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Diogo Pinto marcou no empate do Vilafranquense em Oliveira de Azeméis

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Diogo Pinto estreou-se a marcar (ao terceiro jogo) pelo Vilafranquense, ao início da noite de hoje, em Oliveira de Azeméis. O jogador tomarense marcou ao minuto 58, num excelente remate de fora da área – um chapéu, de primeira, ao guarda-redes Arthur -, consumando a reviravolta para a equipa de Vila Franca de Xira (1-2).

No entanto, a Oliveirense acabou por empatar (2-2), na sequência de um canto, já bem perto do final deste encontro (89’) da jornada 21 da II Liga.

Com este resultado, o Vilafranquense ultrapassou o Ac. Viseu e subiu ao 15.º lugar, afastando-se mais um ponto da ‘zona vermelha’ da tabela classificativa.

Diogo Pinto – filho de Filipe Pinto, atual treinador do U. Tomar -, chegou ao Vilafranquense no final de janeiro – a SAD ribatejana reservou opção de compra – por empréstimo do Ascoli (Série B de Itália). O médio, de 21 anos, que iniciou a sua formação no U. Tomar, estava, também por empréstimo, no Potenza, do terceiro escalão italiano.

O facto de voltar a trabalhar com o técnico João Tralhão, por quem foi orientado na formação do Benfica – equipas de Juniores e Seniores ‘B’ -, foi decisivo para o regresso a Portugal.

Covid-19: Médio Tejo com quinze novos casos

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Hoje, dia 23 de fevereiro, há registo para 15 novas infeções de Covid-19 nos concelhos do ACES do Médio Tejo, atingindo um total de 12 547 casos desde o início da pandemia. O total de recuperados é 11 073, mais seis no concelho de Ourém. O total de óbitos mantém-se nos 344.
Os 15 casos de hoje registaram-se em Alcanena (2), Entroncamento (1), Ourém (2), Tomar (3), Torres Novas (6) e Vila Nova da Barquinha (1). As vigilâncias ativas de hoje são 165.
O total de pessoas em vigilância ativa desde o início da pandemia é de 6628; o total de altas da vigilância ativa é de 6465 e o total de pessoas contatadas na investigação dos casos é 7152.
Por concelhos, os números totais no Médio Tejo desde o início são os seguintes: Abrantes (1486 casos – 1303 recuperados); Alcanena (1001 – 742 recuperados); Constância (163 casos – 155 recuperados); Entroncamento (1065 – 1003 recuperados); Ferreira do Zêzere (610 – 522 recuperados); Mação (427 – 409 recuperados); Ourém (2974 – 2694 recuperados); Sardoal (166 – 157 recuperados); Tomar (2445 – 2122 recuperados); Torres Novas (1952 – 1730 recuperados); Vila Nova da Barquinha (258 – 236 recuperados).

“A eutanásia é a última escolha livre de quem sofre”

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Tiago Antunes, 33 anos, reside em Ferreira do Zêzere e sofre de uma doença degenerativa rara que lhe afeta as articulações e músculos. Recentemente foi convidado a falar sobre a despenalização da eutanásia no programa “Dois às 10”, da TVI e saiu de lá com um sonho realizado: publicar o seu primeiro livro “Joana!” graças ao patrocínio do apresentador Cláudio Ramos. Fomos conhecer melhor a sua história.


Conte-nos um pouco da sua história, quem é o Tiago e como é o seu dia a dia?
Nasci em 21 de março do longínquo 1987, no antigo hospital de Tomar. Cresci em Ferreira do Zêzere, embora tenha passado muitos meses, por vezes quase um ano seguido, em Lisboa, no Centro de Medicina e Reabilitação do Alcoitão.  Foi lá que tive a oportunidade de conhecer um mundo muito diferente deste do interior do país. Vi, vivi histórias que até hoje deixaram marcas profundas em mim. Marcas de luta, de superação, de resiliência, mas também histórias de desespero, lágrimas e perda. 
Agora passo o tempo aqui na propriedade da família a brincar com a minha labrador Luna à espera da oportunidade para puder voltar a passear. Dizem que sou exemplo, um lutador, mas não concordo… é demasiada responsabilidade, tenho demasiados defeitos para ser exemplo para o que quer que seja. 

Recentemente escreveu um texto que se tornou viral sobre a Eutanásia. Porque acha que a sua mensagem ressoou tanto nas pessoas?
Sinceramente não sei, ainda não percebi. Apenas escrevi o que sentia, a frustração de não ver quem precisa a fazer ‘barulho’ para sermos ouvidos, a esperança que tudo mudasse. Foi o meu testemunho sincero onde deixei tudo de mim, onde admito pela
primeira vez o que realmente sofro. Talvez tenha conseguido fazer passar a minha dor e esperanças de forma óbvia, clara e direta. 

Quais são os motivos que o levam a defender esta causa, o direito a escolher a hora em que se quer morrer?
A eutanásia é a última opção para quem sofre e para quem a medicina atual deixou de ter respostas. Porque tem uma pessoa que sofrer continuamente apenas porque vemos a morte como algo mau? A eutanásia não é, ao contrário do que se pensa e se diz, matar velhinhos só porque sim. Quem quer continuar a lutar por viver têm todo esse direito, com 50 ou 99 anos! A eutanásia é para quem sofre, para quem a vida deixou de ser feliz porque ao cérebro já só chegam sinais de dor.  A eutanásia é a última escolha livre de quem sofre.

– Leia a entrevista completa na próxima edição semanal

Apoio para o comércio local através de parceria com os CTT e o Município de Tomar

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Realizou-se, no passado dia 17 de fevereiro, uma reunião online entre o município, os CTT e o comércio local, conduzida pela presidente da câmara, Anabela Freitas e pela vereadora Filipa Fernandes, e que teve como objetivo dar a conhecer a app CTT Comércio Local e as vantagens da mesma para produtores e comerciantes do concelho.

Trata-se de uma solução resultante de parceria entre os CTT, o município e os comerciantes aderentes, que visa disponibilizar um novo canal de venda aos pequenos comerciantes locais, agilizando a sua transição para o digital como forma de superar as dificuldades sentidas com a atual situação que vivemos.

Neste primeiro ano, a iniciativa não terá custos para os comerciantes, uma vez que o município de Tomar vai assumir os respetivos encargos, sendo que a grande mais-valia é a entrega gratuita ao domicílio por parte dos CTT de todas as encomendas efetuadas através desta aplicação durante o período de confinamento.

Trata-se de uma solução tecnológica para transações comerciais de fácil utilização que reúne num único local os comerciantes e os respetivos produtos; potenciais compradores a nível nacional; meios de pagamento eletrónico e um parceiro para entregas no próprio dia, tudo isto com o suporte e apoio dos Município.

Com esta aplicação é possível aos consumidores evitarem filas de espera para acesso às lojas físicas e terem acesso à qualidade e diversidade dos produtos locais a partir do conforto e segurança de sua casa, com facilidade de pagamento, ao mesmo tempo que estão a apoiar a economia local.

Os comerciantes que ainda não tenham aderido e pretendam fazê-lo podem manifestar esse interesse através do e-mail turismo@cm-tomar.pt, pelo qual receberão as indicações necessárias para o fazerem.

Comissão Política Distrital do PSD de Santarém submete propostas de inclusão no Plano de Recuperação e Resiliência

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Estando a decorrer o processo de consulta pública do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, até ao próximo dia 1 de março, a Comissão Política Distrital do PSD de Santarém tomou a iniciativa de submeter quatro propostas de inclusão no plano: Conclusão do IC3; Construção da variante ferroviária Santarém – Entroncamento da linha do Norte; Abertura da base aérea de Tancos à Aviação Civil e aproveitamento hidráulico do rio Tejo.

Estas propostas surgem após a Comissão Política ter verificado a ausência de investimentos para o Distrito de Santarém, no referido plano.

Para além da submissão das propostas, a Comissão Política remeteu também as mesmas aos municípios das áreas de interesse (Almeirim, Alpiarça, Chamusca, Entroncamento, Golegã, Ourém, Santarém, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha), bem como às Comunidades Intermunicipais.

Campeonatos secundários de hóquei em patins retomados em abril e finalizados em julho

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A Federação de Patinagem de Portugal (FPP) publicou ontem, segunda-feira, o planeamento revisto da época desportiva, que aponta a retoma competitiva dos escalões secundários seniores – 2.ª e 3.ª divisão e Sub-23 – em abril e a finalização dessas mesmas competições em julho.

Este novo planeamento resultou das reuniões, na passada quinta-feira, com os clubes que competem nessas divisões: ficou definida a retoma apenas em abril, o que desde logo motivou o cancelamento da Taça de Portugal – nos 16 avos de final, ainda havia 19 equipas dos escalões secundários, 15 da segunda divisão e quatro da terceira.

Segundo o novo planeamento, as competições serão retomadas no mesmo fim de semana em que está prevista a última jornada da fase regular da 1.ª Divisão: 16 (Sub-23), 17 (2.ª Divisão) e 18 de abril (3.ª Divisão), ou seja, quatro meses depois dos últimos jogos realizados.

Os clubes terão levantado algumas questões sobre a realização de jogos em julho e a FPP procurou ‘compactar’ o campeonato, seguindo sugestões apresentadas.

Assim, está previsto colocar em dia as jornadas atrasadas até 2 de maio, retomando os campeonatos o seu curso normal na semana seguinte.

Haverá duas jornadas duplas (dois jogos no mesmo fim de semana) em maio (dias 15 e 16 e 29 e 30), para as 2.ª e 3.ª divisões, e jogar-se-á ainda nos feriados de 3 e 10 de junho (duas quintas feiras).

Ainda em junho, a 26 e 27, haverá mais uma jornada dupla; já em julho, dias 3 e 4, será disputada a jornada final da fase regular dos dois campeonatos… e começa o apuramento de campeão de Sub-23.

Para o segundo fim de semana de julho, 10 e 11, já com poucas equipas envolvidas, ficam as decisões quanto a campeões e promoções. Neste mesmo fim de semana termina o Campeonato de Sub-23 (onde, na Zona Sul, participam duas equipas tomarenses, Sp. Tomar e Santa Cita).

No entanto, tudo isto fica dependente da evolução da pandemia e das consequentes medidas governamentais…

Com hoqueipt.com

Várzea Grande com obra praticamente concluída

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Já se pode circular e estacionar nas imediações da Várzea Grande e cada vez mais se observam famílias a usufruir deste espaço que se encontra de cara lavada, onde é possível estar e manter o afastamento social determinado pela atual situação pandémica.

“A obra encontra-se praticamente concluída. Neste momento está a fiscalização da empreitada a efetuar o levantamento de pequenos erros, por exemplo: bancos, pavimentos, juntas que não estão de acordo com o que pretendemos, por isso são essencialmente coisas de pormenor”, disse Anabela Freitas, presidente da autarquia, ao Jornal “Cidade de Tomar”.  Prevê-se que
estas pequenas correções sejam corrigidas durante o mês de março.

De acordo com a autarca, na intervenção de requalificação de espaço urbano, foi privilegiada a acessibilidade a todos, “naquilo que é a filosofia que temos de que o espaço público é essencialmente para ser usufruído pelo cidadão, peão”.

Para a autarca de Tomar criou-se com esta requalificação “uma nova centralidade na cidade, que irá permitir a realização de eventos variados bem como um espaço de fruição e lazer para todos, facto que aliás já se verifica”, acrescentando que “para quem nos visita é também um excelente cartão de entrada”.

Campanha Floresta Segura 2021 – Fase de sensibilização

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) iniciou, no dia 22 de fevereiro, a fase de monitorização e sensibilização da Campanha Floresta Segura 2021, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), da Unidade de Emergência, de Proteção e Socorro (UEPS) e dos Comandos Territoriais, para prevenir comportamentos de risco com a finalidade de garantir a segurança das populações e do seu património e salvaguardar o tecido florestal nacional.

Esta fase, que decorrerá previsivelmente até ao dia 31 de março, pretende sensibilizar a população em geral, sobretudo as autarquias, agricultores, caçadores, produtores florestais e a comunidade escolar, para o cumprimento das faixas de gestão de combustível em terrenos confinantes com edificações e junto à rede viária e sobre o uso do fogo.

No ano de 2020, a GNR, em coordenação com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), realizou 4 179 ações de sensibilização, que alertaram presencialmente cerca de 60 mil pessoas para a importância dos procedimentos preventivos a adotar, nomeadamente sobre o uso do fogo em queimas e queimadas, a limpeza e remoção de matos, a manutenção das faixas de gestão de combustível e a adoção de medidas de proteção dos aglomerados e de autoproteção. Para tal, destaca-se a realização de cerca de 53 500 patrulhas, que percorreram mais de 3,5 milhões de quilómetros.

Após a fase de sensibilização, seguir-se-á a fase de fiscalização. No ano passado, a GNR sinalizou numa primeira fase mais de 24 mil situações de incumprimento da gestão de combustível, sendo que 14 mil registaram-se em freguesias prioritárias. Numa segunda fase, por se encontrarem ainda situações de incumprimento, foram elaborados 6 257 autos de contraordenação no âmbito do Decreto-lei n.º 124/2006, de 20 de junho.

No que diz respeito aos incêndios rurais, a GNR registou 4 892 crimes de incêndio florestal, tendo resultado na detenção de 51 pessoas e na identificação de outras 379, realçando-se que cerca de 23% das ocorrências tiveram origem na realização de queimas e queimadas.

A proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, continua a assumir-se como uma das prioridades da GNR, sustentada numa atuação preventiva, com o envolvimento de toda a população e demais entidades públicas e privadas, na salvaguarda da vida humana e na segurança do património de Portugal e dos portugueses.

Covid-19: Médio Tejo começa semana com oito casos

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Hoje, dia 22 de fevereiro, há registo para oito novas infeções de Covid-19 nos concelhos do ACES do Médio Tejo, atingindo um total de 12 532 casos desde o início da pandemia. O total de recuperados é 11 067. O total de óbitos mantém-se nos 344.
Os oito casos de hoje registaram-se em Abrantes (2), Entroncamento (2), Ourém (2), Tomar (1) e Torres Novas (1). As vigilâncias ativas de hoje são 182.
O total de pessoas em vigilância ativa desde o início da pandemia é de 6624; o total de altas da vigilância ativa é de 6444 e o total de pessoas contatadas na investigação dos casos é 7148.
Por concelhos, os números totais no Médio Tejo desde o início são os seguintes: Abrantes (1486 casos – 1303 recuperados); Alcanena (999 – 742 recuperados); Constância (163 casos – 155 recuperados); Entroncamento (1064 – 1003 recuperados); Ferreira do Zêzere (610 – 522 recuperados); Mação (427 – 409 recuperados); Ourém (2972 – 2688 recuperados); Sardoal (166 – 157 recuperados); Tomar (2442 – 2122 recuperados); Torres Novas (1946 – 1730 recuperados); Vila Nova da Barquinha (257 – 236 recuperados).

Câmara de Tomar quer despoluição do Nabão no Plano de Recuperação e Resiliência

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A Câmara de Tomar promoveu na tarde de segunda-feira, 22 de fevereiro, uma conferência de imprensa para dar conta de que quer incluir a despoluição da Bacia Hidrográfica do Rio Nabão no Plano de Recuperação e Resiliência, documento onde estão plasmadas reformas estruturais fundamentais para assegurar a saída da crise pandémica e garantir um futuro resiliente para Portugal.

A presidente da autarquia, Anabela Freitas (PS), disse que esta conferência tem como objetivo convocar os tomarenses para atuar sobre a poluição do Rio Nabão. “Está a decorrer a discussão pública do Plano de Recuperação e Resiliência – sendo que para procedermos à despoluição do Rio Nabão necessitamos de um investimento de 22 milhões de euros – a Câmara vai apresentar uma proposta no âmbito da discussão publica e gostaríamos que todos os tomarenses possam também fazer a apresentação de propostas ou que usem esta proposta”, disse. A apresentação de propostas é submetida no site https://www.consultalex.gov.pt/

“É o momento certo para que todos em conjunto, tomarenses, possam fazer ouvir a sua voz no sentido de ser uma força de pressão para o Plano de Recuperação e Resiliência”, disse.

Reproduzimos, em seguida, a proposta da autarquia na integra:


PROPOSTA

Inclusão da Despoluição da Bacia Hidrográfica do Rio Nabão

Encontrando-se em discussão pública a proposta do Plano de Recuperação e Resiliência, contendo o mesmo, três dimensões: Resiliência, Transição Climática e Transição Digital, vem o Município de Tomar, apresentar a seguinte proposta com enquadramento na dimensão Resiliência e implicações na dimensão Transição Climática.

A proposta encontra-se alinhada com os pilares da União Europeia, nomeadamente na Transição Verde, Coesão Social e Territorial, Saúde e Resiliência Económica, Social e Institucional e ainda com a Agenda Estratégica Portugal 2030 na dimensão de redução de riscos e valorização dos ativos ambientais – Transição Climática e sustentabilidade dos recursos.

O Rio Nabão é um afluente do Rio Zêzere e atravessa o Concelho de Tomar. Ao longo do seu percurso existem um conjunto de infraestruturas quer sejam empresas quer sejam Estações de Tratamento de Águas Residuais que sem os sistemas devidos de tratamento constituem focos poluidores do rio.

Há décadas que o Rio Nabão tem sido alvo de episódios de poluição, estando identificadas quatro possíveis origens: Um conjunto de empresas cerca de 11 identificadas pela APA em toda a bacia do Rio Nabão ( suiniculturas, lagares de azeite e empresas ligadas ao ramo alimentar), a ETAR de Seiça construída em 2003 e gerida até janeiro de 2020 pelo município de Ourém, a não existência de sistema separativos que leva a as águas pluviais sejam encaminhadas para o sistema público de saneamento o que provoca aumento de caudal de entrada na ETAR superior ao caudal para a qual a mesma está dimensionada que  e finalmente a própria morfologia do terreno com muitos algares.

Para que se possa atuar em duas das origens foi efetuado um estudo, pela entidade Tejo Ambiente, que tem como finalidade a resolução do problema dos caudais de infiltração e foi apresentado ao Ministério do Ambiente e da Ação Climática.

O estudo apresenta as soluções técnicas para a resolução dos problemas, considerando um investimento em causa ascende aos 22 milhões de euros e envolve duas entidades: Águas Vale do Tejo e Tejo Ambiente.

O estudo com um grau de maturidade de anteprojeto, está em condições para evoluir para projeto de execução e posteriormente empreitada.

Porque:

  1. Estamos perante uma intervenção que visa dotar o território de capacidade competitiva e sustentável;
  2. Estamos perante uma intervenção que visa diminuir a pressão sobre as massas de águas superficiais e subterrâneas;
  3. Estamos perante uma intervenção que garante os caudais ecológicos no suporte dos ecossistemas;
  4. Estamos perante uma intervenção que potencia o desenvolvimento sustentável do turismo, compatibilizando a proteção e valorização do património natural com a atividade turística que é relevante no Concelho de Tomar

Solicitamos que seja incluído investimento no plano de Recuperação e Resiliência, para que possa ter continuidade noutros instrumentos financeiros.