O Padel é uma das modalidades desportivas que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos, atraindo praticantes de todas as idades e afirmando-se como um fenómeno social e desportivo. Em Tomar, este crescimento tem sido particularmente expressivo, com uma comunidade ativa, competitiva e cada vez mais estruturada, sendo que há 700 pessoas a jogar regularmente padel em Tomar. Em estúdio, estivemos à conversa com Ricardo Santos, relações públicas do Tomar Padel, em Vale Cabrito, que nos falou sobre a origem do padel, o impacto local do clube, a vertente social do projeto e as grandes novidades previstas para 2026, o Padel 2.0 cuja reabertura está marcada com um “Open Day” no dia 10 de janeiro.
Entrevista José António (RCT)
Elsa Ribeiro Gonçalves (Texto Jornal)
RCT – Para começar, explique-nos: o que é o Padel?
Ricardo Santos – O Padel começou a ganhar expressão em Portugal a partir de 2010. É um desporto que nasceu no México, depois ganhou grande expressão em Espanha, na Argentina, e chegou a Portugal mais ou menos em meados de 2010. Teve um crescimento muito rápido após 2015, ano em que foi criada a Federação Portuguesa de Padel. Atualmente, em 2025, temos cerca de 17 mil federados de padel em Portugal e aproximadamente 250 mil praticantes sociais. O padel é uma mistura de um bocadinho de ténis com um bocadinho de squash. Todos os desportos de raquete acabam por estar envolvidos no padel, e é por isso que consegue abranger tantas pessoas.
E esta modalidade já tem muitos adeptos… já estão em Tomar há cerca de cinco anos….
Sim, já temos muitos seguidores. Isso nota-se nas nossas redes sociais, mas sobretudo a nível da comunidade tomarense, do concelho de Tomar temos cerca de 700 pessoas a jogar padel regularmente. No nosso site temos também cerca de 1.200 pessoas com login efetuado para fazer reservas no clube.
– Leia a entrevista completa na próxima edição semanal