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Leões de Tomar permitiram o empate ao Trissino… depois de uma formidável reviravolta!

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Um empate que… sabe a pouco! Depois de uma excelente recuperação no marcador (de 0-2 para 3-2), o Sp. Tomar/IPT acabou por sofrer um golo na reta final do embate com o Hockey Trissino e, assim, ao somar apenas um ponto nesta terceira jornada, perdeu a oportunidade de assumir a liderança do Grupo A da Liga Europeia.

Vinda de uma exibição descolorida em Valongo (na quarta feira, , que valeu… a quarta derrota no campeonato (por claro 5-1), a equipa leonina tinha pela frente um grande desafio… diante de adversário que só sabia ganhar, nos 14 jogos já realizados esta época – 12 na fase regular da Série A1 (lidera, portanto, destacado o campeonato italiano) e dois na Liga Europeia!

Contudo, a fase inicial deste encontro (disputado no Pavilhão Jácome Ratton porque o Municipal ‘Cidade de Tomar’ estava reservado para as Eleições Legislativas) não correu de feição aos pupilos de Nuno Lopes.

A equipa italiana colocou-se em vantagem logo no minuto 4, por Giulio Cocco (ex-FC Porto), num remate frontal (a bola bateu na caneleira de Francisco Veludo… e acabou dentro da baliza!).

Os leões de Tomar tentavam reagir ao golpe, mas tinham pela frente um inspirado guarda-redes Stefano Zampoli…

E, já no minuto 12, Andrea Malagoli recebeu um passe da esquerda e, entrando em velocidade pelo flanco direito, atirou cruzado… ao ângulo superior direito da baliza de Veludo: 0-2.

A situação do Sp. Tomar/IPT complicava-se… e, num fase de maior perigo do adversário, podia ter ficado pior quando o Trissino, volvidos quatro minutos (16’), dispôs de uma grande penalidade, por falta (empurrão…) de Tomás Moreira sobre Alessandro Faccin: o suplente Roger Bars avançou para a cobrança… e permitiu a defesa a Veludo!

Com mais algumas excelentes intervenções, Zampoli manteve a sua baliza inviolada… até ao minuto 9 da segunda parte: Filipe Almeida, num remate frontal, bateu finalmente o guardião italiano, reduzindo para a diferença mínima (1-2).

Tomás Moreira, logo no minuto seguinte, não conseguiu restabelecer o empate, na cobrança de um livre direto: o número 7 leonino permitiu a defesa a Zampoli… e, na insistência, servido por Guilherme Silva, atirou da direita… à trave!

A superioridade tomarense era agora evidente e a igualdade no marcador adivinhava-se… E aconteceu à entrada do minuto 40: Rúben Sousa, na cobrança de uma grande penalidade (falta sobre Guilherme Silva…), atirou forte… Zampoli devolveu a bola e o número 66, com uma finta perfeita, tirou o guarda-redes da frente e igualou o marcador (2-2).

Estava tudo em aberto, quando ainda faltavam 10 minutos para o último apito… Mas a ambição leonina, apesar de alguns sustos, acabou por dar frutos a pouco mais de quatro minutos do final: Filipe Almeida atirou da direita… e Guilherme Silva, na área, teve o discernimento para colocar a bola por debaixo de Zampoli, consumando a reviravolta no marcador: 3-2. O mais difícil parecia estar feito…

No entanto, volvidos apenas cerca de 20 segundos, o Trissino aproveitou uma falha de marcação da equipa tomarense e restabeleceu o empate, a três golos: Alessandro Faccin, sozinho na área, recebeu um passe de trás da baliza (com vários jogadores na luta pela bola…) e finalizou rasteiro, para a direita de Veludo.

Os minutos finais foram de grande emoção… junto das duas balizas, mas não houve a necessária eficácia para alterar o marcador.

Este ponto, apesar de saber a pouco, mantém o Sp. Tomar/IPT no segundo lugar do Grupo A, com cinco pontos. Ou seja, tem mais um ponto que o Amatori Lodi e menos dois que o líder Trissino.

Na segunda volta, os leões terão dois jogos fora – Trissino, a 12 de fevereiro, e La Vendéenne, a 9 de abril – e um em casa – Amatori Lodi, a 26 de março. Outro resultado desta jornada 3: Amatori Lodi-La Vendéenne, 4-1.

Voltar ao campeonato…

O encontro da equipa tomarense em Paço de Arcos, para a jornada 16 do campeonato, está agendado para a próxima quarta feira, 2 de fevereiro (21h00).

No domingo, dia 6, pelas 15h00, realiza-se o embate entre o Sp. Tomar/IPT e o Sporting, para a jornada 17.

Recorde-se que a deslocação dos leões de Tomar ao recinto do CENAP (de Póvoa do Paço, Cacia, Aveiro), para os 16 avos de final da Taça de Portugal, prevista para o passado dia 23, foi adiada para 19 de fevereiro (17h00). Motivo: surto de Covid-19 na equipa aveirense.

Entretanto, no passado dia 26, foi realizado o sorteio dos oitavos de final da Taça de Portugal (jogos a 19 de fevereiro): o Sp. Tomar/IPT, caso ultrapasse o CENAP, irá receber a Oliveirense.

PS vence em 20 dos 21 concelhos do distrito de Santarém

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Tal como no resto do país, o Partido Socialista conseguiu um resultado histórico no distrito de Santarém, onde obteve 41,19%, tendo, por isso, elegido cinco deputados, nomeadamente Alexandra Leitão, Hugo Costa, Maria do Céu Antunes, Mara Lagriminha e Manuel Afonso.

O PSD obteve uma derrota pesada, alcançando apenas 26,87% dos votos e elegeu três deputados, nomeadamente Isaura Morais, João Moura e Maria Inês Leiria Barroso.

O Chega impõe-se como terceira força (10,91%), tendo elegido o primeiro deputado no distrito, o vice-presidente do Chega, Pedro Frazão.

A grande derrota foi para o BE (4,59%) e para o PCP (5,43%) que perderam, ambos, os seus deputados, respetivamente, Fabíola Cardoso e António Filipe, este último na Assembleia da República desde 1989.

Em 21 concelhos, o PS ganhou em 20 – só em Ourém se manteve a vitória do PSD. A abstenção no distrito de Santarém baixou dos 45,7% de 2019 para os 42,3%, tendo votado 218.192 dos 353.885 eleitores inscritos.

No concelho de Tomar, o Partido Socialista também venceu, alcançando uma percentagem de 42,61%. Seguiu-se o PSD, com 27,70% e a terceira força é também o Chega, com 9,86%.

O PS vence na maioria das freguesias do concelho de Tomar, à exceção das freguesias de Olalhas e Serra/Junceira, onde venceu o PSD.

Foto: Público

Regimento de Infantaria 15: 1.º Batalhão de Infantaria Paraquedista em exercício de treino até 4 de fevereiro

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O 1.º Batalhão de Infantaria Paraquedista (1BIPara), subunidade do encargo operacional do Regimento de Infantaria 15, irá realizar, no período de 31 de janeiro a 4 de fevereiro, um exercício interno de treino e avaliação de conhecimentos técnico táticos (instrução de âmbito militar).

Neste enquadramento, na quinta feira, dia 3, das 13h30 às 20h00, está prevista a realização de uma prova topográfica que envolverá cerca de cinco formadores e 10 formandos. O percurso foi planeado para ter uma extensão aproximada de 6/7km e decorrerá no(a) itinerário/área:

RI15 – Bairro Choromela – Casal de Frades – ponte de romana – margens do rio Nabão – Casal Novo – Pesqueira – Quinta da Lagoa – Cascalheira – Alvito – RI15.

Todos os militares envolvidos serão portadores de armamento e equipamento militar, não se prevendo a execução de disparos de qualquer tipologia.

Liga dos Amigos do Hospital doa 15 “almofadas coração” ao serviço de oncologia do Hospital de Tomar

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A LAHT – Liga dos Amigos do Hospital de Tomar (LAHT) solidarizou-se com a causa da luta contra o Cancro da Mama e fez, na semana passada, uma doação de 15 “almofadas coração” ao Serviço de Oncologia – Cirurgia 3 do Hospital de Tomar, unidade que integra o CHMT – Centro Hospitalar do Médio Tejo.

Estas almofadas, que foram confecionadas em puro algodão colorido, com carinho e dedicação pelas mãos da voluntária da LAHT, Rosário Pimenta, vão ser entregues a mulheres que enfrentam a dura batalha contra o cancro da mama, e que se irão submeter a uma cirurgia de mastectomia, com ou sem esvaziamento axilar, na Unidade de Tomar.

À primeira vista, as almofadas que agora foram doadas pela LAHT parecem meramente decorativas. No entanto, elas foram desenvolvidas exclusivamente para mulheres que enfrentam a batalha contra o cancro da mama. De facto, uma das principais funções da “Almofada Coração” é diminuir dor no local pós Mastectomia: colocada sob as axilas, esta almofada serve de suporte ao ombro, removendo a pressão do braço e/ou do peito, proporcionando um alívio de pressão sobre local afetado pela cirurgia.

O formato de “coração” não é apenas símbolo universal do amor: esta forma, com o centro em “U”, resulta num melhor encaixe entre o braço e a axila e funciona também como um preenchimento da sensação de espaço “vazio” que é normalmente sentida após uma cirurgia de Mastectomia. Esta almofada confere igualmente uma sensação de conforto quando posicionada como apoio do braço/costas/pescoço, ou quando a doente está deitada de lado.

Papa nomeia D. José Ornelas como novo bispo de Leiria-Fátima

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O Papa aceitou, na semana passada, o pedido de resignação apresentado pelo cardeal D. António Marto, de 74 anos, como bispo da Diocese de Leiria-Fátima, que justificou a decisão com o “limite das forças físicas e anímicas” para desempenhar esta missão.

“Ao aproximar-se a idade que o direito canónico estabelece como limite destas funções e consciente também de maior limite das forças físicas e anímicas para exercer adequadamente o cargo, face às exigências pastorais da Diocese e do Santuário de Fátima, apresentei ao Santo Padre o pedido de renúncia ao governo pastoral da Diocese, quando completei 74 anos [maio de 2021, ndr], escreve o responsável, numa mensagem publicada esta manhã.

O Papa Francisco nomeou D. José Ornelas, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), como novo bispo de Leiria-Fátima.

O Código de Direito Canónico determina que qualquer bispo diocesano que tenha completado 75 anos de idade deve apresentar a renúncia do ofício, podendo esse pedido ser antecipado por motivos de saúde ou outras causas graves.

“Quero agradecer, profundamente reconhecido, a compreensão tão paternal, tão amiga e afetuosa do Papa Francisco, manifestada pessoalmente, quando lhe apresentei o meu pedido”, relata D. António Marto.

O cardeal assume funções de administrador apostólico da diocese até à tomada de posse do novo bispo, no dia 13 de março, na Catedral de Leiria.

Ecclesia

Mercado de Tomar quer cativar clientes mais jovens e ser uma referência regional

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Assinalaram-se nesta sexta-feira, 28 de janeiro, seis anos desde que o Mercado Municipal de Tomar reabriu portas, após sofrer avultadas obras de requalificação. A efeméride foi assinalada com o momento de cantar os parabéns a você, com direito a uma fatia bolo de aniversário para todos.

A Vereadora Filipa Fernandes, que tem o Pelouro das feiras e Mercados neste mandato, referiu que não queriam deixar de passar este momento sem relembrar “o quanto é importante o mercado de Tomar não só para os vendedores, não só para quem o visita, como para o concelho”. A vereadora revelou que foram distribuídos a todos os vendedores residentes do mercado aventais com o novo logotipo do Mercado de Tomar e também tinham preparado uma panóplia de atividades da Thomarhonoris mas devido à pandemia ficaram se efeito.

“Há, contudo, uma atividade que gostava de realçar que é a campanha de atrair os mais jovens ao mercado. Como podemos ver, ao circular pelo mercado de Tomar, a faixa etária mais predominante é mais elevada, os jovens não têm tendência de vir ao mercado fazer as suas compras e queremos reverter essa tendência. Por isso queremos convidar os casais jovens a vir ao mercado de Tomar e habilitarem-se a um voucher de 30 euros para um jantar no dia dos namorados”, sublinhou. “Para isso, basta vir ao mercado, comprovar as compras junto dos serviços e mostrar o cartão de cidadão que atesta a sua idade para ganhar o voucher de 30 euros”, atestou.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Raspadinha de um milhão sai em Tomar

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Um milhão de euros foi o prémio que saiu numa raspadinha, na quarta feira, em Tomar, na Casa Pompeu, na rua dos Arcos.

A raspadinha em causa foi a “Fortuna”, uma das mais caras, custa 15 euros.

O feliz contemplado raspou a raspadinha ali mesmo na Casa Pompeu.

Bombeiros do Município de Tomar assinalam 100 anos com perspetiva de aumento de efetivos

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Os Bombeiros do Município de Tomar protagonizaram na manhã desta sexta-feira, 28 de janeiro, aquele que foi o primeiro momento simbólico de um conjunto de iniciativas comemorativas do centenário que se desenvolverão ao longo do ano.

A cerimónia, a que assistiram alguns convidados, entre elementos do executivo camarário e presidentes de junta, foi constituída por formatura, hastear das bandeiras e deposição de coroa de flores no monumento de homenagem aos soldados da paz.

Anabela Freitas, presidente da autarquia, referiu que para este ano estão previstas comemorações fora do quartel, para apelar à participação da população, passando ainda por momentos musicais e desportivos. O evento das cerimónias oficiais está previsto para a Várzea Grande, esperando-se encerrar este ano de comemorações com a edição de um livro sobre a história dos Bombeiros do Município de Tomar.

Após a cerimónia simbólica, o comandante dos Bombeiros de Tomar, Humberto Morgado anunciou aos convidados algumas das mudanças que vão acontecer no Quartel. “Vamos ter mais operacionalidade em termos da Central, com um novo programa, e o aumento de efetivos, uma vez que estão a fazer formação atualmente 17 estagiários”, disse.


– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal.

Novo PDM já entrou em vigor

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Foi publicado, na segunda feira, dia 24 de janeiro, no Diário da República, o Plano Diretor Municipal de Tomar (PDM), tendo o mesmo entrado em vigor no dia seguinte.  O vice presidente da Câmara de Tomar, Hugo Cristóvão, assinalou, na reunião do executivo, na segunda feira, a publicação do PDM em Diário da República. O “Cidade de Tomar” falou com Hugo Cristóvão sobre este longo e complexo processo e a sua importância para o desenvolvimento do concelho.

Cidade Tomar – O que é afinal o PDM?

Hugo Cristóvão – O Plano Diretor Municipal é, nos termos da Lei, “o instrumento que estabelece a estratégia de desenvolvimento territorial municipal, a política municipal de solos, de ordenamento do território e de urbanismo, o modelo territorial municipal, as opções de localização e de gestão de equipamentos de utilização coletiva e as relações de interdependência com os municípios vizinhos, integrando e articulando as orientações estabelecidas pelos programas de âmbito nacional, regional e intermunicipal”. É um instrumento de referência para a produção de todos os outros instrumentos de gestão territorial e constituído pelos seguintes documentos: Regulamento, que estabelece as regras e parâmetros aplicáveis à ocupação, uso e transformação do solo, vinculando as entidades públicas e claro, direta e imediatamente os particulares; Planta de ordenamento, que representa o modelo de organização do território municipal; Planta de condicionantes que identifica as servidões administrativas e as restrições de utilidade pública em vigor que possam constituir limitações ou impedimentos a qualquer forma específica de aproveitamento do solo. É ainda acompanhado por: relatório geral, relatório ambiental, programa de execução e o plano de financiamento e fundamentação da sustentabilidade económica e financeira. É, ainda, complementado pela planta de enquadramento regional; planta da situação existente com a ocupação do solo; planta e relatório com a indicação dos compromissos urbanísticos existentes; mapa de ruído; participações recebidas em sede de discussão pública e respetivo relatório de ponderação; e ficha dos dados estatísticos.

– O Plano Diretor Municipal de Tomar foi publicado em Diário da República na segunda feira, dia 24, entrando agora em vigor. Este foi um longo e complexo processo?

Muito longo e, como eu e a presidente e muitos outros autarcas pelo país temos referido, um dos grandes entraves ao desenvolvimento do país é precisamente a demora na aprovação dos instrumentos de gestão do território, nos quais os PDM’s são o exemplo maior. De forma breve lembro que o processo de revisão começou em 2001. Depois parou durante uns anos no fim dessa década. Recomeçou connosco em 2014 tendo a proposta municipal final sido aprovada em reunião de câmara em 2016. De lá para cá tivemos a infindável ronda de concertação com as mais de 30 entidades nacionais que emitiram pareceres sobre o Plano e que só em 2020 ficou concluída, tendo a discussão pública ocorrido entre novembro desse ano e janeiro de 2021. A Assembleia Municipal discutiu e aprovou em novembro (sem qualquer voto contra de nenhum partido, o que, retórica à parte mostrou ainda assim responsabilidade). E janeiro de 22, cá temos finalmente este instrumento determinante para o território. (…)

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 28 de janeiro.

Duarte Marques: “Vou deixar de ser deputado, mas continuar ligado às causas que sempre defendi”

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Duarte Marques, 40 anos, duas filhas, natural de Mação, foi deputado do PSD pelo distrito de Santarém na Assembleia da República durante dois mandatos e meio, ou seja, nos últimos 10 anos. Nesta entrevista fazemos um balanço da sua atividade no momento em que deixa de exercer funções, uma vez que não integra a próxima lista de candidatos pelo PSD às legislativas. O futuro passa por abraçar o setor privado.

Jornal Cidade de Tomar – Quando é que a política entrou na sua vida?
Duarte Marques –
Estou na política desde que nasci, porque o meu pai era dirigente do PSD em Mação. Sempre andei nas campanhas desde muito pequeno. Por isso digo, deixarei agora de ser deputado, mas irei sempre andar nas campanhas, ter sido deputado é que é uma coisa anormal no percurso de um militante do PSD. Fui para o PSD por “clubismo” e família, mas depois, quando comecei a pensar pela minha própria cabeça, senti-me bem onde estava e revejo-me na ideologia do PSD.

Vai deixar de ser deputado na Assembleia da República. Que balanço faz destes 10 anos a representar o distrito?

Quem gosta de fazer política e tem um dever de missão, não há coisa mais nobre do que ser deputado, pois estamos a representar as pessoas. Quase que posso dizer que eu pagaria para fazer isso, mas se ainda por cima me pagam…. Por isso é que eu digo, vou deixar de ser deputado, mas vou continuar ligado às causas que sempre defendi, procurando resolver os problemas das pessoas… faço um balanço muito gratificante. Não há melhor pagamento para o esforço de uma pessoa do que sentir que alguém melhorou a sua qualidade de vida por causa do nosso trabalho.

É gratificante ver os resultados…

Sim, por exemplo, hoje ver o Tejo mais limpo. Sempre adorei ver o rio Tejo, mas agora vou com um sorriso nos lábios, porque eu sei que foi graças ao meu esforço e ao de outras pessoas, que a situação melhorou. E, nesta minha saída, há muita gente que tem pena, lamenta, mas que agradece o meu trabalho e isso é muito gratificante. (…)

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 28 de janeiro.