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Padre Sérgio Santos: “Fechou-se um ciclo e agora surge um novo ciclo com novos sacerdotes”

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Ana Isabel Felício
Ana Isabel Felício
Comecei a trabalhar no Jornal Cidade de Tomar em 1999. Já lá vão uns anitos. Depois de sair da Universidade e de todas as dúvidas e dificuldades que surgem, foi-se construindo um caminho de experiência, com muitas situações, muitas pessoas, muitas aventuras e, claro, muito trabalho. Ao fim de todos estes anos, apesar de todos os percalços que a vida nos vai dando, cá estou, todos os dias a fazer o meu trabalho o melhor que sei, aprendendo com os que me rodeiam e também ensinando alguma coisa.

O padre Sérgio Santos esteve na RCT, onde falou da sua partida para Rio Maior, lembrou o padre Mário Duarte e agradeceu a todos os tomarenses o carinho com que foi tratado durante dez anos. No próximo domingo, dia 6 de setembro, o padre Sérgio Santos presidirá às missas dominicais, na cidade.

RCT – O padre Sérgio esteve dez anos em Tomar. O que tem a destacar de bom e menos bom?

Sérgio Santos – Sim, estive dez anos, entrei a 18 de setembro de 2010 em conjunto com o padre Mário e o padre Dilceu. Desde o primeiro momento fui muito bem acolhido como se fosse um tomarense. Fui muito feliz durante estes dez anos. Como tudo na vida e como todas as pessoas, tive dias mais alegres e outros nem tanto. Estive mais ligado às paróquias de Casais, Alviobeira e Além da Ribeira e também na cidade, foi uma vida em família.

– Esta mudança agora para Rio Maior, foi o padre Sérgio que se mostrou disponível?

A partir do momento em que dizemos sim a Deus, estamos ao serviço da Igreja e a nossa disponibilidade é total. Estas mudanças são normais de tempos a tempos. O mínimo para se estar num local é um ano mas, segundo o Direito Canónico, são cinco anos, depende do modo de governação de cada bispo. Há bispos que entendem que se deve manter um padre num determinado local porque está a fazer um bom trabalho e há outros bispos que preferem mudar os padres de tempos a tempos. Nós fazemos um voto de obediência, mas esta obediência é dialogada, o bispo fala connosco e é uma decisão conjunta.

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