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Paulo Macedo: “A câmara deveria dar mais relevo à área da educação perante os concelhos vizinhos”

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Esta semana o “Cidade de Tomar” falou com o candidato da CDU à Câmara de Tomar, Paulo Macedo.

Cidade Tomar – Quais as suas expetativas para esta candidatura?

Paulo Macedo – Tal como disse, no dia 21, na apresentação da candidatura, o objetivo é recuperar o lugar na vereação, que foi conseguido pelo vereador Bruno Graça e, antes dele, por Rosa Dias. A nossa equipa está constituída e, em breve, iremos anunciá-la, tendo em conta a decisão distrital de ir apresentando os candidatos por fases.

– Na apresentação da sua candidatura falou em ser um intérprete do projeto. O que quis dizer com isso?

Sim, é uma responsabilidade que assumo, não fui eu que me propus, houve uma proposta que foi votada. Eu sempre vi a CDU como um projeto de muitos anos, com uma ideologia bem vincada e que se adapta às caraterísticas de cada concelho. O que definimos no programa eleitoral em 2013 e em 2017 não vamos esquecer em 2021, tudo o que é importante para Tomar. Sempre defendemos os serviços públicos municipais, nomeadamente na área do saneamento (SMAS) que se deviam manter na câmara e não deveriam ser, tendencialmente, privatizados. Para nós, a constituição da Tejo Ambiente é o caminho para a privatização dos serviços. Entendemos que havia condições para manter os SMAS. Na última assembleia municipal levantámos a questão, perante o relatório de contas de 2020, e ficou muito por esclarecer. Apresentámos também dois requerimentos solicitando informação sobre a situação atual da Tejo Ambiente, pois a anterior informação referia-se a 2020, mas já estamos em meados de 2021 e a situação não deve ser melhor. Também sempre votámos contra a descentralização de competências para a câmara, exemplo da educação. Também defendemos que se deveriam ouvir as pessoas em relação à desagregação/extinção de freguesias. No concelho de Tomar, aí há três anos, foi feito um abaixo-assinado na freguesia de Madalena/Beselga e havia vontade da população, sobretudo de Beselga, de voltar a ter a sua freguesia. O primeiro passo é ouvir as pessoas.

– Em relação à área da saúde, como analisa as coisas em Tomar?

O ex-vereador Bruno Graça teve esse pelouro e lembro-me de, na data, reunir com o ACES e os centros de saúde sobre os problemas relativos aos cuidados de saúde primários, mas este trabalho deixou de existir.

– E a nível de captação de empresas, o que defende a CDU?

A CDU defende que não é só dizer que se querem mais empresas, é preciso criar um gabinete de apoio e acompanhamento às mesmas. Os empresários sentem-se mais acompanhados sabendo que a câmara está a par das situações. A CDU visitou instalações de empresas, tivemos reuniões e fomos falando das dificuldades e os trabalhadores agradeciam essas visitas. É preciso fazer este trabalho de acompanhamento das empresas, porque depois é tarde demais para ir falar com ministros, com deputados, etc… A única maneira de fixar população, fixar famílias, é conseguir mais empresas. O que vemos atualmente é uma desertificação, com os jovens a ir para outros concelhos. Depois fala-se em teletrabalho, mas só é possível se for nas cidades, porque há aldeias sem escolas, onde os centros de saúde não funcionam e assim não dá para trabalhar e fixar a população.

Ana Isabel Felício

Elsa Lourenço

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 4 de junho.

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