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Caminhos do Ferro não se realizam em abril

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Foto: CIm Médio Tejo

O programa Caminhos do Ferro não se vai realizar no Médio Tejo no próximo mês de abril, conforme previa a Comunidade Intermunicipal, em estreita parceira com os 13 municípios da região.

Devido à situação epidemiológica do novo Coronavírus – COVID-19 que assola o país, a CIM do Médio Tejo e os seus municípios associados tomaram a decisão da não realização do primeiro ciclo deste programa, que habitualmente decorre em abril com (os Caminhos do Ferro), em julho com (os Caminhos da Água) e em outubro com (os Caminhos da Pedra).

Recorde-se que o projeto Caminhos surgiu da vontade de 13 municípios em apresentar às suas populações ofertas culturais alternativas, arrojadas e que colocassem o território no mapa artístico e cultural a nível nacional e internacional.

Escolas serviram uma média de 5500 refeições por dia na primeira semana de atividades letivas presenciais suspensas

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Nos primeiros dias de atividades letivas presenciais suspensas, por força da situação epidemiológica que o país atravessa, as escolas de referência abertas para dar resposta social a alunos mais carenciados serviram uma média de 5500 refeições, de norte a sul do país. Estas escolas acolheram, igualmente, cerca de uma centena de filhos/educandos de trabalhadores de serviços especiais, que já necessitaram deste mecanismo. Com o estado de emergência declarado esta quarta-feira, as referidas necessidades poderão vir a aumentar, estando estas cerca de 700 escolas preparadas para cumprir a sua missão de serviço público de proximidade. As escolas continuam assim a cumprir uma função social imprescindível, em todo o território, garantindo diariamente às crianças e jovens que o necessitem acolhimento ou uma resposta alimentar adequada, atendendo às regras de segurança determinadas pelas autoridades de saúde.

Articulação com municípios permite respostas diversificadas

De acordo com o reporte feito pelos Agrupamentos de Escolas (AE) à DGEstE, desde segunda-feira, as escolas de acolhimento serviram, em média, 5500 refeições diárias, tendo a região de Lisboa e Vale do Tejo o maior número de solicitações, com uma média de 3500 refeições diárias, seguindo-se a região Centro (cerca de 800), a região Norte (cerca de 650), a região do Alentejo (cerca de 350) e, por fim, a região do Algarve (cerca de 250). De referir que a distribuição das refeições escolares, quer no que diz respeito à identificação da escola ou serviço onde viriam a ser disponibilizadas, como à forma da sua disponibilização, foi articulada entre os serviços do Ministério da Educação, os municípios e as direções dos Agrupamentos, por forma a que a resposta fosse ao encontro das especificidades e realidade de cada comunidade.

Covid-19: Governo suspende pagamento da Taxa Social Única previsto para sexta-feira

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O Governo suspendeu o pagamento da Taxa Social Única (TSU) previsto para sexta-feira, dia 20, não tendo as empresas de efetuar o pagamento nesta data, informou em comunicado.

“Na sequência das medidas anunciadas pelo Governo de diferimento das prestações de Segurança Social, foi suspensa a data de pagamento, que terminava amanhã, 20 de março, das contribuições devidas à Segurança Social das empresas”, lê-se na informação divulgada pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

O Governo indica ainda que os termos do adiamento das prestações e a definição das respetivas regras irão ser regulados, “não tendo as empresas de efetuar o referido pagamento amanhã [sexta-feira]”.

Esta semana foram anunciadas medidas de apoio às empresas, caso de linhas de crédito para apoio à tesouraria das empresas no montante total de 3.000 milhões de euros, destinadas aos setores mais atingidos pela pandemia de Covid-19, de uma moratória dos bancos no pagamento de capital e juros e da redução a um terço em março, abril e maio das contribuições das empresas para a Segurança Social.

Esta sexta-feira o Conselho de Ministros volta a reunir-se para debater as medidas de apoio social e económico às famílias e a setores de atividade como a atividade comercial ou restauração.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da Covid-19, infetou mais de 235 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 9.800 morreram.

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) elevou hoje o número de casos confirmados de infeção para 785, mais 143 do que na quarta-feira. O número de mortos no país subiu para quatro.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, decretou o estado de emergência na quarta-feira – aprovado pelo parlamento, depois de parecer favorável do executivo – que prevê a possibilidade de confinamento obrigatório compulsivo dos cidadãos em casa e restrições à circulação na via pública, a não ser que seja justificada.

FERREIRA DO ZÊZERE: cancelamento da Via Sacra de Dornes

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Atentos ao problema do virus Convid-19, seguindo as indicações da Conferência Episcopal Portuguesa, da Diocese de Coimbra e pela implementação do estado de emergência nacional, a Associação Recreativa Filarmónica Frazoeirense cancelou o concerto coral e a Via Sacra “Uma vela a Jesus” que se realizariam nos dias 4 e 5 de abril.

OURÉM: concelho prepara-se para responder a eventual agravamento da situação epidemiológica

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O Município de Ourém aprovou um Plano Municipal de Contingência que define locais de acolhimento operacional, locais de isolamento para grupos, hospitais de campanha e outras valências capazes de responder a um agravamento substancial da evolução da situação epidemiológica da pandemia Covid-19.

Covid-19: número de casos positivos na região mantém- se

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Nas ultimas 24 horas, não há registo para qualquer novo caso com a COVID-19 na região do Médio Tejo. O número de casos mantém-se em três: um em Tomar, outro em Constância e outro em Ourém.

Entretanto, sabe-se que a fonte de contágio do caso de coronavírus detetado numa mulher com cerca de 40 anos, foi devido a uma deslocação desta a um campeonato de Ginástica Acrobática, que se disputou na cidade da Maia, no Porto, no início de março. A mulher, que também é funcionária da Câmara Municipal, deve ter alta hospitalar em breve.

Alerta Covid-19 e as ciberameaças

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Os contextos de crise de proporções internacionais são, tradicionalmente, explorados por atores hostis do ciberespaço para sustentarem as suas campanhas de ciberataques no alarmismo social e na atenção mediática global sobre o tema.

A atual pandemia associada à propagação do vírus COVID-19 não tem sido exceção, tendo este tema sido selecionado por um número elevado de agentes de ciberameaças como cobertura para as suas campanhas de ciberataques.

Entre os ciberataques observados desde o início de fevereiro de 2020 e associados ao tema COVID-19 destacam-se as seguintes tipologias:

As campanhas de phishing (por email, SMS ou por redes sociais) a coberto da imagem de entidades oficiais como a Organização Mundial de Saúde, a UNICEF ou centros de investigação e laboratórios do setor da saúde, com conteúdos alusivos à pandemia, inclusive ficheiros em anexo, e orientado para a captação de dados pessoais das vítimas ou para a infeção dos seus dispositivos com malware;

A divulgação de plataformas digitais ou de aplicações para dispositivos móveis que aparentam divulgar informação em real time sobre a pandemia (e.g. mapas dinâmicos de contágio, mas que estão, na realidade, orientados para a infeção de equipamentos com malware, inclusive da tipologia do ransomware;

Esquemas de fraude digital partilhados por email ou em redes sociais, que divulgam iniciativas de crowdsourcing para a recolha de donativos para falsas campanhas de compra de material médico ou de proteção pessoal.

SMS enviados informando que, de acordo com a lei, estão a ser aplicadas medidas extraordinárias para o combate ao COVID-19, e que todos os cidadãos nacionais serão vacinados, sendo garantido um reembolso dos custos pelo governo. Para tal, bastaria pagar uma determinada quantia indicada no SMS e através do registo no link enviado seriam posteriormente ressarcidos.

Em face destes casos, é aconselhada extrema prudência no acesso, na receção e na partilha de conteúdos digitais associados à temática da pandemia COVID-19, devendo dar-se prioridade a fontes oficiais e reputáveis de informação.

Garantido o livre exercício do jornalismo no estado de emergência

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Perante a declaração do estado de emergência que o Presidente da República decretou, a CCPJ informa os jornalistas e os portugueses de que está garantido o livre exercício do jornalismo, nos termos constitucionais, durante este estado de exceção.

A CCPJ apela a todos os jornalistas para que respeitem escrupulosamente o cumprimento dos deveres deontológicos previstos no Estatuto do Jornalista, para que possamos sair desta crise com maior espírito de responsabilidade e reconhecimento do papel essencial que cabe ao jornalismo em democracia.

Vila de Rei recebe ‘luz verde’ do Infarmed para cultivo de canábis

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Vila de Rei  recebe ‘luz verde’ do Infarmed para cultivo de canábis

A farmacêutica internacional Cann10, que pretende instalar em Vila de Rei uma fábrica de produtos medicinais à base de canábis, recebeu um primeiro parecer favorável do Infarmed para cultivo, importação e exportação de canábis, anunciou presidente do município, Ricardo Aires.

O Infarmed “deu parecer positivo ao pedido para cultivo, importação e exportação de Cannabis Sativa L por parte da farmacêutica Cann10-Portugal, que pode assim avançar para a implementação de uma unidade fabril em Vila de Rei”, com vista à transformação e produção de produtos farmacêuticos, informou o município do distrito de Castelo Branco.

Segundo um comunicado da autarquia, o Infarmed vai dentro de seis meses realizar “vistorias às novas instalações da farmacêutica, a instalar no Lote 1 da Zona Industrial do Souto, de forma a garantir o cumprimento das Boas Práticas Agrícolas e de Colheita (GACP) e demais requisitos decorrentes da atividade, para a concessão da autorização para cultivo, importação e exportação da espécie vegetal Cannabis Sativa L”.

No âmbito deste processo, e ainda em análise pelo Infarmed, encontra-se o pedido para a transformação de canábis em produtos farmacêuticos, a implementar igualmente na unidade de Vila de Rei.

“Com este último parecer a ser também aceite, a Cann10-Portugal vai efetuar em Vila de Rei um investimento total na ordem dos 10 milhões de euros, com previsão de contratação de 100 trabalhadores, sendo a maioria qualificados com título académico superior, no prazo máximo de quatro anos”, informa a nota da autarquia.

O presidente do município, Ricardo Aires, citado no documento, disse que “este primeiro parecer positivo do Infarmed é um passo importantíssimo naquele que será um investimento com enorme peso no desenvolvimento económico, atração de mão-de-obra qualificada e fixação de população no interior” do país.

Em declarações à Lusa no final de 2018, Yair Sayag, presidente da Cann10-Portugal, disse que o investimento a efetuar em Vila de Rei iria permitir “executar os serviços de produção, importação, exportação e transformação de ‘medical cannabis sativa’ com vista ao fabrico de produtos fitofarmacêuticos” a partir da zona centro do país.

Empresa tomarense Fumeiro Tradicional da Região dos Templários distinguido como “Melhor dos Melhores & Medalha de Ouro”

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A empresa tomarense produtora de enchidos, Fumeiro Tradicional da Região dos Templários, foi premiada com a distinção “Melhor dos Melhores & Medalha de Ouro”, no 10.º Concurso Nacional de Enchidos Tradicionais Portugueses, no produto morcela de arroz.

A par destas distinções, foi ainda premiada com Medalha de Ouro na morcela de assar e Medalha de Bronze na linguiça de farinheira.

Recorde-se que, já no ano transato, a empresa tinha sido premiada com Medalha de Ouro na farinheira e negrinha.