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Tomar

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Votamos, no passado domingo, cumprindo um dever cívico, livre, consciente, sem pressão, fruto do 25 de Abril.
Escolhemos duas personalidades, com perfis diferentes, sendo que um deles vai ser o próximo Presidente da República. Razão pela qual o próximo dia 8 de Fevereiro se revelará fundamental para decidirmos que Portugal queremos. Daí a importância de sermos e dizermos presentes. Fundamentalmente porque Portugal merece o nosso respeito. E que melhor forma de manifestarmos o respeito senão o de irmos votar. Decisão que, creio, vamos respeitar e cumprir.
É, por isso, fundamental vermos o importante papel da Comunicação Social, por vezes, injustamente tratada quando se trata de divulgar, neste campo específico de campanhas eleitorais, ideias e tomadas de posição dos candidatos que se apresentam. É, a meu ver, salutar que se divulguem ideias diferentes, porque só assim haverá contraditório e escolha. Defendo, por isso, a Comunicação Social com o objectividade porque se deve pautar.
No campo da Imprensa Local, se não fosse a mesma Comunicação Social, alguma vez assuntos como a fragilidade do Aqueduto dos Pegões, os combates diários contra os crimes ambientais cometidos contra o Nabão mereciam a atenção nacional? Mesmo combates que a Comunidade Tomarense travou em tempos distantes e outros próximos, como o foram a tentativa de desvio do curso do Nabão ou a luta por um hospital digno e dignificante teriam todo a repercussão que tiveram? É esta a razão da nossa luta semanal, porque uma sociedade informada é fundamental num País que se quer desenvolvido. E do apoio que devemos merecer e tantas vezes esquecido.
País que se quer desenvolvido e que não pode, nem deve, esquecer quem a seu favor tudo deu. À nossa escala, é exemplar a devoção cívica de Augusto Barros a favor da causa pública. Causa, em inúmeros sectores, a que se devotou, desde o seu empenho no âmbito da Freguesia de São João Baptista, posteriormente na Freguesia Urbana de São João e de Santa Maria; na Associação de Carvalhos de Figueiredo; no ensinar a armar de tabuleiros da nossa Festa Maior, quer no campo da Junta de Freguesia, quer para aqueles que pediam o apoio. Augusto Barros é, para mim, o paradigma de um Homem Bom, e com quem tive o privilégio de trabalhar, quer quando presidi à Assembleia de Freguesia, quer quando integrei a mesma assembleia da minha freguesia de São João Baptista. Estou certo que o seu amor à causa pública se manterá até ao possível e que a justiça da homenagem do próximo sábado é, em minha opinião, mais que merecida.
Obrigado Augusto Barros pelo muito que me ensinou no estar na vida pública e associativa.
O diretor,
António Cândido Lopes Madureira.

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