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Morreu o médico pneumologista tomarense Monteiro Ferreira

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Faleceu aos 72 anos, na passada quarta feira, dia 7, o pneumologista tomarense José Manuel Monteiro Ferreira, que teve consultório junto à rotunda Alves Redol, em Tomar. A Sociedade Portuguesa de Pneumologia lamenta o desaparecimento do reputado pneumologista tomarense: “É com profundo pesar que a SPP informa o falecimento do Dr. José Manuel Monteiro Ferreira, pneumologista, natural de Tomar.
Licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra em 1976, obteve o grau de especialista em Pneumologia em 1986. Foi uma figura pioneira da Medicina do Sono em Portugal, área em que se destacou de forma precoce e inovadora. Com o apoio do Professor António Robalo Cordeiro, realizou formação especializada na Clínica Mayo, nos Estados Unidos, experiência determinante no seu percurso clínico e científico.
Médico de reconhecido mérito, exerceu em Coimbra e noutras cidades do país, sendo amplamente respeitado pela sua competência técnica, dedicação à investigação e compromisso permanente com a qualidade dos cuidados prestados. Nos últimos anos, integrou a rede Hospital da Luz, onde continuou a exercer a sua atividade clínica com o rigor e a humanidade que sempre o caracterizaram.
O Dr. José Manuel Monteiro Ferreira era profundamente estimado pelos seus doentes, pela atenção, proximidade e cuidado com que os acompanhava, e amplamente respeitado pelos seus pares, pelo seu trabalho exigente, meticuloso e pelo contributo relevante que deixou na Pneumologia nacional.
A Sociedade Portuguesa de Pneumologia presta assim a sua sentida homenagem a um médico distinto, colega exemplar e ser humano de trato afável e empático, cuja memória permanecerá ligada ao desenvolvimento da Pneumologia em Portugal.
À família, amigos e colegas, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia endereça as mais sinceras condolências.”

 

PSP realiza mega operação policial noturna em Tomar e no Entroncamento

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O Comando Distrital de Santarém da Polícia de Segurança Pública (PSP), através da Divisão Policial de Tomar, realizou, na noite de 6 de janeiro, uma operação policial de grande dimensão nas cidades de Tomar e do Entroncamento, envolvendo várias valências operacionais e cerca de meia centena de agentes.
A ação teve como principais objetivos a prevenção da criminalidade, o combate ao tráfico e consumo de estupefacientes, o reforço da segurança rodoviária e o controlo de cidadãos estrangeiros.
Em Tomar, foram elaborados dois autos de ocorrência por posse de estupefacientes, tendo sido apreendidas, no total, cinco doses de haxixe. No âmbito da fiscalização rodoviária, a PSP fiscalizou mais de uma centena de veículos, realizou 62 testes de alcoolemia, emitiu um aviso para apresentação de documentos e apreendeu uma viatura por alteração de características.
Já no Entroncamento, a operação resultou na detenção de um indivíduo por tráfico de estupefacientes, com a apreensão de 42 doses de haxixe, um telemóvel e 350 euros em numerário.

Sino da Ermida de Nossa Senhora da Conceição em processo de restauro

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O Serviço de Conservação e Restauro do Convento de Cristo, em Tomar, encontra-se a realizar uma intervenção de conservação no sino da Ermida de Nossa Senhora da Conceição, foi recentemente anunciado.
A intervenção incide, em particular, no tratamento dos elementos metálicos do sino, bem como na substituição das madeiras associadas à sua estrutura, visando garantir a preservação e a segurança deste elemento patrimonial.

ULS Médio Tejo alarga horário de centros de saúde até às 22h00 para responder à pressão assistencial

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A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) vai reforçar a resposta nos Cuidados de Saúde Primários através do alargamento do horário de funcionamento de três centros de saúde da região, numa medida que entra em vigor a partir desta quinta-feira, 8 de janeiro, em resposta ao aumento da procura associado à época gripal.

Assim, os Centros de Saúde de Abrantes (Polo de Alferrarede), Tomar (Edifício da Nabância) e Torres Novas (Centro de Saúde) passam a funcionar até às 22h00 nos dias úteis. Entre as 18h00 e as 22h00 estarão ativos Serviços de Atendimento Complementar, vocacionados para o atendimento de situações de doença aguda.

Estes serviços serão assegurados de forma articulada pelas equipas das Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) e das Unidades de Saúde Familiar (USF) de cada concelho, envolvendo médicos, enfermeiros, assistentes técnicos e assistentes operacionais. Paralelamente, foi determinado um aumento de 50% no número de vagas diárias para consulta aberta ou doença aguda nas agendas médicas das UCSP e USF, face ao período anterior a 1 de novembro de 2025.

À semelhança do que acontece a nível nacional, a ULS Médio Tejo atravessa um período de elevada pressão assistencial, associado à epidemia de gripe e a outras infeções respiratórias típicas do inverno. Atualmente, encontram-se internados quatro doentes em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) com quadros graves de gripe, representando metade do total de internamentos nestas unidades.

No âmbito da ativação do nível 2 do Plano de Contingência Sazonal – Módulo Inverno, foi também aberta uma enfermaria dedicada a doentes respiratórios no Hospital de Tomar, com 12 camas, que se somam ao reforço inicial de dez camas já anteriormente implementado, aumentando a capacidade de internamento hospitalar.

Para garantir esta resposta reforçada, foi necessário reprogramar, durante a presente semana, alguma atividade assistencial nas especialidades de Pneumologia e Medicina Interna, que será reagendada assim que possível, procurando minimizar o impacto para os utentes.

Carta a Zeca Pereira (1948–2026): o Professor que nunca deixou de ensinar

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2026 começou com uma notícia amarga. Tomar despediu-se de uma figura que marcou a vida cívica e institucional do nosso concelho. José Manuel Fortunato Pereira, conhecido por muitos simplesmente como “Zeca Pereira”, partiu aos 77 anos, numa despedida inesperada que abalou a comunidade tomarense.

 

Muitos chamaram-lhe “Professor” toda a vida, mesmo depois de já o não ser. E isso diz tudo: Zeca Pereira nunca deixou de ensinar. Ensinou na sala de aula, ensinou na vida pública e ensinou, sobretudo, pelo exemplo: pela forma como escutava, ponderava e escolhia o respeito quando o caminho mais fácil seria o confronto.

 

Num tempo em que a política tantas vezes se confunde com ruído e crispação, o seu percurso ficou associado a uma ideia diferente: a de que a democracia se constrói com firmeza, mas também com serenidade, civismo e sentido de serviço. Essa foi uma das suas lições mais duradouras: a de que o respeito se conquista melhor quando se pratica com equilíbrio. Foi também um exemplo de cidadania ativa, de defesa da democracia e dos valores da justiça social, num compromisso constante com o bem comum.

 

Professor aposentado e formador, com ligação ao IEFP, manteve sempre uma relação natural com a transmissão de conhecimento e com o desenvolvimento dos outros. E essa vocação viu-se também no serviço público: a proximidade às pessoas levou-o a assumir a função de Provedor do Munícipe, exigindo escuta, justiça e humanidade.

 

Entre 2013 e 2021, foi Presidente da Assembleia Municipal de Tomar, durante dois mandatos. Quem o acompanhou recorda um responsável institucional que valorizou o debate, garantiu a pluralidade e preservou o civismo – mesmo na discordância. Também aí se via o professor que nunca deixou de ensinar: na forma como conduzia, esclarecia e organizava.

 

O seu contributo ultrapassou gerações — e isso toca-nos de forma muito direta. Um de nós (Hugo Costa) teve a honra de lhe suceder na presidência da Assembleia Municipal e conhece, por dentro, o privilégio e a responsabilidade de dar continuidade a um modo de estar feito de rigor, elevação e respeito institucional. O outro (Diogo Sereno), de uma geração muito mais nova, cresceu politicamente a vê-lo como referência: alguém que provava, com consistência, que a política pode e deve ser um espaço de serviço, de valores e de decência democrática.

E, apesar da diferença de idades, o Zeca tratou-nos sempre por igual: com a mesma atenção, a mesma exigência e o mesmo respeito.

 

Zeca Pereira foi, em muitos sentidos, um senador de Tomar: da Festa dos Tabuleiros, do Canto Firme, da Liga dos Amigos dos Bombeiros de Tomar, do Grupo de Forcados Amadores de Tomar, do CIRE, do Partido Socialista, entre tantos outros espaços onde se faz comunidade.

 

Em todos eles, manteve a mesma marca: o professor que nunca deixou de ensinar, mesmo quando não estava a dar aulas – ensinando pertença, compromisso e responsabilidade.

 

À sua família e aos amigos, deixamos um abraço solidário, em nome de todos os que reconhecem a sua importância. A Tomar, fica uma responsabilidade: honrar a memória de quem contribuiu para a comunidade, mantendo viva a exigência de uma vida pública mais respeitadora, mais participada e mais próxima das pessoas.

 

Descansa em paz, Zeca Pereira. Tomar não te esquece. Nem esquecerá.

 

Hugo Costa e Diogo Sereno

Deputados Municipais do PS Tomar

Nota do diretor

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Antonio Madureira

No início de 2026

Não foi, para mim próprio e também, estou certo, para grande parte da comunidade tomarense, um início de ano feliz, quando tivemos conhecimento do falecimento de José Pereira, para muitos o Zeca Pereira.

De repente veio-me à memória o casual encontro que tivemos em 29 de Dezembro último, nas instalações do Banco Montepio, em Tomar. Falámos com a natural amizade que nos unia, sabendo, mutuamente, das Famílias, como tínhamos passado o Natal e a preparação para o Ano Novo que se avizinhava. Conversa espontânea entre velhos conhecidos, de muitas lutas políticas, sempre correctas, como era nosso timbre. E, também, da Festa dos Tabuleiros, a nossa menina dos olhos cuja decisão sobre a sua realização, ou não, se aproxima, e com ela, a decisão, a eleição, da ou do Mordomo. E despedimo-nos com um abraço fraterno naquela manhã de Dezembro.

A notícia causou-me sentida tristeza. Zeca Pereira encarnava aquele tomarense lutador, compreensivo, amigo do seu amigo. Empenhado, até mais não, em Tomar e no seu partido que, por vezes, o esquecia. Mesmo no seu labor de Provedor do Munícipe, cujo desempenho não pode, não deve deixar de ser reconhecido. Tomar perdeu um dos seus. E a Festa dos Tabuleiros um conhecedor nato dos seus meandros e a que se dedicava de alma e coração. Partiu, deixando saudades. Acredito que em PAZ.

Mas a tristeza de outra partida também me assaltou neste início de Janeiro. Neste particular refiro Manuel Cartaxo, meu companheiro de muitas idas e vindas na nossa juventude. O seu empenho na Piscina Municipal, coadjuvando o Sr. Trindade, sempre com o aturado cuidado do Sr. Jacob. Corria, então, a década de 60 do século passado. Quis, então, o destino que Manuel Cartaxo partisse para a Venezuela em busca de melhor vida. De tempos a tempos vinha a Tomar na busca de conforto da Família e dos Amigos. Mas a enfermidade de que padecia tornou difíceis as suas vindas a Tomar. Ia sabendo dele pelo irmão Albertino; como passava, se arranjava, ou não, a medicação de que precisava; o seu modo de viver nesta Venezuela hoje tão estranha e tão diferente daquela que o abraçou quando procurou e conseguiu desafogo numa vida de constante luta. Manuel Cartaxo partiu há algum tempo; esta minha nota está, incompreensivelmente, atrasada. Mas impõe-se-me recordar este Amigo.

Às Famílias de José Pereira e Manuel Cartaxo, o meu profundo sentimento de pêsames.

Todavia, não quero terminar esta minha Nota sem transmitir três preocupações que me assaltam, sempre em defesa de Tomar.
A primeira prende-se com a intervenção de José Delgado na sessão do Executivo Municipal, de 29 de Dezembro último, referindo-se ao preocupante estado de conservação do Aqueduto de Pegões, um dos ex-líbris da nossa terra. Cuido, nesta minha Nota, que José Delgado, hoje vereador eleito pelo Partido Socialista nas eleições de Outubro de 2025, manifestou o seu sabedor conhecimento sobre o Aqueduto dos Pegões e da necessidade de intervenção no monumento, intervenção sem a qual o colapso do mesmo poderá acontecer. Lembro que, não há muitos anos, houve intervenção nas sapatas dos pilares dos arcos que compõem o aqueduto, intervenção que procurou minimizar o que ora nos deve afligir. Recordo que há muitos anos a Casa de Água, junto ao largo de estacionamento para visita de quem vem de Tomar ou da Venda da Gaita, estava sempre fechada. Todavia, o desleixo de que somos hábeis vem provocando sérias mazelas no monumento, com os resultados que estão à vista. E a intervenção de José Delgado, que mereceu acolhimento do Executivo Municipal, nomeadamente do Sr. Presidente, é bom sinal de Governação Municipal quando estão em causa a defesa de interesses supra municipais que a todos devem unir e não servir de pedras de arremesso.

Só assim nos pudemos afirmar.

Ainda, e finalmente, duas últimas notas. Uma sobre a Governação Financeira Municipal: observar, neste início de ano de 2026, o regime de duodécimos por razões que respeito e decorrentes do recente acto eleitoral que provocou alternância de poder municipal. Para muitos, tal situação pouco importa desde que os serviços da Autarquia continuem a exercer a sua função. No entretanto, tal regime implicará diminuição, mesmo impossibilidade, de acesso a projectos de investimento até que o Plano de Actividades e o Orçamento para 2026 sejam aprovados pelo Executivo e pela Assembleia Municipal. Cabe andar rápido, para que promessas não sofram contratempo.

A segunda e última Nota prende-se com o acto eleitoral que vai decorrer na próxima sexta feira para o Direcção da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo. Acto eleitoral em que votarão os Srs. Presidentes das Câmaras da área do Ribatejo e Oeste; os Srs. Presidentes das Assembleias Municipais e os vogais que compõem as mesmas assembleias incluindo os Srs. Presidentes de Junta que integram este órgão. Fruto de entendimentos entre o PSD e o PS, será eleita Presidente Teresa Almeida, actual Presidente da mesma CCDR. Igualmente, serão eleitos dois vice-presidentes da mesma entidade. Entidade esta que no seu total terá sete Vice-presidentes, dado cinco serão nomeados pelo Governo para as áreas da Educação, Cultura, Agricultura, Ambiente e Saúde. A minha pergunta é muito simples: quem conhece Teresa Almeida? Para muito poucos, recordo que foi Presidente da Sociedade TomarPolis e contribuiu para que algumas intervenções se realizassem. Só espero que, na nova configuração da CCDR, com sete vice-presidentes, consiga um efectivo desenvolvimento da nossa região, com espírito de agilizar procedimentos, sem que obstáculos lhe sejam plantados.

Importa, por isso, ter confiança, neste particular, daqueles que hoje nos governam municipalmente ao conseguirem que os obstáculos levantados pela CCDR se ultrapassem, contribuindo para um Tomar em que valha a pena viver, trabalhar e desfrutar.

O diretor,
António Cândido Lopes Madureira.

Município refere que visita técnica conclui não existir risco iminente de colapso no Aqueduto dos Pegões mas foram detetados sinais de degradação

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O Município de Tomar e o Património Cultural, I.P. realizaram, no passado dia 6 de janeiro, uma visita técnica ao Aqueduto dos Pegões, na sequência de notícias recentemente divulgadas sobre o seu estado de conservação, concluindo que não existe, até ao momento, qualquer evidência técnica que aponte para um risco iminente de colapso do monumento.
A ação contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Tomar, Tiago Carrão, de membros do executivo e dos serviços técnicos municipais, representantes da Junta de Freguesia de Carregueiros, do Convento de Cristo e de uma delegação do Património Cultural, I.P., liderada pela vice-presidente do conselho diretivo e composta por técnicos especializados nas áreas da arquitetura e da engenharia.
Segundo uma nota da autarquia, “a observação efetuada no local, à vista desarmada, não resultou qualquer informação formal ou evidência comprovada que indique perigo imediato para a estabilidade da estrutura, contrariando algumas das informações veiculadas recentemente na comunicação social”.
Ainda assim, “as entidades envolvidas sublinharam que o estado geral do aqueduto, em particular num troço de grande desenvolvimento vertical onde se verifica colonização vegetal e sinais de degradação, exige acompanhamento atento, rigor técnico e prudência institucional”.
O Aqueduto dos Pegões, também conhecido como Aqueduto do Convento de Cristo, encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910, com Zona Especial de Proteção fixada em 1946, integrando o domínio público do Estado, sendo a sua administração da responsabilidade da ESTAMO – Participações Imobiliárias, S.A.

Saiba em que feriados o Mercado Municipal de Tomar vai estar fechado em 2026

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O Município de Tomar divulgou o calendário de funcionamento do Mercado Municipal para os feriados de 2026. De acordo com o edital, o espaço estará encerrado nos dias 17 de fevereiro, 10 de junho, 1 de dezembro, 8 de dezembro e 25 de dezembro.
Por outro lado, o mercado manterá portas abertas nos feriados de 3 de abril, 25 de abril, 1 de maio, 4 de junho e 15 de agosto

Rancho Folclórico “Os Canteiros” da Pedreira inicia comemorações dos 50 anos com descerramento de outdoor

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O Rancho Folclórico “Os Canteiros” da Pedreira deu início às comemorações do seu 50.º aniversário no domingo, 4 de janeiro, com o descerramento do cartaz comemorativo, num momento simbólico que marcou oficialmente o arranque do ciclo de eventos alusivos às cinco décadas de atividade da coletividade.

A cerimónia decorreu ao ar livre e reuniu elementos do rancho, antigos e atuais dirigentes, convidados e representantes da comunidade local, num ambiente de convívio e celebração. O cartaz agora apresentado assinala os 50 anos dedicados à preservação das tradições e costumes populares, sublinhando o percurso iniciado em 1976 até 2026.

Padel continua a crescer e a conquistar cada vez mais praticantes em Tomar

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O Padel é uma das modalidades desportivas que mais tem crescido em Portugal nos últimos anos, atraindo praticantes de todas as idades e afirmando-se como um fenómeno social e desportivo. Em Tomar, este crescimento tem sido particularmente expressivo, com uma comunidade ativa, competitiva e cada vez mais estruturada, sendo que há 700 pessoas a jogar regularmente padel em Tomar. Em estúdio, estivemos à conversa com Ricardo Santos, relações públicas do Tomar Padel, em Vale Cabrito, que nos falou sobre a origem do padel, o impacto local do clube, a vertente social do projeto e as grandes novidades previstas para 2026, o Padel 2.0 cuja reabertura está marcada com um “Open Day” no dia 10 de janeiro.

Entrevista José António (RCT)
Elsa Ribeiro Gonçalves (Texto Jornal)

RCT – Para começar, explique-nos: o que é o Padel?

Ricardo Santos – O Padel começou a ganhar expressão em Portugal a partir de 2010. É um desporto que nasceu no México, depois ganhou grande expressão em Espanha, na Argentina, e chegou a Portugal mais ou menos em meados de 2010. Teve um crescimento muito rápido após 2015, ano em que foi criada a Federação Portuguesa de Padel. Atualmente, em 2025, temos cerca de 17 mil federados de padel em Portugal e aproximadamente 250 mil praticantes sociais. O padel é uma mistura de um bocadinho de ténis com um bocadinho de squash. Todos os desportos de raquete acabam por estar envolvidos no padel, e é por isso que consegue abranger tantas pessoas.

E esta modalidade já tem muitos adeptos… já estão em Tomar há cerca de cinco anos….
Sim, já temos muitos seguidores. Isso nota-se nas nossas redes sociais, mas sobretudo a nível da comunidade tomarense, do concelho de Tomar temos cerca de 700 pessoas a jogar padel regularmente. No nosso site temos também cerca de 1.200 pessoas com login efetuado para fazer reservas no clube.

– Leia a entrevista completa na próxima edição semanal