Ao fim de 10 anos, na despedida de Marcelo…
Casa do Concelho de Tomar comemorou 83 anos
CIRE assinala 50 anos de atividade ao serviço da inclusão
O CIRE foi fundado a 10 de fevereiro de 1976, data em que a instituição foi legalizada por escritura pública. Para assinalar os 50 anos, a instituição prevê realizar, ao longo do ano, várias iniciativas comemorativas.
– Notícia desenvolvida na edição impressa
Tomar foi o “Coração” do Movimento do Dador de Sangue
No passado sábado, 7 de março, a cidade de Tomar tornou-se o centro nacional da solidariedade. A Escola Secundária Jácome Ratton foi o palco escolhido para a Assembleia Geral da Federação das Associações de Dadores de Sangue de Portugal (FAS Portugal), um evento que reuniu dezenas de associações de todo o país para discutir o futuro e os desafios da dádiva em Portugal.
Este encontro anual, que percorre o país sob a organização das associações locais, coube este ano à Associação de Dadores Benévolos de Sangue do Hospital de Tomar. A hospitalidade e a centralidade da região refletiram-se nos números, estando presentes 33 associações de diversos pontos do território, totalizando 106 participantes unidos pela causa da dádiva.
A manhã iniciou-se com uma Sessão de Boas-vindas onde foi relevado o papel crucial das autarquias e do Estado.
A Mesa de Honra foi composta pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) da Federação, Joaquim Silva, pelo Deputado tomarense à Assembleia da República, Ricardo Carlos, pelo Presidente da Câmara Municipal de Tomar, Tiago Carrão, e pelo Presidente da Direção da Associação anfitriã, Joaquim Palricas.
A condução da sessão esteve a cargo de Ana Palricas, Vice-Presidente da MAG da Associação de Tomar, que depois das boas-vindas fez breve referência às principais características e virtudes desta bonita região e Cidade Templária, Tomar.
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Dia da Cidade de Tomar marcado por referências à Tempestade Kristin e à capacidade de superação da população
Nos discursos, a evocação histórica foi acompanhada por diversas referências aos impactos recentes da tempestade que atingiu o concelho, sublinhando-se a resiliência das gentes de Tomar perante a adversidade.
Num contexto ainda marcado pelos efeitos da intempérie, houve igualmente lugar a uma homenagem simbólica à figura do voluntário, na Medalha Municipal de Valor e Altruísmo, recebida pelos presidentes de junta, em representação de todos os que prestaram apoio às populações afetadas.
Festejemos THOMAR
Nota do diretor
Festejemos THOMAR
Com a dignidade que a data merece, preparamo-nos para celebrar o Dia da nossa Pátria – A Terra Templária.
Nesta minha nota não cuido de saber que data devemos festejar: se 1 de Março de 1160, dia da fundação do Castelo, ou 13 de Fevereiro de 1844, dia de elevação a Cidade.
Importa, para mim, festejar THOMAR com a dignidade que merecemos. Todos, sejamos os aqui nascidos ou os que escolheram para nesta terra desenvolverem a sua vida, pessoal ou profissional. Mesmo aqueles que no gozo da velhice, bem merecida, THOMAR escolheram.
Dignidade de festejar, num tempo de inúmeras incertezas, hoje agravadas face aos recentes acontecimentos climatérios que todos atingiram, seja emocionalmente, seja nos seus bens.
E como se trata de festejar THOMAR, eis a iniciativa de saudar e fazer lembrar todos aqueles que, dando de si todo o seu melhor, puseram ao serviço do próximo todo o seu ânimo, capacidade, sentido de serviço comunitário. Demos, como anteriormente neste jornal se escreveu, as MÃOS. Eis, pois, a melhor homenagem que pudemos transmitir aos VOLUNTÁRIOS – o sincero, sentido e profundo agradecimento de uma comunidade. THOMAR agradece-vos nesta hora em que temos de arregaçar as mãos e animar a alma.
Arregaçar as mãos e animar a alma recordando que vão passados quatro anos em que, num sentida de humanidade, nos pusemos ao lado da sofrida Ucrânia. Sim, vão passados quatro anos. Pensamos que foi há muito tempo. Não, são passados apenas quatro anos, tempo que nos parece distante. Mas a agressão continua, cada vez com maior agressividade.
Por isso, ao agradecer aos Voluntários, não esquecemos a Ucrânia. É que a solidariedade e o sentir conjunto não devem ser palavras vãs. Temos mesmo de praticar a solidariedade e o sentir comum.
O diretor,
António Cândido Lopes Madureira.









