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Dois milhões de euros para requalificar margens no Flecheiro

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A Câmara de Tomar reuniu, na quarta feira, com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), uma reunião que já estava marcada há algum tempo e que versou o rio Nabão em duas áreas. Por um lado, foi abordado o assunto na sequência das palavras do Ministro do Ambiente que assumiu a questão da despoluição do rio já com financiamento garantido. Foi igualmente abordado o programa REACT que permite a antecipação das verbas do próximo Quadro Comunitário de Apoio com as regras do atual.

Segundo avançou a presidente da câmara, Anabela Freitas, à comunicação social, hoje, dia 30 de abril, será assinado, em Coimbra, um financiamento de dois milhões de euros para intervenção nas margens no Flecheiro, onde se pretende construir uma zona verde.

Disse ainda Anabela Freitas que a APA mostrou-se colaborante para trabalhar na construção dos emissários e coletores que não seja em leito de rio e mostrou-se “recetiva a trabalhar connosco no processo de execução nas ETAR’s e a montante das mesmas”.

No seio da Tejo Ambiente serão iniciados os procedimentos necessários para avançar com as intervenções num momento “em que a APA está alinhada com as pretensões dos tomarenses há muitos anos”, disse a autarca.

Anabela Freitas frisou, no entanto, que “depois de resolvidas as questões da despoluição, o rio tem de continuar a ser monitorizado”.

A reunião realizou-se com os representantes regionais da APA, mas o vice presidente da Agência fez questão de ligar à presidente da câmara no final da reunião.

Exposição “20 Anos de Histórias” da Tuna Templária é inaugurada esta tarde

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É inaugurada, hoje, às 18h00, na Casa Vieira Guimarães, a exposição fotográfica da Tuna Templária de Tomar intitulada “20 Anos de Histórias”. A exposição estará patente até 30 de maio.

A Tuna convida todos para visitarem esta exposição e conhecerem um pouco mais do seu percurso através de imagens (e não só), que marcaram sem sombra de dúvida a sua história.

Centro de Estudos em Fotografia de Tomar apresenta conferência online

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O Centro de Estudos em Fotografia de Tomar(CEFT) apresenta, no próximo dia 5 de maio, pelas 17h30, uma conferência online com a fotógrafa Luísa Ferreira, moderada por João Henriques, fotógrafo e programador no projeto Fotografia e Território, do CEFT. 

Em finais de 2020, o CEFT – Centro de Estudos em Fotografia de Tomar lançou a iniciativa “Fotografia e Território”, a qual se materializou inicialmente na criação do site https://fotografiaeterritorio.ceft.pt/, que pretende vir a ser uma referência sobre projetos com ligações a Portugal.  

Pode assistir à conferência através do Facebook Streaming – https://www.facebook.com/Centro-De-Estudos-Em-Fotografia-De-Tomar-354070468558032.

Curiosidades sobre a autora…

Luísa Ferreira (Lisboa, 1961). Fotógrafa independente, vive e trabalha em Lisboa. É Mestre em Design e Cultura Visual – Estudos de Fotografia, pela Escola Superior de Design (IADE), escola onde é também professora. Começou a fotografar profissionalmente em meados dos anos 1980. Enquanto fotógrafa, integrou a equipa de fotojornalistas fundadores do jornal Público e trabalhou para a agência de notícias norte americana Associated Press. Expõe individualmente com regularidade desde 1989, desenvolvendo projetos pessoais que incluem por vezes a edição de livros. 

Integrou a exposição Au Féminin. Women Photographing Women 1849-2009, no Centro Cultural Calouste Gulbenkian, Paris, 2009. Expôs nos Encontros de Imagem de Braga nos anos 1994, 1995 e 1996 e nos Encontros de Fotografia de Coimbra em 1994. Foi Primeira Escolha nos Recorridos Fotográficos da ARCO98 (Madrid) com Éter. Recebeu o Prémio Autores 2019, Artes Visuais, Melhor Trabalho de Fotografia pela sua exposição branco, na Galeria Monumental (Set / Out 2018), um projeto desenvolvido a partir do auto-retrato para construir a noção de ficção identitária, que incluiu a edição de um catálogo/livro de artista com o mesmo título. É Professor Adjunto Convidada na Escola Superior de Educação do IPS (Setúbal, desde 2013). Prepara doutoramento na FCSH, Universidade Nova de Lisboa.  luisaferreira.com.

IPT assina protocolo de cooperação com Federação Cabo-Verdiana das Associações Comunitárias

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O Instituto Politécnico de Tomar (IPT) assinou um protocolo de cooperação com a Federação Cabo-Verdiana das Associações Comunitárias (FCAC). 

Esta cerimónia que, decorreu de forma virtual, contou com a presença do presidente do IPT, João Coroado, do vice presidente do IPT, Nuno Madeira, da responsável pelo Gabinete de Relações Internacionais do IPT, Conceição Catroga, do presidente da FCAC, Denilson Santos Monteiro e da responsável pelas Relações Internacionais da FCAC, Ana Varela. 

Este protocolo tem como objetivos a formação e capacitação de jovens; a criação de contingentes de vagas para os estudantes internacionais especificamente destinados a candidatos de nacionalidade cabo-verdiana; o reforço da capacidade Institucional das organizações juvenis dos dois países; a promoção da solidariedade entre os povos Português e Cabo-Verdiano bem como a participação bilateral e a disseminação das atividades das duas organizações. 

Junta de Casais/Alviobeira e Câmara de Tomar assinam protocolo de cedência do Albergue de Calvinos

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Foi assinado, esta tarde, o protocolo de cedência do Albergue de Calvinos, integrado no Caminho de Santiago, no edifício da antiga escola primária de Calvinos, União de Freguesias de Casais e Alviobeira.

Atendendo que o albergue mais próximo se situa na Asseiceira, este albergue permitirá aos peregrinos dormirem nos Calvinos e na etapa seguinte dormir em Alvaiázere.

Tanto o presidente da União de Freguesias de Casais e Alviobeira, João Luís Alves, como a vereadora Filipa Fernandes, destacaram a importância deste espaço para os peregrinos dos Caminhos de Santiago de Compostela e também para os moradores da localidade que veem agora este espaço reabilitado, espaço que muitos frequentaram até à antiga 4.ª classe. Refira-se que o Albergue vai contar com a colaboração da Associação de Calvinos.

Notícia completa na edição impressa de 7 de maio.

Bons Sons: viver a aldeia renovada em 2022

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Pela segunda vez, o festival Bons Sons fica adiado. O 11.º Bons Sons – que tinha data prevista de 12 a 15 de agosto de 2021 – será adiado para o próximo ano, realizando-se de 12 a 15 de agosto de 2022.

Segundo a organização, “este adiamento acontece por diversas razões. Por um lado, há a consciência de que não estão reunidas as condições para se realizar o Bons Sons da forma como o conhecemos, como o vivemos e como consideramos que um festival desta natureza e neste local deve ser. Por outro lado, há razões bem mais positivas, a longo prazo, que justificam também este adiamento. Finalmente, após tantos anos, serão realizadas, em 2021, as tão ansiadas obras de requalificação do largo (Largo do Rossio) e do centro de Cem Soldos – área ocupada pela quase totalidade do recinto do Bons Sons. Esta requalificação significa o aumento da qualidade de vida das pessoas que habitam e que visitam a aldeia, melhorias nas infraestruturas, no saneamento básico e drenagem de águas, na pavimentação de vias e áreas de lazer, na iluminação/eletricidade, no mobiliário urbano, na circulação das pessoas e dos automóveis e na organização do estacionamento”.

Os bilhetes já adquiridos são válidos para 2022. No entanto, se por algum motivo alguém não puder estar presente, deve contactar através do e-mail bilhetes@bonssons.pt entre 16 de agosto e 2 de setembro de 2021, de acordo com a legislação. Outras dúvidas e questões sobre este assunto podem ser enviadas para o mesmo e-mail.

A organização agradece “todo o apoio, amor e força que temos recebido do público, bem como de artistas, técnicos, agentes, parceiros, serviços da região, fornecedores, imprensa e toda a comunidade que vive o organiza o Bons Sons. Vem viver a aldeia renovada em 2022”.

Retomada a cobrança de títulos de transporte nos TUT’s a partir de 1 de maio

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A partir do próximo dia 1 de maio será retomada a cobrança de títulos de transporte nos Transportes Urbanos de Tomar e os passes e pré-comprados deverão renovados no Balcão Único do Município de segunda a sexta, das 9h00 às 13h00.

27.º Congresso da Sopa será uma edição especial

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Este ano e devido às atuais contingências, o Mouchão não será o palco de degustação como de costume, mas poderá saborear as diversas sopas nos restaurantes aderentes durante o fim de semana de 8 e 9 de maio.

Estes oferecem a sopa mediante uma despesa de valor igual ou superior a 5€.

Associação de Turismo Militar Português apresenta roteiro

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A Associação de Turismo Militar Português – ATMPT apresenta o Roteiro de Turismo Militar, um projeto nacional em constante crescimento e atualização, dotado de um conjunto de serviços direcionados à promoção do turismo militar em Portugal. A plataforma do Roteiro é lançada no dia 30 de abril, às 10h00, através dos meios de comunicação digital, na página www.turismomilitar.pt.

O Roteiro de Turismo Militar agrega um conjunto de rotas temáticas associadas à história militar nacional, que visam promover e divulgar recursos, equipamentos e serviços turísticos e culturais nacionais, no sentido de contribuir para a estruturação da oferta de Turismo Militar existente em Portugal. As rotas são dotadas de uma programação dinâmica e serão lançadas faseadamente. Nesta primeira fase são apresentadas a Rota da Guerra Peninsular e a Rota dos Castelos e Muralhas do Mondego.

Este projeto está a ser desenvolvido em parceria com os municípios nacionais e conta com o apoio da Direção Geral do Património Cultural, das Entidades Regionais de Turismo do Centro de Portugal, da Região de Lisboa, do Alentejo e Ribatejo, do Algarve e da Madeira, da patrimonio.pt, da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos Animação Turística e Eventos, da Ordem dos Pobres Cavaleiros do Templo de Jerusalém e da Rede de Castelos e Muralhas do Mondego.

Hugo Costa: “Temos de encontrar formas de nos aproximar dos cidadãos ou através de assembleias temáticas ou de sessões descentralizadas”

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Tal como os candidatos à câmara, vão surgindo os nomes dos candidatos à Assembleia Municipal de Tomar pelos diversos partidos. O Jornal/Rádio Cidade de Tomar falou, esta semana, com o candidato do PS, Hugo Costa, que também é deputado na Assembleia da República e presidente da Federação do PS de Santarém.

Cidade Tomar – Que balanço faz deste mandato da Assembleia Municipal de Tomar?

Hugo Costa – A assembleia municipal é o órgão da democracia por excelência em cada concelho, é o órgão onde mais grupos políticos estão representados e é o órgão de fiscalização da câmara, onde são debatidos os principais documentos. Quero destacar o papel do presidente deste órgão, José Pereira, que de forma excelente tem conduzido este órgão e tem tido a capacidade de criar consensos, sendo o debate parlamentar sempre feito de forma justa e correta. Portanto, o balanço deste mandato é positivo. Foi um mandato em que o PS fez o seu papel, o PSD fez o seu papel de oposição, tal como o BE e a CDU e a câmara fez também o seu papel. Nos últimos tempos, a pandemia foi um desafio para todos.

– Há representantes das forças políticas com menor implantação com pouco tempo para intervirem nas assembleias, chegando-se ao ponto de outros partidos disponibilizarem tempo. É algo que pode mudar?

Tal como na Assembleia da República, o tempo é atribuído consoante a representação parlamentar e o número de deputados. É uma questão que pode ser vista e ser ajustada na questão do regimento. O PS sempre disponibilizou tempo e nunca ninguém deixou de falar por não ter tempo.

– As assembleias temáticas também deixaram de realizar-se e as moções e/ou recomendações ficam-se pelas sessões…

Neste mandato recordo a realização da assembleia temática sobre a educação, as comissões reuniram com alguma frequência até à pandemia, situação que veio condicionar as atividades, mas é de destacar a capacidade da assembleia e do seu presidente em adaptar a realidade às diversas circunstâncias. Posso dizer que a nível da saúde, foi feito um trabalho relevante pela comissão. Quero também lembrar as sessões da assembleia no Dia do Concelho, dia 1 de março, e no 25 de Abril que, precisamente, devido à pandemia, este ano foram diferentes. Estas sessões foram incluídas no regimento com toda a dignidade. Quanto aos documentos analisados (moções/recomendações), são dirigidos ao município. Posso dizer que na Assembleia da República as pessoas estão ali a tempo inteiro com meios e condições que nenhuma assembleia municipal tem. É sempre possível melhorar, pegando em bons exemplos, e melhorando.

Leia esta entrevista na íntegra na edição impressa, hoje nas bancas.

Ana Isabel Felício/Elsa Lourenço