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Ricardo Rebelo apresenta “Popi Toys”, um divertido projeto musical infantil

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Elsa Ribeiro Gonçalves
Elsa Ribeiro Gonçalves
Nasceu em Tomar em 1976. Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social do IP Lisboa. É jornalista desde 2005, sempre na imprensa regional. Mãe de uma menina, a escrita e as viagens são as suas outras grandes paixões.


Ricardo Rebelo, músico tomarense, esteve nos estúdios da Rádio e Jornal “Cidade de Tomar” para nos falar também do seu projeto musical infantil Popi Toys, que pode ser conhecido em www.popitoys.pt . Uma oportunidade para conhecermos o percurso de alguém que sempre quis ser músico e fez o sonho conhecer a concretização.


Jornal e Rádio e Cidade Tomar – Quem é o Ricardo Rebelo?
Ricardo Rebelo – Sou um músico que se interessa por todos os aspetos da música, desde a composição, os arranjos, a produção, interpretação, letras… a música acaba por ser a interseção de todos estes vetores. Sendo eu a tocar quase todos os instrumentos… é um mundo que me fascina! É
tentar criar Universos com música!

Foi alguém que tinha a paixão da música, assumiu essa paixão e fez da música um modo de vida?
Sim, foi quase um “chamamento”! Toda a minha vida esteve
profundamente ligada à música. Tendo sido como professor de música, ou a tocar ao vivo, está no meu ADN.

O Ricardo é de Tomar. Quando é que a música entrou na sua vida e tomou a decisão, corajosa, de viver da música?
Isso é muito poético. A realidade é sempre mais dura… Eu penso que não decidi nada. A decisão foi-se fazendo. Já que gostava de música, os meus pais queriam que eu aprendesse formalmente. Comecei por ir para a Nabantina aprender Solfejo com 5 anos, posteriormente fui para o Conservatório. Fiz o percurso, era bom aluno, mas, com todo o respeito que tenho pelo meio académico, sinto que aprendi muito mais autodidaticamente e, em contacto com outros músicos. Nunca imaginei que viria a ser músico profissional, mas quando gostamos perseguimos os nossos sonhos, independentemente da opinião dos outros. Haverá sempre pessoas que gostam e, outras que nem por isso, mas o meu foco está na música e no aperfeiçoamento do meu trabalho.

– Leia a entrevista completa na edição que vai para as bancas esta quinta-feira

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