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Presidente da Junta de Paialvo internado no hospital de Leiria

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Amâncio Ribeiro, presidente da Junta de Freguesia de Paialvo, está internado no hospital de Leiria por ter sofrido um princípio de enfarte do miocárdio, ontem, dia 28 de abril.

Quando se sentiu mal, o presidente da junta ainda se deslocou ao hospital de Tomar mas foi transferido para o de Leiria.

Ao autarca desejamos rápidas melhoras.

Cemitérios da cidade abrem dia 2 de maio, mas com regras apertadas

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Os cemitérios da cidade de Tomar irão reabrir no próximo sábado, dia 2 de maio, mas com as regras necessárias nesta época de pandemia. Assim, tendo em conta os condicionalismos impostos pela atual situação epidemiológica, foi determinado a sua abertura a partir do dia 2 de maio, devendo ser respeitadas as seguintes regras:

– O número máximo de permanência de pessoas no seu interior, em simultâneo, é de 25 pessoas no Cemitério de Santa Maria dos Olivais e de 60 pessoas no Cemitério de Marmelais.

– Só poderão permanecer 2 pessoas junto de cada campa, jazigo ou gavetão dos ossários.

– Sempre que se realize um funeral, o cemitério encerra aos visitantes uma hora antes do seu início, reabrindo após o funeral.

– Não estará disponível o fornecimento de água nem dos equipamentos necessários a trabalhos de limpeza e manutenção.

– Os sanitários encontram-se encerrados.

– O não cumprimento do estipulado poderá levar ao encerramento imediato do cemitério.

Além destas regras, volta a recomendar-se a todas as pessoas que observem medidas de distanciamento social, de higiene das mãos e de etiqueta respiratória, em todas as circunstâncias.

Médio Tejo: quarto dia sem casos de infeção e com 43 pessoas recuperadas

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Desde sábado, dia 25 de abril, que o Médio Tejo não tem casos novos de Covid-19. Estão em vigilância ativa 557 pessoas. O número de pessoas contadas na investigação dos casos é de 1044 e 43 pessoas estão recuperadas.

Por concelhos, os números são os seguintes: Abrantes (17); Alcanena (11); Constância (2); Entroncamento (10); Ferreira do Zêzere (2); Mação (2); Ourém (34); Sardoal (1); Tomar (17); Torres Novas (34); Vila Nova da Barquinha (7); Sertã (4) e Vila de Rei (1).

Refira-se que nos números que vão surgindo todos os dias, não há subtrações, mesmo quando as pessoas têm alta da doença ou da vigilância.

Turismo de Portugal cria Selo “Estabelecimento Clean & Safe” para as empresas do Turismo

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O Turismo de Portugal irá reconhecer as empresas do setor do Turismo que cumpram as recomendações da Direção-Geral da Saúde para evitar a contaminação dos espaços com o SARS-CoV-2 (novo coronavírus).

Os Empreendimentos Turísticos, as empresas de Animação Turística e as Agências de Viagens e Turismo que pretendam obter o selo “Estabelecimento Clean & Safe” deverão cumprir o conjunto de disposições presentes na «Declaração de Compromisso» que estará disponível nas plataformas digitais do Turismo de Portugal relativas ao registo das empresas turísticas: Registo Nacional de Empresas Turísticas (RNET), Registo Nacional de Animação Turística (RNAT) ou Registo Nacional Agências de Viagens e Turismo (RNAVT).

Só depois de submetida nas plataformas atrás referidas a Declaração de Compromisso por parte das empresas, é que estas ficam com a possibilidade de utilizar o Selo em causa, seja nas suas instalações físicas, seja nos canais e plataformas de divulgação e venda.

O Selo atribuído a cada empresa estará associada ao seu número de Registo RNET, RNAT, ou RNAVT.

O Turismo de Portugal, em coordenação com as entidades competentes, irá realizar auditorias aleatórias aos estabelecimentos aderentes.

Esta medida, articulada com a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e com contributos de outras associações do setor, procura sensibilizar os empreendimentos para os procedimentos mínimos a adotar e incentivar a retoma do setor do turismo a nível nacional e internacional, reforçando a confiança de todos no destino Portugal e nos seus recursos turísticos.

Em breve empresas de outras áreas de atividade irão poder aceder a este selo através do Balcão do Empreendedor (ePortugal.gov.pt).

Enquanto a Delegada de Saúde não der luz verde não será permitida a venda de sementes e plantas no mercado

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Foi apresentada, em reunião de câmara, na segunda feira, a proposta dos vereadores do PSD, no sentido de serem criadas condições para a venda de sementes e plantas no mercado municipal, dentro das regras de segurança alimentar exigidas.

Sobre este assunto, o vereador Hélder Henriques referiu que a feira semanal está suspensa e era neste local onde se vendia este tipo de produtos.

Disse que enquanto a Delegada de Saúde do ACES do Médio Tejo não der luz verde, não será permitida a venda destes produtos, avançando que foram divulgados sete estabelecimentos sediados em Tomar neste setor, que contêm o que é essencial e que as pessoas têm hipótese de encomenda do que não está disponível.

O vereador espera que a feira semanal comece a abrir por fases (primeiro as frutas, depois as roupas, e outras atividades como a alimentação confecionada), após aval da Delegada de Saúde do ACES do Médio Tejo.

Terceiro dia seguido sem infeções de Covid-19 no Médio Tejo

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Desde sábado que o Médio Tejo não tem casos novos de Covid-19. Mantêm-se, assim, os 142 casos. Estão em vigilância ativa 555 pessoas. O número de pessoas contadas na investigação dos casos é de 1044 e existem 41 casos recuperados.

Apesar de nos últimos dois dias não terem sido registados quaisquer casos de infeção no Médio Tejo, as autoridades estão preocupadas com o evoluir da situação pois os riscos e os perigos de infeção vão continuar

Esta manhã, em declarações à Rádio Cidade de Tomar, a Delegada de Saúde, Maria dos Anjos Esperança, alertou para o facto de os dados indicarem que por alguma razão o grupo etário mais afetado pela Covid-19 é o das pessoas com idades entre os 30 e os 39 anos e isso explica-se porque serão estas as pessoas que mais saem de casa por várias razões entre elas profissionais.

Com o levantamento das restrições, mais serão aqueles que vão sair de casa e o perigo é que a taxa de infeção (aquela que determina o nível de contágio) será muito maior. Ou seja, todos nós teremos que redobrar os cuidados que já hoje conhecemos.

Por concelhos, os números são os seguintes: Abrantes (17); Alcanena (11); Constância (2); Entroncamento (10); Ferreira do Zêzere (2); Mação (2); Ourém (34); Sardoal (1); Tomar (17); Torres Novas (34); Vila Nova da Barquinha (7); Sertã (4) e Vila de Rei (1).

Deputado Hugo Costa defende medidas excepcionais em tempos excepcionais na audição ao Ministro da Economia

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No âmbito da Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, o Deputado de Santarém, Hugo Costa (PS) participou na quarta-feira, 21 de abril, na Audição do Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira.

O Deputado de Santarém e coordenador do PS na Comissão Parlamentar começou por sublinhar que “tempos excecionais obrigam a medidas excecionais”, reconhecendo a resposta forte do Ministério da Economia, que permitiu garantir o emprego e impedir que o medo não alastrasse a todo o território económico, dando um sinal de confiança aos portugueses.

Do ponto de vista económica, disse que trabalhadores e empresas responderam de forma satisfatória, sublinhou. “Senhor Ministro, concorda que os bons resultados na saúde contribuem para uma boa resposta na economia”, questionou.  

Hugo Costa referiu que a crise pandémica, terá enormes consequências na redução do no somatório do nosso valor acrescentado, aquilo que os economistas designam por PIB, em simultâneo com grandes consequências no emprego. No início da crise, a questão que preocupava os portugueses era a distribuição e  o reabastecimento mas “a  resposta do nosso país não podia ter sido melhor”.  O deputado questionou o Ministro sobre como classificou esta resposta.

Em relação às respostas do Governo, a nível de empresas e manutenção do Emprego, destacou o “lay off” – a que recorreram dezenas de milhares de empresas – entre muitas outras medidas, questionando qual o custo. Na resposta o ministro falou em mais de 2 mil milhões de euros por mês.

No que concerne ao Turismo, um dos sectores mais afectados por esta crise, questionou como vai ser feita a gestão de fundos comunitários. “Acreditamos no nosso turismo e na capacidade, e na sua qualidade para responder a estes desafios”, disse, acreditando que a União Europeia deve encontrar nesta crise as respostas necessárias para uma solução justa e solidária.

A nível de financiamento o Governo a alargar o montante das linhas de crédito com garantia de Estado até 13 mil milhões de euros, assim como os setores abrangidos, considerou que “é crucial injectar dinheiro na economia” uma vez que é essa “a chave da liquidez das nossas empresas”. Em relação a este ponto, Hugo Costa questionou o Ministro sobre como classifica a resposta do sistema bancário e a procura das e se a questão das garantias pessoais estão ou não inerentes.

A outro nível, questionou como estão as medidas de defesa do consumidor e combate à especulação de preços, tendo o governo – e bem – lançado medidas com vista a restringir o lucro de produtos como o álcool, ou as máscaras para além da fixação administrativa do preço do gás de botija, uma matéria muito debatida nesta comissão na última legislatura.

“É altura de começar, como tem apresentado o Governo, a reabrir a economia. O comércio local, os cabeleireiros, entre outros estão entre os primeiros a abrir portas, segundo indicou o Governo. É importante essa abertura gradual. Assim como também muitas empresas mudaram o seu foco produtivo na crise. Este é um bom exemplo”, disse, na certeza que os agentes económicos portugueses vão saber responder a esta crise da melhor forma. 

Carlos Trincão nomeado consultor externo do município para assuntos relacionados com a Rota Europeia dos Templários

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Foi aprovada, por unanimidade, na reunião de câmara, a nomeação de Carlos Trincão para consultor externo, não remunerado, do município para assuntos relacionados com a Rota Europeia dos Templários e projetos associados, como a criação da Rota Nacional dos Templários. Para a nomeação, foi feita votação individual, com recurso à urna.

A presidente da câmara, Anabela Freitas, referiu que Carlos Trincão tem acompanhado esta temática há bastante tempo.

Delegação da Ordem dos Advogados de Tomar associa-se a algumas juntas para recolha de bens alimentares

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A Delegação da Ordem dos Advogados de Tomar associou-se a algumas juntas de freguesia (Urbana, S. Pedro e Sabacheira) a fim de dirigir um apelo a toda a população para recolha de bens alimentares e não só para que se possa ir suprindo as dificuldades de muitas pessoas. Os donativos deverão ser entregues na Delegação da Ordem, devendo as pessoas contactar Sílvia Serraventoso (916 007 747) ou Vasco Marques (966 081 607).

Esta Delegação tomou, também, a iniciativa de proporcionar aos colegas da Comarca a possibilidade de participarem ou realizarem vídeos de esclarecimento sobre temas jurídicos atuais. Estas intervenções terão um caráter gratuito.

CIM do Médio Tejo distribui equipamento de proteção individual

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A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo procedeu à aquisição de equipamentos de proteção civil e material diverso, que começaram a ser entregues junto dos seus municípios associados.

Os equipamentos e materiais têm como destino equipar os profissionais das instituições de solidariedade social e de proteção civil, com o objetivo de fazer face à pandemia da Covid-19, que está a assolar o país.

Num investimento que ronda cerca de 200 mil euros, tem chegado aos municípios materiais diversos como: máscaras, toucas, fatos de proteção, batas, proteções oculares reutilizáveis, óculos de segurança, luvas, aventais e mangas descartáveis, cobre sapatos, soluções alcoólicas para desinfeção de mãos, entre outros.

De referir que, aquando das consultas efetuadas ao mercado para fornecimento dos equipamentos e materiais, verificou-se um quadro de uma generalizada procura a nível nacional, bem como a nível internacional, onde a diminuição de produtos e os constrangimentos à circulação de bens foram uma realidade.

Contudo, numa atitude persistente, a CIM do Médio Tejo encetou todos os esforços para garantir às entidades prestadoras de cuidados, nomeadamente, às instituições de solidariedade social e de proteção civil, os equipamentos de proteção individual. Este processo de aquisição poderá ser continuado mediante as necessidades que se verificarem na região do Médio Tejo.