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Início da semana sem novos casos

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Hoje, segunda feira, dia 11 de maio, não se registam novos casos no Médio Tejo. O número de pessoas contactadas na investigação dos casos é 1136 e o número de pessoas em vigilância ativa é 610. Os casos recuperados são hoje 101.

Por concelhos, os números totais são os seguintes: Abrantes (21); Alcanena (11); Constância (3); Entroncamento (13); Ferreira do Zêzere (2); Mação (2); Ourém (37); Sardoal (1); Tomar (19); Torres Novas (42); Vila Nova da Barquinha (7); Sertã (4) e Vila de Rei (1).

Círio de Nossa Senhora da Piedade nomeado para as 7 Maravilhas da Cultura Popular

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As Paróquias de Tomar congratulam-se com a nomeação do Círio de Nossa Senhora da Piedade às 7 Maravilhas da Cultura Popular. Esta candidatura que foi efetuado no passado mês de março veio agora aprovada pelo Conselho Científico que a aceitou e nomeou para a próxima fase.

As primeiras notícias escritas sobre estas Celebrações remontam a 1880, realizadas em diversas datas, dependendo de quem as organizasse. No que toca às Festividades desenvolvidas pela Paróquia, estas ocorriam perto do dia 8 de setembro, sendo atualmente realizadas no segundo domingo desse mês, perto da memória litúrgica de Nossa Senhora das Dores, celebrada a 15 de setembro.

Este Círio, percorre a parte da cidade, saindo da Mata Nacional dos Sete Montes, de onde saem cavalos, burros, o Pendão, as fogaças, banda e os gaiteiro, até à Igreja de São João Baptista, onde este cortejo se transforma em procissão com a entrega do Círio à cavaleira, que o transportará. Seguem até à Ermida de Nossa Senhora da Piedade, o único Santuário dedicado a Nossa Senhora na Diocese de Santarém, onde decorre a Eucaristia com bênção das ofertas e em agradecimento pelas graças concedidas. Os resultados da próxima fase serão conhecidos no mês de junho onde passarão 7 candidaturas de cada um dos distritos e regiões autónomas, passando essas às fases seguintes.

CDS-PP defende o prolongamento da não cobrança de estacionamento em Tomar até ao fim das obras na Várzea Grande

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A Comissão Política do CDS-PP de Tomar defende que a não cobrança das zonas tarifadas ao ar livre, deve permanecer após o período Covid-19 até ao termino das obras na Várzea Grande.

Considera o CDS-PP Tomar esta medida “prática, funcional e útil para quem trabalha e vive em Tomar”.

Esta medida apresentada pelo CDS-PP de Tomar “deve-se na tentativa de minimizar a dificuldade de estacionamento que a população tem sentido nos últimos meses desde o início das obras, que é já anterior ao estado de emergência. Reforçamos igualmente o nosso apoio ao Município de Tomar relativamente a todas as medidas que o executivo tome na defesa da população tomarense. Apelamos para que os testes sejam ainda mais alargados, como aos lojistas e profissionais ao domicílio”.

O CDS-PP de Tomar reforça o apelo para que “todos mantenham as medidas de segurança, não vacile na sua responsabilidade civil enquanto agente de saúde pública. Estamos certos que juntos iremos todos superar esta situação”.

“Estamos a falar de muitos milhões que deixam de entrar na economia local”

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Na sequência da decisão do Governo em proibir a realização de Festivais de música até 30 de setembro, medida que afeta, entre outros, a realização do Festival Bons Sons de Cem Soldos, o jornal “Cidade de Tomar” obteve um comentário por parte do vice-presidente da autarquia, Hugo Cristóvão, para ficarmos a saber em que medida esta determinação impacta o concelho.

Em relação aos eventos concelhios que ficam inviabilizados de se realizarem, Hugo Cristóvão admite que “ficarão seguramente muitos eventos por realizar, ainda que neste momento não seja ainda possível afirmar com total assertividade quais”.

De acordo com o mesmo, “falta conhecer com detalhe a decisão governamental” sendo que poderão também vir a existir adaptações para que alguns eventos possam acontecer com formato distinto do planeado e/ou em calendário diferente, dependendo do evoluir da pandemia.

“Em todo o caso, dos grandes eventos de organização direta do município, é evidente que a“Festa Templária” que se realizaria em julho não se realizará. Talvez venha a acontecer um pequeno apontamento simbólico no Outono”, adianta.

Estavam ainda previsto um novo grande evento para setembro, o Festival de artes de rua, que congregava o “Festival de Estátuas Vivas” e o “Fanfarrão, Festival de Fanfarras e Artes de Rua”, que ainda para mais sendo novo e toda a sua organização ser diferente, não se realizará.


– Leia o desenvolvimento deste artigo na próxima edição semanal

Deputado Hugo Costa intervém sobre garantias de apoio social extraordinário aos gerentes das microempresas

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O Deputado de Santarém, Hugo Costa, realizou uma intervenção no debate sobre a garantia de apoio social extraordinário aos Gerentes de empresas, realizado na quarta-feira, 6 de maio. 
Hugo Costa começou por referir que “a crise económica decorrente da crise sanitária terá fortes consequências no emprego no curto prazo” sendo, por isso, necessário garantir a manutenção dos postos de trabalho e a liquidez das empresas. A este nível, sublinhou a autorização da Comissão Europeia para empréstimos de valor de 13 mil milhões euros e ainda os  incentivos a fundo perdido que foram disponibilizados às empresas às microempresas, para além das medidas de moratória nos empréstimos e no arrendamento.
Relativamente ao “layoff” destacou que esta resposta do Governo permite o apoio financeiro extraordinário para pagamento de remunerações, isenção de pagamento de contribuições e a atribuição de 635 euros por cada posto de trabalho e apoios à formação sendo que estão igualmente previstas medidas de apoio aos recibos verdes e a sócios gerentes sem trabalhadores. 
O deputado do PS referiu que estas medidas estão em constante análise “para garantir que ninguém fique de fora injustamente” e de modo a gerir os naturais recursos  que são escassos, procurando-se evitar o aumento galopante do desemprego.”Estes apoios vão ser alargados nos apoios aos sócios gerentes previsivelmente a empresas até 10 trabalhadores, ou seja as microempresas, além de uma eventual mexida no valor de faturação”, sublinhou.
“Defendemos que as medidas devem ser, em primeiro lugar, para quem mais precisa, com equidade e justiça. Todos conhecemos sócios gerentes de pequenas indústrias, de comércio ou do setores comerciais e restauração que necessitam deste urgente apoio”, frisou. 
Hugo Costa referiu que os sócios gerentes estão mais próximos da realidade dos trabalhadores independentes, do ponto de vista jurídico sendo que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista tem defendido esta posição de alargamento de apoio uma vez que devem ser tomadas medidas de forma justa e com equidade. “Estamos disponíveis para trabalhar na resolução deste problema dos sócios-gerentes”, concluiu. 

Compradores de hortícolas fizeram enorme fila em Tomar junto dos vendedores

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Depois de alguma tinta gasta e de malhar em ferro frio, na necessidade mais que necessária, óbvia, objetiva e segura (desde que se fossem criadas condições) na passada sexta feira, dia 8 de maio, no exterior do mercado os vendedores de plantas foram autorizados a “montar a sua banca”.

Nem todos, dizem-nos alguns, pois a Câmara de Tomar, através de quem de direito não os avisou. As fotos não mentem e nas redes sociais via-se uma fila enorme. As pessoas, à distância de segurança, comprarem os pepineiros, os tomateiros, courgets, abóboras, alfaces, alho francês, couves e rabanetes e cebolo que a época de plantio já estava a passar.

Porém, no sábado – e os sábados é dia de excelência para quem trabalha e vive fora – ir ao mercado, os mesmos já ali não estavam, sinal evidente de quem gere estas autorizações não “percebe nada de hortas” nem das necessidades prementes de um clientela que não está toda aposentada, nem tem as sextas feiras livres. No acesso ao edifício do mercado referem que o número máximo de pessoas é muito reduzido, dado o espaço disponível e que essa obrigatoriedade de acesso, excessiva, faz enormes filas, e hoje ninguém está para esperar. Alguns vendedores referem que estas imposições, não ajudam nada à débil economia em termos de vendas do mercado de Tomar.

Até quando estas contingências?

Maldito vírus!

António Freitas

Um novo caso de Covid-19 no Entroncamento

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Hoje, dia 10 de maio, há um novo caso de Covid-19, registado no Entroncamento. O número de pessoas contactadas na investigação dos casos é 1102 e o número de pessoas em vigilância ativa é 607. Os casos recuperados são 98.

Por concelhos, os números totais são os seguintes: Abrantes (21); Alcanena (11); Constância (3); Entroncamento (13); Ferreira do Zêzere (2); Mação (2); Ourém (37); Sardoal (1); Tomar (19); Torres Novas (42); Vila Nova da Barquinha (7); Sertã (4) e Vila de Rei (1).

Cancelamento do Bons Sons gera perdas de 3,5 milhões para região de Tomar

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O cancelamento do festival Bons Sons, na aldeia de Cem Soldos, traduz-se numa quebra de 3,5 milhões de euros para a região, estima a organização do evento que regressa de 12 a 15 de agosto de 2021.

“Acolhemos, respeitamos e compreendemos a decisão” de cancelar todos os festivais até 30 de setembro, disse a organização Bons Sons, na aldeia de Cem Soldos, no concelho de Tomar, que hoje anunciou o reagendamento da 11.ª edição do festival para os dias 12 a 15 de agosto de 2021.

Organizado pelo Sport Club Operário de Cem Soldos (SCOCS), o festival tem um impacto económico estimado em 3,5 milhões de euros “cuja perda se vai refletir em toda a região”, afirmou à agência Lusa o diretor artístico do Bons Sons, Miguel Atalaia.

As perdas afetam “artistas, técnicos, agentes, fornecedores, parceiros”, mas também “o comércio da aldeia para o qual os dias do festival são uma lufada de ar fresco e a hotelaria da região que nesse período tem um elevado índice de ocupação”, sublinhou.

As características únicas do festival “organizado por uma aldeia que se une em regime de voluntariado”, envolvendo todas as gerações na preparação do cartaz, montagem de palcos e criação de espaços para receber milhares de pessoas, torna “difícil adiar o encontro entre o público e a população”.

Mas, sublinha Miguel Atalaia, Cem Soldos “é uma aldeia resiliente que terá a capacidade de ser reinventar para a próxima edição” e o cancelamento do festival não porá em causa “os projetos comunitários que vivem muito da dinâmica do Bons Sons e que são também assentes no voluntariado e nas parcerias”.

De acordo com a organização o festival tinha já esgotado os 1.500 bilhetes postos à venda na primeira fase e vendido grande parte dos ingressos disponibilizados na segunda fase de vendas.

“Aguardamos a clarificação sobre a devolução dos bilhetes ou a entrega de vales, mas acreditamos que a maioria do público do Bons Sons reverte as entradas já pagas para a edição do próximo ano”, afirmou Miguel Atalaia, lembrando que muitos ingressos são adquiridos “muito antes de ser conhecido o cartaz”.

Em comunicado, a organização referiu hoje que mais que um festival, o Bons Sons “é uma aldeia em manifesto” e que SCOCS teve, ao longo dos 13 anos e 10 edições realizadas, que “reaprender a manter uma comunidade ativa”.

Em tempo de pandemia o desafio é agora “adaptar-se nestes tempos imprevistos, estranhos e muito difíceis”, estando já a ser planeada “uma retoma controlada e segura de atividades, eventos e serviços, repensando formatos e causas, aproveitando para encetar novas formas de organização comunitária que respeitem, integrem e envolvam todos”.

Antes de 2021, adiantou Miguel Atalaia, Cem Soldos “encontrará forma de sinalizar a data em que o festival se realizaria este ano”, prometendo para agosto a realização de iniciativas a anunciar.

Organizado desde 2006 pelo SCOCS, o Bons Sons manteve-se bienal até 2014, passando depois a realizar-se anualmente.

A aldeia de Cem Soldos é fechada e o seu perímetro delimita o recinto que acolhe 10 palcos integrados nas ruas, praças, largos, igreja e até garagens e lagares.

São os cerca de 1.000 habitantes da aldeia que organizam e montam o festival, ao longo do qual acolhem e servem os visitantes, numa partilha que distingue o Bons Sons dos restantes festivais nacionais.

O Governo anunciou na quinta-feira a proibição de festivais em Portugal até 30 de setembro devido à pandemia de covid-19.

CityHack 2020: Inscrições abertas até 20 de maio

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Os Institutos Politécnicos de Tomar, Castelo-Branco, Guarda e Portalegre com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian anunciam a 4ª edição totalmente à distância do Projeto CityHack – Isto é Transição Digital para o Bem.

O CityHack é um evento sob a forma de uma maratona tecnológica que decorre nos dias 30 e 31 de maio, com a duração de 24 horas, e que visa o desenvolvimento de soluções tecnológicas para as cidades e a melhoria da qualidade de vida.

A edição de 2020 é dedicada ao tema da Transição Digital para o Bem que pretende contribuir com ideias e soluções inovadoras e disruptivas que contribuam de forma decisiva para apoiar os diversos atores da nossa sociedade a dar os passos essenciais no processo da transição digital.

O CityHack para além de incentivar os participantes a apresentar soluções tecnológicas para a melhoria da qualidade de vida nas cidades, reconhecendo, valorizando e retendo talentos, tem, ainda, como objetivo criar condições para a concretização das ideias geradas.

O evento superiormente apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do projeto Hack for Good inserido no programa Gulbenkian de Coesão e Integração Social, marca este ano a diferença por promover um desafio inovador, sob a forma de maratona de 24 horas totalmente à distância, e realizado em simultâneo pelos Institutos Politécnicos de Tomar, Castelo-Branco, Guarda e Portalegre. Nesta edição contamos ainda com a presença de uma das melhores plataformas de inovação aberta, a Taikai.

Podem candidatar-se equipas de 3 a 5 elementos, que sejam alunos de Universidades e Institutos Politécnicos, em que pelo menos dois sejam oriundos de áreas tecnológicas. A equipa poderá incluir dois elementos que não frequentem o ensino superior.

As equipas vencedoras irão receber prémios monetários no valor de 8000€ bem como diversos prémios oferecidos por alguns dos patrocinadores desta edição. O primeiro prémio – Hack for Good – é de dois mil euros e é patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian. Cada um dos Institutos Politécnicos envolvidos irá atribuir prémios de 1000 e 500 Euros para segundos e terceiros lugares respetivamente.

Nas três edições anteriores estiveram presentes mais de 200 participantes, divididos em 50 equipas oriundas de mais de 20 instituições de ensino.

 Mais informações e inscrições em: www.cityhack.pt

Criação de empresas sofreu queda abrupta no distrito

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Durante o mês de abril foram criadas apenas 26 empresas em todo o distrito de Santarém, segundo a NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém.

Um número que representa uma queda abrupta em relação ao anterior mês de março em que tinham sido constituídas 79 sociedades no distrito de Santarém, e muito inferior ao do passado mês de fevereiro, em que foram constituídas 109 sociedades e ao de janeiro em que foram criadas 160 empresas.

Em comparação com abril de 2019, mês em que foram criadas 83 novas empresas no distrito, e abril de 2018, em que se registaram 100 novas sociedades, também se verifica uma acentuada quebra no número de novos negócios.

Coruche e Santarém foram os concelhos com maior número de sociedades constituídas, cinco cada um. Seguem-se Benavente e Ourém com três novas empresas cada um. Torres Novas, Salvaterra de Magos e Entroncamento registam duas novas empresas criadas cada um. Tomar, Cartaxo, Alcanena e Abrantes são os restantes concelhos que registaram uma nova empresa cada um.

No que respeita a setores de atividade, distinguem-se a cultura de arroz com três novas empresas e o comércio a retalho com duas novas sociedades.

O total do capital social das empresas constituídas atingiu o montante de 237.957€, o que dá uma média de 9.152,19€/empresa.

De registar ainda que a maioria dos gerentes das novas empresas continuam a ser homens (69%), sendo apenas 8 as mulheres à frente das 26 novas empresas criadas (31%).