NOTA DO DIRETOR
O primeiro apontamento desta Nota prende-se com o acto eleitoral de Domingo, 18 de Janeiro, para eleição do próximo Presidente da República.
Com candidaturas que pretendem representar todo o leque político português, e sem expectativa de desistência de qualquer candidato que se apresenta ao acto eleitoral, importa sobremaneira que votemos.
Votemos, aguardando que a escolha dos Portugueses seja a que melhor, no entendimento de cada um, nos represente e defenda nestes tempos que atravessamos de enormes incertezas. Mas, para mim, o importante é que vamos votar com a liberdade que o 25 de Abril nos permitiu.
O segundo apontamento prende-se com as várias opiniões que foram expressas sobre a situação do conhecido Aqueduto dos Pegões. Não cuido de saber, ou emitir opinião, sobre se houve, ou não, atrasos na denúncia sobre o estado do monumento. Cuido, sim, de realçar a intervenção do José Delgado que motivou que os poderes autárquicos e da administração central se debruçaram sobre o estado do Aqueduto dos Pegões e demonstraram da necessidade de actuar. Mesmo impedindo a circulação pedonal da zona do que conhecemos por Pegões Altos. Naturalmente que aguardo, com expectativa, da rapidez, ou não, do que se vai providenciar.
O terceiro apontamento prende-se com a segunda sessão do Seminário organizado pela Casa do Concelho de Tomar sobre Educação, Formação e Ensino na Construção de uma Nação – Que Portugal Queremos, sessão muito dirigida ao Ensino Básico e Secundário. A riqueza das intervenções leva-nos a considerar que valeu a pena esta iniciativa, bem demonstrativa do que a Casa do Concelho de Tomar, a sua Direcção, bem como o ânimo de todos os que colaboraram, conseguem realizar. Consideração positiva em que a presença da nossa autarquia, representada pela vice-presidente Célia Bonet, demonstra que a Casa não está isolada para outras iniciativas que pretenda realizar numa afirmação da capacidade da Comunidade Tomarense, que não se resume, apenas e só, à importante área da construção civil. Área que, ao longo dos anos, deu abundantes provas de realizações.
Finalmente, de novo o Rio Nabão. Notícias recentes deram a conhecer o anúncio de importante verba – cerca de 187 milhões de euros – para recuperação dos rios e ribeiras do nosso Portugal, como afirmou a Senhora Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho. A cínica pergunta que faço é esta: será desta vez que há dinheiro para intervir no Rio Nabão? Fica a pergunta e a expectativa.
O diretor,
António Cândido Lopes Madureira.