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Mercado Municipal de Tomar a conta gotas por conta da pandemia

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Terça-feira, 14 de abril, meio da manhã e contam-se pelos dedos os clientes que estão no interior do Mercado Municipal de Tomar. Antes de aqui chegarmos, pela Rua Amorim Rosa e Av. Norton de Matos notámos mais estabelecimento de portas abertas e pessoas nas ruas da cidade. Já passou um mês desde que foi recomendado o confinamento social. No exterior do edifício do mercado, encontrámos duas, três pessoas, de máscaras e luvas. Entramos e a primeira diferença que encontramos foi nas viseiras que alguns vendedores tinham colocadas. No talho, quem atendia preferia fazê-lo de máscara. O negócio, por estes dias de pandemia covid-19, é feito a conta gotas, confessam à nossa reportagem, lamentando a ausência de clientes.

  • Leia a reportagem na edição que já está nas bancas

Manuela Lopes vive e trabalha na Suíça: “O contacto com a família é feito via telefone ou via net”

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Com mais ou menos impacto, o vírus chegou a todos os cantos do mundo. Como tal, procuramos obter um testemunho de um tomarense que esteja a viver fora e que nos descrevesse o ambiente nesse país, em tempo de pandemia.

Deixamos o testemunho de Manuela Lopes que também vive e trabalha na Suíça. Diz que neste país as regras são como em Portugal: “Há quem as cumpre e outros não. Na questão hospitalar não há visitas para doentes. O contacto com a família é feito via telefone ou via net e redes sociais. É mantida a distância de uns para os outros, quer seja nos hospitais, quer seja nos supermercados, mantendo-se um a dois metros de distância. Eu trabalho no meio hospitalar e estou a trabalhar. Quanto ao regresso não é para já. Mas as férias, quem sabe, no verão, pois por hora está tudo fechado, as fronteiras e aviões. A mensagem que deixo aos tomarenses e não só é que fiquem em casa, lavem bem as mãos, deixem sair quem tem de ir trabalhar por vocês. Muita coragem, isto vai passar”.

Maria do Céu Pazeiro vive e trabalha na Suíça: “Não convivo com absolutamente ninguém a não ser no trabalho”

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Com mais ou menos impacto, o vírus chegou a todos os cantos do mundo. Como tal, procuramos obter um testemunho de um tomarense que esteja a viver fora e que nos descrevesse o ambiente nesse país, em tempo de pandemia.

Deixamos aqui o testemunho de Maria do Céu Pazeiro, tomarense, que vive e trabalha na Suíça. “A situação por cá, na Suíça, como por todo lado vive se com muita apreensão. Vai haver muito desemprego e muitas pessoas vão ficar endividadas, sem poder de compra. O que a Suíça quer evitar a todo custo, sendo que não deixar de trabalhar é também imperativo. Temos, neste momento, 22000 infetados num país de apenas 8 milhões. No entanto há também quem esteja a levar tudo isto muito a sério e ainda há também quem não percebeu muito bem a gravidade. Por cá há imensas pessoas que não indo trabalhar e porque está bom tempo, aproveitam para ir passear e estar com amigos etc. A polícia começou agora a tomar medidas muito severas.

Eu, em particular, continuo a trabalhar, pois sou auxiliar num lar de idosos e o cenário não é dos melhores. O meu dia a dia resume-se em sair de casa às 5h30 para ir (direta ao purgatório) e regressar a casa ao fim do dia.

Leia a notícia completa na edição impressa ou na digital.

Mais uma descarga poluente no rio Nabão

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Mais um dia de chuvas, mais um dia em que o rio Nabão voltou a ser alvo de nova descarga poluente.

Hoje, pela manhã, a espuma e cor voltam a manchar o rio.

Foto: Paulo Marques

Ferreira do Zêzere: dois detidos por furto em residência

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O Comando Territorial de Santarém, através do Posto Territorial de Ferreira do Zêzere, deteve, no dia 15 de abril, um homem e uma mulher, de 45 e 39 anos respetivamente, por furto no interior de uma residência, em Areias, Ferreira do Zêzere.

Após denúncia de que estaria a decorrer um furto no interior de uma propriedade, onde dois suspeitos terão entrado através de escalamento, os militares moveram diligências tendo-os intercetado já na sua residência, na posse de duas peças furtadas, uma talha em barro e uma coluna tipo romana em pedra.

Os suspeitos, ao serem abordados pela patrulha junto dos objetos furtados, confessaram o furto, tendo sido constituídos arguidos e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Tomar.

Retirada da grua nas obras do Hotel República

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A obra do Hotel República, na praça da República, continua à velocidade possível, pela segurança de todos.

O dia de hoje ficou marcado pela retirada da grua, que decorreu sem problemas.

Tomar mantém números mas Entroncamento, Torres Novas e Sertã com mais casos de Covid-19

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Tomar tem, hoje, dia 16 de abril, os mesmos casos, 16, mas o Entroncamento (mais 3), Torres Novas (mais 3) e Sertã (mais 1) surgem com mais casos.

No Médio Tejo são agora 119 casos. Estão em vigilância ativa 535 pessoas. O número de pessoas contadas na investigação dos casos é de 991. Há 17 casos recuperados.

Por concelhos, os números são os seguintes: Abrantes (17); Alcanena (10); Constância (1); Entroncamento (6); Ferreira do Zêzere (2); Mação (1); Ourém (32); Sardoal (1); Tomar (16); Torres Novas (23); Vila Nova da Barquinha (6); Sertã (3) e Vila de Rei (1).

Agência Funerária Mendes revela como são realizados os funerais em tempo de pandemia

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Foto: rfi.fr

Devido à pandemia da Covid-19, uma das alterações na vida das pessoas, além do isolamento, foi na forma como se despedem dos seus ente queridos, na hora da morte. Neste sentido, foram tomadas várias medidas que restringem o número de pessoas nos funerais.

O “Cidade de Tomar” solicitou a algumas funerárias que se pronunciassem acerca da forma como tudo está a ser feito. Quais as principais recomendações que receberam para os funerais; Quantas pessoas podem participam; Que cuidados os funcionários têm; Se as famílias têm aceitado bem as restrições e qual é o espírito vivido nesses momentos.

Segundo Humberto Mendes, da Funerária Mendes, de Tomar, a principal recomendação que foi dada às agências funerárias, foi no sentido de evitarem ao máximo os aglomerados de pessoas, seja por que motivo for e evitar também ao máximo o contacto com os corpos, uma vez que o risco de contágio, pelo que se sabe, é existente, redobrando as agências, por isso, os cuidados no manuseio do corpo.

Também os velórios foram desaconselhados, como se sabe e nos funerais apenas pode participar a família direta, no máximo dez pessoas, conforme decidido pela Câmara de Tomar, isto no caso de não estar confirmada a infeção de Covid-19 por parte do defunto. Neste caso, as restrições por parte do município são totais, ou seja, “não é permitida a entrada de pessoas” (conforme edital).

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Casa “Os Faguntas”: idosos entendem situação que se vive

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A Casa “Os Faguntas” – Apoio a idosos – no Corujo, União de Freguesias de Madalena Beselga, conta com cerca de 20 utentes e oito funcionárias em ação direta.

Segundo Helga Carvalho, responsável pelo lar, foram tomadas todas as medidas aconselhadas quer pela Direção Geral de Saúde (DGS), quer pela Segurança Social. “Temos seguido todas as orientações, tudo o que tem sido recomendado, temos feito”, afirma.

Quanto ao material de proteção, diz que não têm tido falta: “Não tivemos ajuda na oferta de material, mas temos adquirido, além disso, já tínhamos algum material porque já usávamos, não usávamos era com tanta frequência”, diz.

Além da desinfeção dos espaços levada a cabo pela junta de freguesia, o próprio lar também procedeu à desinfeção de alguns espaço, exemplo do pátio.

Foi também tomada como medida o cancelamento de visitas, logo a 7 de março. Os utentes falam com a família através de telefone, vídeo chamadas e o lar tem colocado fotos na sua página de Facebook para a família ver que eles estão bem.

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Lar “Raízes do Nabão”, na Pedreira: instituição defende realização de testes a todos os trabalhadores

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Com o intuito de dar a conhecer como está a ser ultrapassada esta situação causada pela pandemia Covid-19 nos lares de Tomar, o “Cidade de Tomar” falou com os responsáveis destas instituições a fim de saber quais as principais medidas adotadas para combater este vírus, quais as principais dificuldades sentidas no dia a dia face a esta situação e o estado de espírito dos utentes neste momento.

O Lar “Raízes do Nabão”, na Pedreira, conta com 53 idosos na resposta Estrutura Residencial para Pessoas Idosas e 14 no serviço de apoio domiciliário. Os funcionários são 37.

Quanto a medidas adotadas, desde a primeira foram adotadas todas as recomendações da Direção Geral de Saúde- DGS e da Segurança Social e os alertas da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade – CNIS e Câmara Municipal de Tomar.

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