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Médio Tejo reforça aposta na mobilidade sustentável com novas medidas e serviços inovadores

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“Hoje é um dia marcante para a mobilidade do Médio Tejo e, enquanto Comunidade Intermunicipal, reafirmamos o nosso compromisso em tornar as deslocações mais acessíveis, sustentáveis e inclusivas para todos os que aqui vivem, os que estudam e os que trabalham”. As palavras são do presidente da CIM Médio Tejo, Manuel Jorge Valamatos e foram proferidas em Tomar, na manhã de sexta-feira, 13 de junho, numa conferência de imprensa, onde foram apresentadas um conjunto de “medidas estratégicas para a promoção da mobilidade sustentável, inclusiva e acessível”.

Numa intervenção marcada pelo “compromisso com o desenvolvimento equilibrado do território”, o presidente da CIM Médio Tejo – entidade que agrega 11 municípios do distrito de Santarém – destacou a implementação de uma nova tarifa simplificada para os utilizadores do serviço de transporte público rodoviário – MEIO – que permite viajar por 5 euros em toda a região, a par de outros “investimentos significativos no reforço da mobilidade suave e no Transporte a Pedido”, através de “soluções inovadoras e amigas do ambiente”.

“A mobilidade não é apenas uma questão de deslocações: é uma questão de coesão social, de desenvolvimento económico e de qualidade de vida”, salientou Manuel Jorge Valamatos.

Lançada primeira pedra da Habitação Colaborativa “Raízes do Nabão” na Pedreira, uma resposta social inovadora

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A Sociedade Recreativa e Musical da Pedreira (SRMP), instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), situada na Pedreira, no concelho de Tomar, lançou na manhã de sábado, 14 de junho, junto ao Lar Raízes do Nabão, a primeira pedra da habitação colaborativa “Raízes do Nabão”, estando já em execução a fase de construção, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).  Este projeto inovador visa promover novas formas de habitar, mais sustentáveis, inclusivas e centradas na partilha.

Trata-se da aposta num modelo de vida comunitária, onde o respeito pela natureza, a cooperação entre moradores e a construção de laços sociais sólidos são as prioridades. Através de uma abordagem participativa e ecológica, esta iniciativa pretende dar resposta a desafios como o isolamento, a solidão e a crise habitacional, repensando também os novos modos de vida contemporâneos. O projeto, constituído por duas unidades habitacionais, dirigidas a pessoas idosas ainda com autonomia, vai ser construído pela empresa Canto Verde – Jardins e Espaços Verdes Unipessoal Lda. O ajuste direto foi assinado a 19 de maio e envolve um investimento a rondar um milhão de euros, com um prazo de execução de 10 meses.

Empresas estrangeiras destacam oportunidades no mercado chinês durante fórum anual de Beijing

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O Fórum Anual do CBD de Beijing 2025 encerrou-se na sexta-feira, dia 13, reunindo mais de 6 mil representantes de mais de 40 países, com destaque para o interesse crescente de empresas estrangeiras nas oportunidades de desenvolvimento e investimento oferecidas pela China.
Durante o Fórum Anual do CBD de Beijing 2025, que decorreu entre os dias 11 e 13 de junho na capital chinesa, representantes do setor empresarial internacional sublinharam o potencial do mercado chinês como um dos mais promissores a nível global.
John McLean, conselheiro sénior da Câmara de Comércio da China no Reino Unido e presidente do Centro de Desenvolvimento de Negócios Reino Unido–China, afirmou que “o mercado chinês está repleto de oportunidades” e que é essencial que as empresas “apanhem o comboio” do crescimento chinês.
Num contexto internacional marcado pela instabilidade, McLean destacou o ambiente favorável aos negócios e o elevado potencial de desenvolvimento da China como fatores atrativos para empresas britânicas e de outros países. O Fórum, criado em 2000, consolidou-se como uma plataforma de referência para o diálogo económico global, tendo este ano reunido mais de 6 mil representantes de sectores políticos, empresariais e académicos de mais de 40 países e regiões.
A partilha das oportunidades proporcionadas pelo crescimento económico chinês foi um dos temas centrais do encontro. Wang Lei, presidente do grupo suíço Cedrus, salientou a aposta estratégica da empresa na China, onde está presente há 13 anos e onde estabeleceu a sede regional para a Ásia-Pacífico em Beijing. Wang realçou que a inovação, os incentivos e a qualidade do ambiente empresarial superaram as expectativas, antecipando que mais investidores estrangeiros beneficiarão das vantagens únicas do mercado chinês.
O desenvolvimento sustentável foi também amplamente debatido no fórum. A China destacou-se como líder global em energia limpa, sendo atualmente um dos países com maior redução na intensidade do consumo energético e melhoria na qualidade do ar. O país contribuiu com um quarto das novas áreas verdes do mundo, criou o maior sistema de energias renováveis e estabeleceu a cadeia industrial de novas energias mais abrangente a nível global.
A cooperação internacional em energia verde tem vindo a expandir-se, com a China a fornecer mais de 80% dos módulos fotovoltaicos e cerca de 70% dos equipamentos de energia eólica utilizados globalmente. Esta liderança permitiu uma redução média de mais de 60% no custo por quilowatt-hora da energia eólica e de mais de 80% na fotovoltaica a nível mundial.
No plano económico, a China tem reforçado a abertura externa e estabilização do investimento estrangeiro, com medidas como o Plano de Ação 2025 para Estabilização do Investimento Estrangeiro e a revisão do Catálogo de Indústrias Incentivadas ao Investimento. Nos primeiros cinco meses do ano, o número de empresas estrangeiras com atividade de
importação e exportação ultrapassou as 73 mil, o valor mais elevado para o período nos últimos cinco anos.
Apesar da complexidade do panorama internacional, a China reafirma o compromisso com a abertura de alto nível, com o objetivo de manter a estabilidade interna e contribuir para o crescimento económico global. A recente reunião do mecanismo de consulta económica e comercial entre China e EUA foi considerada um avanço relevante nesse sentido.

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Tensões no Mar do Sul da China: postura das Filipinas contraria esforços de cooperação

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Apesar de manifestações públicas a favor da paz, o governo filipino tem adotado ações que contradizem o espírito de diálogo e cooperação no Mar do Sul da China, gerando críticas e isolando-se no contexto das iniciativas regionais lideradas pela ASEAN – Associação das Nações do Sudeste Asiático.

Durante a 46.ª Cimeira da ASEAN, representantes diplomáticos das Filipinas expressaram interesse em estabelecer novos acordos com a China com o objetivo de preservar a paz no Mar do Sul da China. No entanto, observadores internacionais apontam que as ações do governo de Manila não têm sido coerentes com esse discurso.

Nos últimos meses, as Filipinas intensificaram a presença em áreas disputadas, promoveram campanhas de comunicação hostis contra a China e procuraram legitimar ocupações territoriais consideradas ilegais por Pequim. Estas ações ocorrem num contexto de crescente apoio por parte dos Estados Unidos e de outras potências externas, mas têm sido classificadas por analistas como ineficazes e contraproducentes.

O governo do presidente Ferdinand Marcos Jr. atravessa agora a metade do seu mandato. As recentes eleições intercalares resultaram numa vitória modesta da coligação no poder, que obteve apenas seis dos doze lugares em disputa no Senado, abaixo das expectativas. O resultado eleitoral é interpretado como reflexo da preocupação da população com temas domésticos, como o custo de vida e o crescimento económico, mais do que com disputas territoriais.

Apesar disso, o executivo filipino retomou ações provocatórias na região logo após o sufrágio, o que é visto por analistas como uma tentativa de desviar a atenção dos desafios internos. Esta estratégia, segundo os observadores, compromete a credibilidade internacional das Filipinas e vai contra os esforços de cooperação regional.

Em abril, a China e os países da ASEAN realizaram, nas próprias Filipinas, a 47.ª reunião do grupo de trabalho sobre a implementação da Declaração sobre a Conduta das Partes no Mar do Sul da China. Nessa ocasião, todos os participantes reafirmaram o compromisso com a paz, a cooperação e a conclusão célere de um Código de Conduta para a região.

Mais recentemente, em 25 de maio, o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, encontrou-se com o presidente indonésio, Prabowo Subianto, que reiterou a disposição da Indonésia em colaborar com a China para impulsionar o desenvolvimento regional e garantir a estabilidade no Mar do Sul da China.

Neste contexto, a atitude adotada pelas Filipinas surge como dissonante face às aspirações dos países do Sudeste Asiático, que privilegiam o diálogo e a resolução pacífica das disputas. Especialistas alertam que insistir em uma estratégia confrontacional poderá colocar as Filipinas numa posição vulnerável no quadro da crescente competição estratégica entre os Estados Unidos e outras potências globais.

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António Camilo apresenta recandidatura à Câmara da Golegã

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António Camilo apresentou a sua recandidatura à Câmara Municipal da Golegã pelo movimento independente 2025 POR TODOS. “É com enorme sentido de responsabilidade e orgulho que anuncio a minha recandidatura à presidência da Câmara Municipal da Golegã, através de um Movimento Independente, sem ligação a qualquer partido político#, refere numa nota de imprensa.
A mesma dá conta que “o Movimento 2025 POR TODOS é a renovação do Movimento 2021 É O ANO, apresentando-se com uma nova energia e reafirmando o compromisso de continuar a trabalhar para um concelho mais Forte, Unido e Desenvolvido.
Ao longo destes quase 4 anos de mandato, conseguimos juntos, transformar a nossa terra, provando ser sérios no cumprimento dos compromissos eleitorais propostos”.
De acordo com o candidato, “cumprimos e concretizámos grande parte das nossas propostas e projetos, tendo sido exemplares no aproveitamento dos Fundos Comunitários e do PRR, tão importantes para que se possa investir numa Câmara Municipal que não apresentava boa saúde financeira em 2021”.
Quanto a prioridades, define que “os recursos humanos municipais, continuam para nós a ser uma prioridade. Considero todos os trabalhadores da Câmara Municipal meus colegas, e é com a consciência de que sozinhos nada conseguimos fazer, que valorizo cada um deles, sabendo que muito há a fazer para melhorar as condições de trabalho e para fomentar o desenvolvimento das suas carreiras”.
“Queremos uma Golegã ainda mais forte, inclusiva e sustentável.
Ao longo dos próximos meses, relembraremos todo o trabalho efetuado, mas principalmente pensaremos e projetaremos os próximos quatro anos com responsabilidade e sentido de futuro.
Quero continuar a fazer a diferença na vida de cada um de Vós, marcando positivamente a nossa Comunidade.”

Semana da Ascensão anima Chamusca de 24 de maio a 1 de junho

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A maior festa do concelho da Chamusca está de regresso entre 24 de maio e 1 de junho, com nove dias de música, cultura e tradições. A Semana da Ascensão’25 conta com concertos de Anjos com Diogo Piçarra, Nena, Paulo de Carvalho com a Banda da Carregueira, Sara Correia, D.A.M.A, Mimicat, Carolina Deslandes e Pedro Dyonysyo.

O evento arranca a 24 de maio com um concerto especial dos Anjos, que celebram 25 anos de carreira, seguidos de Nena no dia 25. A 26, Paulo de Carvalho sobe ao palco com a Banda Filarmónica da Carregueira, e a 27 atua Sara Correia. A noite de 28 é dedicada à juventude com os D.A.M.A.

A 29 de maio, feriado municipal, celebra-se a Quinta-feira de Ascensão com o espetáculo “Sempre José Pinhal”, uma homenagem a uma figura marcante da cultura local, e com a tradicional Entrada de Toiros, antecedida pela Apanha da Espiga e a Bênção dos Bens da Terra e dos Animais.

Mimicat atua no dia 30, Carolina Deslandes no dia 31, e a festa encerra a 1 de junho com o espetáculo infantil e musical “A Viagem”, de Pedro Dyonysyo.

A par dos concertos, a festa inclui DJs diários, gastronomia, folclore, artesanato, animação de rua, workshops e exposições. Com entrada livre, a Semana da Ascensão atrai milhares de visitantes e celebra as tradições e a identidade cultural da Chamusca.

ULS Médio Tejo inaugura novo Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica em Abrantes após 3,6 milhões de investimento

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O Hospital Dr. Manoel Constâncio, em Abrantes, estrutura que integra a Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo), vai inaugurar o seu novo e completamente renovado Serviço de Urgência.
A cerimónia, a realizar-se no dia 29 de maio, a partir das 11h, contará com a presença da Ministra da Saúde, Ana Paula Martins. A Urgência estará em pleno funcionamento após a cerimónia protocolar de inauguração.
A obra de beneficiação e ampliação do Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica do Hospital de Abrantes representa um investimento total de 3,6 milhões de euros, reafirmando o compromisso da ULS Médio Tejo com a melhoria contínua das infraestruturas e a qualidade dos cuidados de saúde prestados à população do Médio Tejo. A empreitada decorreu dentro dos prazos estabelecidos, sem constrangimentos e mantendo a prestação de cuidados de saúde à população.
O projeto visou a reorganização e a modernização profunda do espaço existente. A urgência expandiu-se para a área anteriormente destinada às Consultas Externas, que foram realocadas para um piso superior. Com esta empreitada, foi otimizado o fluxo de atendimento e proporcionando um ambiente mais moderno e acolhedor para utentes e profissionais de saúde.
O novo Serviço de Urgência aumenta significativamente a capacidade de resposta e acolhimento aos utentes, estando agora equipado com 19 postos de atendimento dedicados à urgência médica, 12 espaços de atendimento afetos à urgência cirúrgica e duas amplas salas de reanimação e emergência.
A Urgência do Hospital de Abrantes mais do que duplica a sua área de prestação de cuidados de saúde e passa a dispor de quartos individuais e de isolamento, essenciais para a segurança e privacidade dos doentes.

Clima de tensão leva executivo da Serra/Junceira a decidir não executar grandes obras previstas até ao final do mandato

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O presidente da União de Freguesias de Serra e Junceira, no concelho de Tomar, Américo Pereira, acompanhado pelo seu executivo, convocou uma conferência de imprensa na tarde de terça-feira, 20 de maio, para dar conta do clima de tensão que se vive atualmente no seio da freguesia, que se encontra atualmente em processo de desagregação. Durante a sua intervenção, admitiu mesmo ter equacionado a demissão, na sequência de divergências com a oposição relativas à partilha de bens e “à divisão imediata dos saldos bancários” desta união de freguesias.
“Porque entendemos que esta situação nos remeteu para a inexistência de condições normais de gestão autárquica, em reunião de 17 de maio, foi deliberado o executivo manter-se em funções até final do mandado, embora sem executar as grandes obras previstas, incluindo repavimentações de arruamentos, três na freguesia de Junceira (Fonte de D. João) e dois na freguesia da Serra (Bugarrel e Macieira), denunciando o contrato interadministrativo com a CMT e de empreitada, já assinados”, explicou. Como tal, o executivo vai denunciar o contrato interadministrativo com a CMT e de empreitada, já assinados, assumindo as respetivas consequências.
– Noticia desenvolvida na próxima edição

Escola Jácome Ratton celebra 141 anos de história ao serviço da educação

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A Escola Secundária Jácome Ratton, em Tomar, assinalou esta segunda-feira, 19 de maio, o seu 141.º aniversário com uma cerimónia solene que reuniu autoridades locais, membros da comunidade escolar e convidados especiais. A celebração marcou mais de um século de compromisso com a educação, a cultura e o progresso da comunidade tomarense.

O evento incluiu o tradicional hastear das bandeiras e a partilha do bolo de aniversário e visita ao museu, num ambiente de confraternização que simbolizou o orgulho em torno da longa trajetória da instituição.

Livro sobre a Festa dos Tabuleiros e o Património Cultural Imaterial apresentado ao público

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“Festa dos Tabuleiros: Um caminho de reconhecimento e preservação” é o título da sessão a que se realiza na sexta-feira, dia 23 de maio, pelas 18 horas, na Sala Multiusos do Complexo Cultural da Levada de Tomar, no âmbito da qual será apresentado o livro “A Festa dos Tabuleiros e o Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial”.

A iniciativa, de entrada livre, começará com a apresentação da Avaliação da Eficiência Coletiva da Festa dos Tabuleiros 2023, na sequência de protocolo com o Instituto Politécnico de Tomar, e com coordenação do Professor Sérgio Nunes. Segue-se a apresentação do livro, da autoria do antropólogo André Camponês e com edição do Município de Tomar, que, tal como indica o título, resulta da candidatura da Festa ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, no qual foi inserida faz agora dois anos.

A investigação que sustenta esse estudo teve início em 2019, na sequência do protocolo entre o Município e o Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa com vista a construir uma base sólida e rigorosa para a referida, que exigiu um levantamento exaustivo das práticas associadas à Festa, mas também uma abordagem crítica, multidisciplinar e profundamente enraizada na realidade local e nas vivências da comunidade.

O trabalho de campo constituiu vertente central da investigação, com o acompanhamento direto das várias fases da preparação e realização da Festa, tanto em momentos formais (caso das reuniões da Comissão Central), como em contextos informais e quotidianos, como os ensaios, decorações, cortejos ou atividades das freguesias. Esta imersão prolongada possibilitou o acesso aos bastidores da Festa e uma compreensão mais aprofundada das dinâmicas sociais, simbólicas e afetivas que a sustentam, bem como a complexidade e capilaridade da rede de agentes que tornam possível a sua realização, evidenciando a dimensão comunitária e intergeracional.

As dezenas de entrevistas foram um pilar fundamental da investigação, feitas a interlocutores-chave: membros da Comissão Central, Presidentes de Junta, elementos da Mordomia, técnicos municipais, voluntários, artesãos, antigos participantes e habitantes do concelho. Procedeu-se igualmente à recolha, organização e análise de uma vasta gama de fontes históricas e etnográficas, desde arquivos municipais e paroquiais a coleções privadas, bibliografia especializada e registos audiovisuais de diferentes épocas.

O livro inclui uma primeira parte com a análise dos papéis desempenhados pelos diferentes agentes envolvidos na produção e reprodução da Festa e a forma como esta se estrutura como uma rede comunitária complexa, assim como o seu percurso histórico através de diferentes ciclos de desenvolvimento, desde as origens vinculadas ao culto do Espírito Santo até à institucionalização contemporânea como símbolo identitário de Tomar.

A segunda parte foca-se no património associado aos Tabuleiros, sistematizando os elementos emblemáticos que sustentam e envolvem a prática festiva e os saberes técnicos e artísticos mobilizados para a sua criação.

Por fim, e para fundamentar o processo de inventariação e garantir a preservação da memória festiva, apresenta-se um apêndice documental e gráfico que reúne, de forma sistematizada, a informação disponível sobre todas as edições conhecidas da Festa dos Tabuleiros desde o final do século XIX até à atualidade.