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António Graça: “Este mandato tem sido de continuação dos projetos e obras do anterior”

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

A menos de um ano das eleições autárquicas, o “Cidade de Tomar” deu início à publicação de entrevistas com os presidentes de junta, no sentido de sabermos como definem estes três anos de mandato, como tem sido gerir as suas freguesias em ano de pandemia e se pensam recandidatar-se em 2021. Esta semana é a vez do presidente da Junta de Freguesia da Sabacheira, António Graça.

Cidade Tomar – Que balanço faz destes três anos de mandato na sua freguesia?

António Graça – Este mandato tem sido de continuação dos projetos e obras do anterior, com novos projetos, obras e ambições, apesar da Covid. Conseguimos implementar diversos projetos que vinham do anterior, mas que por motivos temporais, foi de todo impossível pôr em pratica antes, falo do Espaço do Cidadão, falo da recuperação do Agroal, da limpeza e ordenamento da floresta e mata, novos serviços por nós prestados, como o Posto CTT, as análises clínicas na freguesia, proteção de falésias, recuperação de muros de proteção antigos, limpezas para prevenção de cheias, ampliação e manutenção dos cemitérios e outros tantos que ainda faltam, como arranjo de espaços lúdicos, as placas do IC9, a canalização nova para a distribuição da água que já foi iniciado e irá demorar cerca de um ano, a mudança do Espaço de Cidadão e do Posto CTT para a Estação de Fátima. Ainda poderia enumerar mais uma dezena de obras que todas as pessoas reclamavam há anos, mas que depois de feitas, passado algum tempo as pessoas habituaram-se e nem se lembram o que foi preciso para acontecerem. Não poderia deixar de referir que sem o apoio da câmara, muitas destas obras não seriam possíveis de realizar.

Uma entrevista para ler esta semana, na edição impressa, amanhã nas bancas!

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