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Esta semana suplemento especial na edição impressa do “Cidade de Tomar” alusivo aos 50 anos do 25 de Abril

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O 25 de abril de 1974 marcou um momento crucial na história de Portugal, com a Revolução dos Cravos que pôs fim a um regime autoritário que perdurava há décadas. Este evento trouxe liberdade, democracia e progresso ao país, com a instauração de um regime democrático e a conquista de direitos fundamentais para todos os cidadãos.

Ao longo dos últimos 50 anos, Portugal tem feito grandes avanços em diversas áreas, como a economia, educação, saúde e direitos humanos. O país tornou-se membro da União Europeia, fortalecendo as suas relações internacionais e garantindo maior desenvolvimento e qualidade de vida para os seus habitantes.

No entanto, há ainda desafios a enfrentar, como a corrupção, a desigualdade social, o desemprego e a degradação ambiental. É importante que as gerações mais jovens reconheçam a importância do 25 de Abril e lutem pela manutenção dos valores democráticos conquistados nessa data histórica.

Neste 50.º aniversário da Revolução dos Cravos, é fundamental celebrar a liberdade e a democracia em Portugal, mas também refletir sobre os desafios que o país enfrenta e o que pode ser feito para construir um futuro melhor para todos os portugueses. Que este marco histórico nos inspire a continuar a lutar por um país mais justo, igualitário e democrático.

Deixamos neste suplemento, alguns testemunhos de pessoas que viveram a Revolução, outras que não viveram, mas têm laços familiares com quem a viveu e outros (ainda não nascidos) mas que realçam a importância desse momento para o país. A destacar, também, uma entrevista com Carlos Beato, Capitão de Abril, que seguiu com Salgueiro Maia rumo à liberdade e democracia, e uma entrevista com Natália Cardoso que era professora de Desenho, na Guiné-Bissau, quando se deu a revolução.

Natália Cardoso era professora na Guiné-Bissau no 25 de Abril de 1974

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Falar no 25 de Abril é falar do que se sentia nas Províncias Ultramarinas por parte de militares, muitos milicianos, que nelas prestavam serviço, bem como das suas famílias. A situação na Guiné-Bissau teve especial relevância, dado ter como Governador o General António de Spínola, autor de “Portugal e o Futuro”, obra que muitos, talvez, quase todos, consideram o despertar de consciências e de incremento ao processo que culminou com a Revolução de Abril. Muitas têm sido as publicações que pretendem retratar o Portugal de 1974, mesmo, nas Províncias de Guiné-Bissau, Angola e Moçambique. É esse o caso da situação vivida na Guiné-Bissau, por Natália Cardoso, nos anos de 1972/1973, professora na Escola de Bissau e, posteriormente, professora na Escola de Santa Maria do Olival.

Cidade de Tomar – Qual o ambiente, social, político e militar na Guiné-Bissau nos anos de 1972/1974 (ou outros) em que lecionou naquela província, hoje País independente?

Natália Cardoso – O ambiente a nível social era bom. Durante o tempo que vivi em Bissau, quase dois anos letivos, constatei sempre que havia um bom relacionamento, solidariedade, convivência e descontração entre todas as pessoas. Os Guineenses gostavam de nós. A nível político, como eu não percebia nada de política, nem sequer tinha ideias. A nível militar, sendo eu na altura casada com um militar, eram poucas as conversas ou nenhumas sobre esse tema. Embora, eu muitas vezes questionasse para com os meus botões, o porquê daquela guerra estúpida e sobre as notícias horríveis que todos os dias nos chegavam. 

Natália Cardoso nos tempos na Guiné-Bissau

E, como sentia a Comunidade Portuguesa com o evoluir da situação de guerra e o mandato do General António Spínola?

– A comunidade portuguesa em Bissau era restrita, eram familiares dos militares e alguns comerciantes que se encontravam lá há alguns anos. Em relação ao Sr. General Spínola tive o privilégio de ter dois encontros presenciais com ele e a sua esposa, Sr.ª D. Maria Helena, no palácio de Bissau pelo facto de eu ser professora.

– Da sua reflexão sobre o evoluir da situação, qual o sentimento local, caso o tenha havido, com a publicação do livro de António de Spínola?

– Sim, tive conhecimento desse livro. Mas, atendendo ao facto de eu estar envolvida como professora, era difícil   aperceber-me de comentários. Possivelmente só nos meios militares e nos quartéis é que se comentaria esse livro. Aliás, na escola entre os elementos do corpo docente, que também existiam professores Guineenses, nunca havia qualquer tipo de comentários sobre a situação do País.

Sabemos, pela leitura do seu livro Geometria Descritiva de Saltos Altos, que foi professora, em Bissau, nos anos de 1972/10974. Qual o sentimento dos seus alunos para com a comunidade portuguesa?

– Os alunos gostavam muito das professoras da “Metrópole”.  Eles percebiam que através de nós, tinham acesso a novos materiais, novos equipamentos, livros e ferramentas de trabalho diferentes.  E na minha área, nos meus livros de Desenho com cores, era bem visível o entusiasmo e a curiosidade com todo esse material. (…)

Entrevista na íntegra na edição impressa de 26 de abril de 2024.

Carlos Beato: “O 25 de Abril valeu a pena”

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Carlos Beato esteve ao lado de Salgueiro Maia na madrugada libertadora de 25 de Abril de 1974. O capitão Carlos Beato era o comandante do 6.º Pelotão da Operação “Fim do Regime”, que na madrugada do dia 25 de abril de 1974 saiu com Salgueiro Maia de Santarém em direção a Lisboa. Aos 26 anos, tinha 25 homens sob as suas ordens. O Jornal “Cidade de Tomar” falou com o Capitão de Abril sobre as suas memórias desse dia e a importância que o mesmo teve para o país.

– Quais as principais memórias que guarda da operação iniciada no dia 24 de abril de 1974?

Carlos Beato – Eu estava na Escola Prática de Cavalaria em Santarém como oficial miliciano e tinha acabado de regressar de uma missão militar de Moçambique, da Guerra Colonial. Na data, a PIDE andava sempre no controle, não podíamos falar à vontade e o Capitão Salgueiro Maia andava a questionar, um a um, os militares para saber se estavam disponíveis para integrar uma ação militar, a operação “Fim do Regime”, ao que todos responderam que sim. A principal memória que tenho dessa madrugada libertadora é que cerca de 200 jovens, voluntariamente, disseram sim ao grande Capitão Salgueiro Maia para participar na operação “Fim do Regime”.

Carlos Beato (ao centro) com Salgueiro Maia a falar pela 1.ª vez com a comunicação social

– Dada as condicionantes da época, o Capitão Salgueiro Mais propôs-se questionar cada um dos militares para essa operação?

O Capitão Salgueiro Maia foi uma figura incontornável na vida militar, um grande Comandante, um grande líder, foi alguém que nós tínhamos como exemplo e, por isso, todos responderam que sim para avançar com a operação militar que devolveria a Liberdade e a Democracia ao nosso povo. O Capitão Salgueiro Maia foi uma figura determinante em todos os acontecimentos naquele dia, naquela operação. Merecia comemorar os 50 anos de Abril, que ele ajudou a concretizar.

Regresso a Santarém no dia 27 de abril

– Depois de todos terem aceite participar na operação, quais foram os próximos passos?

No dia 24 de abril, de manhã, fomos informados, também um a um, em parada militar, pois não se podia reunir os militares, que a operação seria naquela noite. Segundo nos informara, havia uma senha que iria para o ar, pelas 23h00, na comunicação social, através dos Emissores Associados de Lisboa, com a música “E Depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho. Se estivesse a correr tudo bem no país inteiro, às 00h00, a Renascença lançaria a contra-senha com a música “Grândola, Vila Morena”, que seria a ordem para avançar para Lisboa, dando início à operação militar. Durante a espera, fomos reunir para o quarto militar do Capitão Salgueiro Maia, onde estivemos a ver mapas de Lisboa e rever pormenores da operação e onde estivemos à espera da ordem de partida que seria dada a partir da Renascença. Foi um momento de grande frissom, pois às 00h00, não aconteceu nada, às 00h05, nada, às 00h10, nada, às 00h15 nada, o que nos levou a pensar que não havia condições para partir para a operação “Fim do Regime”. Nós estávamos entusiasmados com a oportunidade de conseguir a liberdade e a democracia em Portugal, mas naquele momento, ficámos tristes, desolados, mas às 00h20, o locutor disse “Grândola, Vila Morena, Terra da fraternidade, O povo é quem mais ordena, Dentro de ti, ó cidade” e pôs a música, e nós ficámos entusiasmados e começámos a tratar dos últimos pormenores, acabando por sair às 3h30 e chegámos à Praça do Comércio às 6h30. Quero destacar que nós eramos todos jovens, de vinte e poucos anos, o Capitão Salgueiro Maia tinha 29 anos, e foram estes jovens que arriscaram tudo naquela madrugada libertadora. (…)

Ana Isabel Felício

Entrevista na íntegra na edição impressa de 26 de abril de 2024.

Celebrar Abril com arte

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No passado domingo, na Praça da República, uma outra forma de contar a história e de a recordar, com as estátuas vivas. As “estátuas” regressam ao mesmo local, no dia 25 de abril, das 15h30 às 18h00.

“Os caminhos para a liberdade” com trabalhos dos alunos de artes visuais

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Porque os cravos têm que ser semeados e cuidados, e a Democracia também, a Assembleia Municipal de Tomar promoveu, em conjunto com as escolas do concelho, a exposição “Os caminhos para a liberdade”, com trabalhos dos alunos de artes visuais.

A abertura, no passado dia 20 de abril, contou com a participação do presidente da Assembleia Municipal, Hugo Costa, e de vários deputados municipais, do vereador Hélder Henriques, em representação da câmara, e dos diretores dos Agrupamentos de Escolas, Paulo Macedo, do Templários, e Celeste Costa, do Nuno de Santa Maria, além de professores e alunos participantes. Todos salientaram a importância desta iniciativa na salvaguarda dos valores democráticos entre os mais jovens, bem como o empenho que todos colocaram na realização dos trabalhos, de grande qualidade.

Alguns dos artistas participantes, que frequentam o ensino secundário nas escolas Jácome Ratton e Santa Maria do Olival, explicaram a construção das suas obras, que incluem desenho, várias técnicas de pintura e um filme de animação em stop motion. De referir ainda que também o cartaz foi criado pelos alunos da Escola Profissional de Tomar.

Primeiro TESP de Turismo Equestre aprovado vai ser ministrado na Golegã

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A Golegã irá receber o primeiro Curso Técnico Superior Profissional (TesP) de Turismo Equestre do país, o qual será ministrado pelo ISLA Santarém em colaboração com o Município da Golegã.

Já aprovado pela Direção-Geral do Ensino Superior, este curso é reconhecido pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo Ribatejo e pela Federação Equestre Portuguesa, contando ainda com parcerias com diversas outras entidades do setor, sendo a primeira formação de Ensino Superior a ser ministrada na Golegã.

O turismo equestre constitui uma atividade relevante para a qualificação da oferta turística, nomeadamente pela diversificação da atividade de animação turística, pela atenuação da sazonalidade e pelo contributo para o reforço da coesão territorial. Portugal possui fatores distintivos que configuram uma oportunidade para o desenvolvimento do turismo equestre, nomeadamente o Cavalo Lusitano e as restantes raças autóctones portuguesas, mas também o clima mediterrânico temperado de Portugal que garante condições únicas para a criação de equinos e para o desenvolvimento das atividades equestres, salientando-se a prática e o ensino do hipismo, a participação de atletas em competições desportivas, os passeios a cavalo, os eventos (galas, espetáculos, concursos, feiras, mercados), as profissões e produtos ligados ao cavalo e, ainda, as visitas a diversas instalações (centros hípicos, coudelarias, museus, palácios, etc.).

O TeSP em Turismo Equestre tem como objetivo preparar os estudantes para, no final do curso, serem capazes de coordenar e executar as operações associadas às atividades de turismo equestre nomeadamente no que diz respeito à seleção dos mercados do turismo equestre, desenvolvimento e gestão de projetos de turismo equestre, criação de planos de marketing orientados para o turismo equestre, planeamento e organização de eventos e atividades de animação turística, planeamento e gestão de itinerários para o turismo equestre e desenvolver atividades de equitação orientadas para o turismo equestre tendo em conta a legislação aplicável e a saúde e o bem-estar equino.

O curso, a funcionar na Golegã, permitirá aos estudantes uma aprendizagem prática inigualável, tendo em conta os inúmeros eventos equestres desenvolvidos ao longo do ano, mas também face ao número de coudelarias e ofertas relacionadas com o turismo equestre na região.

Casa do Concelho de Tomar promove seminário para debater migração, emigração e imigração

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A Casa do Concelho de Tomar em Lisboa vai prover, em três sessões, em diferentes datas, um seminário sobre os “Efeitos do Movimento Migratório das Gentes Rurais do Século XX e Retorno às Origens no Século XXI”, um tema atual que está a ser preparado por uma vasta equipa de pessoas entendidas na matéria. O Jornal/Rádio Cidade de Tomar falou com Carlos Galinha (presidente da Casa do Concelho), Pinho Neno e César Afonso, três dos elementos da equipa, sobre os objetivos deste seminário.

– Como é que surge a ideia de promover este seminário?

– Carlos Galinha (CG) – Este seminário integra-se nas atividades da Casa do Concelho de Tomar e pretende trazer um valor acrescentado para o regionalismo com temas ligados à sociedade portuguesa. A Casa do Concelho esta sedeada em Lisboa, que é uma área de migrações. Para este seminário decidi convidar o César Afonso, presidente da mesa da assembleia da Casa de Vinhais, que colabora ativamente em seminários sobre várias temáticas. O César ficou encantado com a ideia, considerando ser um ótimo tema para um seminário. Convidei também o Dr. Pinho Neno, um entendido das comunidades portuguesas, foi também convidado José Arsénio, António Madureira, José Amaral Lopes (presidente da Junta de Alvalade), Ernesto Jana (historiador) e Jaime Ferreira Carvalho (locutor da RDP), entre outros, é uma grande equipa. Serão três temas em três sessões diferentes. A primeira acontece a 18 de maio sobre o tema “Tomar – Lisboa – porto de abrigo da comunidade tomarense”; a 15 de junho sobre a emigração, dedicado às razões que levaram os portugueses a emigrar e a 6 de julho sobre a imigração, as razões da vinda de migrantes para o nosso país e que mais-valias podem trazer ao nosso país. Temos vários palestrantes já confirmados, pessoas que se dedicam a estes temas. As sessões vão realizar-se todas na Casa do Concelho de Tomar, em Lisboa.

– Tomar também vai estar em análise?

CG – Sim, Tomar é um caso relevante, por um lado, pelos tomarenses que foram para Lisboa e por outro lado por aqueles que foram para a Faculdade estudar e não regressaram. Mas o que se pretende analisar é a razão que levou os portugueses a emigrar, grande parte em busca de melhores condições de vida, mas, e quando regressam, será que poderão criar oportunidades para a região que os viu nascer?

– É cada vez mais importante falar nestes temas?

– Pinho Neno (PN) – Sim, a emigração é um fator de sucesso e desenvolvimento, se não houvesse emigração, as pessoas ficavam fechadas numa porta. Há causas e objetivos de quem parte. Para emigrar é preciso ter coragem de partir, mas para ficar também é preciso ter coragem. A mobilidade em Portugal é muito intensa desde a fundação do país, também houve sempre migração. Vieram para cá, para o “chão português”, o que, na altura, era visto como o “armazém da luz”. A mobilidade promove o desenvolvimento entre culturas, permite novas realidades, o que leva ao desenvolvimento. Portugal é um país de migração. E há várias razões para isso. Por exemplo, a II Guerra Mundial destruiu parte da Europa, que passou a ser um espaço de ocupação soviética e anglo-saxónica e, para evitar que os russos avançassem, os americanos decidiram defender a Europa Central e, nesta altura, Portugal resolveu acorrer a esse protesto para ajudar ao desenvolvimento da França, que ficou bastante destruída. Para a França foram professores para ensinar Português, pastores, bombeiros, todos para ajudar a desenvolver a Europa e trazer proventos para desenvolverem aqui o seu ninho. E isso foi notório até a nível da arquitetura, em que surgiram as casas estilo francês, suíço… A migração é um fator fundamental para o desenvolvimento cultural.

Entrevista na íntegra na edição impressa de 19 de abril.

XXI Templário – Festival Internacional de Tunas da Cidade de Tomar de 3 a 5 de maio

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O XXI Templário – Festival Internacional de Tunas da Cidade de Tomar realiza-se de 3 a 5 de maio. O programa é o seguinte:

Sexta-feira 3 de maio: Tarde – Receção das tunas; 23h30 – Arraial na Praça da República com a Banda FH5; 02h00 – Animação Noturna.

Sábado 4 de maio: 15h00 – Pasacalles (Rua Serpa Pinto) + Serenatas na Praça da República; 21h00 – Início do XXI Templário no Cineteatro Paraíso; 00h00 – Animação Noturna c/DJ.

Domingo 5 de maio: 12h30 – Despedida das Tunas.

Tunas a Concurso: FAN-Farra Académica de Coimbra; Tuna-MUs – Tuna Médica da Universidade da Beira Interior; Tuna de Empresariales de La Universidad de Huelva (Espanha); Estudantina Universitária dos Açores. Tuna Extraconcurso: Cavaleiras de Sellium – Tuna Feminina do Instituto Politécnico de Tomar.

Exposição sobre a Festa dos Tabuleiros na Festa do Avante!

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A Festa do Avante de 2024 realizar-se-á a 6, 7 e 8 de setembro e muitas das características ímpares que fazem dela uma iniciativa sem paralelo em Portugal foram difundidas na jornada de divulgação que decorreu do dia 11 de abril até ao dia 14.

Os valores de Abril estão presentes em cada recanto da Festa. Procurando dar a conhecer algumas das tradições e manifestações populares mais significativas do nosso país, a Festa do Avante! contará este ano, no seu espaço central, com uma exposição sobre a Festa dos Tabuleiros em Tomar, abordando as suas variadas expressões: história, tradição, envolvimento e participação da comunidade, criatividade e expressões artísticas. A Festa dos Tabuleiros realiza-se de quatro em quatro anos em Tomar, por diversas ruas e artérias da cidade, no espaço geográfico da atual União de Freguesias de São João Baptista e Santa Maria dos Olivais, envolvendo a participação de todas as freguesias do concelho desde 1950. É uma festa do povo e para o povo.

Como todos os anos a Festa do Avante! É “sempre construída com o trabalho de muitos, é um lugar onde todos são queridos, um espaço para todos com música, gastronomia, teatro, cinema, desporto, política, solidariedade e paz este ano de 2024 tem mais este ponto de interesse”.

REVOLUÇãO 74/24 em Tomar

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REVOLUÇãO 74/24, está dividido em duas fases de atuação, a primeira em 4 locais emblemáticos de Tomar e a segunda na Praça da República.

Para poder assistir à 1.ª parte, onde serão recriadas algumas situações anteriores a 1974 de uma forma intimista e imersiva, serão criados 3 grupos de 135 pessoas, que serão guiados pelos nossos guias. Para os 3 espaços será necessário marcar os seus bilhetes previamente, pois a lotação de cada espaço é limitada. As atuações terão início às 21h em simultâneo nos 3 espaços, repetindo-se às 21h30 e 22h.

Estação da CP de Tomar – “A despedida”,

Interpretação_ Jaime Gamboa e Teresa Faria

Igreja de São Francisco – “O Velório”,

Interpretação – Patrícia André

Igreja da Misericórdia – Confessionário– “A Confissão”

Interpretação: Carla Chambel e Heitor Lourenço

Igreja da Misericórdia – Altar “Mulheres e Revolução”  

Interpretação: Luís Lucas e Ângela Pinto

22h15 -Cine-Teatro Paraíso – Lopes Graça, Interpretação – Eurico Lopes e Coro do metro de Lisboa

Deverá assegurar a sua reserva para o email: revolucao@tenda.pt até dia 22/04/24.