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Dez anos de Bibliotecando transformados em livro

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Foi apresentado, ontem, dia 22 de julho, no auditório da Biblioteca Municipal de Tomar, o livro “Da construção de uma viagem partilhada – Bibliotecando em Tomar – 10 Anos”, numa iniciativa da Comissão Organizadora e do Município de Tomar.

Devido às contingências pandémicas, a obra, que assinala os dez primeiros anos da iniciativa com um conjunto de textos da autoria de diversos participantes, teve uma apresentação prévia a 8 de maio, aquando da edição 2021, que decorreu em formato online.

Este livro procura celebrar e deixar para a posterioridade a memória de uma década do encontro que tem vindo a reunir em debate e convívio em Tomar escritores, pensadores e muitos nomes importantes da cultura e da ciência em Portugal. Foi escrito com as contribuições daqueles que ao longo destes dez anos vivenciaram este evento singular no panorama nacional: organizadores, oradores e participantes. Serve, também, de homenagem a alguns dos grandes nomes que já partiram, mas que deixaram a sua marca na história do encontro, como António Pinto da França, o primeiro presidente da Comissão de Honra do Bibliotecando em Tomar, e o escritor e pensador Eduardo Lourenço.

Na apresentação, o vice presidente da câmara, Hugo Cristóvão, disse que, em nome do município, “é um regozijo termos em Tomar a capacidade de refletir, criar, pensar e deixar memória e património para uma identidade. É um contributo para todo o nosso território nacional”.

Afirmou ainda o vereador que “celebrar um instrumento físico como o é o livro, é motivo para festejar, pois é um instrumento que gostamos de folhear, de ler em papel e permite-nos ajudar as próximas gerações a continuarem a gostar dos livros”.

Uma notícia desenvolvida na edição impressa de 30 de julho.

Foto: Anabela César

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