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Morreu Custódio Ferreira, antigo presidente da Junta de Paialvo

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Faleceu nesta terça-feira, 9 de abril, aos 94 anos, Custódio da Silva Ferreira, ex-presidente de junta de Paialvo. O antigo autarca e incontornável figura política do concelho ligada à CDU, encontrava-se no Lar de Carrazede. As cerimónias fúnebres realizam-se na Casa Mortuária de Vila Nova, esta quarta-feira, 10 de abril, pelas 17horas.

Aprovado por unanimidade empréstimo de três milhões para intervir nas vias mais degradadas do concelho

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Foi aprovada, por unanimidade, na reunião extraordinária do executivo, na segunda feira, a contratação de um empréstimo, até três milhões e cem mil euros, destinado à requalificação das vias mais necessitadas no concelho, assim como para a reabilitação urbana.

Refira-se que algumas dessas vias a necessitar de requalificação são, por exemplo, a rua Miguel Ferreira (do jardim-escola João de Deus) e da rua José Tamagnini (no Bairro 1.º de maio). Fora da cidade, destaque para a via de ligação de Olalhas a Ferreira do Zêzere, ainda no troço entre a Nacional 110 e Aboboreiras, para além de intervenções projetadas para a freguesia de São Pedro, nomeadamente a Ponte de Vermoeiros, encerrada à circulação há vários anos. Também a estrada da Sabacheira para o Agroal está na lista, entre outras. No que se refere à reabilitação urbana, o objetivo é avançar com uma intervenção no Casal dos Frades.

Depois da aprovação em reunião de câmara, o processo avança para a assembleia municipal e se o mesmo for aprovado, segue-se a consulta as várias entidades bancárias para apresentar, novamente, os termos na assembleia municipal.

Hugo Cristóvão lembrou que “este é o primeiro empréstimo desta governação e não quisemos alargar muito o valor”, avançando que “no início da nossa governação a capacidade de endividamento da câmara era de 900 mil euros, hoje podemos chegar aos 12 milhões,325 mil euros”. Frisou o autarca que a verba do empréstimo se destina às vias, a obras para as quais não existem outros financiamentos, referindo que algumas são apenas obras de manutenção. Disse ainda que, “no caso de sobrar verba de uma obra, essa verba não pode ser usada noutra obra”.

O vereador Tiago Carrão (PSD) também interveio afirmando que “não é verdade que a capacidade de endividamento no início da vossa governação tenha sido de 900 mil euros, eu consultei o site da câmara e, segundo a prestação de contas de 2013, esse valor era de 4 milhões,464 mil euros. O senhor gosta de falar no passado, mas quando falar, fale com rigor”, disse. Tiago Carrão falou ainda nas eleições autárquicas de 2025, referindo que “será um conjunto de obras para inaugurar”, ao que Hugo Cristóvão respondeu que “nós temos o mau hábito de não inaugurar as obras que fazemos”.

“Cantigas Mil” deu início às atividades comemorativas do XXXVI aniversário do Rancho Folclórico Etnográfico de Alviobeira

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Depois de “Elas que cantam” e “Eles que cantam” foi a altura de juntar as vozes! Uma viagem pelo universo musical dos anos 70 foi a proposta do RFEA para a noite do passado sábado à noite, no CRC Alviobeira.

Não podemos esquecer que foi nesta década que em portugal sopraram ventos de mudança. A 25 de abril de 1974 deu-se a revolução e a principal preocupação dos portugueses tornou-se a intervenção política.

A cantiga é sempre uma arma e nestes anos os cantores interventivos deram voz a um povo que não a tinha e conseguiram unir pessoas em torno de um ideal e de uma mudança, utilizando a arte para conseguir este objetivo.

Em Portugal, o pós-25 de Abril foi prolífero na música de intervenção. Ela estava lá, escondida nos anos de ditadura, e saiu com toda a força pela voz de músicos como José Mário Branco, Sérgio Godinho ou Zeca Afonso.

Músicas como “Venham mais cinco”, “O que faz falta é animar a malta”, “Depois do Adeus”, “A cantiga é uma Arma”, “Somos Livres”, “Pedra Filosofal”, entre outras fizeram-se ouvir no salão do CRCA, pelas vozes dos componentes do Rancho de Alviobeira, acompanhados musicalmente pelo João Paulo, Filipe, João Pedro, todos eles componentes do RFEA e pelo convidado Hugo Mendes, a quem agradecemos a disponibilidade, generosidade e profissionalismo.

Nesta noite, também não esquecemos alguns nomes da música ligeira, da década de 70 tal como Paco Bandeira e José Cid. Como durante o Estado Novo, o fado era presença obrigatória nas rádios, fizemos questão de lembrar Amália Rodrigues com “Oiça Lá Sr. Vinho” de 1971.

Uma noite colorida como a década de 70, que pode ser facilmente descrita com a mais plural, inventiva e criativa da história da moda. O comportamento dos jovens dos anos 70 transformaram os padrões estéticos da época e democratizaram profundamente a moda. Nas “Cantigas Mil” fizemos questão de tirar do baú roupas da década de 70 e usar penteados à época.

Escolhemos poemas de Sophia Mello Breuner, Ary dos Santos, Miguel Torga, Luís Vaz de Camões, e Alice Neto de Sousa (poeta e dizedora de poesia, autora do poema “Março”, escolhido para inaugurar as comemorações do 50º aniversário do 25 de abril), para enriquecer o momento e reforçar a mensagem.

“Nós que Cantamos”, decorreu num ambiente descontraído, entre músicas carregadas de emoção e mensagens, cores vibrantes, belos poemas, sorrisos e olhos felizes, de pessoas que acreditam que o sonho (ainda) comanda a vida.

Rancho Folclórico de Alviobeira

 “Repressão, a história de Henrique Monte – Ensaio” de José Rodrigues Silva evoca em Tomar memórias do 25 de abril

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No âmbito das celebrações dos 50 anos do 25 de abril, o Município de Tomar, recebeu em Tomar o autor José Rodrigues da Silva que apresentou ao público “Repressão, a história de Henrique Monte – Ensaio” uma obra que mergulha nas profundezas da repressão vivida durante a ditadura que assolou o país antes da Revolução dos Cravos.

A presença do CIRE (Centro de Integração e Reabilitação de Tomar) sublinha a importância da memória, da integração e da reabilitação na construção de uma sociedade mais justa e informada.

O lançamento desta obra ocorreu na sala do Moinho da Ordem, no Complexo Cultural da Levada de Tomar, na tarde de sábado, 6 de abril e, mais do que uma celebração literária a ocasião foi também um momento de reflexão coletiva sobre um dos períodos mais marcantes da história portuguesa.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

CIM Médio Tejo assina pacote de 121,6 milhões de euros de financiamento europeu até 2030

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“Este contrato representa um compromisso firme do Médio Tejo com o desenvolvimento e crescimento económico, social, sustentável, equitativo e inclusivo”, disse o presidente da CIM Médio Tejo, Manuel Jorge Valamatos, na cerimónia de assinatura do Instrumento Territorial Integrado (ITI) da CIM Médio Tejo, na passada segunda feira, num momento que considerou de “grande importância”, decorrido na sede da CIM, em Tomar.

Perante uma sala cheia de representantes de várias entidades estratégicas da região, entre as quais Isabel Damasceno, presidente da Autoridade de Gestão do Programa Regional Centro 2030, com a qual a CIM Médio Tejo contratualizou o ITI, o presidente da CIM referiu que este instrumento significa a contratualização de um pacote financeiro com um valor de fundo de 121.664.089,06 euros.

Este instrumento representa “um conjunto de investimentos e ações a serem executadas dentro do período de programação comunitária, Portugal 2030, e que serão dinamizadores do desenvolvimento, coesão e da economia regional”, disse.

“Hoje, falamos do futuro, do trabalho que continuaremos a desenvolver em prol do nosso território, mas não podia deixar de fazer uma referência ao trabalho desenvolvido no passado, e mesmo no presente, dado que em todos os períodos de programação comunitária, a região do Médio Tejo foi sempre uma excelente executora”, sublinhou Manuel Jorge Valamatos.

O presidente da CIM referiu-se ainda ao “Fundo de Transição Justa, que tem alocado 65 milhões de euros a serem aplicados na nossa região (…) e que o mesmo tem de ser sinónimo de uma rápida reconstrução de um território que ainda sofre com os impactos negativos dado o paradigma e a mudança para uma economia mais verde”.

Na sua intervenção, a presidente da Autoridade de Gestão do Programa Regional Centro 2030, Isabel Damasceno, afirmou que o contrato assinado, entre a entidade que preside e a CIM Médio Tejo, “é um contrato de confiança e um contrato de convicção de que quem está mais próximo faz melhor do que quem está mais longe”, disse, fazendo referência à CIM Médio Tejo que se irá constituir como organismo intermédio do Programa Regional Centro 2030.

“Ao longo dos anos, fomos trabalhando com as nossas CIM’s na preparação e no acompanhamento das execuções dos fundos comunitários e ao ultrapassarmos os desafios e os problemas que se colocam, foi-se criando com as CIM’s, e com o seu corpo técnico, um espírito de interajuda e confiança que não se alcança de um dia para o outro”, referiu ainda a presidente. (…)

Notícia completa na edição impressa de 12 de abril.

Sérgio Godinho apresentou em Tomar o romance “Vida e Morte nas Cidades Geminadas”

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Numa parceria entre o Município de Tomar e a Nova Papelaria + Livraria – Tomar, a Biblioteca Municipal de Tomar António Cartaxo da Fonseca foi palco, no passado dia 5 de abril, de um evento marcante para os amantes da literatura e da música: a apresentação do mais recente romance de Sérgio Godinho, “Vida e Morte nas Cidades Geminadas”.

Publicado pela Quetzal Editores, “Vida e Morte nas Cidades Geminadas” é mais do que um romance; é um convite à reflexão sobre as escolhas que fazemos, os caminhos que percorremos e os amores que vivemos e perdemos. Sérgio Godinho, com a sua prosa envolvente e cheia de musicalidade, oferece aos leitores uma viagem inesquecível por entre as sombras e luzes que compõem a nossa existência. Este livro promete ser uma leitura prazerosa, repleta de surpresas e revelações, capaz de tocar o coração de quem se aventura pelas suas páginas.

Sérgio Godinho, um ícone da música portuguesa, nesta faceta como romancista é um testemunho da sua versatilidade e talento inigualáveis.

A sessão de apresentação contou não só com a presença da vereadora Rita Freitas, mas também com leituras emocionantes realizadas pelo professor João Patrício, trazendo à vida as palavras do autor num ambiente íntimo e acolhedor.

Pedro Machado é o novo secretário de Estado do Turismo

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Pedro Machado, ex-presidente do Turismo Centro de Portugal, é o novo secretário de Estado do Turismo. Pedro Machado é Mestre em Ciências da Educação; Licenciado em Filosofia, presidente da ARPT – Agência Regional de Promoção Turística Externa do Centro de Portugal.
A Turismo Centro de Portugal felicita a nomeação de Pedro Machado, ex-presidente desta entidade, como Secretário de Estado do Turismo do XXIV Governo Constitucional. Esta escolha representa “o reconhecimento merecido do compromisso e dedicação incansáveis com que Pedro Machado se entrega, há largos anos, ao setor do Turismo e à promoção nacional e internacional do país”, refere a nota.

João Moura nomeado Secretário de Estado da Agricultura

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João Moura, deputado, líder da distrital do PSD de Santarém e presidente da Assembleia Municipal de Ourém, foi nomeado Secretário de Estado da Agricultura.

João Moura é licenciado em Engenharia Agropecuária com MBA em Gestão Financeira para as PME’s; Bacharelato em Produção Animal; Administrador de empresas; Professor.
Foi deputado à Assembleia da República (XIV, XV e XVI Legislaturas) Vai trabalhar com o Ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes.

Com a sua entrada no governo, o quarto elemento da lista da AD pelo círculo eleitoral de Santarém, Inês Barroso, sobe a deputado.

Tomarense Maria de Lurdes Craveiro nomeada secretária de Estado da Cultura

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A tomarense e atual diretora do Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, Lurdes Craveiro, vai ser a nova secretária de Estado da Cultura.

Maria de Lurdes Craveiro tem Doutoramento em História da Arte, é docente universitária e é desde 2021 diretora do Museu Nacional Machado de Castro.

Segundo a sua biografia, é a investigadora principal do “Grupo de Estudos Multidisciplinares em Arte”, no Centro em Arqueologia, Artes e Ciências do Património, Unidade de I&D-281, da Fundação da Ciência e Tecnologia.

Em 2021 Maria de Lurdes Craveiro venceu o concurso internacional para o provimento do lugar de diretoria do Museu Machado de Castro, lançado em 2020 pela Direção-Geral do Património Cultural.

MultiÓpticas de Tomar: há 23 anos a apostar na relação com os clientes

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A MultiÓpticas de Tomar, localizada no número 42 da Alameda Um de Março, completa, esta sexta feira, dia 5 de abril, 23 anos de existência na nossa cidade.

A propósito de mais um aniversário, o “Cidade de Tomar” falou com a responsável, Carla Dias Crispim, que nos avançou que o mundo da ótica há 23 anos era muito diferente. Segundo a mesma, “o mundo da ótica é muito concorrencional, há muitas óticas, muitos conceitos. Há 23 anos era muito diferente, agora é tudo muito mais rápido, a moda é mais rápida, a tecnologia traz-nos novas soluções, mas também mais exigências e necessidades”, considera.

Na sua perspetiva, “o que a ótica tem de bom, e sempre teve, é a ligação com o bem-estar, à saúde das pessoas, e isso é sempre uma prioridade. Mesmo durante a pandemia, obviamente as coisas foram mais difíceis, mas a saúde está sempre à frente, é uma preocupação de todos nós”, sublinha.

Falando na pandemia, para Carla Crispim, esse período constituiu um “grande desafio emocional, foi muito difícil, mas acho que todos o conseguimos superar. O pós-pandemia ainda se viveu com muitos receios, mas conseguimos adaptar-nos na forma como atendíamos os nossos clientes e como prestávamos o nosso serviço e agora a pandemia parece que já foi uma coisa muito longínqua”, afirma, avançando, no entanto, que “há alguns hábitos que vieram da pandemia e que mantivemos, continuamos a ter alguns cuidados porque há outras doenças, outros desafios a esse nível”, sublinha.

Passada a pandemia veio a crise económica que afetou vários setores. Na área da ótica, segundo Carla Crispim, “as óticas foram tentando adaptar-se e há muitos conceitos diferentes que permitem ao cliente encontrar aquilo que lhe serve melhor em relação às suas necessidades e que está mais de acordo com os seus próprios valores e a sua maneira de estar”, refere.

Apesar de não se poder adiar muito quando necessitamos de óculos, há ainda pessoas que vão adiando. No entanto, na Multiópticas “temos sempre muitas soluções, diferentes formas de ajudar os diferentes clientes, e temos a possibilidade, que permite, mesmo a quem não quer realizar um investimento mais elevado, ter um leque de opções muito alargado, e isso é muito bom para todos os clientes, é um ponto forte que temos e que nos permite trabalhar com mais tranquilidade, mas não deixa de ser um desafio constante”, refere Carla Crispim. (…)

Na sexta feira, dia do 23.º aniversário da MultiÓpticas em Tomar, os clientes poderão contar com os habituais descontos, nomeadamente, uma campanha de 25% de desconto nos óculos de sol, promoção que vai estar em loja.

Carla Dias Crispim convida todos a passarem pela MultiÓpticas, onde “teremos um miminho para oferecer”.

Notícia completa na edição impressa de 5 de abril.