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Vereadora Filipa Fernandes: “Tanto nos partidos como nas instituições, o importante são as equipas e as pessoas que as constituem”

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

Cidade Tomar – Em tempos de pandemia, quais têm sido as maiores dificuldades durante este mandato em relação aos seus pelouros?

Filipa Fernandes – Há pouco mais de um ano todos fomos obrigados a adaptar a nossa forma de estar com o outro e com o mundo que nos rodeia. São mudanças comportamentais que têm e terão obviamente resultados negativos na nossa sociedade, sejam elas económicos, sociais e/ou emocionais. Mas das crises também surgem oportunidades e é nesse sentido que me foco para desempenhar melhor as minhas funções. As autarquias assumiram um desafio para o qual também elas não se encontravam preparadas. Contudo, temos tentado adaptar-nos à nova realidade com a grande missão de ajudar aqueles que se encontram mais fragilizados com esta pandemia. A maior dificuldade é estar constantemente a reprogramar e repensar em novas estratégias para não nos deixarmos levar pelo conformismo e desta forma passar alguma esperança à nossa economia local e famílias tomarenses. Seria mais fácil não realizar nada, defendendo-nos com a desculpa da pandemia, mas essa não é a nossa forma de estar, nem a missão de uma autarquia que luta pelo seu território.

– A nível da Cultura tem sido difícil gerir esta área face à pandemia? 2021 será mais um ano sem os grandes eventos tomarenses ou poderão os munícipes contar com algum evento? – É sempre difícil programar o quer que seja com esta situação pandémica, no entanto defendo que as autarquias têm aqui um papel fulcral no desenvolvimento cultural dos seus territórios. Se não for o poder local a dinamizar e apoiar este setor tão fustigado, não haverá empresas que sobrevivam a tanta obrigação financeira sem retorno algum. E quando falo de empresas, refiro-me a milhares de profissionais que vivem deste setor. O setor privado não vai investir neste período tão incerto porque o seu objetivo é lucrar com a dinamização de eventos/espetáculos. Os municípios têm uma missão muito diferente. Compete aos municípios a salvaguarda da nossa identidade, assim como a dinamização do seu território para o tornar mais atrativo. Pena que muitos municípios, com medo das represálias sociais, se remetam ao sossego. Já dizia Zeca Afonso: “O que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a criar álibis para justificar o nosso conformismo, então está tudo lixado!”. Em Tomar, a estratégia adotada foi de nos adaptarmos às novas medidas e realizar aquilo que nos permite garantir segurança: Espetáculos e cinema no Cine-Teatro Paraíso (com todas as regras da DGS implementadas e aprovadas. Adquirimos, inclusive, sistemas específicos de desinfeção indoors); Espetáculos culturais e de entretenimento outdoors, em espaços circunscritos e fechados para o efeito, garantindo todas as normas de segurança impostas – distanciamento, utilização de máscaras, desinfeção constante, etc.). Para 2021 não poderemos contar com eventos que promovam grandes concentrações, tal como o “Congresso da Sopa”, Festa Templária com Arraial e Cortejo Templário, e tantos outros, mas estamos a programar no sentido de se poder marcar estas iniciativas de uma forma mais segura, para que não se perca a essência de Tomar e do seu património cultural e identitário.

Uma entrevista para ler na íntegra na edição impressa de 16 de abril, amanhã nas bancas!

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