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Convento de Cristo assinala o Dia Mundial da Dança

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No dia 29 de abril, sábado, comemora-se o Dia Mundial da Dança e o Convento de Cristo irá assinalar esta data convidando dançarinos de diferentes estilos a atuarem nos claustros, representando assim as escolas e academias a que pertencem. 

Este evento de grande interesse para os visitantes deste Monumento Património Mundial da Humanidade é uma oportunidade para a integração da dança na programação cultural deste espaço, palco de várias manifestações artísticas e culturais, celebrando assim esta arte.

Os visitantes do Convento de Cristo podem assistir às atuações de: ACADEMIA BAILADO LOUSÃ (Lousã), ACADEMIA DE BALLET CONDESSA DAS CANAS (Arganil), ARABESQUE ACADEMIA DE DANÇA (Ourém), B. BALLET ESCOLA DE DANÇA (Fátima), ESCOLA DE DANÇA E-MOTION (Arganil), KELLY LISBOA – STUDIO DE DANÇA (POMBAL/LEIRIA), ERICA MENDES e ALEXANDRA BRUNO (Tomar).

As atuações decorrerão no Claustro da Micha e no Claustro Principal das 11H às 16H.

Sessão Solene do 25 de abril abre caminho aos 50 anos da Revolução

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O salão Nobre dos Paços do Concelho de Tomar recebeu, na tarde do feriado 25 de abril, a sessão solene da Assembleia Municipal das comemorações dos 49 anos do 25 de Abril. O presidente da assembleia municipal, Hugo Costa, anunciou que, a partir desta data, estão abertas as comemorações dos 50 anos do 25 de abril, sendo que “também a assembleia municipal tentará, no próximo mandato, apresentar um modelo diferente e mais abrangente em relação à própria sociedade”.

Nesta sessão, foi dada voz a todas as forças políticas representadas naquele órgão autárquico, sendo que se destacaram dois momentos musicais da responsabilidade de professores e alunos do Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria, não faltando o “Grândola, Vila Morena”, cantando pela maioria dos presentes em pé.

– Notícia completa na edição que vai esta quinta-feira para as bancas

  • corrigido lapso

Tânia Grazinas: “Escolhi a cestaria talvez porque houvesse muitos cestos na minha memória”

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Tânia Grazinas é uma das artesãs que integra o projeto “A Moagem – Fábrica das Artes”, na Moagem A Portuguesa, um projeto que teve início em junho de 2021, num espaço artístico que engloba diferentes vertentes, permitindo que o lugar viva e partilhe de uma dinâmica cultural, através da instalação de oficinas e ateliers criativos, cuja programação e curadoria está a cargo do município. O projeto reabriu portas ao público no passado dia 14 de abril, onde Tânia Grazinas marcará presença com a sua oficina de cestaria. O Jornal/Rádio “Cidade de Tomar” falou com Tânia Grazinas sobre este mundo da cestaria e como surgiu na sua vida.

  • Como é que surgiu esta arte da cestaria na sua vida?
  • Eu sempre tive jeito para trabalhos manuais e para a bricolage. Há cerca de quatro anos, sofri uma depressão por Burnout, devido ao cansaço provocado pelas deslocações diárias Tomar-Lisboa. Trabalho em Lisboa e tenho um bom empregador, mas faltava qualquer coisa, faltava um complemento para a minha realização pessoal, faltava-me a componente da natureza e pensei nalgumas ideias. Entretanto, a câmara, em parceria com a Fundação EDP Tradições, deu início ao projeto das artes tradicionais ligadas à Festa dos Tabuleiros, com várias áreas, como a olaria, a latoaria, a cestaria, a confeção de rodilhas e flores de papel. Escolhi a cestaria. Não sei explicar bem porquê, talvez porque houvesse muitos cestos na minha memória. Eu sou de Carregueiros e lembro-me da ti Maria da Luz fazer cestos em bracejo e quando eu tentava fazer ela dizia-me “não tens jeito para isto…”, por isso nunca pensei dedicar-me à cestaria.

  • Os cestos ainda são muito procurados?
  • Antigamente eram mais porque eram usados na agricultura, mas o plástico veio arruinar o seu uso. A maioria dos artesãos desta arte são homens, apesar de também existirem algumas cesteiras. Mas, se, por um lado, o plástico veio substituir muita coisa, por outro lado, é devido ao plástico que há um ressurgimento na procura destes materiais que são sustentáveis sem causar prejuízo ao ambiente.

  • A técnica é fundamental?
  • Sim, é fundamental consolidar técnicas, que se não forem transmitidas vão-se perder.

  • Esta é uma arte que pode provocar dor ao praticá-la?
  • Depende da espessura do vime, do hábito, se estamos a fazer cestos grandes ou pequenos. Se são cestos de alguma dimensão, temos de fazer alguma força para manusear o vime. Os cestos pequenos não exigem muita força, pois o material é mais maleável. (…)

Ana Isabel Felício/José António

Entrevista completa na edição impressa de 28 de abril.

Carregueiros com duas festas: a Festa do Divino Espírito Santo e a Festa dos Tabuleiros  

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Esta semana, na ronda pelas freguesias, fomos até Carregueiros, freguesia, este ano, com “duas Festas dos Tabuleiros”, se assim lhe podemos chamar. É que além da Festa dos Tabuleiros, em Tomar, em que a freguesia vai participar, todos os anos se celebra a Festa do Divino Espírito Santo, com cortejo de tabuleiros pelas ruas de Carregueiros, tabuleiros estes enfeitados por flores naturais. Este ano a Festa do Divino Espírito Santo acontece a 27, 28 e 29 de maio.

Mas, comecemos pelos preparativos para a participação desta freguesia na Festa dos Tabuleiros. Segundo Francisco Santos, que este ano irá viver a Festa pela primeira vez enquanto presidente da junta, um dos critérios para se levar tabuleiro é que cada par faça as flores, pois a junta não tem capacidade para assegurar todos os tabuleiros. Aqui não há limites de idade, apenas que cada par assegure a confeção de flores dos seus tabuleiros. Ao todo, esta freguesia vai estar representada com trinta tabuleiros.

Questionado sobre as dificuldades que alguém possa ter na confeção de flores, garante Francisco Santos que “praticamente toda a gente sabe fazer flores e os que têm mais dificuldade pedem ajuda aos que sabem melhor. No entanto, tivemos de comprar alguns malmequeres já cortados porque nem toda a gente tem jeito para os fazer”, afirma. Além de terem de fazer as flores, o segundo critério para se levar tabuleiro nesta freguesia é que as pessoas sejam naturais da mesma e o terceiro critério, o mais importante, até, para o presidente da junta, é que “levem tabuleiro nas Festas do Divino Espírito Santo”.

Sobre as principais dificuldades na realização das tarefas para a Festa, assume Francisco Santos que “até agora o papel, o arame e outros materiais foram cedidos pela Comissão, mas sabemos que depois vamos ter despesas, como as refeições para as pessoas que vão levar tabuleiro”, refere.

Tal como outros presidentes de junta, também Francisco Santos já participou na Festa enquanto par, diz que a conhece “de todos os lados” e para ele a Festa representa “a nossa grande Festa de Tomar, embora as juntas sejam muitas vezes o parente pobre, mas são elas o grande suporte da Festa”, afirma. (…)

Reportagem completa na edição impressa de 28 de abril.

Bibliotecando em Tomar a 5 e 6 de maio: entre a margem e o caminho, a homenagem ao escritor Mário Cláudio

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Decorre nos dias 5 e 6 de maio, na Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca, o Bibliotecando em Tomar, este ano dedicada ao tema “Margem e caminho: leituras da fronteira”, e que reunirá, como habitualmente, um conjunto de oradores representativo dos melhores especialistas nacionais. Um deles será o escritor Mário Cláudio que, na sexta-feira, receberá o Prémio Bibliotecando 2023.

Por esse motivo, o autor de “Guilhermina” chegará mais cedo, tendo na tarde de 4 de maio um encontro com os leitores, uma das iniciativas paralelas do evento, tal como uma feira de livros dos autores presentes, que decorrerá na Biblioteca entre quinta e sábado.

A 13.ª edição do Bibliotecando em Tomar parte dos conceitos de margem e de caminho, como metáfora da condição e das realizações do Homem: um ser em travessia entre países, línguas e culturas; refletindo acerca dos modos de construção dos discursos e das estéticas de representação de margem, nas suas múltiplas aceções, tanto enquanto espaço de exclusão e de transgressão, como de liberdade e de criatividade.

Quanto à programação oficial, começará na sexta-feira, pelas 9h30, com a sessão de abertura a que se segue “Uma viagem pela obra de Mário Cláudio”, coordenada por Guilherme d’Oliveira Martins (presidente da Comissão de Honra do Bibliotecando) e com intervenções de Carlos Ascenso André, Isabel Pires de Lima, Gabriel Magalhães e José Carlos Seabra Pereira.

Pelo meio-dia, será feita a apresentação e entrega do Prémio por parte do presidente do Instituto Politécnico de Tomar, João Coroado, seguida de uma intervenção do galardoado, Mário Cláudio.

À tarde, dois painéis, com títulos recortados de obras do escritor. O primeiro “Apetece-me contar a minha peregrinação” (in Gémeos), com coordenação de Luís Ricardo Duarte e os oradores Marta Pais de Oliveira, Afonso Reis Cabral e João de Melo. O segundo, “Confirmei o que já era do meu conhecimento, que ninguém percorre apenas o espaço da terra, mas também o tempo da imaginação” (in Embora Eu Seja um Velho Errante), coordenado por Cristina Ovídio, com Carlos Fiolhais, Dulce Maria Cardoso e Rui Vieira Nery.

No sábado, a partir das 10 horas, o painel “espírito perscrutador dos ritmos ocultos” (in O Anel de Basalto), dirigido mais uma vez por Luís Ricardo Duarte e que junta Maria João Reynaud, José Carlos Vasconcelos e Susana Piedade; seguindo-se “reatar o fio destas lembranças” (in Embora Eu Seja um Velho Errante), coordenado por Hugo Cristóvão, com Ana João dos Reis e Graça Capinha.

Após o habitual almoço no Congresso da Sopa, que nesse dia se realiza em Tomar, a parte da tarde trará mais dois painéis: “A ciência de existir é um reflexo de espelho” (in Um Verão Assim), com Daniel Sampaio, Roberto Roncón e Francisco Sobral Rosário; e “o desenho de um mapa de encantamentos” (in Embora Eu Seja um Velho Errante), com coordenação de Rui Serrano e as participações de Miguel Poiares Maduro, Gonçalo Byrne, Rita Gaspar Vieira e Álvaro Domingues.

Por fim, às 18h30, Nuno Sousa Vieira apresenta “O pintor percorria a vida sem medo” – Tríptico da Salvação, uma conferência e visita guiada à exposição “Pelo que não se vê”, patente no Centro de Arte e Imagem – Galeria do Instituto Politécnico de Tomar.

De referir ainda que o encontro de Mário Cláudio com os leitores, no dia 4, às 15 horas, contará com a apresentação de um trecho do espetáculo “Mulheres Anónimas” e com a leitura encenada de um trecho do conto de Mário Cláudio “Dom Pedro I e Inês de Castro“, ambos  pela Companhia de Teatro Templários.

Ainda na programação paralela, José Santos e Rui Sérgio protagonizam o espetáculo “Poesia Cantada”, pelas 21 horas de 5 de maio, no Auditório Principal do Instituto Politécnico de Tomar.

A organização do Bibliotecando em Tomar alicerça-se num trabalho de parceria que envolve diversas entidades: os Agrupamentos de Escolas Templários e Nuno de Santa Maria, o Município de Tomar, o Centro de Formação “Os Templários”, a Rede de Bibliotecas Escolares, o Instituto Politécnico de Tomar e o Centro Nacional de Cultura.

Sessão solene e concerto de Ana Lains nas comemorações dos 49 anos de liberdade

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No âmbito das comemorações do 49.º aniversário do 25 de Abril, realiza-se, na terça feira, dia 25, às 15h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a sessão solene da Assembleia Municipal de Tomar comemorativa dos 49 anos de liberdade.

No âmbito destas comemorações, tem lugar, no Cine-Teatro Paraíso, às 18h30, o concerto de Ana Lains com a Banda Republicana Marcial Nabantina.

“Templo da Música” leva “Espaço Criação – Arte para todos!” à Igreja da Misericórdia

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No âmbito da iniciativa “Templo da Música”, decorreu, no passado sábado, dia 22 de abril, na Igreja da Misericórdia, o “Espaço Criação – Arte para todos!”, ou seja, uma oficina espontânea orientada por Brian Mackay, diretor musical e um dos fundadores do Festival Zêzere Arts. Este workshop teve início às 11h00 e, no final do dia, teve lugar uma apresentação pública para a família, amigos e todos os que desejaram participar.

Recorde-se que Brian MacKay escolheu Portugal para país de acolhimento e aqui construiu uma carreira diversificada, mantendo fortes ligações musicais à sua terra natal, a Irlanda.

Oficina foi orientada por Brian MacKay

A Musicamera Produções, que está a desenvolver o projeto “Templo da Música”, numa parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Tomar e a Câmara de Tomar, é uma entidade que tem o apoio do Estado e desenvolve o seu serviço público na área da produção de concertos, eventos de música dita clássica, música erudita, com vários projetos regulares em curso como a Musicamera Tomar.

No âmbito da iniciativa “Templo da Música”, a Musicamera Tomar tem vindo a realizar, desde fevereiro, diversos concertos, nomeadamente Vivaldi e Jóias Raras do Barroco; Grandes Clássicos – e “ligeiros” -Quarteto Lopes-Graça; Festival Criasons Tomar – FE…DE…RI…CO… Garcia Lorca Revisited; Arte para todos – Espaço Criação, Animador, Yuri Marchese (guitarra); Um Violão Brasileiro, Yuri Marchese e Páscoa Barroca, Záve e Musicamerata, Coro e Orquestra.

Esta foi a primeira temporada, entretanto, serão realizados mais espetáculos até final de maio e depois será feito um interregno devido ao Festival ZêzereArts, retomando em setembro até ao final do ano, com um concerto de Natal.

Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Serra de Tomar comemora 45 anos

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A Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Serra comemorou, no domingo, dia 23 de abril, 45 anos de vida com sócios, amigos e convidados, entre eles, o presidente da União das Freguesias de Serra e Junceira, Américo Pereira, e a vereadora Filipa Fernandes, da Câmara Municipal de Tomar.

Lucília Santos, a presidente da direção desta coletividade, afirmou que a associação podia estar melhor, mas podia também estar pior, mas que tudo estão a tentar fazer para a rejuvenescer e revitalizar, até, porque teve ao longo de quatro décadas muitos pontos baixos, “mas de qualquer forma estamos a tentar remodelar ou reconstruir algumas das coisas que estavam paradas, tentando dar-lhes nova vida, estamos a tentar com esta nova direção levar por diante o que já tínhamos programado antes da pandemia de 2020”.

Lucília Santos apelou aos associados e amigos para que se aproximem da coletividade, que apoiem os elementos da direção, que utilizem o bar que funciona todos os dias, exceto às terças-feiras, o dia da folga do mesmo.

35.º Aniversário do Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira 

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Tarde de muito movimento em Alviobeira e noite de folclore no salão do Centro Recreativo, no passado dia 22 de abril de 2023, em que o rancho comemorou o seu 35.º aniversário. Depois da sessão oficial e boas vindas com a presença dos autarcas da junta, do Conselho Técnico do Folclore, José Joaquim Marques e da Federação do Folclore, Élio Santos, e a entrega de lembranças aos grupos convidados, um jantar no Salão Paroquial e depois uma noite de cultura e folclore. Abriu a noite a excelente exibição, numa participação especial interpretando duas músicas do rancho em dança artística de alto nível:  do Centro de Formação Artística da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais a que se seguiu o bailado e sapateado dos grupos convidados. Subiu ao palco em primeiro o rancho anfitrião e depois o Grupo de Danças e Cantares N.ª Sr.ª de Guadalupe de Águas Santas, lugar do Paço, no concelho da Maia; o Grupo Folclórico da Região de Ovar, já com um grande palmarés de atuações a nível internacional e por fim o Rancho do nosso concelho, da maior aldeia do concelho de Tomar, no topo sul do concelho, a Linhaceira, Rancho Folclórico da Linhaceira.

Registe-se que, dia 27 de maio, o Rancho de Alviobeira vai deslocar-se a Ovar para pagar a permuta, e que nos dias que correm cada vez está mais difícil os grupos trazerem e irem a distritos diferentes, dado o preço dos alugueres dos autocarros e a somar a isso a dificuldade de fretar os mesmos, pois todas as empresas em Portugal se debatem com falta de motoristas.  

“Alviobeira Acontece” é o lema e em “Abril atividades mil”, depois da Mostra de Sopas na Rua, que foi um êxito, as comemorações continuaram no dia 24 de abril, com homenagem a cinco importantes elementos que fizeram parte das nossas vidas no rancho e na comunidade e que durante a pandemia partiram, e dia 29 de abril, a Grande Gala do Rancho. Motivos de sobra para se deslocar até nós. 

Começa hoje o Festival Gastronómico do lagostim e peixe do rio – Sabores do Zêzere

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Começa hoje o Festival Gastronómico do lagostim e peixe do rio – Sabores do Zêzere.

Não faltam razões para visitar Ferreira do Zêzere por estes dias.

O roteiro gastronómico da maior qualidade cria mais uma oportunidade para descobrir o património natural, arqueológico, arquitetónico e cultural deste concelho tão singular – Ferreira do Zêzere é terra de múltiplas aldeias ribeirinhas, trilhos, grutas, passeios pela natureza e de uma beleza sem fim.

Até dia 25 de abril, nos restaurantes, cafés e pastelarias aderentes, os visitantes poderão degustar variadas receitas com base nos produtos endógenos do Rio Zêzere: Lagostim e Peixe do Rio. Numa versão mais tradicional ou contemporânea, os sentidos serão despertos pelos Sabores do Zêzere.

Sinta-se dividido entre as muitas iguarias a serem disponibilizadas nos estabelecimentos do concelho, de que são exemplo: Sopa de peixe com lagostim; Lagostim salteado; Creme de lagostim; Caril de lagostim; Risotto de lagostim; Empadas e rissóis de lagostim; Peixe de rio frito com migas e arroz de tomate; Peixe de rio frito com arroz de feijão; Cogumelos recheados com lagostim; Açorda de lagostim no pão, entre outras iguarias.