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TEDx estreia-se em Tomar com evento na Fábrica das Artes a 28 de março

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Tomar recebe, pela primeira vez, um evento oficial TEDx, com uma iniciativa marcada para o próximo sábado, 28 de março, na Fábrica das Artes. O “TEDx Parque do Mouchão Adventure” propõe uma experiência centrada em workshops e participação ativa, antecipando o evento principal agendado para 30 de maio.
A organização pretende posicionar a cidade no circuito das ideias e da inovação, sob o tema “Small Cities. Big Ideas. Amplified”, defendendo que o pensamento criativo não está limitado aos grandes centros urbanos. O projeto conta com o apoio da Câmara Municipal de Tomar, do Instituto Politécnico de Tomar e da Fábrica das Artes, além de várias parcerias locais.
Ao contrário do formato habitual das conferências TEDx, o “Adventure” não inclui palestras em palco. A iniciativa aposta em sessões práticas e simultâneas, permitindo aos participantes circular livremente entre diferentes atividades, com enfoque na experimentação e na criação.
O programa integra workshops orientados por três convidadas, cruzando arte, mosaico e alimentação. A artista visual Creepy Isa dinamiza “Pequenos Esboços, Grandes Ideias”, uma sessão de exploração visual onde o desenho rápido é utilizado como ferramenta de pensamento. A mosaísta Lucy Jackson apresenta duas propostas: “O Caos que Encaixa”, centrada na organização de fragmentos, e “Íman-ginação”, focada na construção criativa a partir de peças diversas. Já a nutricionista Margarida Lopes propõe quatro experiências sensoriais ligadas à alimentação — “Quem tem boca vai ao… Palpite!”, “Não percebo um Feijão disto!”, “Doce, Doce, Queijo, Queijo” e “Quem Tempera por último, ri melhor” — que exploram o paladar e a memória.
A programação inclui ainda três participações especiais: o grupo de estátuas vivas Selway Statues, com a performance “Quem cala… Conta!”, o projeto de doçaria caseira Sweet & Salty, com a apresentação “O Doce Não Ocupa Lugar (e o Salgado também não!)”, e a Casa de Caná, com café de especialidade.
O “TEDx Parque do Mouchão Adventure” abre portas às 13h00, com início das atividades às 14h00, após uma breve introdução. Os workshops decorrem em simultâneo até às 16h45, seguindo-se um momento de convívio informal.
As inscrições estão abertas e os lugares são limitados. Para mais informações e bilhetes: tedxparquedomouchao.com/adventure
O “TEDx Parque do Mouchão Adventure” antecede o evento principal, marcado para 30 de maio de 2026, na Escola Secundária Jácome Ratton, em Tomar.

CAST celebra 120 anos com regresso à recuperação financeira

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O Centro de Assistência Social de Tomar (CAST) celebrou, na quinta-feira, 19 de março, Dia de S. José, os seus 120 anos de atividade com um almoço convívio seguido de uma sessão comemorativa, marcada por mensagens de esperança, reconhecimento e confiança no futuro da instituição.
Na abertura da cerimónia, o presidente da direção, Rui Pascoal, sublinhou o significado da data, lembrando que esta celebração representa mais do que a passagem do tempo. “Celebrar 120 anos de vida é celebrar uma história de compromisso, solidariedade e dedicação ao próximo”, afirmou, perante convidados, colaboradores, utentes e parceiros, entre os quais a diretora da Segurança Social de Santarém, Paula Carloto.
O responsável abordou também a situação financeira encontrada pela atual direção, que tomou posse há pouco mais de um ano, marcada por vários anos de resultados negativos. Ainda assim, deixou uma nota de confiança quanto ao trabalho desenvolvido. “Definimos um caminho de rigor, transparência e responsabilidade. Hoje podemos dizer que esse esforço começa a dar resultados: no encerramento de contas de 2025, o CAST deverá regressar aos resultados financeiros positivos”, anunciou, sendo a declaração recebida com aplausos.
– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

91 anos de voz regional

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Assinalar os 91 anos do Jornal “Cidade de Tomar” é reconhecer a força de uma comunidade que nunca deixou de acreditar no seu território. Ao longo de quase um século, este semanário acompanhou as transformações de Tomar, do Médio Tejo e do Ribatejo, registando memórias, dando voz a pessoas e instituições e ajudando a construir identidade regional.

Escrevo estas linhas na qualidade de Presidente da NERSANT, mas também como Tomarense que acredita que não há desenvolvimento sustentável sem uma comunidade informada, exigente e participativa. Uma região que ambiciona ser uma verdadeira “Wise Region” – inteligente, colaborativa, capaz de aprender com os seus dados, com as suas empresas e com as suas pessoas – precisa de um ecossistema de comunicação regional forte, plural e comprometido com o interesse público.

Num tempo marcado pela desinformação, pelas redes sociais e pela fragmentação das audiências, a comunicação social regional assume uma importância estratégica redobrada. E é também através de órgãos como o “Cidade de Tomar” que a agenda económica da região chega ao cidadão: investimentos, oportunidades para as PME, inovação, internacionalização, projetos apoiados por fundos europeus e iniciativas da comunidade intermunicipal ou das associações empresariais.

A visão da NERSANT assenta numa região mais competitiva, coesa e inovadora, em linha com o conceito de Wise Region: um território que articula municípios, empresas, institutos politécnicos, parques de ciência e tecnologia, comunicação social e cidadãos em torno de objetivos partilhados.

Nesta arquitetura colaborativa, os meios de comunicação regional são peças estruturantes. Sem uma comunicação de proximidade, competente e credível, não conseguimos mobilizar empresas, envolver a sociedade civil nem criar o sentimento de pertença indispensável a qualquer estratégia de desenvolvimento integrada.

A comunicação regional é também um fator de competitividade. Ao dar visibilidade às empresas, aos empresários e ao talento jovem, ao divulgar casos de sucesso e boas práticas de inovação e sustentabilidade, os jornais regionais ajudam a projetar a imagem externa do Médio Tejo e do Ribatejo, reforçando a sua atratividade para investimento, turismo e fixação de pessoas qualificadas.

O desafio que hoje se coloca é alinhar essa capacidade de informar e mobilizar com as prioridades estratégicas da região. Se queremos uma Wise Region, temos de comunicar de forma clara os grandes projetos em curso, os instrumentos de apoio às PME, as oportunidades da transição digital e verde, a importância da cooperação entre empresas, autarquias, Institutos Politécnicos e comunicação social.

Ao celebrar 91 anos, o jornal renova um compromisso com Tomar e com a região: informar com rigor, questionar, estimular a participação e aproximar os agentes do território na construção de uma região mais sábia, mais justa e mais próspera.

Em nome da NERSANT, deixo uma palavra de reconhecimento a todos quantos, ao longo destas nove décadas, fizeram e fazem o “Cidade de Tomar”. A história da região não se escreve sem a vossa história.

Rui Serrano,
Presidente da Nersant
Associação Empresarial da Região do Ribatejo
Câmara do Comércio e Indústria

O Cidade de Tomar tem sido um parceiro de enorme valor

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Celebrar os 91 anos do Jornal Cidade de Tomar é celebrar também a força da imprensa regional e o papel único que ela continua a desempenhar junto das comunidades.
Ao longo de mais de nove décadas, o Cidade de Tomar tem sido muito mais do que um jornal. Tem sido um companheiro atento da vida da região, um espaço de encontro entre pessoas e instituições, uma voz próxima, credível e profundamente comprometida com o território.
Num tempo em que tantas vezes a informação chega depressa, mas nem sempre com profundidade, a imprensa regional continua a distinguir-se pela proximidade, pelo rigor e pela confiança que constrói junto dos leitores.
Para a Unidade Local de Saúde do Médio Tejo, o Cidade de Tomar tem sido um parceiro de enorme valor. Tem acompanhado, com interesse e sentido de responsabilidade, a atividade desenvolvida pela instituição, dando visibilidade ao trabalho dos nossos profissionais e ajudando-nos a chegar mais perto da população. Essa colaboração tem sido particularmente importante também no plano da literacia em saúde, através da divulgação de conteúdos que informam, sensibilizam e capacitam os cidadãos.
Esse é, aliás, um dos grandes méritos da imprensa de proximidade: contribuir não apenas para uma comunidade mais informada, mas também para uma comunidade mais esclarecida, mais participativa e mais consciente. Quando falamos de saúde, esse contributo é ainda mais relevante.
Neste aniversário, dirijo ao jornal Cidade de Tomar uma palavra de sincero reconhecimento e gratidão pelo percurso construído, pelo serviço prestado à comunidade e pela forma como tem sabido honrar, ao longo de 91 anos, a missão do jornalismo regional.
Que continue por muitos e bons anos a informar, a aproximar e a enriquecer a nossa comunidade.
Parabéns ao Jornal Cidade de Tomar. Longa vida à imprensa regional.
Casimiro Ramos
Presidente do Conselho de Administração da ULS Médio Tejo

Parabéns ao Jornal Cidade de Tomar pelos seus 91 anos!

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Assinalar os 91 anos do Jornal Cidade de Tomar é reconhecer o papel fundamental que a imprensa regional desempenha na vida das comunidades. Ao longo da sua existência, este jornal tem acompanhado a história de Tomar e da região, comunicando e informando com proximidade, dando voz às instituições e contribuindo para uma cidadania mais informada e participativa.
Num tempo marcado pela difusão fácil da informação e pela primazia da globalização dos conteúdos, a comunicação social de proximidade continua a ter um valor insubstituível. É através dela que se preserva e cultiva a memória coletiva local e regional e se reforça a ligação entre a comunidade e o território.
Para o Politécnico de Tomar, o Jornal Cidade de Tomar tem sido também um importante parceiro na divulgação das iniciativas académicas, culturais e científicas que marcam a vida da nossa instituição.
Nesta data simbólica, felicito todos aqueles que, ao longo dos anos, contribuíram para a história e relevância deste jornal, desejando que continue a ser uma referência na sua missão de serviço público de informação e fator de coesão, da nossa comunidade.

João Coroado, Presidente do Instituto Politécnico de Tomar

91 anos: a história de um jornal é feita pelas histórias de todos

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Há histórias que começam sem ninguém perceber bem que estão a começar. A minha começou atrás do balcão de um pequeno café dos meus pais, entre chávenas, conversas de clientes e os livros da escola. Enquanto ajudava a servir mesas, fazia outra coisa sem saber: observava. Observava as pessoas, as suas histórias e as pequenas alegrias do dia-a-dia. Hoje percebo que foi ali que comecei a aprender uma das primeiras regras do jornalismo: olhar para o mundo com curiosidade.

Na escola primária houve um pequeno sinal que ficou comigo. A professora começou a elogiar as minhas redações e, por vezes, lia-as em voz alta para a turma. Ao mesmo tempo via reportagens na televisão e imaginava como seria estar nesses lugares, a contar histórias. Foi então que, ainda criança, decidi algo que parecia improvável para muitos: queria ser jornalista.

Criei até o meu primeiro jornal, feito para os clientes do café dos meus pais. Tirava fotografias, fazia perguntas e escrevia pequenas histórias. Era um jornal improvisado, mas para mim era muito sério. Anos mais tarde cheguei à universidade. Não foi um caminho fácil, mas os sonhos verdadeiros têm uma forma curiosa de nos chamar de volta.

Em 2005 comecei finalmente a trabalhar como jornalista, com carteira profissional. Desde então tenho assistido a uma grande transformação na profissão. Quando comecei, o papel dominava e as redes sociais praticamente não existiam. Hoje o mundo é digital, imediato e veloz, e os jornalistas tiveram de se reinventar muitas vezes. É neste contexto que o Cidade de Tomar celebra 91 anos de vida. Noventa e um anos a contar histórias da cidade e das suas gentes. Noventa e um anos a acompanhar mudanças, desafios e conquistas. Noventa e um anos de memória coletiva.

Num tempo dominado pelo digital, continuar a fazer um jornal local é também acreditar que as histórias das pessoas, das instituições, das associações e das empresas da nossa comunidade merecem ser contadas.

Porque um jornal local é mais do que um conjunto de páginas.
É um espelho da comunidade.
É um arquivo daquilo que somos.

Ao longo destas décadas, o Cidade de Tomar só foi possível graças à ligação com os seus leitores e com todos aqueles que fazem parte da vida desta cidade.

Por isso, nesta edição de aniversário, mais do que olhar apenas para o passado, o convite é simples: não desistir.

Não desistir de acreditar na importância da informação local.
Não desistir de valorizar aquilo que é nosso.
Não desistir de continuar a contar as histórias da nossa terra.

Porque os tempos mudam, os formatos mudam, mas há algo que permanece: a necessidade de contar histórias verdadeiras sobre o lugar onde vivemos.

E enquanto houver quem acredite nisso, haverá sempre razões para continuar.

Elsa Ribeiro Gonçalves
Chefe de Redação

91 anos ao serviço de Tomar

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91 anos depois, o Jornal Cidade de Tomar ainda existe. Sem interrupções. Sem saltar uma edição. Chegou a este aniversário com presença no papel, no digital e nas redes sociais, lido em todo o mundo.

Seria fácil escrever apenas um texto de celebração. Mas, prefiro escrever um texto honesto. Porque o que está a acontecer à imprensa regional e local diz algo sobre democracia que não pode ficar por dizer.

Há mais de 80 concelhos portugueses sem qualquer publicação periódica registada. Um quarto dos concelhos já vive num “deserto de notícias”, outros 50% estão em risco. Em quinze anos, o número de títulos de imprensa em Portugal caiu 40%.

Estes não são apenas números apenas sobre um sector em dificuldades. São números sobre o que acontece quando uma comunidade deixa de ter jornalismo local, e o que acontece é simples: o poder é exercido com menos escrutínio.

O Facebook não vai à Assembleia Municipal. O Instagram não faz pedidos de acesso à informação. As redes sociais distribuem o que existe, mas não produzem. E quando não há jornalista para fazer as perguntas, as perguntas ficam por fazer.

A verdade, é que os municípios também têm responsabilidade nesta crise. Alguns usaram a publicidade institucional como instrumento de pressão editorial, nem sempre de forma explícita, mas de forma eficaz. Outros simplesmente migraram para as redes sociais, tornando-se emissores diretos sem ligar ao jornalismo que os devia escrutinar. Ambos os caminhos produzem o mesmo resultado: menos independência, menos escrutínio, democracia mais fraca.

91 anos é um número que impõe respeito. A história deste jornal é a história de Tomar narrada por quem cá viveu. Perder isso não é perder apenas um jornal. É perder a capacidade de uma comunidade se contar a si própria. E uma comunidade que não se consegue contar tem muito mais dificuldade em construir o seu futuro.

Parabéns ao Jornal Cidade de Tomar por estes 91 anos que merecem ser celebrados.

Tiago Carrão Presidente da Câmara Municipal de Tomar

91 anos a informar Tomar, 91 anos a servir a comunidade

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Celebrar os 91 anos do Cidade de Tomar é celebrar muito mais do que a longevidade de um jornal. É assinalar 91 anos de compromisso com a informação, com a memória coletiva e com a vida de uma comunidade que se foi revendo, geração após geração, nas suas páginas.
Poucos títulos em Portugal podem orgulhar-se de uma longevidade tão sólida, e menos ainda podem afirmar que mantiveram, ao longo de tantas décadas, uma ligação tão estreita com a comunidade que servem. O Cidade de Tomar é um exemplo vivo do que significa fazer imprensa regional com identidade, missão e resiliência.
Num país onde o acesso à informação é cada vez mais fragmentado e mediado por plataformas globais, o papel da imprensa regional assume uma importância renovada. São os jornais de proximidade que conhecem as pessoas pelo nome, que entendem o contexto local, que acompanham as pequenas vitórias e os grandes desafios do território. São eles que garantem que cada município, cada freguesia e cada comunidade têm voz própria num espaço mediático frequentemente dominado por temas nacionais ou globais. A imprensa regional é, em grande medida, o primeiro degrau da cidadania informada.
Ao longo de nove décadas, o Cidade de Tomar construiu precisamente essa função de referência: informar com rigor, acompanhar a vida coletiva, preservar a memória local e reforçar a identidade tomarense. Fê-lo em diferentes épocas históricas, atravessando mudanças políticas, tecnológicas e sociais profundas, mas mantendo sempre o compromisso com os valores fundadores da liberdade, do pluralismo e do serviço público informativo.
A sua história não se mede apenas em datas ou edições, mas na relação de confiança que o jornal soube consolidar com os seus leitores. É essa relação – próxima, contínua e genuína – que explica a vitalidade deste projeto. A expansão para o digital e a ligação à Rádio Cidade de Tomar revelam, além disso, uma capacidade de adaptação que honra a tradição, mas olha firmemente para o futuro.
A Associação Portuguesa de Imprensa reconhece no Cidade de Tomar um exemplo de resiliência empresarial, de dedicação jornalística e de compromisso com a comunidade local. Num setor que enfrenta desafios significativos, a sua persistência e a sua relevância são motivo de celebração e inspiração.
Em nome da APImprensa, deixamos um voto de profundo apreço pelo caminho já percorrido e os sinceros parabéns a toda a equipa atual, aos colaboradores de ontem e de hoje, e aos leitores que sustentam este título histórico. Que os próximos anos continuem a reforçar esta missão essencial de informar, valorizar e aproximar a comunidade tomarense.
Muitos parabéns, Cidade de Tomar. Que venham muitos mais anos de bom jornalismo regional.
Cláudia Maia, presidente da Associação Portuguesa de Imprensa

Há 91 anos a contar a história de Tomar

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Há 91 anos nascia o Cidade de Tomar, um jornal que desde então tem acompanhado, registado e contado a vida da nossa cidade e da região.
No primeiro número, publicado a 17 de março de 1935, o jornal saudava os tomarenses com palavras simples e sinceras, dirigindo também um cumprimento especial a todos aqueles que, por força da vida, se encontravam longe da sua terra.
Sob a direção de Libério Mourão e com Manuel Torres Campos como administrador, o semanário começou por ser impresso na Tipografia e Papelaria “A Gráfica”, na Rua Infantaria 15, em Tomar.
Mais de nove décadas depois, o Cidade de Tomar mantém-se fiel ao espírito que orientou os seus fundadores: defender a região, dar voz à comunidade e exercer um jornalismo responsável, sereno e construtivo.
Desde 1989, o jornal é dirigido por António Lopes Cândido Madureira, dando continuidade a esta missão que atravessa gerações.
Parabéns ao Cidade de Tomar pelos seus 91 anos de publicações ininterruptas, um verdadeiro património da nossa comunidade.
Na foto: a primeira página da edição 1

Prejuízos estimados em 300 mil euros no Centro Social de Além da Ribeira motivam apelo urgente a donativos e materiais para a sua reconstrução

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O Centro Social Paroquial de Além da Ribeira (CSPAR), no concelho de Tomar, sofreu danos significativos na sequência da passagem da tempestade Kristen, na madrugada de 28 de janeiro, levando a instituição a lançar um apelo urgente à população e às empresas para a doação de materiais de construção e apoio financeiro que permitam reconstruir o centro de dia.
A intempérie atingiu diretamente as instalações cerca das 4h00, provocando prejuízos estimados em cerca de 300 mil euros. O impacto obrigou ao encerramento do centro de dia, deixando cerca de 70 utentes sem este serviço presencial.
A instituição particular de solidariedade social, sediada na freguesia de Além da Ribeira, conta com uma equipa de dez trabalhadores e presta apoio a idosos e pessoas com deficiência, com idades entre os 55 e os 101 anos. Para além do centro de dia, assegura também serviço de apoio domiciliário, com entrega de refeições, limpeza e lavandaria, permitindo que muitos idosos permaneçam nas suas casas com melhores condições de vida.
Os danos provocados pela tempestade incluem a destruição parcial do telhado e estragos em várias infraestruturas, como painéis solares, janelas, forros, chaminés, portas, portões e viaturas de transporte da instituição.
Desde o episódio, as instalações ficaram sem condições de utilização, o que obrigou à suspensão das atividades presenciais. Assim, os utentes dependem atualmente apenas do apoio domiciliário, situação que poderá aumentar o isolamento e a perda de mobilidade entre a população idosa.
Perante a dimensão dos estragos, a Junta de Freguesia de Além da Ribeira e Pedreira apelou à solidariedade de cidadãos e empresas, sobretudo dos distritos de Santarém, Leiria e Coimbra, mas também de outras regiões do país.
Os donativos podem ser feitos através da página de angariação de fundos criada online: https://gofund.me/a1cc1b9bd.
Também é possível contribuir por transferência bancária para o IBAN PT50 0004 5543 5402 2787 1658 0, em nome de Centro Social Paroquial de Além da Ribeira.
Além do apoio financeiro, a instituição apela ainda à doação de materiais de construção ou à disponibilização de serviços que possam ajudar na recuperação das instalações.