14.1 C
Tomar
Início Site Página 56

Banda da Nabantina no Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas em Lisboa

0

A Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina participou, no passado domingo, dia 1 de dezembro, no Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas, em Lisboa.

É já uma tradição em Lisboa, no 1.º de Dezembro, a Avenida da Liberdade receber o Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas, integrado nas comemorações do dia em que se assinala a Restauração da Independência em Portugal.

Nesta 11.ª edição participaram 32 bandas, oriundas de vários pontos do país e compostas por músicos de diferentes gerações, num total de mais de 1500 participantes.

No final do desfile, como habitualmente, as bandas concentraram-se na Praça dos Restauradores para uma atuação conjunta, interpretando o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e o Hino Nacional A Portuguesa.

Foto: José Manuel Costa Photography 

Mais de mil jovens atletas no Corta-Mato Escolar 2024

0

O Regimento de Infantaria 15 (RI15) recebeu, uma vez mais a prova de Corta-Mato Escolar, iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Tomar com a colaboração do anfitrião, que contou com cerca de um milhar de atletas dos dois agrupamentos escolares e da Escola profissional de Tomar.

Destinada a todos os alunos das escolas de 2.º, 3.º ciclo e ensino secundário e profissional do concelho, esta prova teve como finalidade selecionar os participantes para a fase seguinte, ou seja, a competição à escala distrital.

Antiga Escola Primária revitalizada como sede da Associação de Empresários de Turismo do Castelo de Bode

0

Decorreu na manhã de terça-feira, 26 de novembro, a cerimónia de assinatura do contrato de comodato que formaliza a cedência do antigo edifício da EB1 do Castelo do Bode à Associação de Empresários de Turismo do Castelo de Bode. O evento aconteceu na própria escola primária desativada, localizada nas proximidades da barragem.

Durante a cerimónia, o presidente da Câmara Municipal de Tomar, Hugo Cristóvão, destacou os esforços do município, iniciados há cerca de uma década no seu primeiro mandato, para devolver espaços desativados à comunidade. “De um total de cerca de 50 edifícios, a grande maioria foi cedida a associações, algumas a juntas de freguesia, como aqui na freguesia de São Pedro, no caso da antiga escola da Portela”, relembrou.

Em relação a esta antiga escola primária do Castelo de Bode, Hugo Cristóvão explicou que chegaram a ser considerados “dois ou três projetos” para o edifício, incluindo um que levou à sua “reserva” por um período mais longo. Esse projeto, idealizado em colaboração com a EDP, estava relacionado com a Barragem do Castelo do Bode. No entanto, apesar das expectativas iniciais, o tempo passou e a iniciativa não foi concretizada.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Cumprimento de mandado de busca em Tomar

0

O Comando Distrital de Santarém da PSP, através da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial de Tomar, no âmbito de um inquérito pelo crime de aquisição de arma ilegal, deu cumprimento, no dia 28 de novembro, a um mandado de busca domiciliária emitido por Autoridade Judiciária.

No decorrer das buscas, além do material ilícito, verificou-se ainda vário material de pintura com possível relacionamento a atos de vandalismo, danos e graffitis perpetrados na cidade de Tomar.

No decorrer da busca foi apreendido: um punhal, nove doses de haxixe, 20 latas de spray, três marcadores acrílico, cinco bisnagas de tinta de tecido, um rolo de pintura e um Walkie Talkie e respetiva bateria.

Foram constituídos arguidos e submetidos a Termo de Identidade e Residência um homem e uma mulher, de 27 e 28 anos de idade, aguardando os ulteriores trâmites processuais em liberdade.

Ex-Primeiro Ministro de Singapura manifesta confiança no futuro da China

0
Guiyang, China skyline at Jiaxiu Pavilion on the Nanming River.

O ex-Primeiro Ministro de Singapura, Lee Hsien Loong, está em visita à China, o que tem suscitado preocupação em alguns sectores internacionais. Mas muitos analistas consideram que ele fez uma avaliação pertinente da abertura e da cooperação por parte da China, bem como da promoção da paz e do desenvolvimento mundiais, refutando os que negam o futuro do País.

Lee Hsien Loong é um velho amigo do povo chinês, e visitou a China mais de uma dezena de vezes durante o seu mandato. Esta é a sua primeira visita desde que deixou o cargo de Primeiro-Ministro, em maio deste ano. A sua viagem incluiu Suzhou, Xangai e Pequim.

Na capital chinesa, Lee Hsien Loong foi recebido pelo presidente Xi Jinping, que elogiou o  seu apoio à cooperação sino-singapurense. Lee Hsien Loong reiterou a sua confiança no futuro da China, dizendo que o seu país continuará empenhado em aprofundar a cooperação bilateral e em participar no processo de modernização chinesa.

Singapura participa ativamente na Reforma e Abertura da China. O Parque Industrial de Suzhou tornou-se um exemplo vivo de cooperação entre os dois países. Por um lado, a China aprendeu com a experiência de desenvolvimento de Singapura; e esta, por outro lado, tem a oportunidade de obter uma compreensão mais profunda das indústrias, dos mercados e da economia chineses, além de compartilhar os frutos do desenvolvimento chinês.

No discurso que proferiu em Suzhou, Lee Hsien Loong destacou que os recursos laborais da China continuam a ter um grande potencial, e qualificou a indústria tecnológica chinesa como altamente competitiva, classificando como imprudentes os que subestimam o país.

De acordo com o experiente ex-governante, a China e Singapura têm um elevado grau de consenso sobre a forma de lidar com os riscos e desafios mundiais. Desde a defesa e implementação de uma série de iniciativas globais, até à promoção conjunta da Iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”, passando pelo apoio à globalização económica, “a China sempre injetou estabilidade e certeza no cenário internacional” – afirmou, acrescentando esperar “que a China continue a proporcionar grandes contributos para a construção de uma ordem internacional estável, na qual todos os países, grandes ou pequenos, possam conviver pacificamente”.

Segundo vários analistas, no mundo turbulento que vivemos, a firme confiança de Lee Hsien Loong na China “demonstra uma compreensão racional da tendência geral de desenvolvimento do mundo”.

Como salientou o Presidente Xi Jinping no encontro com o ex-governante de Singapura, “nenhum país pode enfrentar sozinho os riscos e os desafios, pelo que aderir à solidariedade, à cooperação, à abertura e à inclusão, é o caminho certo para o Mundo”.

Publicidade: Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China

Célia Bonet: “Estamos muito satisfeitos com o resultado destes quatro anos de trabalho”

0

Quase a terminar o mandato dos atuais órgãos sociais do Centro de Integração e Reabilitação de Tomar (CIRE), o “Cidade de Tomar” falou com a presidente da direção, Célia Bonet, sobre o que foi feito durante estes quatro anos, o que falta fazer e os projetos futuros.

Cidade Tomar – Quase a terminar o mandato dos atuais órgãos sociais do CIRE, que balanço faz do trabalho realizado?

Célia Bonet – O tempo passou muito rapidamente para tanto que precisávamos de fazer. A direção é voluntária na instituição, não recebendo ordenado nem qualquer apoio direto ou indireto. Tudo o que conseguimos fazer, foi feito conciliando as nossas atividades profissionais e por isso com menos tempo disponível para a nossa missão. Um agradecimento a todos os elementos dos órgãos sociais que deram o melhor de si e se entregaram de forma abnegada com objetivo de melhorar as condições de quem necessita de usufruir dos serviços do CIRE. Apesar de sermos pessoas exigentes e querermos fazer sempre mais, estamos muito satisfeitos com o resultado destes quatro anos de trabalho. Não quisemos causar grande alarido, perante a situação difícil que encontrámos, para não causar instabilidade nos funcionários que poderia impactar nos nossos utentes. Sabíamos que era uma tarefa para se fazer com determinação, mas com delicadeza para não provocar turbulência. Ponderámos muito bem antes de tomarmos decisões e, quando o fizemos foi com grande convicção. Estamos a reestruturar a instituição em várias áreas. No quadro de pessoal que era desajustado, iniciámos um percurso de redução de trabalhadores em áreas não fundamentais, transferindo entre valências, aproveitando saídas para a reforma e negociando por mútuo acordo. Fizemos várias obras de requalificação, de melhoria de eficiência e também de manutenção de equipamentos. Implementámos uma cozinha própria, dispensando a empresa que durante anos serviu mal a instituição e, assim também aumentámos muito a qualidade das refeições.  Apostámos na transparência, adotando o Código da Contratação Pública para as aquisições de bens e serviços. Nesta mesma linha fizemos contratações de pessoal com clareza e lisura dando sempre a oportunidade aos trabalhadores da instituição e só posteriormente com abertura de candidaturas para o exterior. Elaborámos duas candidaturas a financiamento da comunidade europeia com sucesso e, vamos apresentar as duas obras finalizadas brevemente, que ficarão ao serviço da comunidade tomarense. Aumentámos o património da instituição em aproximadamente um milhão de euros. Muito foi feito, mas ainda há muito trabalho para fazer para que a instituição fique organizada e com uma maior sustentabilidade.

– A nível financeiro, qual é a situação do CIRE?

– Iniciámos o mandato com enormes dificuldades financeiras, incapacidade para solver os nossos compromissos e sem possibilidade de recorrer à Banca. Fizemos um acordo de pagamento ao Estado, renegociámos o endividamento com os Bancos de modo a melhorar a tesouraria e iniciámos de imediato a reestruturação da instituição. Um dos grandes desafios, foi adequar os recursos humanos às necessidades, respeitando os trabalhadores e os seus direitos laborais.  O excesso em algumas áreas causava dois problemas: custos elevados com pessoal e injustiça com os utentes, pois o montante mal gasto em custos com pessoal é um valor que não é aplicado em terapias para responder às suas necessidades. Para dar uma ideia, só a nível administrativo, até ao final deste ano, reduzimos seis pessoas que representam uma poupança anual de aproximadamente cem mil euros. Este processo está a ser feito em todas as áreas com grande apoio dos trabalhadores que têm estado disponíveis para abraçar novos projetos dentro da instituição. Por erros de gestão, o CIRE teve de devolver mais de cento e cinquenta mil euros ao Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, ou seja, valor perdido definitivamente.  A contratação de bens e serviços, efetuada durante anos não cumpriu as regras do Código da Contratação Pública e, isso teve consequências devastadoras que estamos ainda a resolver com muita dificuldade e que piorou muito a tesouraria. Denunciámos a empresa que servia as refeições e que cobrava vinte e cinco mil euros anuais em refeições que não fornecia. Foi-nos dada razão e a empresa restituiu um ano desse valor faturado a mais. No entanto, o tudo o que tinha sido pago indevidamente em anos anteriores foi perdido pois tinha havido a anuência da Direção anterior. Todas estas situações, entre outras, levaram a instituição a dificuldades financeiras que tinham de ser resolvidas com determinação. Com as medidas implementadas nas diversas áreas, a instituição está a reerguer-se financeiramente, está mais robusta e num futuro próximo vai ficar equilibrada. (…)

Entrevista na íntegra na edição impressa de 29 de novembro.

Mercado, é aqui! Sem Mitos no Mercado regressa este sábado

0

Mercado, é aqui! Sem Mitos no Mercado regressa este sábado, dia 30 de novembro, entre as 10h00 e as 12h30, no Mercado Municipal de Tomar.

No último sábado de cada mês, no Sem Mitos no Mercado, conversa-se com a nutricionista Margarida Lopes (@casadavosaude) e assiste-se a um showcooking cujas receitas irão desfazer mitos relacionados com a alimentação saudável e com as compras no mercado.

Com a iniciativa “Os alimentos do mês no mercado” pretende-se fazer a divulgação de alimentos locais e da época e a capacitação dos clientes para o seu uso na alimentação diária. Novembro dá primazia à beterraba, ao dióspiro e à castanha.

Os participantes no showcooking, ou já têm ou irão receber uma caderneta com muita informação útil sobre os frescos da época e um autocolante sobre o mito e receita do mês.

Em junho, na última sessão, as primeiras dez pessoas a apresentarem a caderneta completa (devidamente carimbada) terão direito a um cabaz de produtos do mercado. Mas também os dez primeiros que apresentem no mínimo 50% preenchidas terão uma oferta à sua espera.

Próximas sessões (10h00 – 12h30): 30 novembro 2024, 28 dezembro 2024, 25 janeiro 2025, 22 fevereiro 2025, 29 março 2025, 26 abril 2025, 31 maio 2025 e 28 junho 2025.

Assembleia municipal dedicada ao 25 de Novembro não se realizou por falta de quórum

0

A sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Tomar que estava prevista para a passada segunda feira, dia 25 de novembro, dedicada à “Análise histórica do Golpe Militar do dia 25 de Novembro de 1975 no contexto da consolidação da democracia em Portugal”, não se chegou a realizar por falta de quórum.

Recorde-se que não tendo sido possível gerar um consenso amplo, esta sessão resultou de um requerimento conjunto do grupo municipal do PSD e do CDS, mas para que a reunião se realizasse era necessária a presença de metade dos deputados municipais (16) mais um, mas só compareceram os 12 do PSD, um do CDS-PP e um do Chega, além do presidente da assembleia, Hugo Costa (PS). Os eleitos do PS, CDU e Bloco de Esquerda não compareceram. Por parte da câmara, os eleitos do PS também estiveram ausentes, só comparecendo os três vereadores do PSD.

O presidente da mesa da assembleia, Hugo Costa (PS) participou por obrigação legal e informou que apenas o presidente da junta da Serra e Junceira, Américo Pereira, justificou a ausência por motivos de saúde.

A maioria dos autarcas faltou, mas, cerca de 30 cidadãos marcaram presença para assistir à sessão, que acabou por não se realizar. O presidente da assembleia, Hugo Costa, terá agora de marcar nova data para esta sessão extraordinária da assembleia municipal.

Durante o dia de segunda feira, os partidos divulgaram comunicados dando conta da sua ausência na sessão.

Notícia completa na edição impressa de 29 de novembro.

25 de Novembro em Tomar

0

O PSD de Tomar divulgou um comunicado sobre a não realização da sessão sobre o 25 de Novembro, manifestando “a sua indignação e perplexidade perante os acontecimentos que marcaram a sessão extraordinária agendada para o dia 25 de novembro de 2024, destinada a debater a «Análise Histórica do Golpe Militar do dia 25 de novembro de 1975». Esta iniciativa, proposta em conjunto com o CDS, visava evocar uma data essencial para a consolidação da democracia em Portugal. No entanto, a ausência injustificada dos eleitos do Partido Socialista e de outras forças políticas comprometeu gravemente o debate e desrespeitou os tomarenses. A atitude do Partido Socialista de Tomar levanta sérias questões. Afinal, quantos PS existem em Portugal? Enquanto em Lisboa, na Assembleia da República, o PS participou nas celebrações do 25 de novembro, em Tomar, faltou à mesma evocação, revelando uma incoerência que merece ser esclarecida. Esta postura contraditória e ambígua não honra o legado de figuras como Mário Soares, que desempenharam papéis fundamentais na defesa da democracia. Questionamo-nos também sobre o papel do Presidente da Câmara Municipal em exercício: governa o município ou preside à concelhia do Partido Socialista? A justificação informal apresentada pelo Presidente — um compromisso com uma associação — não é apenas pouco plausível, mas também demonstra uma falta de consideração pelas instituições que representa. Acrescente-se a ausência dos restantes vereadores socialistas, sem qualquer explicação formal, que reflete uma total negligência e desrespeito pelas normas institucionais. É ainda mais lamentável constatar que, enquanto o público enchia a sala da Assembleia Municipal numa demonstração de interesse e envolvimento cívico, o executivo socialista e os deputados municipais do PS, CDU, BE e Independentes pelo Nordeste optaram pela ausência. Este desrespeito para com os cidadãos, que mereciam um debate sério e à altura da relevância do tema, não pode passar em branco. Perguntamos: se o Partido Socialista nacional que abdicou da “geringonça” a nível nacional, por que razão esta ainda persiste em Tomar? Será um problema de comunicação, ou uma escolha deliberada para bloquear debates que desafiem as suas narrativas? O PSD de Tomar não permitirá que este episódio seja esquecido. O 25 de Novembro será evocado com a dignidade que merece, numa nova sessão extraordinária que já estamos a solicitar. Esta data representa a vitória da democracia sobre os extremismos e é um símbolo dos valores que defendemos: liberdade, respeito pelas instituições e compromisso com a verdade histórica. Não nos desviaremos deste propósito. O Partido Socialista de Tomar, ao desrespeitar este momento histórico, ao abdicar do debate democrático e ao demonstrar uma postura autoritária e contraditória, comprometeu a credibilidade da nossa Assembleia Municipal e traiu os valores democráticos que afirma representar. Esta será lembrada como uma página negra na história recente do nosso município. O PSD de Tomar continuará a lutar pelo respeito à memória democrática, pela verdade histórica e pelos valores que sustentam a nossa sociedade. Estamos do lado dos tomarenses e da democracia”.


PSD de Tomar

Bandas de Ourém e de Tomar no Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas em Lisboa

0

A Associação Filarmónica 1.º Dezembro Cultural e Artística Vilarense Reis Prazeres de Vilar dos Prazeres (Ourém) e a Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina (Tomar) vão participar no domingo, dia 1 de dezembro, no Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas em Lisboa.

É já uma tradição em Lisboa, no 1.º de Dezembro: a Avenida da Liberdade recebe o Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas, integrado nas comemorações do dia em que se assinala a Restauração da Independência em Portugal.

Nesta 11.ª edição participam 32 bandas, oriundas de vários pontos do país e compostas por músicos de diferentes gerações, num total de mais de 1500 participantes.

No final do desfile, como habitualmente, as bandas concentram-se na Praça dos Restauradores para uma atuação conjunta, interpretando o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e o Hino Nacional A Portuguesa.