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Ao fim de 10 anos, na despedida de Marcelo…

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NOTA DO DIRECTOR
É bem verdadeiro o título dessa minha nota.
Passaram 10 anos, mas parece que foi ontem que Marcelo rebelo de Sousa iniciou o exercício do cargo de supremo magistrado da Nação.
Mas não, pois, em 9 de março, António José Seguro jurou cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa.
Serão, como muitos dizem, todos melhor do que eu, mandatos diferentes. Mas como esperamos que António José Seguro cumpra e faça cumprir, como jurou, a Constituição.
De Marcelo todos recordarão as selfies que nunca deixou de tirar. Os comentários que fazia, o aconchego aos que dele precisava. A presença, quando não desaconselhado, nos locais em que as tragédias e alegrias imponham a sua voluntária presença. Sejam em fogos; jogos de futebol e outras manifestações desportivas, etc, etc.
Para mim, recordo o assistente de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa, nos anos de 1970. A sua presença e participação nas nossas Festas dos Tabuleiros, sempre com alegria que a todas e todos contagiava, muito particularmente nos momentos em que o Grande Cortejo parava e Marcelo irrompia pelas casas dos tomarenses para um copo de água tomar.
Mas, institucionalmente, recordo o sossego que soube transmitir aos reformados, aos pensionistas e à Função Pública, quando, no início da Governação de António Costa, apoiou na reversão de medidas da troika que aqueles atingiram, como foram o corte de reformas e pensões e na recuperação de subsídios.
Mais: quando nunca se afastou do apoio que a Comunicação Social merecia, sim, ele um Homem da Comunicação. Apoiou, teceu comentários, lutou contra a iliteracia, num combate desigual, mas em que conseguiu alterar perspectivas que muito nos afligiam. A ele se deve, no ruído do silêncio, que o anterior Governo aprovasse, sendo Pedro Duarte, hoje Presidente da Câmara Municipal do Porto, ministro com a tutela da Comunicação Social, um plano que reconheceu o importante papel que a IMPRENSA, no seu todo e forma de comunicar, desempenha no todo de Portugal. Medidas que, paulatinamente, estão a ser postas em prática pelo actual Governo, de que, hoje, destaco a obrigatória divulgação das deliberações dos órgãos autárquicos com eficácia na vida de todos nós, de uma comunidade.
Ainda, face ao aviso das empresas de distribuição de jornais e revistas de fazer cessar tal distribuição em territórios do interior de Portugal, a proposta de disponibilização de importante valor, da ordem dos 3.500.000,00 euros, para apoio a tal distribuição. São medias que, estou certo, permitirão que a Imprensa sobreviva num Pais tão fragmentado em termos de desenvolvimento, permitindo que todos possam ler, ou folhear, um jornal, uma revista. Medidas, entre outras, que, acredito não deixaram de ser faladas nos encontros de Marcelo com Luís Montenegro, Primeiro-Ministro.
Era assim Marcelo, não obstante o universo de críticas que o atingiram. Importa, para um jornal, reconhecer o apoio que mereceu. Hoje, é este o meu testemunho.
Reconhecimento que a nota da Associação Portuguesa de Imprensa bem expressa e que nos permitimos publicar.
O diretor,
António Cândido Lopes Madureira.
COMUNICADO: APImprensa saúda a ‘Magistratura de Influência’ dos mandatos do Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa na defesa da Comunicação Social em Portugal
Caro Associado,
APImprensa saúda a ‘Magistratura de Influência’ dos mandatos do Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa na defesa da Comunicação Social em Portugal.
A Associação Portuguesa de Imprensa (APImprensa) vem publicamente enaltecer o papel histórico e o compromisso inabalável que o Senhor Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, demonstrou na defesa da comunicação social portuguesa ao longo dos seus mandatos, que inúmeras vezes classificou como o ‘Pilar da Democracia’.
Para a APImprensa, a atuação do Chefe de Estado foi uma luz de esperança num setor que continua fustigado uma crise económica e financeira terrível, destacando-se a iniciativa única realizada a 24 de abril de 2020, numa maratona de audiências carregada de forte simbolismo, tendo chamado a Belém associações, sindicatos e administrações para responder ao impacto devastador da pandemia de Covid 19. Foi um gesto político forte em que sublinhou que não há liberdade sem uma imprensa financeiramente saudável. O apelo ao consenso a um “acordo de regime”, como forma de pressão para os decisores políticos olharem para o jornalismo não como um negócio, mas como um serviço público essencial, foi outra batalha política que a APImprensa reconhece publicamente, ao pretender garantir que os próximos 50 anos de democracia contem com uma comunicação social livre, forte e independente.
Na Luta contra os “Desertos de Notícias” no país, o Presidente da República sempre alertou para o facto de que a fragilidade dos media é um “travão à democracia”. A sua preocupação constante com a imprensa regional e com a sustentabilidade do setor foi a principal voz contra o silenciamento de comunidades inteiras.
A APImprensa não esquece também o dia 25 de abril de 2017, quando foi distinguida no Palácio de Belém como Membro Honorário da Ordem do Mérito pelo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, em que promoveu também um tributo a todos os títulos da imprensa que, há mais de um século, garantem o pluralismo em Portugal.
A APImprensa reconhece no Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, a todos os títulos, que foi um aliado fundamental para a independência da comunicação social e, concretamente, da imprensa em Portugal.
A Direção da APImprensa.
N.R – Foto de Arquivo

Casa do Concelho de Tomar comemorou 83 anos

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Realizou-se, no passado dia 4 de março, o jantar comemorativo dos 83 anos de idade da Casa do Concelho de Tomar. Nesta ocasião solene, a instituição de utilidade pública sediada em Lisboa, atribuiu um voto de louvor ao jornal e à Rádio Cidade de Tomar, em reconhecimento pela colaboração e pelos serviços prestados à instituição e à comunidade tomarense. Outros órgãos de comunicação social tomarenses também receberam o mesmo louvor.
A Casa do Concelho de Tomar é uma das mais antigas associações regionalistas ligadas ao concelho, desenvolvendo ao longo dos anos diversas atividades culturais, sociais e de promoção das tradições tomarenses junto da comunidade residente fora do concelho.
Com esta distinção, a instituição pretende também sublinhar a importância da comunicação social regional na preservação da identidade local e no reforço dos laços entre as comunidades tomarenses.

CIRE assinala 50 anos de atividade ao serviço da inclusão

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O Centro de Integração e Reabilitação de Tomar (CIRE) assinalou recentemente 50 anos de atividade, marco que celebra meio século de trabalho dedicado à inclusão, reabilitação e apoio a pessoas com deficiência e incapacidade no concelho de Tomar.
A sessão comemorativa contou com a presença de representantes de várias entidades e instituições da região, tendo o Município de Tomar estado representado por membros do Executivo Municipal. Marcaram igualmente presença a Direção Distrital da Segurança Social de Santarém, a Assembleia Municipal de Tomar e a Junta de Freguesia Urbana.
Ao longo destas cinco décadas, o CIRE tem desempenhado um papel determinante na promoção da inclusão e no desenvolvimento de respostas especializadas dirigidas às pessoas com deficiência, às suas famílias e à comunidade, afirmando-se como uma instituição de referência no concelho e na região.
A celebração deste cinquentenário constituiu também um momento de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pela instituição e pela dedicação dos seus dirigentes, colaboradores e voluntários ao serviço da comunidade.
O CIRE foi fundado a 10 de fevereiro de 1976, data em que a instituição foi legalizada por escritura pública. Para assinalar os 50 anos, a instituição prevê realizar, ao longo do ano, várias iniciativas comemorativas.
– Notícia desenvolvida na edição impressa

O CIRE foi fundado a 10 de fevereiro de 1976, data em que a instituição foi legalizada por escritura pública. Para assinalar os 50 anos, a instituição prevê realizar, ao longo do ano, várias iniciativas comemorativas.

– Notícia desenvolvida na edição impressa

Tomar foi o “Coração” do Movimento do Dador de Sangue

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No passado sábado, 7 de março, a cidade de Tomar tornou-se o centro nacional da solidariedade. A Escola Secundária Jácome Ratton foi o palco escolhido para a Assembleia Geral da Federação das Associações de Dadores de Sangue de Portugal (FAS Portugal), um evento que reuniu dezenas de associações de todo o país para discutir o futuro e os desafios da dádiva em Portugal.

Este encontro anual, que percorre o país sob a organização das associações locais, coube este ano à Associação de Dadores Benévolos de Sangue do Hospital de Tomar. A hospitalidade e a centralidade da região refletiram-se nos números, estando presentes 33 associações de diversos pontos do território, totalizando 106 participantes unidos pela causa da dádiva.

A manhã iniciou-se com uma Sessão de Boas-vindas onde foi relevado o papel crucial das autarquias e do Estado.

A Mesa de Honra foi composta pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) da Federação, Joaquim Silva, pelo Deputado tomarense à Assembleia da República, Ricardo Carlos, pelo Presidente da Câmara Municipal de Tomar, Tiago Carrão, e pelo Presidente da Direção da Associação anfitriã, Joaquim Palricas.

A condução da sessão esteve a cargo de Ana Palricas, Vice-Presidente da MAG da Associação de Tomar, que depois das boas-vindas fez breve referência às principais características e virtudes desta bonita região e Cidade Templária, Tomar.

Financiamento Europeu de 410 mil euros reforça abastecimento de água em Ferreira do Zêzere e Tomar

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A Águas do Vale do Tejo informou, através de uma nota de imprensa, que obteve aprovação de financiamento europeu para a operação “Substituição de Conduta em Águas Belas – Aumento da Resiliência e Sustentabilidade do Subsistema de Abastecimento de Água do Rio Fundeiro” (código: CENTRO2030-FEDER-03438800), uma intervenção estruturante para o reforço do abastecimento de água nos municípios de Ferreira do Zêzere e Tomar.
A operação foi aprovada no âmbito do Portugal 2030, contando com o apoio financeiro da União Europeia através do FEDER, no montante de 410.835,37 euros, correspondente a 85% do investimento elegível.
“Este investimento reveste-se da maior importância para a melhoria da eficiência hídrica e para o reforço da resiliência do sistema face a fenómenos climáticos extremos, estando alinhado com os objetivos do PENSAARP 2030 e do PNI 2030, bem como, com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, nomeadamente o acesso a água segura, sustentabilidade das comunidades e adaptação às alterações climáticas”, refere a Águas do Vale do Tejo.
Segundo a mesma, o projeto beneficiará diretamente mais de 9 mil habitantes, através da substituição de um troço crítico de conduta adutora com cerca de 1.045 metros, localizado na freguesia de Águas Belas, no concelho de Ferreira do Zêzere.

Ricardo Acto, o líder dos bastidores do Rock in Rio Lisboa

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Natural de Tomar, com raízes em Alqueidão de Olalhas, Ricardo Acto é e uma das figuras centrais na organização de um dos maiores festivais de música do mundo. Atualmente VP de Operações do Rock in Rio Lisboa, o engenheiro civil de formação começou o seu percurso profissional nos bastidores do evento e ascendeu a cargos de topo, sempre com a mesma curiosidade e paixão que despertaram nas festas populares da sua terra natal. Nesta entrevista ao Cidade de Tomar, fala sobre o impacto das suas origens, os desafios da edição de 2024, a mudança para o novo recinto e o que o público pode esperar de um festival que continua a reinventar-se, sem perder identidade.
Sendo natural de Tomar, de que forma a cidade influenciou o seu percurso pessoal e profissional?
Tomar moldou uma parte essencial de quem sou e do que faço atualmente. Cresci entre as tradições da aldeia dos meus pais, Alqueidão de Olalhas, e foi na sua festa anual, assim como na emblemática Festa dos Tabuleiros que tive o meu primeiro contacto com o mundo dos eventos. Desde cedo soube que queria fazer parte de momentos como aqueles. Sempre me fascinou perceber o que acontecia nos bastidores: como se organizavam as equipas, como se coordenavam esforços e como cada detalhe se alinhava para que tudo acontecesse na perfeição. Essa curiosidade acabou por orientar o meu percurso e despertou em mim o gosto por criar experiências, liderar equipas e transformar ideias em realidade. Tomar foi, sem dúvida, a minha primeira grande “escola prática” de vida.
A formação em Engenharia Civil e Gestão de Projeto continua a ser uma mais-valia no cargo que hoje desempenha?
Sem dúvida! A engenharia ensinou-me a pensar de forma estruturada, a resolver problemas e a lidar com desafios. Quando ingressei no Rock in Rio Lisboa como Assistente de Engenharia Civil, percebi que essa base técnica era essencial para fazer bem o meu trabalho, mas que precisava também de algo mais. De aprender a gerir equipas e a organizar grandes projetos. Hoje, cada decisão que tomo tem uma mistura da base técnica com a experiência prática e paixão pelo que faço, e é assim que vou crescendo profissionalmente.
O associativismo académico teve impacto no seu modelo de liderança atual?
Estar ligado à associação de estudantes ensinou-me a liderar com proximidade, ouvir diferentes perspetivas, negociar e trabalhar com equipas diversas. Lancei um festival académico no ano anterior a fazer o meu primeiro Rock in Rio Lisboa, o que acabou por me dar confiança e visibilidade e fez com que o Rock in Rio Lisboa me convidasse, em 2006, para fazer parte da equipa, onde sou VP de Operações do Rock in Rio.
– Entrevista completa na edição semanal

Programa “Recuperar Tomar” mobiliza até 200 mil euros em apoios diretos a quem teve prejuízos causados pelas tempestades

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No âmbito do Programa “Recuperar Tomar”, o município aprovou um regulamento municipal específico de apoio às populações afetadas pelas tempestades de janeiro e fevereiro de 2026, mobilizando até 200 mil euros em apoios diretos.
Ou seja, quem teve danos provocados pelas intempéries pode pedir apoio para ser ressarcido, no caso de prejuízos não totalmente cobertos pelos apoios nacionais. Trata-se do primeiro município do país a criar um regulamento próprio de apoio às vítimas das tempestades.
O Programa “Recuperar Tomar” estrutura-se em três linhas de apoio distintas: reembolso de despesas com reparação ou substituição de edificações, estruturas, equipamentos e maquinaria, com um teto máximo de 1.000 euros por pedido; apoio a perdas de bens alimentares e de primeira necessidade, até 100 euros por agregado familiar; e apoio à recuperação de danos no setor primário, designadamente agricultura, apicultura, pecuária e fruticultura, com um limite máximo de 2.000 euros por candidatura.

– Noticia desenvolvida na próxima edição semanal

Dia da Cidade de Tomar marcado por referências à Tempestade Kristin e à capacidade de superação da população

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Tomar celebrou, a 1 de março, os 866 anos da fundação do Castelo por Gualdim Pais, numa cerimónia marcada por referências à Tempestade Kristin e à capacidade de superação da população. As comemorações decorreram ao longo do dia: de manhã teve lugar a tradicional deposição de flores junto à estátua de D. Gualdim Pais na Praça da República e, durante a tarde, realizou-se a sessão solene que integrou a Assembleia Municipal comemorativa, com intervenções de todas as forças políticas representadas naquele órgão.

Nos discursos, a evocação histórica foi acompanhada por diversas referências aos impactos recentes da tempestade que atingiu o concelho, sublinhando-se a resiliência das gentes de Tomar perante a adversidade.

Num contexto ainda marcado pelos efeitos da intempérie, houve igualmente lugar a uma homenagem simbólica à figura do voluntário, na Medalha Municipal de Valor e Altruísmo, recebida pelos presidentes de junta, em representação de todos os que prestaram apoio às populações afetadas.

No final da cerimónia foram homenageados trabalhadores do Município com 35 e 25 anos de serviço, bem como os funcionários que se aposentaram ao longo de 2025, numa distinção pública pelo contributo prestado à autarquia.

Festejemos THOMAR

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Nota do diretor
Festejemos THOMAR

Com a dignidade que a data merece, preparamo-nos para celebrar o Dia da nossa Pátria – A Terra Templária.
Nesta minha nota não cuido de saber que data devemos festejar: se 1 de Março de 1160, dia da fundação do Castelo, ou 13 de Fevereiro de 1844, dia de elevação a Cidade.

Importa, para mim, festejar THOMAR com a dignidade que merecemos. Todos, sejamos os aqui nascidos ou os que escolheram para nesta terra desenvolverem a sua vida, pessoal ou profissional. Mesmo aqueles que no gozo da velhice, bem merecida, THOMAR escolheram.

Dignidade de festejar, num tempo de inúmeras incertezas, hoje agravadas face aos recentes acontecimentos climatérios que todos atingiram, seja emocionalmente, seja nos seus bens.

E como se trata de festejar THOMAR, eis a iniciativa de saudar e fazer lembrar todos aqueles que, dando de si todo o seu melhor, puseram ao serviço do próximo todo o seu ânimo, capacidade, sentido de serviço comunitário. Demos, como anteriormente neste jornal se escreveu, as MÃOS. Eis, pois, a melhor homenagem que pudemos transmitir aos VOLUNTÁRIOS – o sincero, sentido e profundo agradecimento de uma comunidade. THOMAR agradece-vos nesta hora em que temos de arregaçar as mãos e animar a alma.

Arregaçar as mãos e animar a alma recordando que vão passados quatro anos em que, num sentida de humanidade, nos pusemos ao lado da sofrida Ucrânia. Sim, vão passados quatro anos. Pensamos que foi há muito tempo. Não, são passados apenas quatro anos, tempo que nos parece distante. Mas a agressão continua, cada vez com maior agressividade.

Por isso, ao agradecer aos Voluntários, não esquecemos a Ucrânia. É que a solidariedade e o sentir conjunto não devem ser palavras vãs. Temos mesmo de praticar a solidariedade e o sentir comum.

O diretor,
António Cândido Lopes Madureira.

Tomar homenageia voluntários que ajudaram a limpar os danos da Tempestade “Kristin”

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A Câmara Municipal de Tomar vai assinalar o Dia da Cidade, a 1 de março, com uma homenagem à figura do voluntário, reconhecendo o contributo de todos os que participaram na recuperação dos estragos provocados pela Tempestade “Kristin”. A distinção será simbólica e concretizada através das Juntas de Freguesia do concelho de Tomar.
O anúncio foi feito pelo presidente da autarquia, Tiago Carrão, na reunião do executivo camarário realizada a 23 de fevereiro. O autarca explicou que a homenagem incide sobre o voluntário “no abstrato”, sendo depois personificada em cada freguesia.
Segundo Tiago Carrão, a recuperação do território ficou a dever-se, em grande parte, ao empenho da população que saiu de casa para ajudar após as intempéries.
“A homenagem vai centrar-se no trabalho da população em torno da tempestade ‘Kristin’ e das intempéries que se seguiram. Se conseguimos recuperar da forma como recuperámos foi, em grande parte, graças ao trabalho voluntário daqueles que saíram de casa, muitas vezes deixando as próprias habitações, e foram para a rua com uma motosserra na mão e com os meios que tinham ao dispor. Parece-nos mais do que merecido e merecedor do consenso de todos”, afirmou.
O presidente da Câmara sublinhou que a iniciativa pretende reconhecer o esforço coletivo demonstrado na sequência da tempestade, considerando tratar-se de “uma homenagem justa” pelo papel desempenhado pela comunidade na reposição da normalidade no concelho.