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Movimento entrega abaixo-assinado na câmara para reversão do aumento da tarifa da água em Tomar

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Representantes do Movimento “Os mesmos de sempre a pagar” entregaram, esta segunda feira, ao executivo municipal, um abaixo-assinado para reversão do aumento da tarifa da água pela Tejo Ambiente.

Segundo o representante, perante o aumento de 31% na fatura da água neste concelho, o grupo decidiu avançar com um abaixo-assinado que contém 730 assinaturas em papel mais 44 online.

Na petição levada a cabo por este Movimento “Os mesmos de sempre a pagar” é referido que “O executivo camarário em Tomar aproveitou a primeira reunião de câmara de 2023 para oferecer mais uma ‘prenda envenenada’ aos tomarenses aprovando um novo aumento global de 6,7% no tarifário da Tejo Ambiente (abastecimento de água, saneamento de águas residuais e recolha de resíduos). Até quando vais ficar parado e não vais agir contra este roubo no aumento do custo de vida? O objetivo é entregar as assinaturas recolhidas à presidente da Câmara Municipal de Tomar, para que este assunto seja incluído num ponto na ordem de trabalhos da reunião de câmara, com o intuito de reverter a situação”.

Os representantes do Movimento entregaram, na segunda feira, o abaixo-assinado, tendo a presidente da Câmara de Tomar, Anabela Freitas, explicado que “a Tejo Ambiente compra água a uma entidade em alta e vende ao consumidor final. Se comprarmos a água mais cara, temos de a vender mais cara”, disse, avançando que “tem sido uma luta junto da entidade reguladora (ERSAR) no sentido de que exista uma tarifa única em alta a nível nacional para a compra de água. Nós compramos à EPAL e às Águas do Vale do Tejo. Lisboa também compra à EPAL, mas nós, apesar de estarmos aqui, compramos, sensivelmente, ao dobro do que Lisboa compra. Nós compramos a 0,63m3 e Lisboa compra a 0,28m3. Sendo a água um bem essencial, tem de existir uma tarifa única”, defende.

Notícia completa na edição impressa de 7 de abril.

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