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Amorim Café abre em Tomar com especialidade de crepes e waffles

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Se aprecia crepes e waffles deve mesmo ir ao Amorim café que abriu, na segunda-feira, 22 de março, na Rua Amorim Rosa, em Tomar, onde era a antiga pastelaria Cristal. O rosto do Amorim Café espaço é Diogo Dias, 25 anos, que decidiu abrir este espaço para trazer para a cidade um conceito inovador de negócio.
“É um espaço que faltava na cidade de Tomar, existem outros espaços que também servem mas aqui vou-me basear, sobretudo, nisto”, disse. O nome surgiu por causa do nome da rua onde se encontra mas também com uma ligação à palavra amor uma vez que o jovem empreendedor se considera uma pessoa que é muito amiga do seu amigo.  O horário do Amorim Café é de segunda a domingo das 09h às 20h, encerrando à terça-feira para descanso semanal.

  • Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Despoluição do Rio Nabão: 22 milhões para reabilitar ETAR’S correspondiam a um acréscimo da factura de 25 euros mensais durante 1 ano a cada cliente da Tejo Ambiente

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Sempre que chove  muito o rio Nabão apresenta-se com espuma e numa cor negra, que revela despejos. As águas da chuva fazem aumentar o caudal do rio que chega a duas ETAR’S pelo que estas estruturas acabam por drenar parte desse efluente não tratado na bacia hidiográfica do Nabão. De acordo com o diretor da Tejo Ambiente, a lei permite-o. “As ETAR’S precisam de ser requalificadas, tal como os emissários para evitar que as águas pluviais entrem nas ETAR’S colocando em causa a sua capacidade de tratamento”, disse José Santos. Para estas obras, a Tejo Ambiente diz precisar de 22 milhões de euros, cujo financiamento está agora a ser colocado no Plano de Recuperação e Resiliência. Há esperança nesta fonte de financiamento mas ainda não está garantido. 


Em entrevista ao Jornal e Rádio “Cidade de Tomar”, José Santos, director da Tejo Ambiente, explicou que tanto a ETAR de Seiça como uma outra situada junto ao Agroal, já no concelho de Ourém, estão licenciadas para drenar o seu efluente tratado no rio Nabão, ou seja, as águas já tratadas. “É preciso esclarecer que a Tejo Ambiente tem presente aquilo que é necessário fazer para que a nossa contribuição seja a menor possível para estes episódios. Em julho de 2020, o Conselho de Administração da Tejo Ambiente solicitou uma reunião no Ministério do Ambiente para sensibilizarmos o Sr. Ministro relativamente aquilo que eram as necessidades da Tejo Ambiente para corrigirem as infraestruturas que gerimos”, disse. Nessa reunião foi mostrada a preocupação e foi provado que eram necessários cerca de 22 milhões de euros para corrigir as infraestruturas.


José  Santos diz que a Tejo Ambiente sabe qual é a nossa contribuição e o que temos de fazer mas recusam, literalmente, ser o únicos responsáveis pela situação. “Se as ETAR’s, de que estamos a falar, fossem as únicas responsáveis por esta evidência também no curso do rio junto ao Agroal  teríamos o mesmo aspeto do troço do rio que atravessa a cidade de Tomar”, salientou. José Santos refere que “somos responsáveis pela contribuição desta situação mas de longe seremos a única e a mais contributiva porque se assim fosse a praia do Agroal teria o mesmo nível de espuma do que o troço do rio da cidade”, o que não sucede.
Em relação aos 22 milhões de euros, o diretor da Tejo Ambiente explica  o que é que iria implicar, se não existirem as ajudas comunitárias para reabilitar estas infra-estruturas.

“Estes 22 milhões de euros correspondem a que seja necessário emitir uma fatura, a cada cliente da Tejo Ambiente, de cerca de 25 euros mensais durante 12 meses para ir buscar 22 milhões para reabilitar. Se hoje, a fatura média da Tejo Ambiente a 18 euros mensais, para estes investimentos para além dos 18 euros teríamos que acrescentar 25 euros mensais”, disse. José Santos refere que o Ministro do Ambiente está consciente disto e a Tejo Ambiente também. “Estou bastante esperançado nos fundos comunitários. Temos sinais da probabilidade de vir a haver dinheiro disponível para resolver esta situação embora ainda não haja um sinal da assunção do compromisso. Mal esteja aprovado, lançaremos de imediato os concursos porque os projetos de execução estão feitos. O nosso trabalho de casa está feito”, remata. 

Covid-19: Tomar regista esta semana o índice mais baixo de transmissibilidade em 2021

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Na habitual reunião semanal do Posto de Comando Municipal de Proteção Civil de Tomar (PCMPCT) onde é feito o balanço do impacto da Covid-19 no Concelho de Tomar, verifica-se que as medidas de prevenção implementadas pelo governo reduziram eficazmente a evolução de novos casos de infetados. Durante a semana passada, data em que se deu início ao gradual desconfinamento, Tomar registou dois casos de contágio pelo vírus SARS-CoV-2, o índice mais baixo de infeções no ano de 2021.

Este Posto de Comando agrega várias entidades, nomeadamente a Câmara Municipal de Tomar e respetiva Proteção Civil, a Autoridade de Saúde Local, a PSP, a GNR, a Segurança Social, o Centro Hospitalar do Médio Tejo, e está localizado em permanência no Quartel dos Bombeiros de Tomar.
A GNR, até à data representada pelo Capitão Tiago Delgado, será agora representada pelo Capitão Pedro Manuel Inácio.

Os parceiros/entidades que integram o PCMPC reportaram, no geral, tranquilidade nas suas áreas de atuação e mantêm a vigilância, acompanhamento e apoio ativo no que à situação epidemiológica do concelho diz respeito.

Numa semana em que se detetaram dois novos casos de infeção, existem cinco doentes internados com patologia Covid no Centro Hospital do Médio Tejo (CHMT). O boletim enviado pela USPMT – Unidade de Saúde Pública do ACES Médio, indica que em Tomar recuperaram 2407 pessoas das 2474 infetadas pelo vírus SARS-CoV-2 desde março de 2020.

Os parceiros/entidades que integram o PCMPC reportaram, no geral, tranquilidade nas suas áreas de atuação e mantêm a vigilância, acompanhamento e apoio ativo no que à situação epidemiológica do concelho diz respeito.

Numa semana em que se detetaram dois novos casos de infeção, existem cinco doentes internados com patologia Covid no Centro Hospital do Médio Tejo (CHMT). O boletim enviado pela USPMT – Unidade de Saúde Pública do ACES Médio, indica que em Tomar recuperaram 2407 pessoas das 2474 infetadas pelo vírus SARS-CoV-2 desde março de 2020.

Leões de Tomar garantiram o sexto lugar, tigres de Almeirim já não podem fugir do último

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Duas equipas já sabem em que posição vão terminar a primeira fase do principal campeonato nacional de hóquei em patins, quando estão por realizar apenas duas jornadas… e mais três jogos em atraso!

Treinado por Nuno Lopes, o Sp. Tomar/IPT já sabe que vai ficar no sexto lugar e, por isso, defrontará nos quartos-de-final do play-off quem terminar em terceiro – nesta altura é o Sporting, que, no entanto, com dois jogos em atraso, ainda tem reais possibilidades de roubar o segundo ao Ó. Barcelos.

A equipa tomarense – que visita precisamente o Sporting na próxima jornada – garantiu, com 36 pontos somados, a primeira posição logo atrás dos assumidos candidatos ao título, apesar do empate caseiro (2-2), no passado sábado, frente à Juv. Viana.

Valongo e Juv. Viana ocupam os sétimo e oitavo lugares, com 27 e 26 pontos, respetivamente. Ou seja, têm a presença no play-off bem encaminhada…

Quem também já tem a sua classificação final certa é o Tigres de Almeirim. Os almeirinenses já sabiam que, matematicamente, não podiam fugir da zona de descida, mas, com a derrota caseira diante do Ó. Barcelos (4-5), têm agora a certeza de ficar como ‘lanterna vermelha’ até final da fase regular.

Pelo contrário, o Famalicense foi, nesta jornada 24, o grande vencedor na luta pela continuidade no escalão máximo do hóquei em patins em Portugal. A equipa de Famalicão recebeu o Valongo e, com a vitória por 2-1, deu um passo de gigante rumo à manutenção – tem agora 23 pontos, tal como o H. Braga (derrota em Oliveira de Azeméis, por 4-3) e a Sanjoanense (derrota, em casa, diante do líder FC Porto, por 2-3), e cavou um fosso de cinco pontos para o Turquel (12.º) e o Riba D’Ave (13.º), que perderam frente a Benfica (5-2) e Sporting (3-7), respetivamente.

Em Riba de Ave, a expetativa de uma surpresa ganhou força quando o argentino Facundo Bridge adiantou a equipa local, mas o Sporting acabou por impor o seu valor (ao intervalo já vencia por 1-5).

No Fidelidade, e depois da surpreendente derrota caseira frente ao aflito Riba D’Ave (0-2), dez dias antes, o Benfica justificou o favoritismo no embate com a equipa da ‘aldeia do hóquei’ (3-1 ao intervalo).

Mesmo tendo ainda um jogo em atraso, no recinto do Sporting, o Turquel, para conseguir a manutenção, está obrigado a anular, no mínimo, uma diferença de cinco pontos – nas últimas duas jornadas, recebe o Famalicense e visita o Valongo.  

Com igual atraso, o Riba D’Ave tem apenas dois jogos para realizar – o primeiro em casa, diante do Valongo, e o segundo em Tomar.  

Covid-19: dois casos no Médio Tejo

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No domingo, dia 21 de março, os concelhos do ACES Médio Tejo registaram mais dois novos casos de Covid-19, atingindo um total de 12709 casos desde o início da pandemia. Os dois casos das últimas 24 horas foram registados em Abrantes (2). Os recuperados são 12248 e as vigilâncias ativas eram, ontem, 35.
O total de pessoas em vigilância ativa desde o início da pandemia é de 6771; o total de altas da vigilância ativa é de 6739 e o total de pessoas contatadas na investigação dos casos é 7295.
Por concelhos, os números totais no Médio Tejo desde o início são os seguintes: Abrantes (1510 casos – 1425 recuperados); Alcanena (1017 – 970 recuperados); Constância (164 casos – 161 recuperados); Entroncamento (1092 – 1058 recuperados); Ferreira do Zêzere (612 – 591 recuperados); Mação (427 – 412 recuperados); Ourém (2993 – 2907 recuperados); Sardoal (178 – 169 recuperados); Tomar (2474 – 2407 recuperados); Torres Novas (1980 – 1897 recuperados); Vila Nova da Barquinha (262 – 251 recuperados).
Os concelhos de Alcanena, Constância e Vila Nova da Barquinha não registaram qualquer vigilância ativa.

Limpeza e higienização de reservatórios de água no Subsistema da Mendacha

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A EPAL vai proceder à limpeza e higienização de reservatórios de água no Subsistema da Mendacha entre amanhã, dia 23, e quinta-feira, dia 25 de março.

Assim, informa a empresa que haverá interrupção do abastecimento de água nos seguintes pontos de entrega:

– Reservatório de Carregueiros, no período compreendido entre as 9h e as 11h de dia 24 de março (quarta-feira)

– Reservatório de Vale do Calvo, no período compreendido entre as 14h e as 16h de dia 25 de março (quinta-feira)Também com intervenção, mas sem expectável interferência no normal abastecimento de água:

– Reservatório da Mendacha, no período compreendido entre as 9h e as 12h de dia 23 de março – Câmara Repartidora de Caudal da Pedreira, no período compreendido entre as 14h e as 16h de dia 23 de março

– Reservatório de Casalinho, Célula 1, no período compreendido entre as 12h e as 16h de dia 24 de março – Reservatório de Casalinho, Célula 2, no período compreendido entre as 9h e as 12h de dia 25 de março.

Ano da Imprensa Regional assinalado até ao final do ano

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Pile of Various newspapers over white background

Será com “uma série de iniciativas” que irão decorrer ao longo dos próximos meses e até ao final do ano que a Associação Portuguesa de Imprensa (API) e a Associação de Imprensa de Inspiração Cristã (AIC) irão assinalar o Ano da Imprensa Regional, em 2021.

Numa carta aberta, sob o lema “Todos precisamos da imprensa regional”, as duas associações mentoras da iniciativa reafirmam o compromisso e a necessidade de agregar iniciativas, “numa perspetiva duradoura”, de forma a que se “garanta a sustentabilidade e desenvolvimento dos jornais locais e regionais, em suporte papel e digital”.

“A pandemia ainda não permitiu assinalar com a devida importância o Ano da Imprensa Regional, que se comemora em 2021, na sequência de uma deliberação conjunta datada do mês de dezembro, rubricada pela API – Associação Portuguesa de Imprensa e pela AIC – Associação de Imprensa de Inspiração Cristã.

Apesar das dificuldades deste tempo marcado por confinamentos sucessivos e restrições em muitas frentes da vida individual e coletiva, é importante e urgente assinalar o Ano da Imprensa Regional, agregando iniciativas, numa perspetiva duradoura, que garanta a sustentabilidade e desenvolvimento dos jornais locais e regionais, em suporte papel e digital. É isto que as associações de imprensa, em parceria com os editores locais, irão concretizar ao longo dos próximos meses”, lê-se na missiva subscrita pelos presidentes das duas associações, João Palmeiro e Paulo Ribeiro, respetivamente.

No mesmo documento, os dois responsáveis sublinham que “o ano em curso constitui um calendário de oportunidades para refletir e pôr em marcha medidas que reforcem o papel da imprensa regional, a sua independência de todos os poderes, a sua importância no combate à pandemia das notícias falsas, através de uma informação que convoca os melhores princípios éticos, a independência, o rigor, a inclusão, a pluralidade, a liberdade, o respeito pela privacidade, o respeito pelos leitores, a defesa dos direitos humanos e o escrutínio de todos os poderes”

As duas associações consideram que “o papel de proximidade da imprensa regional é insubstituível e fundamental, um pilar importante e constituinte da própria democracia, que deve reforçar e ampliar diariamente o espaço de cidadania, com uma expressão própria, altamente relevante, sobretudo nas comunidades locais, onde muitas vezes a crítica e o contraditório são um verdadeiro exercício de coragem, por vezes mal recebido e até condenado por responsáveis e decisores locais”.

Dessa forma, “sem uma imprensa regional forte, a democracia será fraca e estará ameaçada”.

“A imprensa regional é um bem coletivo, ao serviço de cada individuo, mas também de todas as comunidades onde se insere e, no fim de contas, do país”, lê-se ainda.

As associações de imprensa “encorajam as autarquias e associações de municípios a estabelecerem planos permanentes de investimento na Imprensa Regional, com total transparência, sem qualquer condicionamento da linha editorial, garantindo assim a liberdade e o acesso à informação das populações que representam”.

Por outro lado, lembram que “as empresas e entidades públicas têm, também, um importante papel a desempenhar no seu relacionamento com a Imprensa Regional, pelo que se espera e deseja que estabeleçam parcerias duradouras que vão ao encontro do privilégio de poderem contar com marcas de informação de proximidade nos seus territórios”.

Num outro domínio, as associações de imprensa exortam as universidades, politécnicos, centros de saber, entidades públicas, e organismos ligados ao setor da imprensa “a debaterem a realidade que emerge de forma crescente nas comunidades locais, onde muitas autarquias, entre outras entidades, passaram a recorrer diariamente às plataformas digitais a pretexto de anúncio de medidas, explicações várias, resposta a críticas e divulgação de todo o tipo de iniciativas, esquecendo o papel dos órgãos de comunicação social e a mediação dos seus jornalistas”.

A API e a AIC alertam ainda que a pandemia e o aproximar das eleições autárquicas “têm potencializado este fenómeno recente, que rapidamente se poderá transformar numa ameaça à democracia, transformando informação em propaganda, condicionando fortemente o papel legítimo dos órgãos de comunicação social”.     

“Independentemente das reflexões que possam surgir, as associações de imprensa esperam que as autarquias onde a opção por canais próprios de comunicação é mais expressiva, optem desde já por uma postura que dê a primazia à imprensa regional e local”, sublinham as duas entidades.

Equipa feminina do U. Tomar conquistou excelente quarto lugar no Campeonato Nacional de Corta-Mato Longo

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A equipa feminina do U. Tomar alcançou um histórico quarto lugar na edição de 2021 do Campeonato Nacional de Corta-Mato Longo, prova que decorreu na manhã (início às 10h30) de hoje, domingo, na Amora (Parque do Serrado), concelho do Seixal.

A representação tomarense, formada por Sofia Marmelo, Maria José Pinto, Joana Esperanço, Filipa Moutinho e Catarina Oliveira, somou um total de 106 pontos!

Os três lugares do pódio coletivo foram ocupados por Sporting (10 pontos), Recreio de Águeda (32) e Feirense (89).

Individualmente, Sofia Marmelo terminou no 21.º posto, seguida por Maria José Pinto, que concluiu a prova na 25.ª posição!

Joana Esperanço, Filipa Moutinho e Catarina Oliveira concluíram as suas prestações nos 29.º, 31.º e 36.º lugares, respetivamente!

Carla Salomé Rocha sagrou-se campeã nacional feminina de corta-mato longo. A atleta do Sporting começou a ‘descolar’ das colegas de equipa logo na segunda volta ao circuito de oito quilómetros e cortou a meta isolada, em 27’37’’, sucedendo a Dulce Félix, que não defendeu o título conquistado em 2019 por se encontrar lesionada.

Sara Moreira (27’56) e Catarina Ribeiro (28’00) completaram o pódio. Em termos coletivos, o Sporting dominou completamente ao arrecadar também o quarto lugar, por Jéssica Augusto (28’07’’), conseguindo a pontuação mínima!

A competição feminina decorreu num circuito de dois quilómetros percorrido, em quatro voltas, por 40 atletas, divididas em duas séries de 20 corredoras cada.

Rui Pinto conquistou pela terceira vez campeão nacional masculino de corta-mato longo. O atleta da equipa 4Run percorreu os 10 quilómetros do circuito em 31’14’’, menos cinco segundos que Rui Teixeira (31’19’’), do Sporting, que defendia os títulos de campeão nacional das duas últimas edições, em 2018 e 2019.

João Pereira (31’21’’), do V. Setúbal, surpreendeu ao alcançar o último lugar do pódio, superando Luís Saraiva (31’24’’), do Sp. Braga, e Fernando Serrão (31’27’’), do Sporting.

Miguel Marques (31’41’’) e Rúben Amaral (31’48’’) terminaram nas 10.ª e 11.ª posições, respetivamente, e garantiram o 49.º título de campeão nacional de corta-mato longo para o Sporting (28 pontos). Sp. Braga (34) e Maratona (56) completaram o pódio coletivo marculino.

Pedro Lopes, do U. Tomar, ficou no 41.º lugar da tabela individual!

A competição masculina realizou-se num circuito de dois quilómetros percorrido, em cinco voltas, por 61 atletas, divididos em duas séries de 20 corredores cada e uma de 21, como medida de prevenção contra a pandemia de Covid-19.

Os Campeonatos de Portugal de corta-mato voltaram a disputar-se este ano, após a edição de 2020 ter sido cancelada devido à pandemia de Covid-19. No entanto, a edição de 2021 ficou marcada pela ausência do Benfica, que recusou participar por não serem exigidos testes de Covid-19 aos participantes.

Leões deixaram escapar mais dois pontos… e mais uma vez no último minuto!

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O terceiro embate entre Sp. Tomar/IPT e Juv. Viana, esta época, terminou empatado: depois de 3-3 em Viana do Castelo, na primeira volta, e de uma vitória tomarense, por 3-1, no Luso, nos quartos de final da Taça 1947, fica registada uma igualdade a dois golos, ao início desta noite de sábado, para a jornada 24 do principal campeonato nacional. E tal como no Minho, a equipa tomarense viu dois pontos a voar devido a um golo sofrido… nos instantes finais do encontro!

A primeira parte não rendeu qualquer golo: os leões de Tomar, apesar de dominarem em grande parte do tempo e, consequentemente, da maior pressão sobre a baliza contrária, não conseguiram bater o veterano guarda-redes Jorge Correia. E o mesmo aconteceu com Francisco Veludo: saiu sempre por cima no frente a frente com os adversários, mantendo assim a sua baliza inviolada.

Os primeiros 25 minutos já estavam praticamente esgotados (faltava cerca de um segundo para o intervalo) quando a equipa minhota atingiu a décima falta: no respetivo livre direto, Alexandre ‘Xanoca’ Marques atirou forte… ao lado!

A fase inicial do segundo tempo mostrou duas equipas mais impetuosas e assertivas em busca do golo… que acabou por acontecer a (precisamente) 11 minutos do final: o francês Rémi Herman, na cobrança de um livre direto (décima falta do Sp. Tomar/IPT), atirou forte… e o árbitro Luís Peixoto considerou que a bola, depois de bater no guardião Francisco Veludo (tirou-a rapidamente…), tinha ultrapassado a linha de baliza! Estava desfeito o nulo…

Mas a equipa tomarense respondeu volvidos apenas 20 segundos, forçando novo empate: Xanoca entrou pela zona frontal e rematou forte, sem hipóteses para Correia.

Uma falta (empurrão) de Filipe Almeida sobre Nélson Pereira, na área, passados apenas 13 segundos, originou nova grande oportunidade para a Juv. Viana retomar a liderança do marcador: na cobrança da respetiva grande penalidade, Rémi Herman atirou… por cima da baliza!

Ivo Silva, já no minuto 42, recebeu um passe de Filipe Almeida e, da esquerda, atirou cruzado… e consumou a reviravolta no marcador: 2-1.

Faltavam oito minutos e meio… Com serenidade a gerir a posse da bola, apesar da natural reação do adversário, a equipa leonina mostrou ser capaz de manter a vantagem no marcador. E o irrequieto Xanoca, a dois minutos e 39 segundos do final, na tabela de fundo, forçou a 15.ª falta da Juv. Viana (do capitão Francisco Silva). Mas o que parecia ser o golpe final… teve um desfecho danoso para os leões: Filipe Almeida, já com o jogo parado, levou um toque e, de seguida, terá atingido Pedro Baptista com o setique e viu o cartão azul… e, na cobrança do livre direto, o jovem Lucas Honório não conseguiu fazer o terceiro golo!

Ou seja, o Sp. Tomar/IPT ficou com menos um jogador em pista… e sofreu o segundo golo, por Diogo Casanova (finalização na área, frente a Veludo), já a menos de um minuto do final!

Num jogo em que os principais destaques foram os dois guarda-redes, o empate (2-2) acaba por ser mais penalizador para o Sp. Tomar/IPT. O treinador Nuno Lopes, no final, apontou a falta de controlo emocional da sua equipa… e a postura defensiva do adversário, que não permitiu qualquer contra-ataque!

A equipa tomarense soma agora 36 pontos e já garantiu o sexto lugar: está, portanto, confirmado o apuramento para o play-off de discussão do título nacional.

Na próxima jornada, no dia 27 de março, o Sp. Tomar/IPT vai até Lisboa, para enfrentar o Sporting. Uma viagem que, ao que tudo indica, será feita no novo autocarro do clube tomarense.

Outros resultados desta jornada 24: Riba D’Ave-Sporting, 3-7; Sanjoanense-FC Porto, 2-3; Tigres Almeirim-Ó. Barcelos, 4-5; Oliveirense-H. Braga, 4-3; Benfica-Turquel, 5-2; Famalicense-Valongo, 2-1.

Futebol e corridas de MotoGP e Fórmula 1 não vão ter público nas bancadas

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O Governo não quer arriscar e os jogos de futebol das Ligas profissionais vão continuar a ser realizados à porta fechada, assim como as corridas de MotoGP e de Fórmula 1. A notícia foi avançada ontem, quinta feira, no site do ‘Expresso’ (e faz capa da sua edição impressa, hoje nas bancas).

Questionado pelo referido semanário, o Governo garantiu que, até ao fim do período de desconfinamento (meados de maio), “os eventos mencionados não terão público”.

Recorde-se que o Grande Prémio de Portugal de MotoGP está agendado para 18 de abril e o de Fórmula 1 para 2 de maio, ambos no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

No ano passado, a Fórmula 1 teve público, mas a experiência não correu bem e foram várias as críticas apontadas ao Governo… que, desta vez, não vai aprovar a presença de público nas bancadas.

A última jornada das competições profissionais está marcada para 19 de maio a possibilidade de haver público nos estádios nos derradeiros jogos desta época está, para já, também posta de parte.

Os responsáveis pelo futebol profissional (e nomeadamente Pedro Proença, presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional) tinham a esperança de reabertura condicionada aos adeptos a partir de 3 de maio, quando forem permitidos “grandes eventos exteriores e eventos interiores com diminuição de lotação”, tal como refere o plano de desconfinamento apresentado pelo primeiro-ministro, António Costa, no dia 11 de março.

João Paulo Rebelo, secretário de Estado da Juventude e Desporto, em entrevista publicada ontem em ‘A Bola’, também mostrava estar otimista sobre o regresso do público aos jogos do campeonato, embora ressalvando que ainda iria reunir-se com o Ministério da Saúde e a Direção-Geral da Saúde.

No entanto, tudo aponta para que as grandes decisões da I Liga de futebol sejam mesmo disputadas com bancadas vazias.

O desconfinamento está a ser feito de forma faseada, tendo começado a 15 de março e vai prolongar-se até 3 de maio. Mas este processo vai ser reavaliado a cada 15 dias e está pendente da incidência e da transmissibilidade da Covid-19, bem como de outros fatores.