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“DS Seguros e Intermediários de Crédito” abre em Tomar

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Foi inaugurada na tarde de quinta-feira, 8 de setembro, na Rua D. Lopo Dias de Sousa, a “DS Seguros e Intermediários de Crédito”, uma aposta de Rui e Flávia Mouco, pai e filha respetivamente, e que tem como missão facilitar a vida das pessoas em termos financeiros. Flávia Mouco disse ao Jornal e Rádio “Cidade de Tomar” que o fio condutor da “DS Seguros e Intermediários de Crédito” passa por ajudar as pessoas, sendo este um grupo que tem 18 anos de experiência em Portugal. “A ideia é que um grupo como este, que é líder de mercado, consiga trazer bastantes benefícios para os clientes, em termos da sua melhoria de vida e encontrando sempre a melhor solução possível”, disse. A cerimónia de inauguração contou com a presença de vários convidados, terminando com um brinde ao sucesso da nova agência de seguros nabantina.

Restaurante Biscaia abre portas com aposta nas sandes de pernil

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Foi inaugurado na tarde de domingo, 4 de setembro, na Rua Silva Magalhães, em Tomar, o Restaurante “Biscaia” que promete oferecer as melhores sandes de pernil da cidade, entre outras iguarias. Situado ao lado do Hotel “Casa dos Ofícios”, trata-se de uma aposta de Raquel Faria e do seu marido Bruno Biscaia, que quiseram trazer um conceito diferente para Tomar.

“Biscaia é nome de uma família de Sátão, Viseu, sendo que o Bruno Biscaia trouxe para Tomar um conceito que penso que ainda não existia, que são as sandes de pernil. A par disso, temos um conjunto de iguarias relacionadas com o pernil, desde croquetes, empadas e a bola de pernil”, explicou Raquel Faria, proprietária do espaço. No “Biscaia” encontram-se ainda para venda os biscoitos do Biscaia, uma receita artesanal confecionada na família há uma década, “e que quem prova gosta muito”.

A empresária conta que a aposta em Tomar surge porque sempre gostou muito da cidade e a amizade que têm com Mário Nicolau e Marta, proprietários da Casa dos Ofícios, levou a esta agregação de vontades. “Acho que criamos uma mais valia para a cidade, para os seus habitantes e turistas, pois temos a oferta de um produto de qualidade, num local onde todos se sentem em casa”, atesta.  

IPT com uma taxa de ocupação de 58,3% das 549 vagas disponíveis para o 1.º ano

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De acordo com os dados da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), o Politécnico de Tomar teve uma taxa de ocupação de 58,3% das 549 vagas disponíveis para o 1.º ano/1.ª vez, nesta 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior, ou seja, 320 alunos colocados. Verificou-se, assim, um aumento de cerca de 35% face ao ano passado. 

Relativamente aos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (cTeSP) a 2.ª fase de candidaturas tem início no dia 26 de setembro.  

Pedro Abrunhosa, HMB, Némanus e David Carreira na Feira de Santa Iria

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A Feira de Santa Iria vai realizar-se este ano, entre 14 e 23 de outubro, com uma forte aposta na animação musical. De entre várias presenças de projetos locais, destaque para as presenças nacionais, como Pedro Abrunhosa (dia 15 de outubro); HMB (dia 14); Némanus (dia 21) e David Carreira (dia 22). Os espetáculos têm início sempre às 22h30 no palco Feira, na Várzea Grande.

No primeiro dia, dia 14, a Feira tem início com um espetáculo de vídeomapping, da autoria de Vasco Ribeiro, às 21h30, na fachada da Igreja de S. Francisco sobre a história desta feira.

Enquanto não há um parque de feiras, este ano o evento acontecerá entre o mercado municipal, o passadiço, a rua dos Arcos, as traseiras do tribunal e na Várzea Grande. Este ano os parques de estacionamento do IEFP e de Santa Iria ficarão livres para isso mesmo, servirem de estacionamento.

Estas são algumas das novidades da Feira de Santa Iria 2022, mas há muitas mais na entrevista que vamos publicar, com a vereadora Filipa Fernandes, na edição impressa de 16 de setembro.

“Tomar a aprender” assinala abertura do ano letivo 2022/2023

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Sob o lema “Tomar a aprender”, decorreu, no passado dia 6 de setembro, no Cine-Teatro Paraíso Tomar, o encontro que assinala a abertura do ano letivo 2022/2023 para os cerca de 400 professores e educadores do concelho de Tomar do pré-escolar, ensino básico, secundário e profissional.

A iniciativa arrancou com um momento musical e na sessão de abertura, marcaram presença, o vice presidente da Câmara Municipal de Tomar, elementos das direções de ambos os Agrupamentos de Escolas e a diretora do Centro de Formação de Professores Os Templários.

Hugo Cristóvão, vereador com o pelouro da Educação, deu as boas-vindas aos presentes, destacando a importância de ver reunida a comunidade docente nesta ocasião que assinala o pontapé de saída para o novo ano letivo. Entre projetos passados e futuros, dirigiu palavras de conforto, coragem e elogio a estes profissionais que com muito esforço, dedicação e resiliência enfrentaram a pandemia da Covid-19. Enalteceu, ainda, o excelente serviço prestado à comunidade que coletivamente desenvolvem, trabalhando sempre no sentido de formar cidadãos e futuros profissionais.

A seguir, o Projeto do livro “Medos e Sonhos” foi apresentado pelo Serviço de Psicologia e Orientação do Agrupamento de Escolas Templários. Um trabalho resultante da intervenção que tem sido realizada no que respeita à promoção da saúde psicológica e bem-estar da comunidade escolar.

Círio de Nossa Senhora da Piedade cumpriu a tradição

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Ao fim de dois anos sem se realizar devido à pandemia, o Círio de Nossa Senhora da Piedade cumpriu a tradição, no passado fim de semana.

Do programa esteve incluída a recitação do terço, na Ermida de Nossa Senhora da Piedade, no sábado e um jantar também na Ermida de Nossa Senhora da Piedade.

No domingo, dia 11 de setembro, a concentração de cavaleiros, charretes, fogaças e banda foi na Mata dos Sete Montes, saindo, depois, o cortejo (Praça Infante D. Henrique – Av. Cândido Madureira – Praceta Alves Redol – Ponte Nova – R. de Santa Iria – R. Marquês de Pombal – R. Serpa Pinto) até à Praça da República, onde o Círio foi entregue. O cortejo prosseguiu (R. Silva Magalhães – R. de Leiria – R. Cónego Manuel Formigão) até ao recinto da Ermida, onde se realizou a missa campal presidida pelo Bispo Emérito, D. Manuel Pelino. Mais tarde, realizou-se o leilão das fogaças e um almoço.

Segundo a tradição, o Círio de Nossa Senhora da Piedade é uma festa de cariz religioso em que a imagem da Virgem da Piedade é devotamente transportada até à capela, numa procissão que se estende por cerca de dois quilómetros, que parte da cidade e leva os fiéis até ao cimo do monte, onde é celebrada uma missa campal.

Foto: José Ribeiro

CIM do Médio Tejo assinou contrato de concessão do serviço de transporte público de passageiros por 36,5M€

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Decorreu, no passado dia 8 de setembro, na Sertã, a assinatura do contrato de concessão para o serviço público de transporte de passageiros com a Rodoviária do Tejo, que será válido pelo período de oito anos e com um valor de 36,5 M€.

A presidente da CIM do Médio Tejo, Anabela Freitas, iniciou esta sessão agradecendo a presença de todos referindo tratar-se de um marco histórico. Começou por explicar um pouco de todo o início deste processo que já remonta a 2015, e que levou à delegação de competências de Autoridade de Transportes na CIM do Médio Tejo. “O processo de contratualização do transporte público tem sido um processo muito desafiante. A toda a complexidade inerente a este trabalho, acresceu nos últimos anos a instabilidade causada pelo contexto e pandemia e mais recentemente pelos impactos da guerra”, referiu Anabela Freitas.

Foi de seguida efetuada uma apresentação pelo secretário executivo, Miguel Pombeiro, onde referiu como primeira nota, a coincidência de uma campanha de promoção a nível nacional do uso do transporte público designado “O Futuro é Coletivo” que estava a iniciar precisamente nesta altura, pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) em parceria com várias entidades nas quais a CIM se associou.

 Créditos: CM da Sertã

Alunos do concelho convidados a assistir à peça de teatro “Viriato” na Praça de Touros de Tomar

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Os alunos do concelho (a partir do 1.º ciclo) estão convidados a assistir à peça de teatro “Viriato”, do grupo Fatias de Cá, a realizar-se, no dia 24 de setembro, às 21h21, na Praça de Touros de Tomar, assim foi avançado pelo vereador da Educação, Hugo Cristóvão, numa conferência de imprensa, no dia 8 de setembro, na Praça de Touros, com a presença do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Tomar, entidade detentora da Praça, e de Carlos Carvalheiro, do Fatias de Cá, entidades parceiras deste evento.

António Alexandre, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Tomar, começou por dizer que, nos últimos quatro anos, tem sido intenção da Misericórdia dinamizar a Praça de Touros, criando melhores condições que permitam a utilização deste espaço para vários tipos de espetáculos. Com a pandemia não foi possível, mas, este ano, surgiu a possibilidade e já se realizou um espetáculo com a Sociedade Filarmónica Gualdim Pais e, entretanto, surgiu a possibilidade desta parceria com o Fatias de Cá. Sublinhou o Provedor que o teatro constitui “uma oportunidade para as pessoas usufruírem de um espetáculo diferente, num equipamento que se adequa a esse tipo de espetáculos”.

O vice presidente da câmara, Hugo Cristóvão, anunciou a oferta de vouchers aos alunos do concelho (a partir do 1.º ciclo) para poderem assistir à peça de teatro no dia 24 de setembro. No entanto, como a Praça não conseguiria abarcar todos os alunos do concelho, ficou assente que os primeiros mil alunos que forem ao Posto de Turismo, poderão trocar o seu voucher por um bilhete gratuito.

Hugo Cristóvão explicou que a oferta de vouchers decorreu após o Fatias de Cá ter lançado o desafio ao município no sentido de apoiar a realização desta peça e, perante este desafio, surgiu a ideia de ter uma componente diferente com público estudantil, até porque a peça em si faz parte da componente curricular dos alunos.

Carlos Carvalheiro, do Fatias de Cá, começou por referir-se à dificuldade em encontrar, em Tomar, espaços adequados para o trabalho teatral, principalmente depois de a “utilização do Convento de Cristo ter sido limitada”, afirmou. Com esta possibilidade de usar a Praça de Touros há adaptações a fazer até porque, segundo Carlos Carvalheiro, “uma coisa é fazermos um espetáculo para uma plateia pequena, outra coisa é fazermos num espaço onde, à partida, podem estar três mil pessoas”. Segundo o mesmo, esta será uma oportunidade para que se possa ter uma perspetiva de futuro, apesar de ser “uma aventura, pois há vários aspetos que teremos de adaptar, uma vez que não estamos, normalmente, preparados para fazer teatro em arena e, embora, estejamos habituados a fazer teatro no meio das pessoas, não estamos habituados a tantas, há também aspetos como o som e a iluminação que terão de ser revistos”.

Uma notícia desenvolvida na edição impressa de 16 de setembro.

Casa do Pessoal do IPT quer fomentar espírito de família entre funcionários

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Criar laços de bom relacionamento entre os trabalhadores, aumnetar a proximidade com os alunos e trabalhar com a comunidade envolvente são os principais objectivos da Casa do Pessoal do IPT – Associação cuja equipa dos órgãos sociais foi apresentada formalmente na manhã de quinta-feira, 8 de setembro, no auditório Prof. Doutor José Bayolo Pacheco de Amorim, no Instituto Politécnico de Tomar.

Liliana Nobre, presidente da direcção desta nova associação, sublinhou que “as instituições são formadas por pessoas e todos motivados no mesmo sentido e em união conseguimos prestar melhores serviços do que se cada um estiver voltado para o seu lado”, disse ao Jornal “Cidade de Tomar”.

João Coroado, presidente do IPT, felicitou a iniciativa “que reúne muitas pessoas da comunidade do Instituto Politécnico de Tomar” e permite uma maior ligação pessoal, acrescentando que “a constituição da Casa do Pessoal do IPT é um projecto que vem de muito longe, sendo que foi desta que foi concretizada, pelo que a comunidade está de parabéns”.

Órgãos Sociais da Casa do Pessoal do IPT – Associação:

Mesa da Assembleia Geral

Presidente: Paula Almeida

Vice-Presidente: José António Rosado

Secretário: Francisco Madureira

Suplente: Nélia Antunes

Suplente: Silvia Patricia Alves

Suplente: Susana Andrade

Direção

Presidente: Liliana Nobre

Vice-Presidente: Catarina Morgado

Secretário: Sílvia Silva

Tesoureiro: Silvio Silva

1.º Vogal: Susana Caetano Domingos

2.º Vogal: Manuel Rosa

3.º Vogal: Ricardo Triães

Suplente: Isabel Pereira

Suplente: Hélder Pestana

Conselho Fiscal

Presidente: Jorge Simões

Secretário: Rosa Nico

Vogal: Rosária Luísa Moreira

Suplente: Isabel Pitacas



– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Jovem luso-descendente tomarense lança livro sobre o aquecimento global

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Filipe Pereira nasceu em França, filho de pais portugueses, naturais de Alviobeira, e veio viver e estudar para Tomar com 15 anos.

– Qual foi o seu percurso escolar em Portugal e onde vive e o que faz agora profissionalmente?  

– Fiz o secundário em Tomar, na Santa Maria do Olival. Conservo admiráveis recordações do liceu e dos quatros anos em que vivi no concelho da cidade templária. Depois fui para Lisboa estudar Física, na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Por fim estudei um pouco de Filosofia (dois anos de licenciatura), matéria que já apreciava no secundário. Atualmente vivo em Viseu, onde dou explicações presenciais e online. Principalmente de Matemática (desde o segundo ciclo ao secundário, e ocasionalmente para o Politécnico), mas também de Físico-Química e mais raramente de Filosofia e Francês.  

O seu interesse pela Física, levou-o a lançar o seu primeiro livro, que está na ordem do dia, editado pelas Edições Vieira da Silva. “Conversas sobre o aquecimento global”. Descreva-nos o livro.

– Por acaso penso que foi mais o meu interesse pela Filosofia que me levou a escrever o livro. Passo a explicar: se se trata de uma questão científica, então a verdade é necessariamente independente das opiniões e convicções de cada um. De facto, muito se fala hoje em dia do aquecimento global, mas quase sempre unicamente nas consequências. Frequentemente os meus alunos do secundário (de Físico-Química) perguntam-me o que eu acho do aquecimento global. Esclareço como funciona o efeito de estufa, mas, há uns anos, era incapaz de concluir se o mesmo efeito era ou não suficiente para proporcionar alterações significativas no clima. Considero o livro como um ensaio livre e bastante informal, mas não deixa de ser uma novela. Escrevi-o a pensar nos alunos do secundário e em qualquer pessoa que procura uma introdução sintética, mas profunda e divertida.  Para provar que a humanidade ainda é capaz de operar grandes viagens sem recorrer às energias fósseis, dois amigos – um cientista e um filósofo – embarcam num veleiro com o objetivo de chegar aos Açores com a tecnologia náutica dos Descobrimentos. Durante a viagem conversam sobre o aquecimento global. Depois de expor as opiniões iniciais de cada um dos intervenientes, uma brevíssima história climática da Terra acompanhará a viagem, de modo a explicar como as atividades humanas e as causas naturais podem modificar o clima do nosso planeta. Várias peripécias e alguns imprevistos aguardam os nossos aventureiros. (…)

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 9 de setembro.