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Carregueiros celebrou 12.ª edição das Sopas da Aldeia com casa cheia e 28 sopas

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Carregueiros acolheu, no passado domingo, 22 de fevereiro, a 12.ª edição das Sopas da Aldeia, iniciativa promovida pelo Centro Recreativo Cultural da Freguesia de Carregueiros. O evento reuniu 28 sopas, oferecidas por sócios e amigos da associação, e encheu a sala de convivas.

A iniciativa contou com a presença do presidente da Junta de Freguesia de Carregueiros, Francisco Santos, e do vereador da Câmara Municipal de Tomar, Samuel Fontes, eleito pelo CHEGA, entre outras entidades locais.

Além da degustação das sopas, o programa incluiu a entrega de ofertas aos participantes e um espetáculo protagonizado pelo Rancho Folclórico “As Lavadeiras” de Asseiceira, que animou a tarde com o seu folclore tradicional.

Na ocasião, o vereador Samuel Fontes sublinhou a importância do movimento associativo. “Celebrar a 12.ª edição das Sopas na Aldeia é celebrar a persistência e o compromisso de todos os que acreditam no associativismo. No concelho de Tomar, as associações são pilares fundamentais da cultura local, preservam tradições, promovem atividades desportivas, culturais e recreativas e criam oportunidades de participação ativa para todas as idades”, afirmou.

O vereador destacou ainda a necessidade de envolver os mais jovens e apoiar os dirigentes associativos. “O futuro das nossas comunidades passa por continuar a envolver os jovens, apoiar os dirigentes e reconhecer o trabalho voluntário, muitas vezes feito de forma silenciosa, mas com enorme impacto”, acrescentou, felicitando o Centro Recreativo de Carregueiros pela organização do evento.

Carlos Gonçalves

Ricardo Carlos candidata-se à presidência do PSD de Tomar nas eleições de 28 de fevereiro

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No próximo dia 28 de fevereiro, os militantes do Partido Social Democrata (PSD) de Tomar são chamados às urnas para eleger os novos órgãos da estrutura local. Em votação estarão a Comissão Política de Secção, a Mesa do Plenário e os delegados de Tomar à Assembleia Distrital de Santarém.
À presidência da Comissão Política candidata-se Ricardo Carlos, de 29 anos, atualmente deputado à Assembleia da República na XVII Legislatura. O candidato apresenta-se com uma equipa que considera representativa de todo o concelho.
Para a presidência da Mesa do Plenário avança João Tenreiro, atual presidente da Assembleia Municipal de Tomar. Já a lista de delegados à Assembleia Distrital de Santarém é encabeçada por Maria Luísa Oliveira, secretária de Estado da Administração Escolar no XXV Governo Constitucional.
A candidatura tem como mandatário Tiago Carrão, atual presidente da Comissão Política do PSD de Tomar e presidente da Câmara Municipal.

Câmara de Tomar aprova nova estrutura orgânica com quatro departamentos municipais

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A Câmara Municipal de Tomar aprovou, na reunião do executivo extraordinária realizada na quinta-feira, 19 de fevereiro, a nova estrutura orgânica do Município, assente em quatro departamentos municipais, com o objetivo de reforçar a coordenação interna, o rigor técnico e a capacidade de execução dos serviços.
Segundo o município, “a reorganização pretende dotar a autarquia de um modelo mais claro, moderno e orientado para resultados, preparando-a para responder aos desafios atuais e futuros”.
A nova estrutura enquadra-se nas prioridades definidas pelo executivo, nomeadamente nas áreas da economia, habitação, cultura, desenvolvimento do território e modernização administrativa.

Politécnico de Tomar lança cursos breves na área da Proteção Civil

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Dada a conjuntura atualmente vivida no país e no Mundo, com ocorrências cada vez mais frequentes e desafiantes que exigem respostas eficazes para garantir a proteção de pessoas e bens e a prestação de apoio e socorro em contexto de catástrofes naturais e conflitos armados, o Instituto Politécnico de Tomar (IPT) abriu candidaturas para o Curso Breve em Proteção Civil Municipal e o Curso Breve em Resposta a Emergências Internacionais, em regime pós-laboral.
O Curso Breve em Proteção Civil Municipal, já na sua 2ª edição, tem duração de 2 meses e destina-se a autarcas, futuros autarcas, dirigentes municipais, colaboradores dos Serviços Municipais de Proteção Civil e outros agentes de Proteção Civil, sendo uma formação de curta duração em formato b-learning (remoto e presencial). As candidaturas estão abertas até dia 10 de março. Tem como formadores João Paiva Ribeiro e Gisela Oliveira, e as aulas irão decorrer entre os dias 23 de março e 12 de junho.
Já o Curso Breve em Resposta a Emergências Internacionais estreia-se pela mão do formador Pedro Matos, trabalhador humanitário, coordenador de operações de emergência das Nações Unidas no Programa Alimentar Mundial (WFP) distinguido com o Prémio Nobel da Paz em 2020. O curso destina-se a trabalhadores humanitários, colaboradores dos serviços municipais e nacional de Proteção Civil, forças armadas e de segurança com interesse em participarem em missões internacionais de resposta a emergências. As candidaturas para esta formação em formato b-learning decorrem até 28 de fevereiro. As aulas ocorrem entre 16 de março e 22 de maio.
Candidaturas e informações em detalhe no portal www.ipt.pt

Hospital de Tomar recebeu a primeira cirurgia oncológica com recurso a tecnologia robótica no Médio Tejo

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A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) realizou na passada semana, no Hospital de Tomar, a primeira cirurgia oncológica com recurso a tecnologia robótica no Médio Tejo, num momento histórico para a instituição e para a região. A atividade em cirurgia robótica arrancou de forma faseada no início de fevereiro, concretizando um investimento de 2,4 milhões de euros financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e representando um passo decisivo na modernização tecnológica e na diferenciação clínica da instituição.

Desde o arranque da atividade foram já realizadas sete intervenções com recurso a esta tecnologia, numa implementação progressiva e cuidadosamente planeada. A introdução da cirurgia robótica foi estruturada pela equipa cirúrgica através da realização inicial de procedimentos simples e frequentes na prática clínica, em doentes com perfil favorável e sem complicações médicas associadas, tendo começado por colecistectomias e apendicectomias.

Tomar perdeu 6500 habitantes em 20 anos

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A revisão da Carta Educativa do Concelho de Tomar foi aprovada por unanimidade na reunião de executivo camarário de 9 de fevereiro, revelando uma quebra de cerca de 6500 habitantes nas últimas duas décadas e uma redução de 27% na população até aos 14 anos.

O documento traça um retrato demográfico e educativo que evidencia o envelhecimento da população e a diminuição da base escolar. Entre 2001 e 2021, o concelho perdeu 16% dos residentes, registando igualmente uma quebra de cerca de 15% na população em idade ativa. Atualmente, por cada jovem existem três idosos. Na apresentação da proposta, a vice-presidente da Câmara, Célia Bonet, sublinhou o enquadramento legal e as razões do atraso do processo.

“A Carta Educativa do município foi homologada em 2008 e, a legislação, é obrigatório efetuar a sua revisão de 10 em 10 anos, devendo, no entanto, ser revisto sempre que existam alterações relevantes. Estamos, portanto, a incumprir desde 2018. Com uma Carta Educativa com mais de 18 anos, houve alteração do quadro legislativo, houve alterações na taxa de natalidade, houve variação na população do concelho de Tomar, houve uma alteração significativa da rede escolar com a constituição dos agrupamentos escolares. Houve o reforço das competências municipais. Portanto, estamos completamente de pantanas em relação à Carta Municipal. Esta revisão da Carta Educativa iniciou muito tarde e tem um longo, longo histórico. O município selecionou para a elaboração desta revisão uma empresa sem qualquer experiência na matéria. Não se sabe bem o motivo, mas correu mal. A empresa não terminou o trabalho e foi a equipa de funcionários do município que teve de colocar as mãos à obra e concluir este projeto”, explicou.

Célia Bonet destacou ainda a atual cobertura da rede educativa no concelho. “No nosso concelho temos uma cobertura educativa em todos os níveis de ensino, desde o jardim escola até ao ensino superior. Tomar continua a atrair alguns alunos de outros concelhos, nomeadamente no ensino secundário, profissional e superior. Apenas uma freguesia do nosso concelho não tem qualquer equipamento escolar. Registamos diversidade cultural, disponibilizámos respostas de educação inclusiva, serviço de psicologia e orientação e ainda a intervenção precoce. Identificaram-se equipamentos com necessidades de requalificação, hoje são bem mais do que quando foi feita a Revisão da Educativa. Infelizmente, algumas obras que tinham sido feitas recentemente, algumas escolas hoje já precisam de intervenção.”

Tempestade Kristin: a voz aos Presidentes de junta, homens e mulheres incansáveis no terreno, lado a lado com as populações

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Três semanas depois da tempestade Kristin, que fustigou o concelho de Tomar e toda a região, o cenário ainda é de reconstrução. As marcas estão nas casas, nas estradas, nos campos e, sobretudo, nas pessoas. Ao longo destes dias, os presidentes de junta foram o primeiro rosto a quem as populações recorreram. Incansáveis e, muitas vezes, dominados por um sentimento de “impotência”, estiveram no terreno desde a primeira hora, muitas vezes de motosserra na mão, outras a consolar, a ouvir, a insistir junto das entidades competentes.

“Não foi fácil e eu emociono-me facilmente. Estar a ver as pessoas aflitas e não conseguir resolver tudo, porque isto foi uma catástrofe, é duro. Não conseguimos atender toda a gente, é revoltante. E eu deixei tudo o que era meu para trás. A minha própria casa também sofreu danos. Mas andei sempre com as equipas da E-Redes, queria que as pessoas tivessem luz.” A voz embargada do presidente da União de Freguesias de Casais e Alviobeira, Luis Freire, mostra ainda a carga de tudo aquilo com que teve que lidar nas últimas três semanas. “Ainda há muito poste derrubado. Não se devia permitir que a vegetação crescesse debaixo das linhas e a plantação dos eucaliptos devia ser mais ordenada”, defendeu.

“Temos setenta por cento das habitações foram afetadas. Tivemos centenas de postes danificados e quilómetros de cabo no chão. Hoje, ainda há muito trabalho a fazer”, refere. O lado social também não é esquecido. “Somos uma freguesia envelhecida. Há idosos que não têm filhos por perto. Temos andado a ajudar no que podemos: alimentação, bens essenciais, apoio social. É revoltante quando sentimos que os meios não chegam para todos”, disse. A água já foi reposta, mas ainda há casas sem eletricidade. Mesmo assim, reconhece que é ainda mais necessário espírito de união, embora tivessem muitos populares a ajudar a abrir estradas. Critica ainda quem, nestes tempos, rouba gasóleo de um gerador. “Todos necessitamos de ser ajudados. Há muita casa destruída ainda… vão ficar muitas marcas”, disse.

Falta de água e de eletricidade criou situações dramáticas

“Não foi nada fácil, principalmente devido à falta de água e eletricidade. E nós, sermos impotentes, não conseguirmos resolver essas situações. Eu sentia-me impotente. Podia cortar árvores, desimpedir caminhos e fiz isso, muitas vezes sozinho, mas não podia repor a eletricidade ou a água. Só podia insistir junto das entidades competentes.” As palavras são do presidente da junta da Asseiceira, Fernando Ferreira, que fala que “os primeiros oito a dez dias foram muito difíceis”, uma vez que a falta de água e de eletricidade criou situações dramáticas.

“Fomos atingidos a vários níveis: barreiras caídas, estradas obstruídas, árvores por todo o lado, falta de energia e de água. Em termos de habitação, tivemos alguns danos em telhados, mas reconheço que não fomos das freguesias mais fustigadas. Houve uma casa atingida que deixou uma família desalojada, esse foi o caso mais grave”, relatou.

“Hoje, 21 dias depois, a água está estabilizada e, segundo a informação que temos, a energia elétrica está reposta. Mas continuamos com pontos críticos, como a estrada da Matrena. Pode circular-se, mas de forma condicionada. Quem puder evitar, que evite. As terras estão saturadas de água e continuam a verificar-se deslizamentos”, sublinha. O cancelamento do Carnaval foi ponderado, também tendo em conta os danos no espaço onde se realizavam os bailes, como em termos emocionais. “Alinda estávamos numa fase de transição, com esta situação temos estado no terreno de manhã à noite e não tem havido tempo para outras questões. Além do trabalho normal que já tínhamos, temos este trabalho acrescido. Espero, realmente, que o pior tenha passado.”

O presidente da Junta de freguesia de Carregueiros, Francisco Santos, reconhece que, 21 dias depois, “a acalmia já chegou, caminhamos a passos largos para a normalidade”, uma vez que os caminhos estão limpos, a eletricidade está reposta e a água voltou rapidamente. Logo no próprio dia da tempestade, lançou mãos à obra. “Começámos a desobstruir as vias para que as pessoas pudessem circular. Na sexta-feira seguinte, já estava praticamente tudo transitável”, indica. O autarca reconhece que Carregueiros não foi das freguesias mais afetadas, mas sentiu as dificuldades. “Mantivemos sempre um contacto próximo com a população. Foi isso que fez a diferença, mas ainda há trabalho a fazer e muitos fios no chão”, disse.

O presidente da Junta de Freguesia de Paialvo, Amâncio Ribeiro, referiu ao nosso jornal que a freguesia não foi das mais afetadas no concelho, embora também tenha sofrido danos significativos. “A nível das habitações, houve várias casas com telhados arrancados”, explicou. A Junta, em articulação com o Município, tem procurado repor a normalidade possível. “Estivemos muitos dias sem energia elétrica, mas neste momento o fornecimento está restabelecido”, adiantou.

“Quem acaba sempre por ouvir é o presidente de junta”

Contudo, persistem problemas. Há ainda muitas aldeias sem iluminação pública e, no que respeita às comunicações, a situação mantém-se crítica. “A MEO continua em baixo, tal como a NOS e a Vodafone. Há pessoas que estão desde o primeiro dia sem comunicações”, sublinhou. O autarca acrescenta que o trabalho está longe de estar terminado: “Ainda há muito a fazer, sobretudo ao nível da limpeza e remoção de detritos.”

“Por vezes, há pessoas que não compreendem que não está no nosso poder resolver determinadas questões, mas eu compreendo-as. Quem acaba sempre por ouvir é o presidente de junta”, afirmou. Ainda assim, destaca o espírito de entreajuda: “Na limpeza, toda a população ajudou e correspondeu para que tudo ficasse resolvido o mais rapidamente possível.”

Segundo o autarca, o mais urgente, neste momento, é a reposição da iluminação pública e do sinal de televisão. “Para muitos idosos, a televisão é a sua companhia diária. Estarem sem ela durante tanto tempo é difícil e pedem-me muito.”

Contentores instalados nas freguesias mais afetadas para recolha de sobrantes

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O Município de Tomar está a proceder à instalação de contentores para deposição de sobrantes nas freguesias do concelho mais afetadas pelas recentes tempestades, com vista a apoiar a remoção de materiais resultantes de danos estruturais.

De acordo com a autarquia, os equipamentos destinam-se exclusivamente à deposição de resíduos inertes, como telhas, tijolos e outros materiais semelhantes provenientes de estragos em edifícios.

A localização dos contentores deve ser confirmada junto da respetiva Junta de Freguesia.

O município esclarece ainda que resíduos de fibrocimento, incluindo amianto, não devem ser colocados nestes contentores. A recolha deste tipo de material será realizada posteriormente, através de procedimento específico.

A autarquia apela à colaboração da população no correto acondicionamento dos resíduos, de modo a garantir uma gestão organizada e ambientalmente responsável durante a fase de recuperação do concelho.

Tejo Energia inicia demolição da Central do Pego em março

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A Tejo Energia anunciou que a demolição da antiga Central Termoelétrica a Carvão do Pego terá início em março, dando início a uma nova fase de reconversão do complexo industrial, no concelho de Abrantes.

Segundo a empresa, a decisão surge após a inviabilização do projeto de reconversão energética apresentado ao anterior Governo, que previa a substituição do carvão por biomassa florestal residual, complementada com produção de energia solar e eólica e a possibilidade de funcionamento como compensador síncrono para estabilização da rede elétrica. A proposta acabou por não avançar, tendo sido escolhida uma alternativa.

Os trabalhos de desmantelamento deverão prolongar-se por cerca de três anos e abranger todas as infraestruturas associadas à produção de eletricidade a partir de carvão, com o objetivo de repor os terrenos às condições de base, em conformidade ambiental e de segurança. O ramal ferroviário e a ponte rodoferroviária não serão intervencionados.

No pico da operação, poderão estar envolvidos cerca de 80 trabalhadores, com impacto temporário na economia local, nomeadamente nos setores do alojamento, restauração e serviços.

As torres de refrigeração, com 116 metros, e a chaminé, com 225 metros de altura, serão demolidas numa fase final através de explosivos, numa operação conduzida por equipas especializadas e articulada com as autoridades competentes.

A empresa garante a adoção de práticas de reutilização e reciclagem de materiais, incluindo reaproveitamento de equipamentos e reciclagem de betão e metais, bem como medidas de mitigação do aumento temporário de tráfego pesado nas vias de acesso ao complexo.

A Tejo Energia assegura que manterá comunicação regular com as autoridades locais e a população ao longo do processo.

Evento solidário “Recuperar Tomar” realiza-se a 27 e 28 de fevereiro no Pavilhão Municipal

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A associação Tomariniciativas – Associação de Cultura, com o apoio do Município de Tomar, vai promover, nos dias 27 e 28 de fevereiro, um evento solidário para apoiar a recuperação do concelho, na sequência dos danos provocados pela depressão Kristin, que atingiu o território a 28 de janeiro.

Sob o lema “Recuperar Tomar – Um caminho feito em conjunto”, a iniciativa pretende angariar fundos para fazer face às ocorrências e prejuízos registados, num momento em que continuam os trabalhos de apoio à comunidade e de reabilitação de espaços afetados.

O evento terá lugar no Pavilhão Municipal Patrícia Sampaio, a partir das 21h30, e integra as comemorações dos Dias de Thomar. O cartaz conta com vários artistas e grupos já confirmados, estando a organização a aguardar a eventual confirmação de mais nomes do panorama musical nacional.

O bilhete tem o custo unitário de 10 euros, válido para os dois dias, podendo os participantes acrescentar um valor adicional a título de donativo. A receita reverterá integralmente para as intervenções de recuperação no concelho.

Os ingressos estão disponíveis online, no posto de turismo e no local, nos dias do evento.