35”81), de Beatriz Guilherme, também nos 300 metros (45”81), e ainda de Maria Pinto, na prova de 3000 metros (11’00”22)!

Ricardo Galvão alcançou a marca de qualificação para o Campeonato Nacional de Juvenis (caso a tabela se mantenha idêntica à do ano transato) ao correr os 300 metros em 37”95!

Recordes pessoais ainda para 15 atletas unionistas: Mariana Pereira (100m e 300m), Tiago Costa (lançamento do dardo e 300m), Carolina Félix (100 metros e lançamento do dardo), Pedro Oliveira (100m e 300m), Luís Victoriano (300m), Ricardo Galvão (100m), Henrique Lopes (3000m), Rita Silva (3000m), Leonor Tolda (3000m), Ricardo Fonseca (3000m), Marisa Nunes (salto em comprimento), Ricardo Saldanha (300m), Vasco Rosa (300m), Miguel Mendes (300m) e Carlos Governo (300m)!

Embora com muitos condicionalismos – inscrições limitadas e sem a presença de público -, motivados pela pandemia de Covid-19, participaram nesta prova abrantina 95 atletas em representação de 13 clubes.

A próxima competição prevista é o Campeonato Regional de Provas Combinadas, a realizar em Setúbal (organização conjunta das associações de atletismo de Setúbal, Santarém e Lisboa), no fim de semana de 1 e 2 de maio.

Luís Santos é o candidato pelo Bloco de Esquerda à Câmara de Tomar

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A Coordenadora Concelhia de Tomar do Bloco de Esquerda (BE) decidiu propor Luís Santos para candidato à Câmara Municipal de Tomar, nas próximas eleições autárquicas. Luís Santos foi também o candidato do BE há quatro anos, em 2017.

Luís Santos é natural de Tomar, tem 54 anos, é casado e tem três filhos. Exerce a profissão de enfermeiro e é também licenciado em Medicina Tradicional Chinesa.

Foi candidato nas listas do Bloco de Esquerda à Assembleia de Freguesia de Santa Maria do Olival em 2005, tendo sido eleito, à Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere em 2013, e à Câmara Municipal de Tomar em 2017.

Luís Santos foi delegado sindical do SEP, sendo um profissional empenhado na luta dos enfermeiros pela dignificação da profissão e melhores condições de trabalho.

Foi vice presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Enfermagem Dr. Ângelo da Fonseca em Coimbra, tendo sido também eleito pelos seus colegas para o órgão de gestão da mesma escola.

Faz parte da Comissão de Festas dos Tabuleiros, foi presidente da Assembleia Geral  das Escolas de Futebol de Tomar e vogal na direção do Sporting de Tomar, onde também foi atleta federado nas modalidades de ginástica, basquetebol e futsal.

Foi presidente da Associação de Estudantes da ESSMO, tendo sido essa a primeira Associação de Estudantes a ser reconhecida legalmente em Tomar e que reintroduziu os Bailes de Gala de finalistas. Atualmente faz parte da direção da Associação dos Antigos Alunos do Liceu de Tomar.

Foi escuteiro do CNE e fundou o Núcleo de Tomar da Associação de Escoteiros de Portugal (já desativado). Foi ainda coralista na Canto Firme.

Patrícia Sampaio sofreu lesão no combate de repescagem e foi eliminada do Europeu de judo

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Patrícia Sampaio classificou-se em sétimo lugar no Campeonato da Europa de Judo, competição que terminou na tarde de hoje, domingo, no Altice Arena, em Lisboa.

A judoca tomarense, dentro dos lugares de qualificação (14.ª no ranking internacional) para os Jogos de Tóquio’2020, não teve a sorte no sorteio da categoria de -78 kg, ao encontrar no duas francesas de grande palmarés.

Ainda assim, na manhã de hoje, domingo, Patrícia entrou (na 2.ª ronda) a eliminar a belga Sophie Berger (39.ª), por ippon em 40 segundos, mas depois, na tentativa de chegar às meias-finais, não resistiu à francesa e vice-campeã olímpica Audrey Tcheumeo (9.ª), por ippon.

Relegada para as repescagens, Patrícia encontrou então outra francesa, Fanny Posvite (3.ª), mas teve de abandonar o combate, equilibrado, aos 49 segundos, em grande dificuldade física (depois de uma ação no chão) devido a uma lesão (micro-rotura) na perna esquerda.

Recorde-se que a judoca da Gualdim Pais, bicampeã europeia de Juniores, vinha da recuperação a uma operação, após fratura com luxação na perna direita, no Grand Slam da Hungria, em 27 de outubro de 2020.

Foto: Carlos Ferreira (EJU)

Carta Arqueológica do Concelho “As origens de Tomar” dá a conhecer património arqueológico

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O Complexo Cultural da Levada, em Tomar, acolheu na manhã de domingo, 18 de abril, Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, a sessão de apresentação da Carta Arqueológica do Concelho “As origens de Tomar” da autoria do arqueólogo Carlos Batata.

Anabela Freitas, presidente da Câmara de Tomar, salientou a importância desta obra pelo facto do vasto património arqueológico do concelho estar, pela primeira vez, sistematizado. “Serve como ferramenta não só, para cada um de nós, conhecer melhor o nosso passado, a nossa história, as nossas memórias mas que também serve como um documento académico para quem estuda e se debruça sobre o nosso território.

Obra vai estar à venda no Posto de Turismo de Tomar a partir de 19 de abril



Carlos Batata referiu que “dar à estampa uma obra destas é sempre uma mais valia para qualquer concelho” sendo que a ideia desta carta arqueológica passa por revelar os achados arqueológicos que se vieram a verificar no decorrer das obras, mais concretamente, desde que a legislação começou a obrigar os promotores de obras a terem arqueológos a acompanhar os trabalhos.

  • Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Convento de Cristo abre novos espaços no Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

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Foram inaugurados neste domingo, 18 de abril, dia Internacional dos Monumentos e Sítios,  os espaços requalificados da portaria filipina, nomeadamente a sala polivalente e a loja do Convento de Cristo. A cerimónia contou com a presença do Diretor Geral do Património Cultural (DGPC), Bernardo Alabaça que, à semelhança dos restantes convidados, teve a oportunidade de assistir a alguns momentos de animação por parte da Associação ThomarHonoris.

Animação Thomarhonoris

Durante esta manhã foi ainda inaugurada a exposição, “A arte funerária como retrato de vida de uma Comunidade – Cabeceiras e tampas de sepultura do acervo UAMOC / Convento de Cristo”, que integra um significativo núcleo funerário, de lápides, estelas e tampas tumulares, recolhido pela União dos Amigos dos Monumentos da Ordem de Cristo (UAMOC) desde o início do séc. XX. uma assinado um protocolo entre o Instituto Politécnico de Tomar (IPT) e a DGPC tendo como objeto o desenvolvimento de projetos no domínio da preservação do património cultural.

Bernardo Alabaça (DGPC) com o presidente do IPT, João Coroado após a assinatura do protocolo

“Estamos a cumprir aquela que é nossa obrigação, depois da salvaguardada do património, que é de disponibilizá-lo para ser fruído, depois de investigado e divulgado”, salientou Bernardo Alabaça.

  • Notícia desenvolvida na próxima edição semanal