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Grupo Motard dos Templários celebrou 15 anos e dinamiza localidade do Coito

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O Grupo Motard dos Templários celebrou, no sábado, 22 de março, o seu 15.º aniversário, com comemorações realizadas nas instalações da antiga escola primária do Coito, na Freguesia de São Pedro, um espaço cedido ao grupo pela Câmara Municipal de Tomar.

Segundo a autarquia, a entrega deste edifício ao grupo revelou-se “uma aposta ganha”, não só pelos trabalhos de recuperação realizados pelos próprios, mas também pelas atividades promovidas, que contribuíram para dinamizar a localidade do Coito.

Manuel Subtil

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Tempestade Martinho causou estragos em Tomar

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A tempestade Martinho deixou marcas no concelho de Tomar, entre 19 e 22 de março, obrigando os Bombeiros Municipais a uma intensa operação de resposta a múltiplas ocorrências. Entre as situações registadas, destacam-se a queda de árvores e postes, alguns que atingiram habitações, bem como derrocadas em várias localidades. Também o Ramal de Tomar foi afetado, na manhã de quinta-feira, dia 20, momento em que, devido a condições atmosféricas adversas, não houve circulação de comboios. A situação viria a ficar normalizada pela hora de almoço.

Os operacionais mantiveram-se em ação contínua, mobilizando diversos meios para garantir uma resposta rápida e eficaz às emergências sendo que a corporação foi acionada inúmeras vezes, reforçando os esforços para minimizar os impactos da tempestade na região.

Os distritos de Portalegre, Évora e Santarém estiveram sob aviso amarelo devido à chuva intensa e ao vento forte. As condições atmosféricas adversas exigiram uma atenção redobrada por parte das autoridades e da população.

CAST celebrou o Dia de São José em clima de alegria e partilha

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O lar de São João do CAST – Centro de Assistência Social de Tomar celebrou na quarta-feira, 19 de março, num clima de alegria e partilha, o dia de São José, santo padroeiro da instituição. Familiares, utentes, convidados, colaboradores e ex-colaboradores reuniram-se com os corpos diretivos, responsáveis por escrever a história do CAST, para uma festividade marcada por momentos de convívio e emoção. O dia teve início com a celebração de uma missa, seguida por diversas atividades de animação e finalizado com um lanche convívio.

Rui Pascoal, presidente da direção do CAST disse ao Jornal “Cidade de Tomar” que é uma emoção forte esta nesta qualidade. “É uma emoção forte. Têm sido dias muito intensos nesta casa, desde que tomamos posse há dois meses e meio, de muitas tomadas de decisão que, de facto, a instituição precisava. Mas, hoje, é sobretudo um dia de assinalar o nosso padroeiro, o aniversário e celebrar o Dia do Pai também”, disse. Rui Pascoal sublinhou que a alegria é um valor importante para o CAST, contribuindo também para a produtividade dos funcionários e que também é importante para os utentes comungarem dessa alegria, nesta fase da vida.

– Notícia desenvolvida na próxima edição

Associação Cultural e Recreativa da Póvoa celebrou 41 anos com muito dinamismo

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A Associação Cultural e Recreativa da Póvoa, na União de Freguesias de Além da Ribeira e Pedreira, comemorou, no domingo, dia 16 de março, 41 anos de vida. Uma das jovens dirigentes da coletividade, Isabel Lopes, referiu que “a associação está bem viva” e exemplo disso mesmo, são as inúmeras atividades desenvolvidas nos últimos tempos. O último evento, para além, deste convívio das comemorações dos 41 anos, foi o jantar dedicado a todas as mulheres da localidade e da freguesia.

Ao aniversário, juntaram-se as outras coletividades da freguesia, autarcas da junta de freguesia e do Município de Tomar, aqui representado pelo vereador Hélder Henriques.

Manuel Subtil

– Desenvolvimentos na edição impressa

Convento de Cristo acolheu lançamento do livro “O Segredo de Tomar”

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Tomar viveu uma tarde especial, no sábado, 15 de março, com a apresentação do livro “O Segredo de Tomar”, de Rui Miguel Pinto, no Convento de Cristo. A obra editada pela Porto Editora contou com a apresentação do Prof. João Patrício e de Joana Costa. A sessão iniciou-se com o Coro da Universidade Sénior entoando Non Nobis Domine, transportando a plateia para um ambiente de solenidade e mistério.

A sala, preparada para 65 lugares sentados, revelou-se insuficiente para todos os que quiseram estar presentes. Com várias pessoas de pé, o entusiasmo era palpável. Entre os convidados de honra, marcaram presença a representante da Diretora do Convento, Célia Subtil, a Vice-Presidente da Câmara, Filipa Fernandes, e o escritor Nuno Garcia Lopes.

O evento decorreu num ambiente descontraído e recheado de humor, com momentos que arrancaram sorrisos e cativaram a audiência. Uma tarde inesquecível, que confirma que Tomar continua a guardar segredos… e a revelar histórias que apaixonam.

Câmara de Tomar aprova cerca de 550 mil euros em subsídios para as coletividades do concelho

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A Câmara Municipal de Tomar aprovou, no dia 17 de março, a distribuição de subsídios anuais às coletividades do concelho. No total, foram contempladas 116 associações com um montante global de 543.211,74 euros. Algumas destas associações, no entanto, só terão acesso ao valor atribuído após comprovarem a inexistência de dívidas ao fisco e à segurança social. O programa de apoio ao associativismo está estruturado em quatro categorias: apoio base, suporte a atividades regulares e desenvolvimento associativo, incentivo à realização de eventos e financiamento de projetos de intervenção social.
Na primeira fase do Programa de Atividade Regular e Desenvolvimento Associativo, destacam-se entidades como o Ginásio Clube de Tomar, que recebeu 22.990 euros, o Sporting Clube de Tomar, com 19.380 euros, e a Associação Thomar Athletics – PLJV, que foi contemplada com 18.410 euros. Também figuram na lista a Escola de Futebol de Tomar (7.000,00 euros, a Sociedade Recreativa e Musical da Pedreira e a Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina, entre outras.
– Notícia completa na edição que está nas bancas

Protocolo viabiliza a digitalização de 90 anos de edições do Jornal Cidade de Tomar

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O Jornal Cidade de Tomar celebrou na segunda-feira, 17 de março, o seu 90.º aniversário com mais um passo histórico: a assinatura de um protocolo que prevê a digitalização de 90 anos de edições semanais do jornal. O documento foi assinado, no Hotel Vila Galé, em Tomar, antes do jantar de aniversário, pelo Município de Tomar, Instituto Politécnico de Tomar, Associação Portuguesa de Imprensa e Empresa Editora Cidade de Tomar como forma de divulgar e valorizar o património cultural, material e imaterial, do concelho de Tomar. Na prática, os 90 anos de edições semanais, e que atualmente se encontram encadernadas em livros, vão ser digitalizadas para depois puderem ser consultadas online, numa plataforma digital adequada a esse fim, garantindo o acesso deste espólio a gerações futuras e preservando-se fisicamente as páginas do jornal.

O momento foi presenciado e aplaudido pelos convidados, entre colaboradores do jornal, autarcas e representantes de diversas instituições, que posteriormente se juntaram no convívio de aniversário.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Nasceu quando foi publicado o primeiro “Cidade de Tomar”

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Manuel Nunes nasceu em janeiro de 1935, em Calçadas, Tomar. Dois meses depois, nascia o jornal “Cidade Tomar”. Meninos e moços, ele foi crescendo, dia a dia, o jornal sendo editado, semana a semana. Os anos galgaram, ficaram as memórias de como se vivia e era a cidade nesta década de 30/40 do século passado (1930/1940), tempos que Manuel Nunes teve a cortesia de repartir com este jornal, em conversa franca e fluente, descrevendo essas recordações com a clareza que a lucidez o tem privilegiado.

Os olhos brilham-lhe da bem portuguesa saudade quanto fala da então fonte de S. André, que foi decomposta para ali ser instalada a rotunda do Bonjardim. Em criança, subia os degraus da fonte e saciava-se, boca no fio de água jorrando da torneira, tão fresca e cristalina quanto a madre natureza facultava. Dada a sua vistosa arquitetura, a fonte foi remontada em Carrazede e ainda lá pode ser apreciada.

Recorda o ribeiro das “Canas”, vinha das traseiras da agora sede da PSP, passava em frente da agora Gualdim Pais e pelas traseiras da Igreja Santa Maria do Olival. Os tempos e as obras fizeram desaparecer o ribeiro.

Filho de pai trabalhador do campo, mãe doméstica, ingressou na 1ª classe da Escola da Ensino Básico dos “Graças”, então a funcionar na esquina da agora rua da Cascalheira. Eram trinta alunos, todos descalços, vestidos com as roupas que as mães ajeitavam. Tempos de grande escassez, quando chegava a casa e a comida constava de migas de pão de milho cozidas ao lume, numa panela de esmalte com fundo em chapa. A farinha provinha de um moinho então a jusante do agora barragem do Carril. Ainda lá se podem ver os escombros do moinho. As mães coziam o pão.

Entrevista: Mário Cobra

Grandes Noites do fado e poesia: o fado aconteceu na cidade de Tomar!

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Cerca de 150 pessoas participaram na grande “Noites do fado e poesia”, organizada pelo Programa “Noites do Fado” da Rádio Cidade de Tomar, na noite de sábado, 15 de março, no Central Tapas, em Santa Cita, Tomar. A organização teve a colaboração do Restaurante Manjar dos Templários e o apoio da Fábrica dos Óculos D’ Abrantes, aqui representados pelos seus proprietários, Luís Carloto e Inês Martins.

“Esta é uma noite agradável e onde estão reunidas várias gerações. O fado é identidade, é pessoas, e é isso que também nos motiva no nosso negócio. Procuramos proporcionar, todos os dias, momentos que sejam apreciados por cada pessoa porque o nosso foco sempre foram as pessoas”, afirmaram os proprietários deste estabelecimento, aberto há um ano no centro histórico de Abrantes e com uma equipa de 4 pessoas.

– Notícia desenvolvida na próxima edição semanal

Em tempo de aniversário

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No 90.º ano de publicação semanal ininterrupta – Eis o Cidade de Tomar. Esta é a edição com que se comemoram os 90 anos de publicação semanal do Cidade de Tomar, fruto do arrojo e, talvez, sonho e ânimo, de um conjunto de cidadãos, naturais ou não de Tomar, que meteram ombros na criação de um projeto editorial. Donde, por isso, nasceu o Cidade de Tomar. Projeto de um jornal local com que se procurou a defesa de Tomar, suas freguesias e a área geográfica em que nos inserimos. Mais, como se escreveu no número 1 do Cidade de Tomar, … “ser este um propugnador, sincero, e consciente das realizações regionais” … “realizar uma crítica serena e construtiva, fora e acima dos diversos particularismos que enxameiam a vida contemporânea.”

Foi, como é hoje, um desafio que a mim, como Director, como para todos os Directores que me antecederam, se obrigaram na prossecução e defesa dos ideais que os fundadores desejavam.

E, assim, aqui chegámos neste março de 2025 sendo Cidade de Tomar um marco de defesa de Tomar; ou projeto jornalístico incómodo para alguns, mas com uma incomodidade muito própria e que defendo como tal. Um defensor das nossas Instituições e Entidades locais como o foram, ao longo dos anos, a defesa de um hospital; do nosso Rio e contra a peregrina ideia do desvio do seu curso para Fátima; a defesa da Festa dos Tabuleiros afastando-a de iniciativas que pouco, muito pouco, fazem, ou fariam, perigar a sua génese. Enfim, um marco tomarense.

É, por esta razão que longe estaria de decorridos, mais de 35 anos me manter como Director de Cidade de Tomar. Razão pela qual me permito recordar parte da carta que minha Mãe, uma das sócias da Empresa Editora Cidade de Tomar, viúva de um Fundador e filha de uma das primitivas sócias, me escreveu, em 8 de julho 1990, da Beira Baixa profunda, da Zebreira – Castelo Branco, ao ter conhecimento do falecimento de Romualdo Mela, este o Director que me antecedeu. E, escreveu minha Mãe, referindo-se a Romualdo Mela: “Não sabiam o que o Sr. Mela era para mim”, amizade e consideração também que tinha e, muitas vezes, me perguntava qual a opinião que eu tinha do jornal, o seu jornal, lembrando o nome de meu Pai (António Lopes) e também: “a sua opinião é muita válida para mim, incentiva-me.”

É, assim, caros leitores, este património que me cumpre defender, assegurando o seu futuro. Futuro este que não se possibilita sem o apoio daqueles que nos leem; nos que nos criticam; nos que acreditam no Cidade de Tomar com as suas publicidades e anúncios semanais; com o apoio dos sócios desta Empresa Editora Cidade de Tomar, Lda.

Mas, em tudo na vida há sempre um mas. Este, mas, tem um destinatário muito concreto – Cidade de Tomar só é possível, como o foi, é e será com o total apoio e sacrifício pessoal dos seus colaboradores directos. As suas e os seus funcionárias e funcionários, verdadeiro coração desta empresa. Daí, em primeira mão, vai para eles o meu muito obrigado.

Mas, outra vez o mas, em Romualdo Mela, recordo todos os Directores de Cidade de Tomar, muitos dos quais tive o privilégio de conhecer. Também para eles, neste número de aniversário o meu muito Obrigado por tudo o que conseguiram no reconhecimento de Cidade de Tomar.

Razão pela qual nesta edição de aniversário se conseguiu recuperar uma pequena parte de Cidade de Tomar, mesmo a fotografia de alguns dos seus fundadores. Pequena parte de espólio de Cidade de Tomar que a Empresa Editora se propõe dar a conhecer a todos aqueles que, em investigação ou por curiosidade, se pretendam inteirar do que foi Tomar ao longo dos seus últimos 90 anos. Projeto que estou certo vai dar os seus primeiros passos em cerimónia a ter lugar no próximo dia 17 de março com a assinatura de um protocolo englobando a nossa Câmara Municipal, a Associação Portuguesa de Imprensa, o Instituto Politécnico de Tomar e nós próprios. Projeto, naturalmente arrojado. Mas que, estou certo e convicto, os nossos Fundadores suportariam com ânimo e crença.

Bem-Hajam, pois, todos os que continuam a acreditar em Cidade de Tomar e a apoiar-nos com toda a amizade e veemência.

Tomar, aos 11 de março de 2025, neste número de aniversário do Cidade de Tomar.

António Cândido Lopes Madureira.
*Nota do Director