Foto: António Freitas
Morreu o pintor tomarense Tó Carvalho
Nota do diretor: E assim se passaram 36 anos de rádio
Novo executivo camarário de Tomar toma posse a 3 de novembro
Pétalas e devoção na procissão de Santa Iria em Tomar
Dia de Santa Iria: cumpriu-se a tradição de lançar pétalas ao rio Nabão
Dezenas de crianças das escolas do concelho de Tomar participaram na manhã desta segunda-feira, 20 de outubro, na Procissão de Santa Iria, padroeira de Tomar. Deste modo, cumpriram a tradição e atiraram pétalas de flores ao Rio Nabão, evocando o martírio de Iria.
Rádio Cidade de Tomar há 36 anos a dar voz a uma região
A Rádio Cidade de Tomar assinala, a 20 de outubro, o seu 36.º aniversário. Fundada em 1989, a emissora local transmite na frequência 90.5 FM e nasceu ligada à Empresa Editora Cidade de Tomar, responsável também pelo jornal com o mesmo nome.
Desde o início, a Rádio Cidade de Tomar definiu como missão divulgar a cultura local e regional, informar com independência e proporcionar momentos de lazer à comunidade.
Guiada por princípios de rigor, pluralismo e serviço público, a rádio mantém-se próxima dos ouvintes e das causas do concelho.
A data do aniversário coincide com o Dia de Santa Iria, padroeira de Tomar. Todos os anos, a ocasião é celebrada com concertos e encontros convívio, muitas vezes integrados na Feira de Santa Iria. A emissora foi também pioneira em Portugal ao transmitir espetáculos em vídeo pela internet, aproximando os tomarenses residentes no estrangeiro.
Com mais de três décadas de emissões contínuas, a Rádio Cidade de Tomar continua a afirmar-se como uma referência na comunicação regional, fiel ao lema de estar sempre ao serviço da cidade e da sua população.
Pequim reafirma posição sobre Taiwan e condena declarações de Lai Ching-te
O Governo chinês reagiu ao discurso do líder de Taiwan, Lai Ching-te, proferido a 10
de outubro, acusando-o de distorcer a história e desafiar a ordem internacional, ao
tentar legitimar a independência da ilha.
No discurso comemorativo da “Dupla Décima”, o líder da ilha de Taiwan, Lai Ching-te, abordou questões relacionadas com a soberania e a defesa, afirmando a intenção de aumentar os gastos militares até 5% do PIB até 2030. As suas declarações provocaram ampla contestação, tanto na ilha como no continente.
Segundo a imprensa de Taiwan, o líder esqueceu a história da colonização japonesa e deturpou o significado histórico da data comemorada, adotando uma retórica considerada provocatória nas relações entre os dois lados do Estreito, com o objetivo de agradar a Washington.
Pequim acusou Lai Ching-te de “distorcer a Resolução 2758 da Assembleia Geral das Nações Unidas e documentos históricos da Segunda Guerra Mundial”, sublinhando que tais declarações representam uma “negação da ordem internacional do pós-guerra e um desafio ao direito internacional”.
A China recordou que o regresso de Taiwan ao seu território foi parte integrante da vitória aliada na Segunda Guerra Mundial, sustentado por instrumentos jurídicos internacionais como a Declaração do Cairo, a Proclamação de Potsdam e o Instrumento de Rendição Japonês, que reconhecem a soberania chinesa sobre a ilha.
A Resolução 2758 da ONU, aprovada em 1971, reafirma o princípio de “uma só China”, segundo o qual Taiwan é parte do território chinês — uma posição que Pequim considera inegociável.
A decisão de Lai Ching-te de vincular os gastos militares de Taiwan a “padrões da NATO” foi também criticada, sendo vista como sinal de subordinação aos interesses norte-americanos.
Alguns analistas alertam que o aumento das despesas de defesa pode penalizar setores essenciais como a saúde, a educação e a proteção social, onerando a população taiwanesa.
As autoridades chinesas reafirmaram que “a história não pode ser adulterada” e que,independentemente das ações ou declarações de Lai Ching-te, o princípio de que Taiwan é parte integrante da China permanece inalterável. Pequim considera a reunificação “inevitável e parte de uma tendência histórica irreversível”.
Publicidade: Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.
Feira de Santa Iria 2025 promete dez dias de festa, tradição e muita música em Tomar
AD conquista Câmara de Tomar após 12 anos de governação socialista
A coligação Aliança Democrática (PPD/PSD.CDS-PP), liderada por Tiago Carrão, venceu as eleições autárquicas em Tomar, pondo fim a 12 anos consecutivos de governação socialista. A AD alcançou 39,24% dos votos, correspondentes a 7.750 eleitores, garantindo assim três lugares no executivo municipal. O Partido Socialista (PS) ficou em segundo lugar, com 36,40% e 7.189 votos, conquistando igualmente três mandatos.
O Chega, com 13,11% dos votos (2.589), elegeu um vereador, tornando-se a força que poderá desempenhar um papel determinante na definição de equilíbrios políticos no novo mandato. As restantes candidaturas obtiveram os seguintes resultados: a CDU (PCP-PEV) alcançou 5,12% (1.012 votos), o partido Livre 2,17% (429 votos) e o Volt 0,67% (133 votos). Registaram-se ainda 1,84% de votos em branco (364) e 1,44% de votos nulos (284).
Sem que nenhuma força política tenha alcançado maioria absoluta, o cenário político em Tomar impõe agora a necessidade de entendimentos e acordos para assegurar a estabilidade governativa. O novo executivo camarário será composto por Tiago Carrão, Sandra Cardoso e Célia Bonet, pela AD; Hugo Cristóvão, Filipa Fernandes e José Delgado, pelo PS; e Samuel Fontes, pelo Chega.
São estes os sete eleitos que irão conduzir os destinos da Câmara Municipal de Tomar até 2029.
– Leia mais desenvolvimentos na próxima edição semanal








