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Centro de Assistência Social de Olalhas: o lar tem trabalhado muito para que os utentes se mantenham bem física e psicologicamente

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

No Centro de Assistência Social de Olalhas (CASO), um lar com 15 utentes residentes e com 19 funcionários que apoiam a valência de ERPI e SAD, o vírus vai sendo combatido com a adoção de medidas tomadas a nível nacional começando pela suspensão de visitas; pelos alargamento dos turnos para que diariamente possam contactar com o mínimo de pessoas possível; a não entrada de fornecedores na instituição e todas entregas são feitas num outro edifício para que os utentes possam usufruir do imenso espaço exterior que têm; a lavagem constante de mãos e o uso obrigatório de máscaras por parte de todos os funcionários; a desinfeção constante de espaços comuns e de carrinhas que fazem os domicílios, entre outros.

Neste lar, também todos os resultados dos testes realizados, a pedido da câmara, foram negativos.

A principal dificuldade sentida, à data, é a falta de equipamentos de proteção individual.

Quanto aos utentes, estes estão bem, o lar tem trabalhado muito para que se mantenham bem fisica e psicologicamente. Mas já se começa a sentir o peso da ausência dos familiares e das suas rotinas. Para tentar colmatar essa falta o lar disponibilizou chamadas pelo WatsApp, Mensager ou Facebook.

Leia a notícia na íntegra na edição impressa ou na digital.

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