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Tomar foi palco da 1.ª edição da Subida Templária

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Decorreu este sábado, 3 de maio, em Tomar, a primeira edição da prova “Subida Templária”, uma iniciativa desportiva que ligou a Rua Serpa Pinto ao Castelo Templário e Convento de Cristo.
A prova, com um percurso de cerca de 500 metros e um desnível positivo de 100 metros (100D+), desafiou os participantes a superar a exigente subida, num cenário histórico de grande simbolismo para a cidade.
O evento foi organizado pelo Município de Tomar, através do Corpo de Bombeiros e da Associação Cultural, Desportiva e de Beneficência dos Bombeiros de Tomar, contando ainda com o apoio da Thomar Honoris e de diversas entidades locais.
Entre os participantes estiveram vários elementos dos corpos de bombeiros, que realizaram o percurso equipados com farda completa.

China apresenta protesto diplomático às Filipinas

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A diplomacia chinesa apresentou, esta terça-feira, 29 de abril, uma representação formal ao embaixador das Filipinas em Pequim, em resposta a recentes iniciativas filipinas relacionadas com Taiwan e questões de segurança na região Ásia-Pacífico.

 

Desde 2023, as Filipinas têm desempenhado um papel de destaque na crescente tensão geopolítica na Ásia-Pacífico. De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Manila tem adotado uma postura provocatória com frequência crescente.

 

No passado dia 20, um navio de escolta filipino terá entrado ilegalmente nas águas territoriais chinesas próximas da ilha de Huangyan. Já no dia 27, seis cidadãos filipinos desembarcaram de forma clandestina no recife de Tiexian, situado na mesma zona.

 

Paralelamente, as Filipinas têm intensificado a cooperação militar com países aliados dos Estados Unidos. A mais recente demonstração desta tendência foi o início do exercício conjunto “Balikatan” (“Ombro a Ombro”), conduzido em áreas próximas ao Estreito de Taiwan e numa província com acesso ao Mar do Sul da China. Além disso, durante a visita do primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, o governo filipino tentou concluir dois acordos com vista ao reforço da cooperação bilateral em matéria de segurança.

 

Segundo Pequim, a atual liderança filipina tem recorrido de forma sistemática a alianças externas para projectar poder regional. Nos últimos dois anos, além de estreitar os laços com os Estados Unidos e o Japão, Manila tem intensificado relações de segurança e defesa com outros parceiros ocidentais, como a Austrália, França, Reino Unido e Canadá. Estas iniciativas integram a estratégia de segurança “diversificada” promovida pelo governo filipino, que utiliza as disputas no Mar do Sul da China para obter apoio internacional e reforçar as suas pretensões territoriais e marítimas, consideradas ilegais pela China.

 

A diplomacia chinesa acusa ainda Washington e Tóquio de instrumentalizar as Filipinas para garantir os seus próprios interesses estratégicos, nomeadamente através do controlo das rotas marítimas da região. Os Estados Unidos procuraram manter a sua hegemonia, enquanto o Japão visaria expandir a sua presença militar e influência no Sudeste Asiático.

 

Num ano em que se assinala o 80.º aniversário da vitória na Segunda Guerra Mundial, a China alerta para os riscos da repetição da História. O envolvimento das Filipinas em dinâmicas geopolíticas externas, segundo Pequim, poderá comprometer a sua soberania e a estabilidade regional, sem oferecer ganhos concretos à sua população.

 

Publicidade: Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.

Centro de Assistência Social de Olalhas comemorou 27 anos com ampliação do lar em curso

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Cerca de 200 pessoas celebraram o 27º aniversário do Centro de Assistência Social de Olalhas (CASO), no dia 27 de abril, entre utentes do lar e seus familiares, sócios, amigos, voluntários e trabalhadores. Neste momento, a instituição está a ser beneficiada com obras de alargamento das instalações do lar que vão disponibilizar mais 20 camas, naquele que é um investimento de mais de 1 milhão e 600 mil euros e que conta apenas com financiamento público de 565 mil euros, pelo que tiveram de recorrer a crédito bancário na ordem dos 750 mil euros. As obras têm conclusão prevista para final do corrente ano.
Em dia de aniversário, a diretora técnica Sofia Santos referiu que se está a celebrar “uma vida com muita vida e que pretende em cada dia fazer a diferença na vida daqueles que por algum motivo precisam de ajuda. Aos sócios e amigos que se juntaram para fazer a festa o nosso muito obrigado”.
Manuel Subtil
– Notícia desenvolvida na próxima edição, com saída para as bancas a 9 de maio

Moinho de Avecasta com velas desfraldadas ao vento já faz farinha!

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Quatro velas com panos brancos rodam velozmente pela força do vento que sopra neste cabeço de Avecasta, vento esse vindo do Norte. Lá dento o António Simões “moleiro de alcunha familiar” vai afinando a pedra, e o cair do milho na tramonha. Na pedra que rodava, velozmente saía a farinha e aí temos o moinho de Avecasta a funcionar!
Toda a população da aldeia de Avecasta e muitos curiosos e amigos dos moinhos se deslocaram neste dia 26 de abril, dia de festa e da inauguração do novo moinho. Seriam certamente mais de 200 pessoas. Nesta enorme clareira e agora com boa faixa de gestão de combustível mandada fazer pela Câmara de Ferreira, clareira com a área de uma praça de touros tem-se uma vista de Km desde a Serra de Alvaiázere, até Serra de Aire; para a cerimónia da inauguração o dia era de festa.
Destruído no incêndio de 9 de julho de 2022, este era um momento aguardado e desejado pela população local e de todo o concelho de Ferreira do Zêzere. O “velho moinho” construído pela Associação, e pela população e Junta de Freguesia e que moeu cereal tornou-se um ex-libris deste concelho. Contribuíram financeiramente para esta recuperação, o Município de Ferreira do Zêzere com 50 mil euros e a União de Freguesia de Areias e Pias com 14 mil euros e o Centro Cultural e Recreativo de Avecasta ficou responsável pela cerimónia de inauguração do Moinho e suportado alguns custos.
– Leia a reportagem de António Freitas na próxima edição

Autarquia esclarece abate de olaias e justifica medida devido ao mau estado de conservação das árvores

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Na sequência do abate das olaias ocorrido a 24 de abril, na Av. Dr. Egas Moniz, em Tomar, o Jornal “Cidade de Tomar” questionou a autarquia sobre os motivos que levaram a esta ação, que nos facultou esses esclarecimentos por escrito.
Numa resposta detalhada, referem que “o processo teve início há cerca de três anos”, e depois de articulado com os moradores da rua, “o município está a promover uma empreitada de construção de um troço de arruamento designado como Rua José Tamagnini, que está por concluir há mais 50 anos, onde vai realizar trabalhos de pavimentação da via e passeios, instalação de infraestruturas de saneamento, abastecimento de águas, infraestruturas de telecomunicações e de eletricidade com respetivas ligações às redes existentes na Av. Egas Moniz e rua Timóteo Verdier”.
De acordo com a autarquia, “a execução destas infraestruturas implica a execução de novos pavimentos para a circulação pedonal (passeios) e estacionamentos, sendo que “as árvores existentes na Av. Egas Moniz estavam a provocar danos nos passeios e pavimento dos estacionamentos devido à dimensão das caldeiras, verificando-se a “impossibilidade de aumentar as caldeiras existentes devido ao estrangulamento dos passeios que provoca dificuldade à circulação pedonal”.
“Face aos problemas detetados, optou-se por retirar estas árvores na Av. Egas Moniz e replantar novas árvores saudáveis (8 árvores) em caldeiras francamente maiores (2.00mx2.00m) permitindo o seu desenvolvimento sem comprometer a circulação pedonal. As novas caldeiras estão localizadas no alinhamento dos espaços de estacionamento e delimitadas por lancil o que reduzirá os embates de veículos nas futuras árvores. Nesta rua irá ser mantida a mesma espécie de árvores”.
Em relação a um estudo prévio ou relatório técnico que fundamentasse esta decisão, a autarquia refere que “a necessidade de substituição do arvoredo, de forma genérica, não está consubstanciada no seu atual estado fitossanitário e biomecânico visto que a maioria dos indivíduos não constitui um risco (eminente) para pessoas, animais ou bens”, salientando que, no entanto “deve observar-se que todas as árvores apresentam deficiências com relevo para a sua viabilidade a curto prazo” e recordando que “há pouco mais de um mês, na mesma rua e da mesma espécie, caiu uma árvore pelo pé”.
– Leia a notícia completa na próxima edição

Peralva viveu mais uma edição da Rota dos Moinhos e das Adegas

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Foi um dia em cheio pelos caminhos da freguesia e passagem pelos seus moinhos, aquele que se viveu no domingo, 27 de abril, em mais uma edição da “Rota dos 4 Moinhos” e das Adegas, uma organização do Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Peralva, na freguesia de Paialvo, em Tomar.
“Na adega Horta de Cima foi feita a usual pausa para reforço com bifanas acabadas de fritar pelo João Fonseca e vinho branco tinto. O almoço, e para fazer jus à Capital do Grão de Bico, foi Mão de Vaca com Grão ou, em alternativa, Lombo com Farinheira”, relata a organização.
Antes da saída, houve direito a Mata Bicho, café das velhas e Bolos de Massa confecionados de véspera pelos elementos do grupo folclórico. Os bolos de Massa, dos Santos ou dos Santos Mártires são, aliás, uma das presenças obrigatórias, em agosto, na Mostra dos Bolos das Festas que este grupo etnográfico organiza.

Dia da Liberdade assinalado em Tomar com homenagem a autarcas e atribuição do nome António Lopes Rodrigues a rua da cidade

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As comemorações dos 51 anos da Revolução dos Cravos em Tomar começaram na manhã de sexta-feira, 25 de abril, com uma cerimónia de homenagem aos autarcas do concelho.

Um dos momentos mais marcantes foi a atribuição, a título póstumo, do nome de António Lopes Rodrigues — antigo presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais — à rua de circunvalação da Escola Santa Iria, com o respetivo descerrar da placa toponímica.

A cerimónia contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Tomar, Hugo Cristóvão, de outros autarcas, de familiares do homenageado e de vários convidados. Após o descerramento da primeira placa toponímica, seguiu-se um passeio inaugural pela nova rua, culminando com o descerramento de uma segunda placa, um gesto simbólico realizado pelos netos de António Lopes Rodrigues.

Durante a cerimónia, Miguel Rodrigues, filho do homenageado, sublinhou que esta “é uma homenagem que o município e a junta prestam a um legado, a uma história que ficou no coração dos tomarenses. É por isso que aqui estamos hoje, para homenagear alguém que ficou no coração de todos nós”.

António Lopes Rodrigues liderou a Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais durante 16 anos consecutivos, entre 1997 e 2013. Faleceu a 20 de setembro de 2016.

– Leia o desenvolvimento da notícia na próxima edição semana

Faleceu Joaquim Ferreira, conhecido barbeiro de Tomar

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Joaquim Ferreira, figura emblemática da cidade de Tomar e fundador do histórico Salão Ferreirinhas, faleceu neste domingo, 27 de abril, aos 91 anos. O seu salão, localizado na Rua Infantaria 15, no centro histórico da cidade, foi durante décadas um ponto de referência para gerações de tomarenses.

Reconhecido pela dedicação à sua profissão, Joaquim Ferreira foi homenageado com a Medalha Municipal de Mérito no dia 1 de março de 2023, distinção que celebrou a paixão e o profissionalismo que marcaram a sua longa carreira.

O funeral realiza-se na próxima terça-feira, 29 de abril, com saída da Casa Mortuária de Tomar às 11h00, seguindo para o Cemitério da Madalena.

À família enlutada endereçamos as mais sentidas condolências.

Tomar recebeu a 3 ª Mostra Internacional de Folclore dos Templários 

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O Cine-Teatro Paraíso, em Tomar, foi palco, na noite de quinta-feira, 24 de abril, de uma celebração da cultura popular espalhada pelo mundo com a realização do Festival Internacional de Folclore, Cultura e Artes e da 3ª edição da Mostra Internacional de Folclore dos Templários.

O espetáculo, que deu vida a esta sala durante mais de duas horas, contou com a atuação dos seguintes grupos: Grupo Etnográfico “Os Esparteiros” de Mouriscas (Abrantes), Folklore Ensemble “Kanatitsa” (Bulgária), Mystkowianie Regional Group (Polónia), Rancho Folclórico S. Miguel de Carregueiros (Tomar) e Pampa Compañia Santa Rosa (Argentina). Os grupos encantaram o público com a riqueza dos seus trajes, a vivacidade das cores, a energia dos ritmos e a diversidade cultural que expressaram em cada atuação.

Hélio Santos, coordenador do Coordenador da Federação do Folclore Português do Conselho Técnico Regional do Alto Ribatejo, referiu ser um gosto ver, nesta noite, “uma sala tão composta”, agradecendo às entidades que permitiram a realização deste festival, que vai na sua terceira edição.

– Reportagem na próxima edição semanal

Na foto: Grupo Pampa Compañia Santa Rosa (Argentina) – José Joaquim Marques

Quercus denuncia descarga de esgotos urbanos sem tratamento na ribeira de Seiça

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A Quercus denunciou, na quinta-feira, 24 de abril, a descarga de esgotos urbanos sem tratamento na ribeira de Seiça, na rua do Rio em Ourém, causada por uma rutura num coletor de saneamento sobre caminho público. “A Tejo Ambiente foi contactada e confirmou a situação: um bypass provisório está a falhar na época chuvas, e ainda aguarda condições meteorológicas mais favorável para reparação provisória do coletor, mas a solução definitiva necessita de financiamento avultado para se resolver o problema.

A poluição está a contaminar solos e água numa zona sensível onde vive a Lampreia do Nabão, espécie Criticamente Em Perigo de Extinção. Também a jusante, existe a praia fluvial do Agroal e captação de água para abastecimento público.

A Tejo Ambiente não consegue resolver sozinha este grave problema. É urgente a ação coordenada com a Câmara Municipal de Ourém, APA, Ministério do Ambiente e Fundo Ambiental. A saúde pública e dos ecossistemas não pode esperar”, refere a mesma publicação na rede social facebook.

O diretor-geral da Tejo Ambiente, José Santos,  explicou que, após a rutura de um emissário de águas residuais em Alcaidaria (Ourém) devido à erosão, foi instalado um bypass provisório. Uma obra temporária de 20 mil euros foi adjudicada, e está em preparação uma intervenção definitiva de 19 milhões para reabilitar 70 km de rede. A GNR está a investigar o caso após denúncia.