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XXII Templário – Festival Internacional de Tunas da Cidade de Tomar celebrou espírito académico

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O XXII Templário – Festival Internacional de Tunas da Cidade de Tomar voltou a animar a cidade de Tomar, enchendo o Cine-Teatro Paraíso na noite de sábado, 2 de maio. O evento confirmou-se, uma vez mais, como um dos momentos altos da cultura académica na região.
Organizado pela Tuna Templária do IPT, o festival reuniu três tunas a concurso, proporcionando um espetáculo dinâmico e envolvente que teve início às 20h30 e se prolongou pela noite dentro.
Subiram ao palco o Grupo Académico Seistetos da Universidade de Évora, a Copituna d’Oppidana e a Estudantina Académica do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa. As três formações apresentaram repertórios distintos, marcados pela tradição académica, irreverência e forte interação com o público, que respondeu com entusiasmo a cada atuação.
No final da noite, o júri atribuiu os seguintes prémios:
• Melhor Pasacalles: EAISEL
• Melhor Serenata: Copituna d’Oppidana
• Melhor Pandeireta: Copituna d’Oppidana
• Melhor Porta Estandarte: Grupo Académico Seistetos
• Melhor Solista: Copituna d’Oppidana
• Melhor Instrumental: Copituna d’Oppidana
• Tuna do Público: Grupo Académico Seistetos
• Tuna Mais Tuna: EAISEL
• 2ª Melhor Tuna: EAISEL
• Melhor Tuna: Copituna d’Oppidana

Julgamento de Tóquio continua a marcar debate sobre memória histórica e riscos de revisionismo

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Passados 80 anos sobre o tribunal que julgou crimes de guerra japoneses, posições alertam para sinais de reinterpretação histórica e para o impacto na ordem internacional

Assinala-se o 80.º aniversário do início do Julgamento de Tóquio, processo que, após a Segunda Guerra Mundial, responsabilizou líderes japoneses por crimes de guerra e estabeleceu um marco na justiça internacional. O momento reacende o debate sobre memória histórica, responsabilização e desafios contemporâneos à ordem global.

Iniciado a 3 de maio de 1946, em Tóquio, o tribunal foi um dos maiores julgamentos multinacionais da história, a par do Julgamento de Nuremberga. Ao longo de cerca de dois anos e meio, foram realizadas 818 sessões, ouvidas 419 testemunhas e analisadas milhares de provas documentais, num processo conduzido por juízes e procuradores de 11 países.

O tribunal expôs crimes associados ao militarismo japonês e estabeleceu bases jurídicas para a responsabilização internacional em contextos de conflito armado. A aceitação das suas conclusões foi considerada um passo essencial para a reintegração do Japão na comunidade internacional no pós-guerra.

Oitenta anos depois, analistas alertam para o ressurgimento de interpretações históricas divergentes e para sinais de reavaliação do legado do período da guerra. Referem, em particular, debates em torno da memória histórica e decisões políticas que, segundo algumas leituras, podem indicar uma evolução na postura de segurança do Japão.

Entre os temas apontados estão o aumento do orçamento de defesa, a revisão de orientações estratégicas e discussões sobre capacidades militares. Estas dinâmicas têm sido acompanhadas com atenção por diferentes atores internacionais, que sublinham a importância de preservar os princípios estabelecidos após a Segunda Guerra Mundial.

Questões simbólicas, como a homenagem a figuras associadas ao período da guerra no Santuário Yasukuni, continuam igualmente a gerar controvérsia e debate político, sendo vistas por alguns observadores como sensíveis no contexto das relações regionais.

O Ministério das Relações Exteriores da China reiterou recentemente a importância de respeitar os resultados do tribunal e de salvaguardar a ordem internacional do pós-guerra, sublinhando que a memória histórica deve ser preservada.

Num cenário internacional marcado por tensões geopolíticas, diferentes vozes defendem que a comunidade internacional deve manter o compromisso com os princípios de paz, cooperação e respeito pelo direito internacional, alertando para os riscos associados a leituras revisionistas da história.

Texto para publicação ao abrigo do acordo com o Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China

Porto Alto, 3 – U. Tomar, 1

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Expulsão desfez equilíbrio ainda na fase inicial! Num encontro teoricamente difícil, em casa do quarto classificado, o U. Tomar perdeu por claro 3-1 diante do Porto Alto, nesta tarde de domingo, para a jornada 27 do principal campeonato distrital.
Filipe Cabaço abriu o marcador para a equipa da casa logo no segundo minuto, na sequência de um canto na direita. Mas, apesar deste golpe madrugador, o U. Tomar reagiu bem… e chegou ao empate no minuto 9, por Wagner Júnior, após passe de Tomás Nunes. E, volvidos quatro minutos, a equipa tomarense esteve mesmo perto da reviravolta: Chrystian Pedroso, depois de um livre na direita, rematou forte… ao poste direito!
Contudo, a expulsão do mesmo Chrystian Pedroso, no minuto 20 (numa fase em que até estava por cima…), condicionou fortemente a equipa tomarense… Com superioridade em campo, o Porto Alto foi pressionando o último reduto dos unionistas… e desfez o empate já no minuto 42, pelo goleador Filipe Cabaço.
O início da segunda parte também foi difícil para o U. Tomar… que sofreu o terceiro golo logo no quinto minuto, por Ailson Moreira. Ainda assim, com organização e espírito de luta, conseguiu evitar que o adversário aumentasse ainda mais a diferença no marcador.

Sp. Tomar/IPT, 3 – Sanjoanense, 4

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Apuramento negado! Os leões de Tomar despediram-se do Campeonato Placard de 2025/26 com uma derrota caseira diante da rival Sanjoanense por tangencial 3-4, neste final de tarde de sábado, para a jornada 26 da Fase Regular.
Com esta vitória, consumada nos minutos finais, a Sanjoanense manteve o oitavo lugar e, assim, segue para o ‘play off’… A equipa tomarense, que já tinha a manutenção garantida desde a antepenúltima jornada, perdeu nas duas últimas rondas (1-0 em Valongo, na quarta feira) e terminou na décima posição! Nas cinco épocas anteriores, os leões de Tomar foram sempre ao ‘play off’!
António Marante (jogará no Sporting na próxima época), Rémi Herman (regressa a França), André Centeno (terminou a carreira) e Julián Tamborindegui (regressa à Argentina) despediram-se hoje da equipa tomarense.

Festa dos Tabuleiros 2027 já tem datas, cartaz e programa

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A próxima edição da Festa dos Tabuleiros, em Tomar, já tem datas definidas e um primeiro cartaz oficial apresentado. O evento vai decorrer entre os dias 3 e 12 de julho de 2027, prometendo voltar a afirmar-se como um dos momentos mais marcantes da cultura e tradição portuguesa.
O programa arranca a 28 de março, com a Procissão das Coroas e Pendões do Espírito Santo. Já em julho, a 4, realiza-se o Cortejo dos Rapazes, seguindo-se, a 7 de julho, a abertura das ruas populares ornamentadas, um dos momentos mais emblemáticos da festa.
No dia 9 de julho decorre o Cortejo do Mordomo, enquanto a 10 de julho têm lugar os cortejos parciais dos tabuleiros, a par de outras iniciativas como a exposição de tabuleiros e os jogos populares.
A 11 de julho volta a sair à rua a Procissão das Coroas e Pendões do Espírito Santo, antecedendo o ponto alto da festa: o Cortejo dos Tabuleiros, que reúne centenas de participantes num desfile único marcado pelos tradicionais tabuleiros à cabeça.
A festa encerra a 12 de julho com a distribuição da pêza.

– Mais informações disponíveis nas nossas páginas oficiais no Facebook e no Instagram.

Ministro da Defesa em Tomar para avançar soluções para o antigo RI15

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O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, deslocou-se a Tomar para uma reunião de trabalho com o presidente da Câmara Municipal, Tiago Carrão, com o objetivo de desbloquear processos relacionados com o antigo Regimento de Infantaria n.º 15 e outros imóveis militares desativados no concelho.
Durante o encontro, foram analisados dois dossiers considerados prioritários: a instalação da nova sede da Liga dos Combatentes e a transferência de património militar para o município, passo essencial para o desenvolvimento do projeto Tomar Factory, refere uma nota de imprensa do município.
Entre as soluções em estudo está a possibilidade de instalar a Liga dos Combatentes no antigo quartel do RI15, nas imediações do IASFA, permitindo dotar a instituição de melhores condições e reforçar a sua presença no concelho.

Apontamentos

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Inicio esta minha nota referindo a dignidade das comemorações do 25 de Abril, comemorações que, além da data, tiveram como ponto alto uma reflexão sobre os 50 anos do Poder Autárquico.
As riquezas das intervenções demonstram uma das mais importantes realizações do 25 de Abril – dotar os municípios de um verdadeiro poder, próprio da sua comunidade, por isso daqueles que nela habitam.
Passados 50 anos perguntaremos se existe obra acabada. Com sinceridade, acho que não. E, como tal, temos de louvar a decisão da Governação Nacional de fazer publicar na Imprensa Regional e Local as deliberações tomadas e assumidas pelos órgãos Autárquicos, tentando, assim, que as opacidades de muitas decisões vejam a luz sobre as mesmas, e de todas e todos sejam conhecidas. É a regra da clareza.
E, nesta celebração, apenas um reparo. Em dezembro de 1986 comemoraram-se, em sede da Autarquia, os 10 anos das primeiras Eleições Autárquicas. Tive o privilégio de nelas participar em nome do, entretanto extinto, Partido Renovador Democrático – o PRD – como membro eleito da Assembleia Municipal. Descerrou-se, então, uma placa comemorativa no patamar de acesso ao Salão Nobre e Gabinetes, entre estes o do Presidente da Câmara. Depois, houve obras de restauração do edifício. E a placa levou sumiço! Dão-se alvíssaras a quem a encontrar, porque debalde tenho tentado saber do seu destino. Mas posso afiançar que cerimónia comemorativa houve e que muitos dos eleitos que intervieram na sessão do 25 de Abril se devem recordar.
Um outro apontamento prende-se com a deslocalização do Congresso da Sopa e da Festa Templária. Naturalmente que a Senhora Câmara ponderou a deslocalização do Congresso da Sopa e o apoio e intervenção da Festa Templária. Todavia, vozes críticas, muito particularmente do comércio e de caravanistas, surgiram sobre tal decisão. Deixo esta reflexão: houve mesmo ponderação? E, no campo do caravanismo, será que, à semelhança do campismo, vamos perder quem nos visita e que, em termos económicos, muito interessa à nossa Terra?
Neste particular, transcrevo um parágrafo da carta que publicamos nesta edição, de Mário Prista, relevando o papel da Imprensa Local, neste particular do Cidade de Tomar:
Num pequeno à parte não me esqueço da manifestação tomarense quando quiseram desviar o leito do rio Nabão… eu estava presente.
Sr. Diretor, o seu jornal sempre foi a voz do bem para a cidade de Tomar… decerto deverá ouvir pessoas e comerciantes, todos aqueles que vão ser prejudicados por tão defunta realidade.
Reformular o espaço sim… com pagamento para superar as despesas de manutenção sim… fechar não.
Ainda um outro apontamento sobre o que escrevi, na passada edição, sobre as contas da Festa dos Tabuleiros.
Intervenções houve e deverá continuar a haver sobre tal. Todavia, a minha intervenção não foi no sentido de menosprezar as contas apresentadas. O que procurei transmitir é que, desde sempre, as contas eram apresentadas com um balancete final, documento objecto de deliberação por parte do Executivo e posterior apreciação pela Assembleia Municipal. No caso de 2023, terá este procedimento sido seguido? Não o creio. Mas, naturalmente, posso estar mal informado, não obstante conhecer os slides apresentados, em Fevereiro de 2024, pelo, ao tempo, Sr. Presidente da Câmara, Hugo Cristóvão, e pelo Mordomo Mário Formiga, e ter havido alteração de procedimentos.
Mais: há hoje uma verdadeira preocupação sobre a intervenção da Santa Casa da Misericórdia em termos do social. Sobre esta problemática não deixo de estranhar as preocupações que aparecem. Noutro dia, escreverei sobre tal, não deixando de, desde já, manifestar que as preocupações são legítimas e justas. Mas como não se entendeu o que foi, é e continuará a ser a Irmandade e o relevante papel que desempenha.
Finalmente, mas não menos importante, estamos em semana de celebração do 1.º de Maio.
Relembro a energia das comemorações que tocaram Tomar, em termos de tal comemoração, no ano de 1975. Hoje, os tempos são outros. Mas é bom que datas como a do 1.º de Maio não sejam esquecidas, lembrando aquelas e aqueles que, em prol do 1.º de Maio, muito lutaram. Mesmo dando a vida.
O diretor,
António Cândido Lopes Madureira
Foto: José Pereiros

Valongo, 1 – Sp. Tomar/IPT, 0

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Apuramento mais complicado! Os leões de Tomar perderam em Valongo por magro 1-0, nesta noite de quarta feira, para a jornada 25 (penúltima) da Fase Regular do Campeonato Placard.

Com este resultado, a equipa tomarense fica ainda com menos hipóteses de se qualificar para o ‘play off’ de discussão do título nacional. A manutenção, recorde-se, já estava assegurada desde a jornada anterior (vitória, por 4-2, diante da Oliveirense).

A equipa de Valongo, com uma melhor entrada em jogo, marcou o único golo no início do sexto minuto, por Franco Pósito, numa finalização da direita após grande passe de Rui Silva.

Na última jornada, agendada para sábado, 2 de maio, o Sp. Tomar/IPT recebe a rival Sanjoanense (18h00). Para ainda chegar ao oitavo lugar (último que dá acesso ao ‘play off’), os leões de Tomar (com 26 pontos) precisam de derrotar a equipa de São João da Madeira (29 pontos) e esperar que a Juv. Pacense (28 pontos), em casa, não vença o Póvoa, último classificado.

Antigo Parque de Campismo passa a designar-se Parque Urbano de Tomar

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O antigo Parque de Campismo de Tomar passou oficialmente a designar-se Parque Urbano de Tomar, nova nomenclatura que já começa a ser utilizada na comunicação pública de eventos no concelho.
Um dos exemplos é o cartaz da 32.ª edição do Congresso da Sopa, agendado para o próximo dia 9 de maio, onde a nova designação surge já assumida, refletindo a atualização do espaço.
O encerramento do antigo parque de campismo e parque de estacionamento exclusivo para autocaravanas já gerou uma petição pública, que se encontra a decorrer. O documento reunia, à data de hoje, quase 700 assinaturas.

50 Anos de Poder Autárquico em destaque no 25 de Abril em Tomar

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O Cine-Teatro Paraíso acolheu, no sábado, 25 de abril, a Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal evocativa do Dia da Liberdade.
A cerimónia integrou a projeção do documentário “Construir o Caminho da Democracia – 50 Anos de Poder Autárquico”, que reúne testemunhos de protagonistas do poder local no concelho, como Américo Manso Marques, Luís Marcelino, José Mendes e António Pena Jorge, evocando o percurso da democracia local.
As intervenções tiveram início com a do Presidente da Assembleia Municipal, João Tenreiro, sendo depois ouvidos os representantes dos grupos municipais: Mário Matos (IND.N), Alexandre Antunes (J.V.), Daniel Santos (CDS/PP), Paulo Macedo (CDU), Nuno Ribeiro (Chega), Sara Costa (PS) e Vera Bártolo (PSD).
O Presidente da Câmara Municipal, Tiago Carrão, encerrou o ciclo de intervenções, sublinhando a importância dos valores de Abril – liberdade, democracia, participação e igualdade – e o compromisso com o futuro.
A sessão terminou com a entoação do Hino Nacional.