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Deputados do PSD apresentam recomendação para urgente requalificação da Escola EB 2,3/S Pedro Ferreiro

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O Grupo Parlamentar do PSD apresentou na Assembleia da República uma iniciativa parlamentar que visa obrigar o governo, e em particular o Ministério da Educação, a assumir com caráter de urgência o início do processo de requalificação da Escola EB 2,3 e Secundária Pedro Ferreiro ainda no decurso do ano letivo 2021/2022, com vista a eliminar os riscos intoleráveis a que a comunidade educativa está sujeita e a garantir a qualidade do serviço público de educação.

Para os deputados do PSD, “a Escola de Ferreira do Zêzere é provavelmente o edifício escolar em piores condições em todo o distrito de Santarém e a sua intervenção deve assumir um caracter prioritário para o Ministério da Educação que é o único responsável pelo imóvel”.

O edifício da escola do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e Secundário (EB2,3/S) Pedro Ferreiro foi inaugurado em 1978 e desde então tem vindo a receber obras de conservação sem qualquer intervenção de fundo mantendo assim as características originais da época. A escola tem atualmente cerca de 500 alunos e há mais de quarenta anos que garante a formação e educação dos jovens de Ferreira do Zêzere.

Apesar da evolução que o país teve, os jovens que hoje estudam nestas condições estão claramente a ser prejudicados face aos demais dos concelhos vizinhos. Segundo os deputados do PSD, o atual “edificado da escola não garante as condições mínimas recomendadas e exigidas quer pelo Ministério da Educação quer pela comunidade escolar.” Como refere o texto do Projeto de Resolução, “A falta de condições das instalações e seu mau estado de construção resultam da falta de manutenção de fundo desde a sua construção, tal como o material de apoio que está obsoleto, ultrapassado e em condições muito precárias”.

“A rede predial de águas tem mais 40 anos e está em falência permanente. Por outro lado, e não menos grave, não existem qualquer tipo de instalações adaptadas para pessoas mobilidade reduzida, o que é inaceitável. As instalações e equipamentos da cozinha/refeitório não cumprem com as regras de higiene e segurança, existindo já diversos relatórios a alertar para os perigos para a saúde dos elementos da comunidade escolar.” (…) “os estudantes de Ferreira do Zêzere são claramente prejudicados pela falta de acesso às coisas mais simples que hoje qualquer escola deverá ter para garantir os padrões mínimos de qualidade e a Escola EB 2,3/S Pedro Ferreiro é provavelmente a escola com piores condições ao nível de infraestruturas do distrito de Santarém. Se queremos combater o êxodo rural e manter as populações nos territórios de baixa densidade, umas principais ancoras deve ser a qualidade e as condições da educação e formação.”

Covid-19: distrito de Santarém com 385 mortos

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Nos 21 concelhos do distrito de Santarém já morreram 385 pessoas, vítimas de infeção por Covid-19. Nesta altura o total acumulado de casos desde o início da pandemia é de 20.625. Destes são dados como ultrapassados 12.920 estando, no dia 26 de janeiro, 7.330 casos ativos.

O maior número de mortes foi declarada em Santarém com 78 óbitos, Ourém com 34 e Coruche com 30.

Alcanena – 20

Almeirim – 15

Alpiarça – 4

Benavente – 20

Cartaxo – 7

Chamusca – 13

Constância – 3

Coruche – 30

Entroncamento – 12

Ferreira do Zêzere – 4

Golegã – 7

Mação – 8

Ourém – 34

Rio Maior – 25

Salvaterra de Magos – 10

Santarém – 78

Sardoal – 3

Tomar – 21

Torres Novas – 26

Vila Nova da Barquinha – 4.

Foto ilustrativa.

Remoção de fibrocimento nas escolas arranca esta semana

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Na segunda feira, dia 25 de janeiro, o Município de Tomar consignou as obras de substituição das coberturas de fibrocimento nas escolas de Santa Iria e de Santa Maria do Olival à empresa Fachaimper, Lda.

Os trabalhos começam hoje, se as condições meteorológicas assim o permitirem, uma vez que só podem ser realizadas sem ocorrência de chuva e, preferencialmente, durante os períodos de interrupção lectiva como acontece de momento devido ao atual confinamento geral.

Ambas as intervenções possuem planos de segurança validados pela ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho) e pelo Município de Tomar e a fiscalização acompanhará diariamente o processo de remoção.

Os trabalhos decorrerão por edifício, sendo retirada a cobertura e reposta de seguida. A retirada das peças, para além de outras medidas, é feita após o seu humedecimento, para minimização da formação de poeiras e imediatamente encapsulado.

O risco para os funcionários das escolas é mínimo, uma vez que não estarão presentes no edifício em manutenção, sendo inexistente o risco para os moradores das habitações junto às escolas, devido à distância do local da intervenção e devido às medidas de segurança acauteladas.

As obras terão a duração prevista de 60 dias e um custo de 116.516€ para a Escola de Santa Maria do Olival e de 110.345€ para a Escola de Santa Iria.

Aguardando-se ainda a validação do plano de segurança pela ACT, semelhante intervenção acontecerá na EB23 Gualdim Pais, prevendo-se iniciar nos próximos dias.

Maria dos Anjos Esperança distinguida como profissional do ano pelo Rotary Club Tomar Cidade

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Os membros de Rotary International são profissionais com destaque nas suas atividades, têm uma classificação profissional, dedicam o mês de janeiro aos serviços profissionais e prestam anualmente uma homenagem distinguindo um profissional do ano.

O Rotary Club Tomar Cidade decidiu por unanimidade distinguir Maria dos Anjos Esperança, coordenadora dos Agrupamentos de Centros de Saúde do Médio Tejo (ACES Médio Tejo), como profissional do ano 2020-2021.

Em cerimónia, por videoconferência, no passado dia 20 de janeiro, com a participação da presidente da câmara, Anabela Freitas, do Governador do Distrito 1960 (71 clubes rotários de Portugal sul e ilhas) Roberto Carvalho, do presidente da Comissão da Rotary Foundation, Henrique Almeida, de outros convidados e membros do clube, foi distinguida com o título de profissional do ano Maria dos Anjos Esperança.

Túlia Sá Correia, cumprindo o protocolo, apresentou cumprimentos a todos os presentes.

Ler notícia completa na edição impressa de 29 de janeiro.

“Queremos continuar a dar lazer e contribuir para a preservação dos nossos valores tradicionais”

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Carlos Eira, 58 anos, é presidente da direção do CALMA – Clube de Atividades de Lazer e Manutenção, tendo renovado o mandato a 19 de dezembro de 2020. Nascido e criado na cidade de Tomar, é militar na situação de reforma e já vai no terceiro mandato à frente dos destinos desta associação, que tem a sua sede na antiga Escola Infante D. Henrique. Certezas já há uma: as III Léguas não se realizam este ano.

Jornal Cidade de Tomar – O que é que o trouxe até ao CALMA? Como surge a sua ligação ao clube?
Carlos Eira – Já estava ligado a uma direção, desde 2010 e depois descobri o mundo fabuloso que é o associativismo. Mas o puro associativismo, em que o nosso objetivo é servir os outros, e deixar toda e qualquer promoção pessoal de parte. Integrou-se naquilo que, no fundo já era a minha atividade de miliar, em que somos instruídos e criados para servir os outros.

Há um espírito de missão por trás, de trabalhar nos bastidores?
Para já, o trabalho do CALMA, nomeadamente desde 2015, não é um trabalho individual, mas sim de um grupo bastante vasto de cinco elementos da direção, à qual tenho a honra de presidir. É um grupo bastante homogéneo e temos em comum a forma como pudemos e devemos dinamizar atividades e também o nosso concelho. O trabalho não é individual, é de grupo.


Está há três mandatos no CALMA. Quais são os principais objetivos?
Nós temos 412 sócios, efetivos/pagantes penso que rondaremos os 300 e caracteriza-se por ser uma população extremamente sénior. O que há necessidade é de integrar sangue novo.

  • Leia a entrevista completa na próxima edição semanal

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CHMT: profissionais de saúde lamentam ter ficado de fora na atribuição de prémios

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Alguns funcionários do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), nomeadamente técnicos de Radiologia, estão indignados por terem sido deixados de fora na atribuição de prémios aos profissionais de saúde do serviço público que estiveram na “linha da frente” do combate à primeira vaga da pandemia. Alguns funcionários mostraram esse descontentamento junto do conselho de administração do CHMT, mas não obtiveram resposta.

Há também o caso dos técnicos administrativos do Laboratório que entendem, que pelas suas tarefas constantes relacionadas com a marcações de testes, deveriam ter recebido o prémio.

Estes profissionais não estão contra o facto de os restantes profissionais de saúde terem recebido o prémio, apenas consideram que é injusto que tal compensação não tenha sido igualmente atribuída a estes serviços.

Refira-se que foi publicado em Diário da República o Decreto-Lei n.º 101-B/2020, de 3 de dezembro, que “regulamenta o artigo 42.º-A da Lei do Orçamento de Estado para 2020, na sua redação atual, e prevê a majoração dos dias de férias e a atribuição de um prémio de desempenho aos profissionais de saúde correspondente a 50% da remuneração base. Têm direito a esta compensação os trabalhadores do Serviço Nacional de Saúde (SNS), independentemente da carreira em que se encontram integrados. O governo procurou incluir todos aqueles que contribuíram com o seu trabalho para a resposta pronta do SNS. Estão assim incluídos os profissionais que, no período acima identificado, tenham durante, pelo menos, trinta dias, nos quais se incluem os dias de descanso semanal obrigatório ou facultativo, bem como, situações de isolamento profilático ou doença resultante de infeção por SARS-CoV-2, exercido funções, praticando atos diretamente relacionados com pessoas suspeitas e doentes infetados por Covid-19 no contexto de observação, avaliação clínica e abordagem terapêutica, bem como de identificação de contactos, vigilância ativa e sobreativa de contactos e de casos confirmados de doença, de investigação epidemiológica e de colheita e processamento de amostras para teste laboratorial de SARS-CoV-2, incluindo atividades de suporte aos mesmos atos, numa das seguintes áreas e unidades ou num dos seguintes departamentos: 1) Áreas dedicadas à Covid-19 dos estabelecimentos e serviços de saúde definidos como unidades de referência de primeira e segunda linha para admissão de pessoas suspeitas ou infetadas por SARS-CoV-2; 2) Áreas dedicadas à Covid-19 (ADC) nos cuidados de saúde primários e nos serviços de urgência do SNS (ADC-Comunidade e ADC-SU); 3) Enfermarias e unidades de cuidados intensivos dedicadas ao tratamento de doentes com Covid-19, bem como em unidades ou serviços de colheita e processamento laboratorial e 4) Unidades de Saúde Pública. Deste modo, estão abrangidos os profissionais de saúde que desempenharam funções, quer nas áreas previstas nos estabelecimentos e serviços de saúde de primeira linha à resposta Covid, como definidos até 26 de março de 2020, quer nas áreas previstas nos estabelecimentos e serviços de saúde que vieram a ser estabelecidos pela Norma n.º 004/2020, da Direção-Geral da Saúde, de 23 de março, quer nas Unidades de Saúde Pública dos ACES e nos Departamentos de Saúde Pública das ARS”. Os técnicos de Radiologia do CHMT consideram que estão incluídos quer na alínea 1 (Abrantes), quer na alínea 2 (Tomar).

Em declarações ao “Cidade de Tomar”, os mesmos funcionários da Radiologia criticam também o facto de ainda não terem sido vacinados, alegando que se ficarem doentes, os utentes podem deixar de contar com os seus serviços.

Segundo os mesmos, são muitos os profissionais de saúde do CHMT que trabalham diretamente com doentes suspeitos ou infetados pela Covid-19, nas chamadas áreas de dificuldade respiratória (ADR) onde se encontram em isolamento esses doentes, que ainda não receberam a vacina, não percebendo qual a razão.

O “Cidade de Tomar” procurou esclarecer a situação junto da administração do CHMT, mas não obteve resposta até ao fecho da edição.

Entretanto, esta semana, o CHMT divulgou informação sobre a vacinação dos profissionais, referindo que desde que iniciou o Plano de Vacinação Covid-19, a 29 de dezembro de 2020, que o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), vacinou mais de 1440 profissionais, sendo que, destes, mais de 500 já receberam a segunda dose.

Campeão do mundo de ski em Castelo do Bode… para um “evento inédito na Europa”

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O conceituado skiador italiano Matteo Luzzeri, atleta da equipa da HO SKIS e ex-campeão do mundo, vai estar em Castelo do Bode, num evento único (clinic), de 13 a 21 de fevereiro.

“É com enorme prazer e orgulho que, uma vez mais, voltamos a ter uma referência do ski náutico mundial na The Water Ski Academy, voltando a colocar Portugal e em particular a região Centro e o Castelo do Bode no mapa”, realça Francisco Rodrigues num comunicado à imprensa.

O presidente da escola de ski e wakeboard explica que “o que torna esta iniciativa tão especial é a possibilidade de todos os participantes poderem experimentar, testar e afinar equipamento de 2021 na presença de um atleta da fábrica, que os poderá aconselhar como ninguém”.

“Isto é inédito e único na Europa. Temos sido vanguardistas neste tipo de eventos e, para 2021, prevemos ainda mais duas clínicas com treinadores internacionais”, refere ainda Francisco Rodrigues.

A já famosa The Water Ski Academy Cup estará também de volta em junho à praia fluvial de Vila Nova, marcando o arranque do circuito nacional da modalidade.

Gustavo Rodrigo e Beatriz Guilherme em bom plano nos 60 metros barreiras

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A sexta jornada de Absolutos, competição organizado pela Associação Distrital de Atletismo de Leira, realizou-se no dia 10 de janeiro, domingo, em Pombal.

Participaram nesta jornada de atletismo, representando o U. Tomar, Gustavo Rodrigo e Beatriz Guilherme, ambos na prova de 60 metros barreiras.

Gustavo Rodrigo venceu mesmo a competição, terminando com o registo de 8’’43, marca muito próxima do seu máximo pessoal.

Beatriz Guilherme foi a segunda classificada, com o tempo de 10’’65.

SA UFCIT

Surto no Lar de S. Pedro está controlado

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A exemplo do que tem acontecido com outros lares do concelho e dado o aumento de casos em Tomar, há registo de um surto de Covid-19 no Lar de S. Pedro, surto que, segundo a presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro, Lurdes Fernandes, “estamos a resolver e já temos melhores notícias. Há utentes que foram ao hospital já regressaram e já conseguimos uma pessoa sugerida pelo IEFP. Entretanto duas trabalhadoras que estavam em confinamento, também esperamos que venham após o fim de semana. Os enfermeiros que o lar tem contratados, juntamente com a médica também contratada estão a acompanhar presencialmente e a Delegada de Saúde também está a ajudar”.

Refere ainda a autarca que a direção do lar só pretende que “tudo passe é que os utentes permaneçam assintomáticos, tranquilizando as famílias de todos”.

Covid-19: Médio Tejo com 107 novos casos

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Hoje, segunda feira, dia 25 de janeiro, os concelhos do ACES Médio Tejo registam mais 107 casos de Covid-19, atingindo esta região um total de 10230 casos desde o início da pandemia.
Os 107 casos estão registados em Abrantes (16), Alcanena (10), Constância (1), Entroncamento (10), Ferreira do Zêzere (2), Mação (1), Ourém (19), Tomar (33), Torres Novas (14) e Vila Nova da Barquinha (1). Os recuperados são agora 5788. As vigilâncias ativas deste dia são 945.
O total de pessoas em vigilância ativa desde o início da pandemia é de 6177; o total de altas da vigilância ativa é de 5259 e o total de pessoas contatadas na investigação dos casos é 6701.
Por concelhos, os números totais no Médio Tejo desde o início são os seguintes: Abrantes (1129 casos – 755 recuperados); Alcanena (782 – 436 recuperados); Constância (137 casos – 97 recuperados); Entroncamento (929 – 678 recuperados); Ferreira do Zêzere (463 – 211 recuperados); Mação (384 – 219 recuperados); Ourém (2528 – 1390 recuperados); Sardoal (138 – 86 recuperado); Tomar (1854 – 923 recuperados); Torres Novas (1675 – 863 recuperados); Vila Nova da Barquinha (211 – 130 recuperados).