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Maria Luísa Oliveira: uma mulher de desafios que se vai adaptando às oportunidades da vida

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Cidade Tomar – Quem é a Maria Luísa Oliveira?

Maria Luísa Oliveira – Tenho 59 anos, sou tomarense, fui crescendo como pessoa e como profissional, passando por várias experiências que me foram moldando, mas não deixo de ser a Luisinha, como sou conhecida no meio familiar e dos amigos. Sou uma pessoa que gosta de desafios, sou amiga do meu amigo e acredito na transformação e construção de uma sociedade mais justa. É aí, aliás, que me tenho focado e vivido pessoal e profissionalmente.

– Nasceu e cresceu em Tomar?

Sim, nasci em 1962, em Tomar. A minha mãe também era tomarense e o meu pai era natural de Vila de Rei, mas criou uma empresa de transportes públicos (táxis) em Tomar. O meu pai foi sempre dedicado ao seu trabalho, era muito profissional e é um exemplo a seguir em termos de cidadania e a nível familiar. Tenho uma irmã, que também foi professora, é 13 anos mais velha do que eu e é um elo importante em termos de família, foi uma segunda mãe para mim.

– E como surge a sua profissão?

Eu fiz a licenciatura, em Lisboa, do primeiro curso de Geografia e Planeamento Regional, na Universidade Nova de Lisboa e quando terminei, não havia muitos postos de trabalho para geógrafos. Ainda fiz um estágio na Câmara de Tomar, mas comecei logo a dar aulas em Ferreira do Zêzere. Em toda a minha vida, as coisas foram acontecendo e fui aproveitando as oportunidades e adaptando-me. Na data, percebi que não havia hipóteses de trabalhar na área do planeamento e comecei, por isso, a dar aulas de Geografia. Apesar de já ter feito muitas outras coisas, a base é sempre ser professora.

(…)

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 17 de dezembro.

Ana Isabel Felício

Elsa Lourenço

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