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Pinho Neno: um homem dotado para a escrita em especial para a poesia

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Dedicado à educação e ao ensino, além de ter exercido a docência em vários níveis e modalidades, Pinho Neno tem várias obras publicadas em prosa e em poesia e vai lançar o seu novo livro “Breves encontros com Jesus”, no dia 17 de outubro, na Casa do Concelho de Tomar, onde já apresentou outras três obras.

Cidade Tomar – Quem é Pinho Neno?

Pinho Neno – É difícil sabermos quem somos. Vamos caminhando ao longo da vida para nos identificarmos, mas quem somos, na realidade, ninguém sabe. Vamos caminhando até chegarmos ao que realmente somos, cinza, pó e nada mais.

– Vai apresentar o seu novo livro “Breves encontros com Jesus”, na Casa do Concelho de Tomar. Qual a sua ligação a Tomar?

Tenho uma relação antiga com Tomar. Para começar, antes, costumava passar férias no Tramagal e, na data, tinha um Fiat 128, cuja revisão costumava fazer em Tomar. Tinha também vários colegas ligados ao ensino que eram de Tomar, nomeadamente o Artur Simões. Também liderei a Liga dos Amigos do Canto Gregoriano e vinha cá muitas vezes em representação da escoa de Lisboa. Fui, aliás, eu que sugeri ao ministro, na data, a abertura de um curso de formação para professores em Pedagogia da Música. Enquanto Subdiretor-Geral do Ensino Superior também cheguei a vir a Tomar em representação do Ministério.

– E a ligação à Casa do Concelho de Tomar?

Essa ligação surgiu pelo meu segundo casamento. O falecido marido da senhora com quem casei era natural da Junceira e, portanto, a sua família tinha ligações a Tomar e frequentava a Casa do Concelho, o que mantivemos e gosto de dar o meu contributo para projetar a importância de Tomar.

Ana Isabel Felício/Elsa Lourenço

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa do jornal de 15 de outubro.

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