22.4 C
Tomar

Projeto do lar das Avessadas continua vivo e é prioridade da Santa Casa da Misericórdia de Tomar

Relacionadas

 

A construção de um lar na zona das Avessadas continua a ser uma das principais ambições da Santa Casa da Misericórdia de Tomar. Apesar dos obstáculos enfrentados ao longo dos últimos anos, o projeto mantém-se vivo e assume-se como uma resposta urgente às crescentes necessidades da população sénior do concelho. Numa grande entrevista ao nosso jornal, António Alexandre, Provedor da instituição, faz um balanço do momento atual da Misericórdia, fala dos desafios sociais, da falta de respostas ao nível dos lares e da área da saúde, e sublinha o papel essencial da instituição na comunidade tomarense, num momento em que assinalou 515 anos de existência.

Elsa Ribeiro Gonçalves

 

CT – Que balanço faz do atual momento da Santa Casa da Misericórdia de Tomar, do ponto de vista institucional e social?

António Alexandre – Muito obrigado pelo convite para esta entrevista, acho importante para que as pessoas conheçam bem a Misericórdia. Tenho a noção plena de que a comunidade tomarense não conhece, na totalidade, o que é a Misericórdia, a importância que teve e que continua a ter na comunidade, bem como o seu funcionamento e financiamento. Muitas pessoas têm uma ideia muito reduzida do que são as Misericórdias, e em concreto da Misericórdia de Tomar. Estamos a falar de 515 anos de existência, o que é realmente uma idade importante. As Misericórdias foram quase todas criadas por volta de 1500. A primeira foi em Lisboa, mas Tomar foi das primeiras a ser criada e funciona até agora.

A Misericórdia quando foi criada tinha o Hospital da Graça e a Igreja da Graça, que já existiam, assim como outros pequenos hospitais e gafarias, etc.…. Tudo isso foi integrado aquando da criação da Misericórdia, em 1510 quando do Foral novo de D. Manuel.

O Hospital da Misericórdia funcionou sempre e foi, durante séculos, o único hospital em Tomar. Funcionou de 1500 até 2003. Portanto, 493 anos de funcionamento ininterrupto. E só deixou de funcionar quando foi inaugurado o novo hospital que hoje conhecemos, que manteve o nome de Nossa Senhora da Graça. Muitos tomarenses nasceram ali e ali foram operados.

 

– Leia a entrevista completa na edição que já está nas bancas

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

- Advertisement -

Últimas

“Doce Passeio Doce” regressa a Tomar no dia 25 de abril

A 18.ª edição do “Doce Passeio Doce” realiza-se este sábado, dia 25 de abril, entre as 14h30 e as...

Pintura mural das Calçadas vandalizada recuperada gratuitamente pela sua autora Silvia Marieta 

Vandalizada há dias, a figura retratada no mural das Calçadas de Tomar e evocativa de ícones tomarenses - e...
- Advertisement -

Mais notícias