Tomar ganhou uma animação diferente, no fim de semana de 15 a 17 de setembro, com a realização de mais uma edição do Festival “Art’in Rua”, ocasião em que o centro histórico da cidade se transformou num palco para uma série de atividades de arte de rua, que incluíram estátuas vivas, performances circenses, street food, música e bandas filarmónicas e feiras e mercados.
As estátuas vivas encontram-se no Jardim do Mouchão, Jardim da Várzea Pequena e no centro histórico, atraindo a atenção o público. Um dos pontos altos do evento teve lugar no domingo, pelas 15h30, com atuação do palhaço Karcocha, vindo do Chile.
Mesmo sob a ameaça de chuva, que chegou a cair por alguns minutos, foram muitos os que se concentraram na Rua Marquês de Tomar e deram algumas gargalhadas com a interação do palhaço com quem passava.
Reportagem desenvolvida com muitas fotos na próxima edição semanal
Como já faz parte da tradição, a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) promoveu, no passado dia 15 de setembro, um dia de vindima destinado a jornalistas, desta vez na Quinta Casal das Freiras, em Tomar, seguida de Prova Didática de Monocastas.
Este tipo de iniciativa, aconteceu em 2018 e de 2020 a 2022, versando sempre a casta Fernão Pires. Se nos brancos é a mais emblemática e a bandeira da região, nos tintos esse título cabe à casta Castelão e foi, por isso, um dia dedicado à vindima e prova didática de vinhos com as mais variadas monocastas de Castelão do Tejo.
Rita Vidal, Ricardo Gonçalves e José Vidal, proprietários da Quinta
A escolha da Quinta Casal das Freiras nesta edição prendeu-se com o mais recente lançamento deste produtor, em parceria com a renomada casa Niepoort Vinhos, o Casal das Freiras Castelão tinto 2022.
O dia estava solarengo e, depois de uma breve apresentação sobre a região vitivinícola do Tejo, com especial destaque ao terroir de Tomar e apresentação do projeto vitivinícola Casal das Freiras, envergámos todos um polo bordeaux, gentilmente oferecido pela CVR Tejo e partimos, num trator conduzido por José Vidal (proprietário da Quinta), em direção à zona destinada ao corte e apanha de uvas, local onde nos esperava um pequeno-almoço com produtos caseiros da região. Uma ocasião para ganharmos energia para a tarefa que nos esperava.
Em plena vindima
De seguida, cada um pegou em tesouras e toca à vindima dos belos cachos negros da casta Castelão. As abelhas e formigas também apareceram, tal era o doce das uvas. A tarefa era simples, iam-se cortando os cachos e colocando em caixas. Quando enchemos as caixas, seguiu-se o transporte, novamente no trator, para a adega para a tarefa seguinte: o pisa a pé (método tradicional em que as uvas são pisadas a pé em tanques de pedra). A cantarolar uma musiquinha tradicional, alguns “corajosos” lá foram para o pisa a pé, andando para a frente e para trás, a pisar as uvas.
Rodolfo Tristão e João Silvestre, na Prova de Vinhos
Seguiu-se a Prova Didática de Monocastas, prova que demonstrou que há diferentes tipos de Castelão para todos os gostos. Foram provados dez vinhos, todos da casta Castelão, alguns de Tomar, inclusive um do Casal das Freiras, e outros de adegas da região vitivinícola da CVR Tejo. (…)
Leia a reportagem completa na edição impressa de 22 de setembro.
As Jornadas Europeias do património 2023 vão ser assinaladas em Tomar sob o tema “Património Vivo” nos próximos dias 23 e 24 de setembro com o seguinte programa:
Sábado 23, 15h00, Praceta Raúl Lopes: Tomar Metropolitano – De volta a casa
(fim às 17h30 com momento musical no Complexo Cultural da Levada de Tomar)
Sábado 23, 15h30 às 17h00, Cine-Teatro Paraíso: Clown – a arte de ser palhaço
Mãos nas Artes – Ciclo de oficinas experimentais para a infância
Porque em setembro se comemoram as Jornadas Europeias do Património, com o tema Património Vivo, e porque ainda estamos debaixo do efeito do Festival de Artes de Rua, propomos-te pores as Mãos nas Artes numa atividade que envolve humor, habilidades cómicas, caracterizações extravagantes e trajes coloridos. Vem aprender um pouco mais sobre palhaços, e a sua história.
(5 a 12 anos | inscrições gratuitas: cultura@cm-tomar.pt)
Sábado 23, 18h30 e 21h30, Fundição Thomarense (Complexo Cultural da Levada): Visita performativa à nFundição Thomarense por Rita Grade e Ricardo Correia
Convidamo-lo a descobrir uma linha do tempo que percorre a Fundição Thomarense, cruzando a história oficial com a história subjetiva. Neste percurso, através do discurso e movimento, serão criadas outras topografias, outros tempos, outro imaginário, levando o público a questionar a sua relação com as memórias.
Dias 23 e 24, 14h30 às 17h30, NAC: E as cores são…
Visita ao Núcleo de Arte Contemporânea e Workshop sobre a cor nas obras de arte e o daltonismo.
O Convento de Cristo recebe, no dia 23 de setembro, pelas 18h30, a Conferência “Do lugar para a figuração na pintura do séc. XXI”, no âmbito da Exposição/Instalação “Telesma e os Cavaleiros do Mar” que se encontra patente neste Monumento.
São intervenientes nesta Conferência Luís Vieira – Baptista – Artista Plástico e Paulo Morais -Alexandre, Doutor e Mestre em História de Arte.
A conferência tem entrada livre e decorre na Sala Multiusos, sendo que a entrada para o evento será feita pela fachada norte do Convento de Cristo, Claustro da Micha.
Depois de já terem sido anunciados os custos, na ordem do milhão e trezentos mil euros, relativamente à Festa dos Tabuleiros de 2023, esteve em análise, na reunião de câmara, na segunda feira, a transferência de mais 125 mil euros da câmara para a Comissão Central, transferência que foi aprovada com a abstenção do PSD.
O vereador Tiago Carrão (PSD) interveio neste ponto considerando que apesar de ser considerado um apoio extraordinário, tratam-se de despesas ordinárias, tais como a eletricidade, não fazendo sentido fazer disso apoio extraordinário. Referiu ainda que, segundo nota da Comissão, “seria importante fazer essa transferência até final de junho, no entanto já estamos em setembro”, disse, questionado ainda sobre “quando vamos ver as contas da Festa dos Tabuleiros fechadas”.
Segundo o vereador Hugo Cristóvão explicou, o apoio extraordinário é um formalismo. Em relação ao pagamento ser em junho, referiu que “o que foi articulado com a Comissão foi o pagamento em tranches, não necessariamente no prazo que a Comissão entendia, mas foi sempre mantido diálogo semanal com a Comissão até à realização da Festa e na fase posterior”. Disse ainda que “estas despesas estavam definidas desde o início que seriam pagas pela Comissão dentro do apoio prestado pelo município”. Em relação às contas fechadas, disse o vice-presidente que “ainda estamos a tempo de apresentar as contas”.
No início do ano letivo, os encarregados de educação dos alunos do 1.º ciclo do Agrupamento Templários foram confrontados com novidades em relação às AEC’s (Atividades de Enriquecimento Curricular), ou seja, em vez de as mesmas terem lugar no final do horário escolar (depois das 15h30), como acontecia até agora, algumas poderão passar a realizar-se no meio do horário escolar, o que leva os alunos a saírem mais tarde nalguns dias.
Os encarregados de educação já se mobilizaram e prometem lutar até às últimas consequências para impedir que a câmara coloque as AEC’s em pleno horário escolar. Os representantes dos pais das diferentes turmas enviaram mails para a câmara, agrupamento, Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) e Federação Nacional da Educação (FNE) a contestar a decisão, decisão também contestada pelo agrupamento.
Na reunião de câmara, na segunda feira, o vereador da Educação, Hugo Cristóvão, foi questionado pela vereadora Lurdes Fernandes (PSD) sobre a situação, tendo o mesmo referido que se trata de “uma tempestade num copo de água” e assegurou que a informação que tem sido veiculada “é errada”. Hugo Cristóvão apontou ainda o dedo a Paulo Macedo, diretor do Agrupamento Templários, referindo que “há coisas que são ditas que não deveriam ser ditas pelo responsável do Agrupamento Templários”.
Hugo Cristóvão disse ainda que a medida não vai prejudicar os alunos, que se trata de uma medida que acontece em diversos municípios e que se trata de uma forma para que “todos os alunos tenham a mesma igualdade de oportunidades, uma vez que nem todos podem frequentar atividades nos clubes ou associações a pagar”, disse. Lembrou, também, que Tomar tem 1458 alunos no pré e 1.º ciclo.
O vereador Tiago Carrão (PSD) também abordou o assunto, acusando Hugo Cristóvão de ter “tiques de poder absoluto” e criticou-o pelo facto de ter colocado as culpas nos professores.
O tomarense Nuno Marques foi reeleito como vice-presidente de Notodden, na Noruega, nas eleições municipais e regionais na Noruega.
Segundo o seu testemunho, “Lamentavelmente, o governo atual, do qual meu partido (Senterpartiet) faz parte, como parte de uma coligação minoritária, não tem feito um bom trabalho e essa insatisfação refletiu-se nas eleições locais e regionais. No entanto, consegui destacar-me desse sentimento de insatisfação a nível local e regional. Mesmo com a perda de dois assentos parlamentares municipais, recebi tantos votos pessoais que fui reeleito e nomeado vice-presidente para o próximo período de 2023-2027. Poderia ter optado por formar uma coligação diferente com outros partidos para ser eleito e nomeado presidente, mas optei pela estabilidade política. Ou seja, continuarei a apoiar a atual presidente”.
Quanto à Assembleia Regional de Telemark, refere Nuno Marques que “o meu partido conquistou quatro assentos parlamentares regionais e, como eu era o sexto na lista, estou em segundo lugar na lista de suplentes. Além disso, como um desabafo pessoal, gostaria de expressar minha deceção pela falta de sensibilidade institucional e reconhecimento por parte da liderança política em Tomar. Até agora, nunca recebi parabéns, nem a nível pessoal nem a nível institucional, nem quando fui eleito pela primeira vez em 2019, nem agora, com minha reeleição”.
É já nos dias 23 e 24 de setembro que acontece a sétima edição da Ceyceyra Medieval, recriação histórica que tem vindo consecutivamente a atrair mais atenções sobre o passado de Asseiceira, antiga sede de concelho, hoje sede de freguesia, em Tomar.
Com o casario bucólico e pitoresco como cenário perfeito, a antiga vila tem as condições ideais para a reconstituição, sempre atenta ao rigor histórico, dos tempos medievais em que aquele era ponto de passagem cobiçado pelos vizinhos e sujeito a querelas. A confirmação de juízes pelo rei D. Dinis, em 1294, que abrange também a vizinha Atalaya, surge na sequência das queixas das populações locais e é mais uma das várias ações do monarca que vão fortalecer a autonomia destes dois lugares.
Assim, mantendo o hábito de que cada edição venha na sequência cronológica da anterior, será este o tema deste ano, com as representações a incidirem, no sábado, sobre “Querelas e abusos motivam necessidade de juízes” e, no domingo, “O rei D. Dinis confirma juízes para Ceyceyra”.
A recriação histórica, organizada pela Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Asseiceira, em parceria com a Junta de Freguesia local e o Município de Tomar, e que se começou a realizar na sequência do êxito das celebrações dos quinto e sétimo centenários dos forais régios concedidos àquele que foi, até 1836, um pequeno concelho rural, permitirá aos visitantes encontrarem a reconstituição de um burgo medieval, fervilhante de vida, graças ao extenso programa de animação que inclui música, dança, arruadas, animação de rua e recriações de momentos históricos, onde não faltarão as figuras da época, entre as quais os cavaleiros templários, que também chegaram a ter soberania sobre o lugar. Não faltarão igualmente as tabernas e tendas dos mercadores, que hoje, como então, são das principais atrações.
O dia 15 de setembro de 1979 é a data inscrita no assento de “nascimento” do SNS, que assegura o acesso universal, compreensivo e gratuito a cuidados integrados de saúde, compreendendo a promoção e vigilância da saúde, a prevenção da doença, o diagnóstico e tratamento dos doentes e a reabilitação médica e social.
Trabalham diretamente para o SNS português cerca de 150.000 profissionais – nas três unidades do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) são mais 2.600 os profissionais que fazem parte deste sistema em rede, em que o todo é mais do que a soma das partes.
Porque o melhor do SNS são as pessoas – as que para ele trabalham e as que a ele recorrem –, para assinalar a efeméride deste aniversário do SNS, o CHMT preparou a campanha “Geração SNS”.
Os profissionais de saúde do CHMT Ana Carvalho Pereira, Ana Filipa Frade, Marta Gomes, Pedro Rodrigues e Rita Pereira, aceitaram ser os “embaixadores” da campanha de celebração do 44º aniversário do SNS, dando a cara pela “Geração SNS”.
Em comum, os cinco profissionais de saúde, que desempenham funções variadas no CHMT, têm o facto de ter nascido em 1979, o mesmo ano de nascimento do SNS, e de dedicarem a sua vida à missão do SNS. Nesta campanha, que vai estar em exposição nos átrios das entradas principais e consultas externas das três unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, os profissionais, explicam o que é para eles fazer parte do SNS.
“Com esta campanha, quisemos colocar os nossos profissionais em foco e valorizar o trabalho e dedicação desenvolvidos pelas várias gerações de profissionais do SNS, que são o seu maior ativo e a sua força. Nesta data histórica e muito feliz, de aniversário, desejamos uma longa vida ao SNS, encarando com muita esperança o futuro, pelos testemunhos que a ‘Geração SNS’ nos deixou”, disse Casimiro Ramos, Presidente do Conselho de Administração do CHMT, após reunir com os cinco profissionais de saúde que aceitaram mostrar o seu orgulho em ser SNS.
A campanha vai estar em exposição nos mupis digitais das entradas principais e das consultas externas das três unidades hospitalares do CHMT, localizadas em Abrantes, Tomar e Torres Novas.
Leonor Lima, da turma Todo Terreno, residente na freguesia de S. Pedro Tomar, e com muita experiência na realização de ações humanitárias, através das expedições Todo o Terreno que organizou e participou em Marrocos, lançou, agora um desafio num momento tão difícil que este país vive após o sismo que o atingiu – a expedição Todo o Terreno a Marrocos – grande expedição humanitária rumo ao Atlas, que acontecerá de 4 a 8 de outubro.
Segundo escreveu, no seu Facebook, “O tempo passou, e talvez tenhamos deixado para trás alguns dos nossos maus feitios, mas o bichinho da ajuda ao próximo continua a corroer-nos”.
O objetivo desta expedição é, segundo a mesma, “levar ajuda alimentar, medicamentos, produtos de higiene e roupas para aqueles que mais precisam. É uma missão nobre, que exige coragem, comprometimento e solidariedade. A turma Todo Terreno, que já contou com o apoio de tantos no passado, agora pede novamente o auxílio daqueles que acreditam na importância de estender a mão aos que estão em situações desfavorecidas. A força de todos os Cavaleiros da Areia é essencial para que essa expedição humanitária seja bem-sucedida”.
Os interessados em ajudar, podem doar alimentos, remédios, produtos de higiene e roupas que são essenciais para garantir o bem-estar daqueles que estão a passar por dificuldades em Marrocos. Cada ação, por menor que seja, faz a diferença e pode melhorar a vida de muitas pessoas.
Para participar nesta expedição solidária a Marrocos de 4 a 8 de outubro, os interessados podem inscrever-se até 22 setembro. Contatar Leonor Lima de Tomar (Facebook).