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Município de Tomar inaugura espaço TREF e lança sinalética templária europeia

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A Praça da República, em Tomar, conta desde quinta-feira, 18 de março, com um espaço dedicado à TREF – Templar Route European Federation), criado no âmbito da presidência portuguesa da Rede Europeia dos Templários que decorre entre 2021 e 2023.

Anabela Freitas, presidente da Câmara de Tomar, explicou nesta ocasião que “desde janeiro que Tomar assumiu a presidência da Rota Europeia Templária, que passou de França para Portugal” sendo que neste dia se está a inaugurar no centro da cidade, a sede da TREF, um espaço que não será, para já, visitável, mas que vai marcar a presença da TREF em Tomar. “Temos um assessor pro-bono, o Prof Carlos Trincão, e este também pode vir a ser um espaço onde possa vir a desenvolver as suas atividades”, disse.  “O processo de criação da Rota Europeia/Itinerário cultural europeu está em análise, por parte da comissão europeia, esperamos boas notícias”, acrescentou.

Após a inauguração desta sede, e num ato simbólico, foi colocada no interior da igreja de Santa Maria dos Olivais, a primeira identificação de “Sítio Templário”, sinalética criada pelo Município de Tomar (com informação que pode ser acedida através de um QR CODE) e que pretende assinalar, nos vários países que fazem parte da Rede, todos os locais relacionados com esta temática e que integram, por isso, a respetiva Rota. “Esta sinalética foi desenvolvida pelo gabinete de comunicação da Câmara Municipal de Tomar e aprovada por unanimidade”, disse.

Igualmente, foram colocadas, na Ponte Nova, bandeirolas alusivas à presidência tomarense da TREF, bem como com o respetivo logótipo, numa alusão, também simbólica, ao prolongamento da Riba Fria, que descia do Castelo até ao Centro Cívico do século XIII, Santa Maria dos Olivais, Panteão Templário. Estas bandeiras vão ficar até ao outono. Estas iniciativas decorreram, simbolicamente, a 18 de março, 707 anos após a morte na fogueira, em Paris, de Jacques de Molay, o último Grão-Mestre Templário. 

Veja o vídeo:

Dia Internacional das Florestas: ICNF comemora esta data disponibilizando 50.000 árvores autóctones gratuitamente

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O ICNF comemora esta data disponibilizando 50.000 árvores autóctones, gratuitamente, aos cidadãos e proprietários rurais que desejem fazer plantação.Em 1872, no Nebrasca (EUA), face à escassez de árvores e florestas, a população decidiu dedicar um dia à plantação de árvores.

A iniciativa internacionalizou-se e a Festa passou da Árvore às Florestas, comemorada a 21 de março, o primeiro dia de primavera, e desde 2012 a DIA INTERNACIONAL DAS FLORESTAS, para celebrar e alertar para importância de todos os tipos de florestas.Este ano, o ICNF comemora esta data envolvendo todos os cidadãos, disponibilizando 50.000 árvores autóctones produzidas nos seus viveiros, gratuitamente, aos cidadãos e proprietários rurais que desejem fazer plantação nas suas propriedades.

Esta distribuição será feita entre os dias 19 e 26 de março de 2021; nos postos de atendimento selecionados do ICNF, em todo o país.O que fazer para obter estas árvores de espécies autóctones?- Inscrever-se para recolher as árvores através do contacto telefónico do local selecionado ou por email para ICNFsomosTODOSnos@icnf.pt;- Identificar-se nos locais de recolha no horário combinado;- Comprometer-se a remeter uma fotografia da plantação para ICNFsomosTODOSnos@icnf.pt;- Partilhar ou permitir a partilha das fotos com a hashtag #ICNFsomosTODOSnos. O ICNF, por seu lado, fará a divulgação destas plantações nas suas redes sociais.

REGRAS

1. A recolha é feita nos seguintes postos de atendimento do ICNF (ver locais de recolha), entre os dias 19 e 26 de março de 2021;

2. A inscrição para a recolha das árvores é obrigatória e deve ser realizada através do contacto telefónico do local selecionado ou por email para ICNFsomosTODOSnos@icnf.pt;

3. No momento da inscrição é necessário indicar o nome do requerente, o local de recolha, o dia da recolha (nos dias úteis entre 19 e 26 de março) e se a recolha das árvores será realizada no período da manhã (9h00-13h00) ou da tarde (13h00-17h00);

4. Podem recolher árvores para plantação os cidadãos maiores de 18 anos, bem como representantes de entidades privadas sem fins lucrativos, devidamente identificados;

5. Compromisso de promover a sua plantação no prazo máximo de uma semana após o levantamento das árvores;

6. As espécies disponíveis para recolha são: medronheiros, sobreiros, azinheiras, pinheiros mansos, alfarrobeiras, castanheiros, amieiros, entre outras folhosas. Cada cidadão pode recolher um máximo de 10 (dez) exemplares;

7. Os representantes de entidades privadas sem fins lucrativos podem levantar até um máximo de 50 exemplares;

8. Os levantamentos são sujeitos à existência de disponibilidade em cada local;

9. Os proprietários rurais, que tenham como objetivo a plantação em pequenas parcelas de terreno (com área não superior a 5.000 m2), desde que identifiquem a parcela a plantar, podem levantar até um máximo de 100 exemplares.

10. O transporte das árvores, a escolha do local e a obtenção da permissão para a plantação junto de quem de direito, é da inteira responsabilidade dos cidadãos que realizem a plantação, no respeito pela legislação em vigor.

11. Os cidadãos e demais representantes de entidades que procedam ao levantamento das árvores comprometem-se a remeter ao ICNF no prazo de 48h após a plantação, as fotografias com a identificação da data e do local onde foi realizada essa plantação, para ICNFsomosTODOSnos@icnf.pt;

12. Os cidadãos que participem nas ações de plantação são convidados a partilhar nas redes sociais as fotografias e vídeos dessas plantações, recorrendo à identificação da publicação com a hashtag #ICNFsomosTODOSnos. Locais de recolha e mais informações em:https://www.icnf.pt/imprensa/diainternacionaldasflorestas

Detenção por posse ilegal de arma

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O Comando Distrital da PSP de Santarém, através da Esquadra do Entroncamento, da Divisão Policial de Tomar, no âmbito de diligências de Inquérito relativo ao crime de burla (MBWAY), deu cumprimento, hoje, a dois mandados de busca e apreensão, tendo procedido à detenção de um indivíduo do sexo masculino, com 36 anos de idade, por suspeita de posse ilegal de arma de fogo.

Ao detido foi apreendido: € 170,00 € (cento e setenta euros) em notas do BCE; cinco telemóveis de diversas marcas e modelos; uma pistola de calibre 7,65mm; um carregador; e onze munições 7,65mm.

O detido foi constituído Arguido e sujeito a Termo de Identidade e Residência, ficando a aguardar os ulteriores trâmites processuais em liberdade.

Feira semanal regressa a partir do dia 9 de abril

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O vereador Hélder Henriques referiu-se, na reunião de câmara, na segunda feira, à reabertura faseada da feira semanal.

Nesta sexta feira estarão de volta às imediações do mercado municipal os fazendeiros/produtores locais para venda dos seus excedentes.

Prevê-se que, a partir do dia 9 de abril, a feira semanal possa regressar em pleno, incluindo a venda de vestuário, artigos utilitários, ornamentação, plásticos e ferramentas, e outros.

Covid-19: três casos no Médio Tejo

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Na terça feira, dia 16 de março, os concelhos do ACES Médio Tejo registaram mais três novos casos de Covid-19, atingindo um total de 12692 casos desde o início da pandemia. Os três casos das últimas 24 horas estão registados em Entroncamento (1) e Torres Novas (2). Os recuperados são 12248 e as vigilâncias ativas eram, ontem, 56.
O total de pessoas em vigilância ativa desde o início da pandemia é de 6760; o total de altas da vigilância ativa é de 6705 e o total de pessoas contatadas na investigação dos casos é 7284.
Por concelhos, os números totais no Médio Tejo desde o início são os seguintes: Abrantes (1505 casos – 1425 recuperados); Alcanena (1017 – 970 recuperados); Constância (164 casos – 161 recuperados); Entroncamento (1088 – 1058 recuperados); Ferreira do Zêzere (612 – 591 recuperados); Mação (427 – 412 recuperados); Ourém (2992 – 2907 recuperados); Sardoal (178 – 169 recuperados); Tomar (2472 – 2407 recuperados); Torres Novas (1975 – 1897 recuperados); Vila Nova da Barquinha (262 – 251 recuperados).
Os concelhos de Constância e Ferreira do Zêzere não registaram qualquer vigilância ativa.

“Temos nas freguesias muitas oportunidades para eventos de recriação histórica”

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A Associação ThomarHonoris foi a eleições para os seus órgãos dirigentes na segunda-feira, 8 de março, tendo o atual presidente, Filipe Pires, sido reeleito para mais um mandato de quatro anos. Nesta entrevista fomos conhecer melhor o dirigente associativo e quais os objetivos que tem para o próximo mandato, entre os quais alargar o âmbito do trabalho desenvolvido na associação até aos romanos.

Jornal Cidade de Tomar – Quem é o Filipe Pires e como chega à Thomarhonoris?
Filipe Pires – Cheguei há cerca de 10 anos a Tomar, como muitos jovens, para trabalhar e, neste seguimento, acabei por entrar num projeto que era a Festa Templária. Acabei por ganhar o gosto destas artes medievais e da recriação histórica. Entrei no associativismo e criamos uma associação que se dedica a esta prática e cá continuamos até hoje.

Antes não tinha qualquer ligação às artes medievais?
Não. Quando cheguei a Tomar deparamo-nos que não havia nada em relação à temática das artes medievais. Quando criamos o nosso grupo de amigos, vimos que tínhamos este gosto comum, e iniciamos pela esgrima na Festa Templária. Depois de criarmos a associação Thomarhonoris começamos a obter formação entre todos os membros e a adquirir conhecimentos. Acabamos
por aprender e começamos a ensinar o que apendemos aos tomarenses que ingressaram nas nossas academias.

Para quem já ouviu falar na Thomarhonoris mas ainda não sabe exatamente o que faz, como se define a vossa missão?
É uma associação que desenvolve artes medievais e históricas. O grande objetivo passa pela preservação do património, pela divulgação das nossas artes, da história local e toda a envolvência do concelho de Tomar, o que não quer dizer que não trabalhemos fora do concelho de Tomar. E este é o grande objetivo, nós conseguirmos divulgar o que temos cá a nível histórico, a nível de
património edificado e cultural e depois divertir-nos com as várias academias seja na esgrima, na dança, na música, nas artes de representação, entre outras que nós temos.

– Leia esta entrevista completa na próxima edição semanal

Município de Tomar promove webinar sobre o futuro do rio Nabão

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No momento em que o rio Nabão continua no centro das atenções, o Município de Tomar, através do Centro de Interpretação Ambiental, promove um webinar intitulado “Rio Nabão: ontem, hoje e amanhã?”

O seminário online decorrerá na próxima segunda-feira, 22 de março, Dia Mundial da Água, pelas 14h30, com inscrições pelo e-mail centroambiental@cm-tomar.pt, até sábado, dia 20.

Com abertura e encerramento a cargo da presidente da Câmara Municipal, Anabela Freitas, contará com intervenções de Luís Santos (Instituto Politécnico de Tomar), sobre “O paradigma da qualidade ecológica do rio Nabão: passado, presente e que futuro?”; José Santos, da empresa TejoAmbiente, acerca do “Rio Nabão: um recurso intermunicipal”; e Ana Silva, do movimento ProTEJO, que abordará “A cidadania em defesa da bacia do Tejo”. A moderação será de Nuno Garcia Lopes.

Equipamento de TAC autorizado para a Unidade Hospitalar de Torres Novas

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A Unidade Hospitalar de Torres Novas vai ter um Equipamento de Tomografia Axial Computorizada (TAC). Um equipamento que ultrapassa os 400 Mil Euros e que se prevê possa estar em funcionamento a seguir ao verão deste ano.

Pedro Ferreira, presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, deslocou-se ao CHMT para ver as instalações onde será colocado o TAC, na Unidade Hospitalar de Torres Novas.

Um momento, que considerou de uma “importância relevante, muito ansiado pela população”.

Em declarações no final da visita, Pedro Ferreira afirmou estar “imensamente satisfeito. É uma valorização das especialidades já existentes e mais uma resposta. Torres Novas tem muito orgulho nesta sua Unidade Hospitalar e nas pessoas que aqui trabalham”, disse o presidente da Câmara Municipal de Torres Novas.

Pedro Ferreira referiu, igualmente, sentir que “com estes passos não se fecham ciclos, cada vez se abrem mais. O aparelho que estamos a falar era uma necessidade não só para a Região, mas em particular para Torres Novas. E por isso não tenho palavras senão agradecer imenso o empenho deste Conselho de Administração, pela forma como comunicam com os municípios e eu sinto-me um privilegiado.”

Carlos Andrade Costa, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, assumiu a ambição deste Conselho de Administração de dotar as três Unidades Hospitalares com este equipamento. “Sempre dissemos que não se compreenderia ter um Hospital sem este equipamento. E hoje temos este equipamento para as três Unidades”.

Carlos Andrade Costa apontou o final do verão como o tempo do início de funcionamento do TAC em Torres Novas, sublinhando que a pandemia que estamos a viver“vai-nos acompanhar ainda durante muito tempo. Temos de nos preparar cada vez mais e melhor para acompanhar os doentes, em particular os que ficaram com sequelas do SARS-Cov-2”, reforçou o presidente do Conselho de Administração do CHMT.

Carlos Andrade Costa sublinhou ainda que “a pandemia absorveu-nos muito, mas nós não parámos. À margem do que foi o trabalho de fazer face à Pandemia continuámos a trabalhar naquilo que era o pós pandemia e naquilo que seria o futuro do CHMT. Continuámos a projetar o CHMT que tínhamos na nossa perspetiva e que a Pandemia veio condicionar, mas não nos podia limitar e não nos limitou”, sendo estes investimentos prova disso, concluiu o presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

Jornal “Cidade de Tomar” completa 86 anos!

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“(…) Foi em 1935, a data exata já não a recordo… Ao sair do Grémio da Lavoura quando passava junto à «Gráfica», um grupo composto por Chico Porto, Tenente Fernando Oliveira, Dr. António Lopes e Dr. Samuel de Oliveira perguntaram-me se levava 50 escudos… Perante a minha admiração, explicaram-me que se destinavam a completar o pagamento do selo do alvará para a fundação dum jornal. (…)”.

“Cidade de Tomar”, António Gomes Madureira, um dos sócios fundadores, ano 39.º, Tomar, 16 de março de 1974, n.º 2023

O Jornal “Cidade de Tomar” completa, hoje, 86 anos. Fundada a 17 de março de 1935, a Empresa Editora Cidade de Tomar é proprietária do semanário “Cidade de Tomar”, “Rádio Cidade de Tomar”, “Rádio Vila de Rei” e RCE – Rádio Cultura e Espetáculos, na Golegã.

Ao longo dos anos, o jornal “Cidade de Tomar” consolidou-se junto da comunidade tomarense e dos emigrantes que recebem o jornal, com envio para 27 países estrangeiros.

Em 86 anos de vida, nunca registou qualquer interrupção, abordando os mais diversos temas da atualidade, tendo também um suplemento de cultura e de desporto e, mais recentemente, um suplemento de economia, assim como uma página dedicada à região “O centro e as suas gentes” e uma página dedicada ao concelho de Ferreira do Zêzere. Ao todo são 32 páginas.

No campo editorial, a empresa tem também uma longa tradição na publicação de obras de vários autores de reconhecido mérito.

O seu diretor é António Madureira e a empresa tem atualmente nove funcionários efetivos, além dos colaboradores.

Contatos

Empresa Editora Cidade de Tomar, Lda. 

Travessa da Cascalheira, n.º 27 – Apartado 62 – 2304 – 909 Tomar 

Telefone: 249 310 017 – 249 310 014 

Geral e Publicidade: publicidade@cidadetomar.pt 

Redação: redaccao@cidadetomar.pt 

Desporto: centrodesportivo@cidadetomar.pt

Mais equipamentos informáticos para as escolas

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Durante a passada semana o município entregou aos dois agrupamentos escolares mais 410 tablets para utilização nas escolas, conseguidos através de candidatura ao Fundo Social Europeu.

A aquisição dos referidos tablets tem como objetivo apoiar os projetos digitais nas escolas bem como a implementação do Projeto Escola Virtual em Tomar, inserido no projeto municipal – Modernizar para aprender na vertente de atuação – promoção da cultura, permitindo o acesso a todos os conteúdos digitais proporcionados pela Escola Virtual por parte dos alunos em contexto de sala de aula, contribuindo para o desenvolvimento de competências transversais da aprendizagem.

Durante o período em que funcionar o ensino à distância, os Agrupamentos poderão continuar a ceder, temporariamente, os equipamentos aos alunos assumindo estes a responsabilidade pela sua boa utilização.