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ULS Médio Tejo dá início às obras de ampliação e requalificação do Serviço de Urgência do Hospital de Abrantes

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A empreitada de requalificação e ampliação da Urgência Médico-Cirúrgica da Unidade Hospitalar de Abrantes, da Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo), foi hoje formalmente consignada.

Na assinatura do auto de consignação estiveram presentes o Presidente do Conselho de Administração da ULS Médio Tejo, Casimiro Ramos, o responsável da empresa de construção civil Wikibuild, o presidente Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, o edil da autarquia de Tomar, Hugo Cristóvão, e o vereador do Município de Torres Novas, responsável pelo da Saúde, Joaquim Cabral. Manuel José Soares, porta-voz da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo, juntou-se ao simbólico ato que marca o início de um novo capítulo na diferenciação da estrutura assistencial da Unidade Hospitalar de Abrantes à população servida.

A empreitada começou de imediato, com a instalação do estaleiro da obra. Os trabalhos vão decorrer ao longo dos próximos 13 meses, para reorganizar e modernizar o espaço da Urgência, dotando-a de melhores condições para os utentes e para os profissionais de saúde da instituição prosseguirem a sua missão.

Com a realização desta obra, que representa um investimento global de 3,6 milhões de euros, o Serviço de Urgência da Unidade Hospitalar de Abrantes ficará dotada de meios e instalações mais modernos, que potenciam a atratividade e competitividade da instituição no quadro do Serviço Nacional de Saúde.

A intervenção de requalificação da Urgência do Hospital de Abrantes abrange 1954 metros quadrados – aumentando em mais de 700 metros quadrados a atual área de assistência médica aos utentes existente.

O projeto visa reorganizar o espaço existente, através da sua modernização e ampliação de espaços, nomeadamente, através da criação de uma sala de pequena cirurgia de dois quartos de isolamento. A reestruturação dos espaços de espera e de atendimento, com a criação de um acesso mais direto à sala de emergência vão permitir um circuito mais fluido e eficiente.

Ao nível da eficiência energética haverá ganhos significativos através de uma otimização do sistema de climatização e de iluminação do Serviço de Urgência.

Os trabalhos vão decorrer em três fases. A primeira etapa dos trabalhos vai decorrer exclusivamente no local onde estava localizada a antiga Consulta Externa da Unidade Hospitalar de Abrantes, que se encontra desativada, não causando quaisquer constrangimentos aos utentes e aos profissionais. É objetivo da ULS Médio Tejo executar cada uma das fases da empreitada com o mínimo constrangimento possível para os utentes e profissionais.

A concretização deste esperado projeto vai permitir o exercício de uma medicina mais segura, moderna e diferenciada pelas equipas de profissionais de saúde da ULS Médio Tejo aos seus utentes.

“Trata-se de um momento marcante e significativo da história da saúde do Médio Tejo. As primeiras palavras que quero dirigir são para os utentes para a Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo – estes últimos pelo trabalho que fizeram, ao longo dos últimos vinte anos, junto das entidades oficiais, fazendo chegar a preocupação e justa reivindicação da população para acesso a cuidados de saúde. Fomos parceiros nessa caminhada”, enalteceu Casimiro Ramos.

O Presidente do Conselho de Administração da ULS Médio Tejo elogiou igualmente quem diariamente se confronta com as limitações atuais do Serviço de Urgência: “Os profissionais de Saúde e os utentes são aqueles que convivem no dia a dia com as dificuldades das instalações. Só o espírito de empenho, dedicação e entreajuda dos nossos profissionais tem permitido superar ao longo de todo este tempo os desafios de saúde de grande exigência que o país e a região enfrentaram. Isso deve-se aos 150 profissionais que prestam serviço na urgência de Abrantes a quem todos temos de agradecer. Esta é uma obra para os profissionais, porque as condições que vai proporcionar para o exercício da medicina serão totalmente diferentes daquelas que temos hoje”.

Casimiro Ramos quis ainda agradecer aos municípios do Médio Tejo: “Hoje, ao assinar o auto de consignação, uma palavra muito especial aos autarcas da região, pela compreensão e pelo apoio que nos deram junto dos organismos oficiais, e na insistência que fizeram para a necessidade desta obra”. Para finalizar, o Presidente do Conselho de Administração da ULS Médio Tejo disse: “Esta é a frase que eu mais desejei dizer que durante estes dois anos: “Mãos à obra!”

Manuel Jorge Valamatos, Presidente da Câmara de Abrantes, quis felicitar o Conselho de Administração da ULS Médio Tejo: “Este é um momento histórico. Há vinte anos que ouvimos falar nesta obra. Temos de agradecer aos profissionais de saúde e dizer que foi brutal o trabalho que fizeram ao longo destes anos com as condições que tinham. Foi duro, foi complexo e foi difícil. Abrantes teve de ser hospital de referência em tempos de Covid e é impressionante o que aqui foi feito do ponto de vista médico, de enfermagem e técnico. Tem de haver um reconhecimento público desse grande esforço. No fundo, hoje é um dia de agradecer a todos. É um dia muito importante para o nosso concelho, para a ULS Médio Tejo, e para os cidadãos desta região”, afirmou.

Inaugurado novo Largo do Rossio em Cem Soldos

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Foi inaugurado, no fim de semana, o novo Largo do Rossio em Cem Soldos, resultado da obra de requalificação na qual o Município de Tomar investiu 912.818,15€.

A empreitada de requalificação do Largo do Rossio foi consignada à empresa MPS – Manuel Pedro de Sousa & Filhos, Lda., tendo estado o projeto a cargo do gabinete Baldios.

Os trabalhos visaram a requalificação urbana do largo principal da aldeia, através da introdução da pedra como revestimento de vias e passeios, introdução de mobiliário urbano e reestruturação das infraestruturas, nomeadamente o abastecimento de água.

A festa de inauguração contou com um almoço comunitário e com a apresentação dos percursos pedestres da Anunciada e das Caldelas, tal como do Projeto Ao Largo.

Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo da Fundação AIS apresentado em Tomar é um “alerta muito importante”

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Realizou-se na tarde de quinta-feira, 21 de março, na Igreja de São João Batista, em Tomar, a apresentação do Relatório da Fundação AIS (Ajuda à Igreja que Sofre), um evento que contou com a presença do Bispo de Santarém, D. José Traquina e que foi presenciado por dezenas de pessoas.


Numa breve entrevista que antecedeu esta apresentação, o Bispo de Santarém confessou ter ficado “impressionado” com a leitura do Relatório da Fundação AIS. “Num país, Portugal, e num continente, Europa, onde a liberdade religiosa está assegurada, nós não damos conta do que é a perseguição, [do facto de] as pessoas, apenas por quererem manifestar-se, ou rezar em público, serem perseguidas”, disse.

Para D. José Traquina, a liberdade religiosa é um “direito fundamental que, não sendo respeitado, significa que os outros direitos também não o são, e isso é muito preocupante”


Para D. José Traquina, a liberdade religiosa é um “direito fundamental que, não sendo respeitado, significa que os outros direitos também não o são, e isso é muito preocupante”, referiu. “Cerca de metade da população do mundo não tem essa dimensão garantida” em pleno século XXI, constata D. José Traquina.

Relatório da Fundação AIS (Ajuda à Igreja que Sofre), contou com a presença do Bispo de Santarém, D. José Traquina e foi presenciado por dezenas de pessoas.


O Bispo de Santarém salientou também a importância do trabalho da Fundação AIS não só pela informação que publica sobre a temática da liberdade religiosa e da perseguição aos cristãos, mas também pela sua missão de solidariedade precisamente para com as comunidades em maior sofrimento, vítimas de intolerância, de violência.

“O papel da Fundação AIS é um alerta muito importante. É um alerta enorme e com grande significado para a nossa consciência, para a nossa tomada de consciência dessa realidade, e depois saber que a Fundação não faz só essa informação, mas também recolhe apoios para colaborar com muitos cristãos perseguidos no mundo… isso é notável”, disse.

Após a celebração da eucaristia, o Relatório foi apresentado, nos seus pontos essenciais, por Catarina Martins de Bettencourt, diretora do secretariado português da Fundação AIS, que incentivou os presentes a “uma leitura mais atenta” do documento na página da instituição na Internet.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Lançadas obras da futura Residência de Estudantes do Instituto Politécnico no centro histórico de Tomar

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Realizou-se na tarde de quinta-feira, 21 de março, a cerimónia de lançamento das obras de adaptação e reabilitação da futura Residência de Estudantes do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), na Av. Dr. Cândido Madureira, no centro histórico de Tomar. A ocasião contou com a presença da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, entre muitos convidados.

Com esta obra, o Instituto Politécnico de Tomar pretende disponibilizar uma maior oferta de alojamento para os seus estudantes deslocados em condições de preço e conforto compatíveis com as suas capacidades económico-financeiras.

Ocasião contou com a presença da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, entre muitos convidados.

João Freitas Coroado, presidente do IPT, referiu que este “é um investimento de aproximadamente 2 milhões e 300 mil euros e que vai permitir a oferta aos estudantes mais 68 camas, a juntar às 230 camas já existentes”, para além de permitir reabilitar um edifício que, apesar da manutenção que foi tendo, vai tornar-se mais eco-eficiente, com boas acessibilidades a todos os andares.

A Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, referiu que “a falta de alojamento estudantil, mais do que um problema nacional, é um problema europeu” pelo que o governo tentou, nos últimos dois anos, colmatar esta questão porque “ninguém deve desistir de entrar no ensino superior devido a (falta de) alojamento. “

A Residência de Estudantes do IPT vai ter uma capacidade de 68 camas, distribuídas por 37 quartos, dos quais 3 são individuais, 31 duplos, e 3 adaptados a portadores de mobilidade condicionada. As obras devem estar concluídas em abril do próximo ano.

– Notícia desenvolvida na próxima semanal

Plantados oito carvalhos e quatro sobreiros no Casal dos Frades no Dia Mundial da Árvore

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O Município de Tomar participou, no passado dia 21 de março, Dia Mundial da Árvore, numa ação promovida pela Tejo Ambiente, fazendo-se representar através do vereador Hélder Henriques e do chefe da unidade de serviços urbanos e jardins Marco Duarte que colaboraram na plantação de árvores.

Ao todo foram plantados oito exemplares de carvalho e quatro sobreiros no Casal dos Frades.

ULS Médio Tejo coloca médico no polo de Assentis e contrata médica no modelo de “Bata Branca” para o Centro de Saúde de Torres Novas

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A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) acaba de reforçar a assistência médica no âmbito dos Cuidados de Saúde Primários junto da população do Concelho de Torres Novas.

Os mais de 1200 utentes inscritos no polo de Assentiz vão voltar a ter assegurados cuidados médicos, diretamente contratualizados pela ULS Médio Tejo, ficando assim assegurados cuidados de saúde de proximidade – um dos pilares da missão da instituição. 

A contratação deste médico, que estará ao serviço da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) Torres Novas – Polo de Assentiz, vai beneficiar os utentes que, nos últimos meses, estiveram privados desta resposta.

Este clínico irá prestar um reforço assistencial de oito horas semanais, estando alocado às “consultas do dia” e de reforço, que não necessitam de marcação prévia. Estas consultas atendem, maioritariamente, situações de doença aguda ou de doença crónica de utentes que ainda não têm médico de família atribuído.

Já a equipa clínica da sede da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Torres Novas será reforçada semanalmente com mais uma médica, ao abrigo do modelo “Bata Branca” – uma parceria tripartida entre a ULS Médio Tejo, a Santa Casa da Misericórdia de Torres Novas e o município de Torres Novas.

Este reforço pretende, assim, proporcionar à população do concelho de Torres Novas um maior e mais eficiente acesso aos cuidados de saúde primários, nomeadamente nos casos prioritários que requerem rápida referenciação para cuidados mais diferenciados, exames complementares, ou prescrição de medicação. A captação de médicos de família para os quadros da ULS Médio Tejo mantém-se como prioridade estratégica da instituição.

“Os cuidados de saúde primários enfrentam desafios que não são iguais de território para território, mesmo dentro da mesma ULS. Mas há algo que é imutável: são a porta de entrada para um sistema de saúde eficiente e eficaz. São a base para a promoção da saúde e da literacia, na prevenção da doença, e desempenham um papel fundamental na gestão das doenças crónicas”, afirma Flávio Ribeiro, Diretor Clínico para os Cuidados de Saúde Primários da ULS Médio Tejo.

“Com o reforço de mais dois novos médicos, agora para o concelho de Torres Novas, estamos a fortalecer a oferta de cuidados de saúde primários da ULS Médio Tejo. Esse é o foco. Estes médicos são profissionais experientes e dedicados, que garantidamente irão contribuir para uma melhoria da saúde da nossa comunidade”, conclui Flávio Ribeiro.

Apresentação do Livro “Repressão”– A história de Henrique Monte” no Moinho da Ordem a 6 de abril

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Tem lugar no sábado, 6 de abril, pelas 15h30, no Moinho da Ordem, no Complexo Cultural de Tomar, a apresentação do Livro “Repressão “– A história de Henrique Monte, da autoria de José Rodrigues Silva. Num momento em que se aproximam a passos largos as comemorações do 50º aniversário do 25 de Abril, José Rodrigues Silva, de 63 anos, transformou a sua longa e aturada pesquisa sobre os anos imediatamente antes (nomeadamente os primeiros anos da década de 70) da revolução, num interessante ensaio. Usando a personagem principal, o fictício Henrique Monte, como veículo para mostrar as realidades vividas à época, das memórias da passagem pela Guerra Colonial, passando pela censura, pela perseguição, fugas, prisões, torturas e até romance.

Sinopse: “Abra, é a polícia. Não nos obrigue a arrombar a porta. Henrique abriu, tendo-lhe sido dada ordem de prisão, foi transportado à sede da polícia política, onde um subinspetor lhe transmitiu que: a sua conduta pessoal, assim como o teor das
suas aulas, atentavam contra os mais altos valores da Nação portuguesa. Interrogou-o sobre as razões que o teriam levado a perturbar e a influenciar negativamente os alunos, acerca da guerra”. A propósito dos 50 anos do 25 de abril, José Rodrigues da Silva apresenta-nos um ensaio sobre a repressão vivida durante o período da ditadura, através de uma narrativa ficcionada, apresenta-nos a história de Henrique Monte, num período de tempo que vai de 1971 até 1974. Fruto da sua extensa pesquisa, o autor conseguiu criar ações e personagens verosímeis, recriando situações de perseguição, denúncia,
fuga, prisão e tortura, numa palavra: repressão.

Fundação AIS e Diocese de Santarém apresentam em Tomar Relatório da Liberdade Religiosa no Mundo 2023

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A Fundação AIS e a Diocese de Santarém apresentam esta quinta-feira, dia 21 de março, em Tomar o Relatório da Liberdade Religiosa no Mundo 2023, O evento decorre, a partir das 18h, na Igreja de São João Baptista e conta com a participação especial de D. José Traquina, Bispo de Santarém.

PROGRAMA:

18H00 – EUCARISTIA
Preside D. José Traquina, Bispo de Santarém

18H45 – ACOLHIMENTO
Pe. Rui Tereso, Pároco de Tomar

18H50 – TESTEMUNHO
Paulo Aido, jornalista da Fundação AIS

19H00 – APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO
Catarina Martins de Bettencourt, Directora da Fundação AIS

19H30 – ENCERRAMENTO
D. José Traquina, Bispo de Santarém

Início da empreitada de reabilitação da Ponte sobre o Rio Torto na EN363 em Abrantes

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A Infraestruturas de Portugal deu início à empreitada de reabilitação da Ponte sobre o Rio Torto, localizada na EN363 em Abrantes.

A intervenção envolve um investimento de cerca de 300 mil euros e visa o reforço dos encontros e a reabilitação geral das estruturas de betão da ponte.

Com a concretização da obra, que tem um prazo de execução de 150 dias, serão repostas as condições normais para a circulação rodoviária, nomeadamente de veículos pesados, nesta travessia da EN363.

Luís Veríssimo, diretor e membro do Conselho Executivo da Kyndryl Portugal em entrevista ao “Cidade de Tomar”

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A Kyndryl tem um centro de delivery em Tomar, numa estratégia de descentralização e aproximação a instituições de ensino. A propósito de um encontro interno que a Kyndryl promoveu, no passado dia 7 de março, em Tomar, e que contou com a presença do presidente do conselho de administração da Kyndryl Portugal, José Manuel Paraíso, do presidente da Câmara de Tomar, Hugo Cristóvão, e do vice-presidente do Instituto Politécnico, Nuno Madeira, no qual se reforçou a importância das empresas de tecnologia em Tomar, o “Cidade de Tomar” falou com Luís Veríssimo, diretor e membro do Conselho Executivo da Kyndryl Portugal.

– Porquê Tomar, porquê esta aposta da Kyndryl no interior e outras cidades que não Lisboa e Porto?

O centro de delivery da Kyndryl em Tomar está integrado numa estratégia assumida de descentralização e aproximação de instituições de ensino, por forma a influenciar a formação do nosso talento, captar e reter, promovendo o recrutamento nas zonas em que se encontram os nossos centros de inovação. Esta mesma estratégia assenta necessariamente na colaboração com institutos politécnicos locais e com as autarquias locais e Tomar é um excelente exemplo do sucesso destas parcerias. O grupo Kyndryl ambiciona ser um agente de referência na definição das estratégias regionais. O nosso objetivo é contribuir para o desenvolvimento destas regiões do nosso país através da criação de postos de trabalho para jovens qualificados. Este projeto resulta das parcerias com os municípios e com as instituições de ensino superior e profissional e tem como objetivo atrair e fixar jovens recém-formados em cidades com maior potencial de desenvolvimento. Por outro lado, Tomar reúne um conjunto de características que possibilitaram e facilitaram o desenvolvimento da nossa atividade, como a excelente relação com a autarquia local, as infraestruturas disponíveis para o estabelecimento do nosso centro, uma boa rede de comunicações e uma ligação aos grandes centros urbanos que se faz com uma enorme facilidade.

– Quantos colaboradores têm atualmente em Tomar?

Temos um enorme orgulho no desenvolvimento deste centro de excelência e do trabalho que esta equipa tem desenvolvido. É um centro que respira inovação, transformação. O centro de delivery do grupo Kyndryl em Tomar conta atualmente com cerca de 200 colaboradores. Contudo, gostaríamos de salientar o universo de mais de 600 colaboradores que já passaram por este centro e que obtiveram formação nas mais diferentes áreas. Jovens que desenvolveram as suas competências e continuam alguns a trabalhar connosco e outros que desenvolveram competências e assumem, hoje, funções noutras empresas, noutras áreas.

– Empresas como a Kyndryl têm contribuído para a fixação de jovens em Tomar?

Não temos a menor dúvida que sim. Como referido anteriormente, foram já mais de 600 pessoas que passaram pelo grupo Kyndryl em Tomar e estamos a falar, na grande maioria, de jovens licenciados que quiserem ficar a viver em Tomar ou voltar para Tomar depois de irem estudar para fora. O facto de empresas como a Kyndryl apostarem na cidade de Tomar e criarem centenas de postos de trabalho permite que muito do talento não saia da terra e temos exemplos de jovens que foram estudar para fora e com a fixação do grupo Kyndryl tiveram oportunidade de regressar a casa e fazer carreira onde sempre viveram. Tem sido também bastante interessante perceber que estes jovens valorizam a qualidade de vida que têm por trabalhar em Tomar. O centro de delivery do grupo Kyndryl em Tomar tem tido um crescimento bastante significativo e interessante. Procuramos perfis altamente qualificados em áreas tecnológicas como informática, eletrotecnia e telecomunicações. Acreditamos que o aumento de projetos e clientes nas mais diversas áreas nos levará a um aumento gradual da equipa de acordo com as necessidades de resposta aos diferentes projetos. (…)

Entrevista completa na edição impressa de 22 de março.