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Obra da Sinagoga de Tomar recebe Prémio Nacional de Reabilitação Urbana

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A obra de recuperação da Sinagoga de Tomar, que reabriu em 2019, acaba de ser galardoada com o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana na categoria de Melhor Intervenção de Restauro, que foi ontem entregue, no Porto.

A obra Sinagoga de Tomar e Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto – Projecto de Conservação e Reabilitação teve como autores os arquitectos Fernando Sanchez Salvador e Margarida Grácio Nunes, e um acompanhamento direto da arquiteta Elsa Pimenta e do engenheiro José Almeida, do Município de Tomar, entidade responsável pela execução da obra.

A atribuição deste prémio é mais uma valorização de um monumento que, mesmo antes da intervenção, era já o mais visitado da cidade a seguir ao Convento de Cristo, mas que ganhou uma nova dignidade com a obra e novos motivos de interesse com a criação do núcleo interpretativo.

Construída provavelmente no final da primeira metade do século XV, esta é a única Sinagoga edificada de raiz para o efeito em Portugal que chegou aos nossos dias. Após o édito de expulsão dos judeus, o edifício teve várias utilizações, desde cadeia a ermida católica, bem como celeiro e armazém de mercearias. Foi classificada como monumento nacional em 1921, e adquirida dois anos depois por Samuel Schwarz, judeu polaco investigador da Cultura Hebraica, que a recuperou e doou em 1939 ao Estado Português para a instalação do Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto.

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